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25. Um pedido (des)agradável


Fic: The Bet


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Por Lílian Evans


Eu nunca imaginei que ele fosse pedir desculpas daquele jeito. Quando eu vi aqueles cartazes, não acreditei. Sirius estava ao meu lado, tão estático quanto eu e vi que James Potter estava mesmo pedindo desculpas. E em grande estilo, o que me fez arfar. Ele realmente me ouvira e havia feito o que eu lhe aconselhara. Eu não podia estar mais orgulhosa daquele idiota.


Depois, Potter apareceu com aquele último cartaz com um pedido e uma verdade, eu tentava não sorrir. Mas como não sorrir, se ele havia feito algo que ele normalmente não faria? Eu sabia que ele havia percebido que eu queria sorrir. Então ele abriu um sorriso colgate para Sirius que, depois de chamá-lo de mariquinha, e este correu até o amigo. A expressão de Potter era de alívio. Eu fiquei feliz por aqueles dois.


Como bem sabem, se eu ficasse ali por muito tempo, eu o teria agarrado ali mesmo. Então me limitei a brincar com ele e fiz uma saída triunfal. James havia entendido a mensagem.


Agora, eu estava prestes a sair do colégio, mas a chuva atrapalhava. No dia seguinte, haveria uma reunião para podermos discutir sobre o baile de teria antes da pequena férias de Natal e uma competição que teria depois das datas comemorativas. E eu adorava aquelas coisas, para não dizer o contrário.


Por muito tempo, depois que meus pais faleceram, era apenas eu e Lene. Os pais dela eram separadas e era difícil ter um encontro com eles sem que ficassem brigando. Eu tinha Petúnia; mas eu e ela não éramos compatíveis – apesar de eu ainda considerá-la minha família. Agora, esse ano, eu tinha mais uma pessoa – ou três, contando com Sirius, Dorcas e Remus – para passar aquele Natal comigo. Seria legal, se não, trágico.


Cheguei ao portão do colégio e vi Potter e a irmã conversando – ou discutindo, pelos gestos que Potter fazia. Eu não queria me meter, pois eu já havia tido minhas próprias brigas familiares. Mas eu vi que Alice precisava de ajuda; eu sabia que Potter podia ser muito chato quando queria, então fui até eles, pegando a conversa quase no final.


– Ei, Potter – chamei e o dois me olharam; eu havia esquecido que ambos eram Potter. – Alice, como vai?


– Nada bem, quando se tem um irmão idiota como o James – respondeu ela, emburrada.


– Nisso, eu tenho que concordar.


– Ei! – protestou Potter, mas nós o ignoramos.


– O que estava acontecendo? – perguntei e Potter bufou, revirando os olhos. – Quero dizer, se quiserem me contar.


– Bem, eu recebi uma ligação...


– Chega, Alice – disse James, autoritário. – Vou pensar, está bem? Não prometo nada, mas vou tentar.


Eu fiquei olhando de um para o outro, sem entender nada. E olha que eu entendia muitas coisas. Então, eu tive uma ideia. De gerico, mas, ainda assim, uma ideia.


– Já sei – disse eu e os dois ergueram as sobrancelhas, ficando assustadoramente parecidos. – Que tal resolvermos isto com um jantar? E faço e...


Alice bateu palmas, assustando-me e fazendo com que eu me calasse.


– Ótima ideia! – disse ela, sorrindo. – Chame Sirius, Marlene, Dorcas e Remus! Quanto mais gente, melhor.


– Isso é desnecessário – interveio Potter, me lançando um olhar fulminante. Eu apenas dei um sorriso, que o fez vacilar.


– Combinado – Alice o ignorou e sorriu para mim. – Quando?


– Sábado – falei. Alice assentiu e deu tchau para Potter, que me olhava irritado.


– Obrigado, Evans – disse ele. – Pensei que estávamos de bem.


– E nós estamos. Mas por que todo esse auê por causa de um jantar?


– Você, quando ouvir o que Alice disser, vai dizer não – respondeu Potter e olhou para a chuva. – Quer carona?


(…)


Sábado de manhã, eu me arrumei com calça jeans, botas marrons e uma suéter rosa para ir ao mercado. Afinal, estava um frio de rachar do lado de fora. Dezembro já estava chegando e eu não sabia o que eu e Lene faríamos; provavelmente ela iria trazer o namorado – vulgo, Sirius Black – para passar o feriado conosco.
A boa notícia – além de minha amiga estar de namorado novo e fixo – era que o idiota do James Potter voltara com a amizade com Sirius Black normalmente. A única diferença era que estava incusa nessa amizade maluca. Remus era o que mais estava feliz – ou pelo menos aparentava. Ele e Dorcas não me enganavam; eu sabia que algo sério rolava entre os dois, algo que vem antes de Dorcas voltar para Londres. Eles não me deixariam ajudá-los. Isso, eu tomaria providências, já que eu não deixaria de mão. Se eu não podia estar completamente feliz, meus eram obrigados a ficar.


Peguei minha carteira e fui para a cozinha, já sabendo que encontraria Marlene e Sirius lá. Sim, Sirius Black aderiu à medida de Lene e agora invadia minha casa. De acordo com ele, se o amigo dele agora “morava” comigo, também tinha direito de entrar na clandestinidade com a namorada. É nisso que dava ter amigos invasores e abusados.


Eles estavam abraçados, mas discutiam sobre algo relacionado ao chá que ela preparara. Lene o estava ameaçando de morte, quando eu intervim:


– Nada e mortes na minha cozinha limpinha! Se vai matá-lo, que seja pelo menos na sua casa.


– Eu não preciso de inimigos, eu tenho amigos fazendo o trabalho deles – resmungou Sirius, fingindo estar ofendido.


– Ora, deixe de ser fingido – reclamei, indo até a pia e me servindo do chá que Lene fizera. – Sirius, quer ouvir uma ideia maléfica? – perguntei, olhando para o relógio preso à parede e depois para ele.


– Amo ideias maléficas – os olhos dele brilharam e eu sorri. Lene apenas me observava, esperando que eu dissesse minha ideia.


– Vá até a aérea de serviço, encha um grande balde de água e jogue no seu amigo preguiçosos, por favor – falei e os dois me encararam espantados. – O que foi?


– Mas, Lily... não é você que vai limpar? – perguntou Siriu e eu me irritei.


– Desde quando você se tornou responsável, Sirius? – coloquei as mãos na cintura.


– Dede que eu comecei a namorar a Lene.


– Lene nunca foi responsável – repliquei.


– Ei! – protestou ela e eu ri.


– Faça o que eu falei e diga a James que arrume tudo. Dia que, se ele não limpar, não vai ter onde dormir essa semana.


– Mas isso não é justo – disse Sirius, franzindo a esta. Ele estava estragando a minha ideia e criatividade.


– E daí? Não falei que seria justo. Agora, Lene e eu vamos ao mercado comprar os ingredientes para o jantar de hoje a noite – avisei.


Sirius assentiu e deu um sorrisinho, indo para a área de serviço para encher o balde d'água enquanto eu e Marlene íamos para fora de casa. Algo me dizia que aquele jantar peculiar seria... bem, juntar Sirius, Marlene, Remus Dorcas e Alice Potter não ia dar certo. Mas, como eu gostava de ver todo mundo junto, eu aguentaria vê-los em minha casa.


Entramos no carro de Lene e fomos até o mercado mias próximo. Por incrível que pareça, Lene foi em silêncio o caminho todo. Só voltou a falar quando estávamos na fila para pagar.


– Por que está fazendo esse jantar? – perguntou com um tom de voz estranho.


– Porque... – falei, colocando algumas coisas na esteira – em parte, eu estou curiosa sobre o assunto que Alice quer falar com Potter. E... vai ser bom, eu creio, estar todo mundo junto. – Eu a olhei. – Por quê?


– Nada, não – respondeu.


(…)


– Eu não acredito que aqueles dois nos deixaram na mão! – exclamou Potter, ao pegar a faca na gaveta de talheres.


Sirius e Marlene – os dois amigos traidores – haviam nos abandonado para irem à casa de Lene enamorar pouquinho. Namorar, sei. Então, para resumir meu castigo, tive de ficar com um ajudante mais do que reclamão ao meu lado.


– Ah, Potter... a gente se vinga depois – disse eu, cortando a alface. Potter deixou a faca cair sobre a tábua e me olhou. – Está chorando?


– É a maldita cebola – ele enxugou os olhos, mas estes continuaram a lacrimejar. – Você disse... se vingar? Ok, quem é você e o que fez com Lily Evans?


Eu sorri e revirei os olhos.


– Ah, corta essa cebola Potter.


– Bem que a gente podia comprar pronto e dizer que fomos nós que fizemos – comentou ele depois de um tempo de silêncio. Eu o olhei; Potter me encarava com expectativa.


– E desperdiçar essa comida? – apontei para os ingredientes em cima da mesa. – Não – fui chegando mais perto dele. – Ouvi dizer que você cozinha muito bem – sussurrei a última parte.


– Quem foi que lhe disse isso? – Potter se virou, segurando um tomate.


– Hum... – ajeitei seu casaco, sentindo-o tremer ao meu toque. – Alguém.


Ele me olhava com uma das sobrancelhas erguidas enquanto eu inclinava a cabeça. Eu não consegui evitar que o meu coração batesse muito forte em meu peito. Por Deus, aquele cara era lindo. Mas eu acho que isso eu já falei.


– Esse alguém tem razão. Eu sou bom em tudo – Potter tentou se gabar, mas sua voz tremeu no final. – Gosta do que vê?


– Gosto da comida que você – toquei o seu nariz – vai me ajudar a fazer.


Ele estreitou o olho.


– Você joga sujo, Evans... Ainda não esqueci o balde d'água.


– Vingança, Potter? – voltei a fazer minha tarefa.


– Talvez, Evans.


(…)


Eu estava enrolada na toalha, de frente para o meu armário, sem sabe o que raios eu iria vestir. Tudo bem, eu sabia que não era nenhum jantar chique; mas, mesmo assim, eu estava na minha casa e era a anfitriã. Afinal, Alice sabia que eu era estranha.


Mas James Potter estava nervoso. Eu podia ouvi-lo bufar de impaciência do lado de fora do meu quarto. Por que aquele jantar era tão tenso para ele? Eu não perguntei, embora estivesse morrendo de curiosidade.


– Evans, é só um jantar idiota . – Ele falou, sua voz saindo abafada por causa da porta fechada. – Vista qualquer coisa.


Eu o ignorei e voltei a prestar atenção em meu armário. Eu ainda ouvi Potter reclamar até que decidi usar minha calça jeans escura, um sapato alto fechado alto, e uma blusa roxa de gola rulê de mangas compridas. Prendi o meu cabelo num coque alto e malfeito e fiz uma maquiagem leve. Abri a porta e Potter estava lá, usando uma calça comprida também jeans, sapato e camisa sociais. Ele jamais arrumaria aquele cabelo.


Potter resmungou, me irritando.


– O que foi, Potter? – Eu o fiz parar no corredor. Ele me olhou e tentou disfarçar o mau-humor.


– Você está muito linda... Por que a gente não namora? – E puxou-me pela cintura.


– Me solta, Potter – disse eu e ele me soltou. – Desembuche.


– Er... Não. – Respondeu Potter. – Deixe que me minha irmã diga.


Eu o encarei e a campainha tocou. Potter sorriu malicioso.


– Salvo pelo gongo. Agora não tem mais volta, querida. – Ele olhou para as escadas. – Atenda a porta e eu ponho a mesa.


Os primeiros a chegar foram Sirius e Marlene. Quando Potter os viu, falou por uma vida inteira; eu tive que mandá-lo calar a boca, porque eu não estava aguentando mais. Logo depois, Dorcas chegou trazendo vinho; atrás dela, estava Remus, corado. Eu só não sabia se era por causa do frio ou porque Dorcas estava tocando em sua mão – provavelmente os dois. Alice foi a última a chegar e trouxe uma garrafa de champanhe – não sabia para quê tanta bebida – e ela não parecia tão tensa quanto o irmão.


Eu podia ouvir as conversas animadas vinda da cozinha e me aproximei de lá. Observei todos conversando e depois reparei bem no rosto de Potter; ele fingia estar bem e tentava disfarçar fazendo piadas idiotas. Ele havia posto a mesa e tinha feito um ótimo trabalho. Vi-o pegar a garrafa de vinho, encaminhando para a cozinha. Eu estranhei, mas não o segui; tinha a impressão de que ele precisava ficar sozinho.


Quando todos haviam comido e a conversa estava amena e os elogios sobre a comida já estava me incomodando, eu toquei no assunto que fez Potter me lançar um olhar mortal, interrompendo Dorcas:


– Só acho que você deveria aceitar o convite dele, Alice...


– Hum... Alice? – chamei e a irmã de Potter me olhou. – O que você queria nos dizer mesmo? O motivo do jantar.


– Ah, sim. Nossos pais ligaram – disse Alice, animada. Eu olhei de relance para Potter e ele desviou o olhar. – Eles nos convidaram para ir passar o Natal na casa deles.


Remus e Sirius ficaram animados, mas Potter não parecia tão bem assim. Os amigos, então, viram que ele não havia gostado da ideia e trocaram olhares que eu não compreendi. Aquilo estava muito esquisito recuperei-me a tempo de responder.


– Puxa, que maravilha – tentei sorrir, ma eu estava preocupada com a tensão de Potter.


– Sim e eles fazem questão de que todos vão. Lá em casa tem muito espaço e...


– Chega, Alice – todos nós olhamos para Potter, que segurava a taça de vinho com força. – Acho que está na hora de todos irem. Amanhã trabalhamos.


– Amanhã é domingo – contestou Sirius e recebeu um olhar frio do amigo. – Mas eu posso trabalhar, sem problemas.


Eu estava tão espantada com a reação de Potter, que não protestei o comando dele. Ainda surpresa, eu acompanhei nossos convidados até a porta. Ninguém falou nada.


Quando eu voltei, Potter já tirava a mesa. Eu me encostei no batente da porta da cozinha.


– O que foi aquilo, Potter? – perguntei, cruzando os braços. Ele não me olhou.


– Não quero falar sobre isso – disse ele, indo e vindo, tirando os pratos sujos e colocando tudo na pia.


– Ah, mas vai ter que falar – rebatei, mas Potter continuou a me ignorar. Frustrada, o parei quando voltava da cozinha para pegar as taças. – James, o que foi?


Não sei se foi por que eu disse seu primeiro nome ou se ele estava realmente cheio daquilo. Suspirou.


– Meus pais... eles são legais, mas... – Ele fechou o olhos. – Por favor, não me pergunte mais nada.


Fiquei ali, parada, o observando de olho fechados. Controlei a vontade de abraçá-lo. Mordi o lábio inferior com força.


– Não tem nada que eu possa fazer? – Me arrependi de ter feito a pergunta na mesma hora. Eu conhecia James Potter e sabia que ele era um idiota mesmo estando todo estranho. Ele me pediria algum favor.


– Na verdade... tem, sim. – Ele abriu os olhos. – Finge ser a minha namorada nesse Natal?


Era tudo o que eu queria, pensei. Porém, falei:


– O quê?!

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Lana Sodré: Gente, mas isso é um absurdo! Você? Nunca trollou alguém?! Que coisa feia mentir, Ilana. Lily é outra história, né? James+amor+ruivas+inteligentes+teimosas = James escuta. HAHAHAHA tu riu? Isso é MUITO bom *-----* eu gosto quando riem das minhas fics :D Vai ficar igual a mim: Percy Jackson em todos os lugares. O vício será extemo, isso eu lhe garanto. Eu tentei ler, mas a autora não atualiza há séculos! Revolti. Nada de bater nesse gotoso u.u I want to read all  *---* Eu não sei como as pessoas riem de mim! Eu falo alguma coisa, séria, e elas riem. Eu tô falando sério e riem. ÀS VEZES NÃO É UMA PIADA! Dorcas e Remus no próximo capítulo! Jamito e Lilica só no final - ou não, posso mudar as coias hahaha. Eu não gosto de chamar os outros pelo apelido. Eu não consigo. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk nem sei de onde eu tirei isso. Mas James jamais será um personagem que não se gaba. Jamais. kkkkkkkkkkkkkkk eu ri porque você riu kkkkkkk postei e fiz a Kaninha feliz :D E obrigada por comentar!


 


 

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Comentários: 1

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Enviado por Lana Silva em 20/11/2013

Existe trollar sem querer ?kkkkkkkkkkkkk por quese for assim, já trolei alguns leitores... KKKKKKKKKKKKKKKKKKK Cê falou igual a minha tia agora. Tipo contei uma coisa a meu pai e ela desmetiu... Tipo, eu fazendo aquele olhares que as pessoas nos filmes fazem e conseguem fazer a outra calar a boca ou mudar de assunto...Mas não deu. E nem foi uma coisa cabeluda... O pior é que eu começo a rir quando tô mentindo e riu o dobro quando tô falando a verdade, nem sei porque tô falando disso e não comentando sobre o capitulo. Lily mandou ver! Tipo Lai... Primeiro HP, depois A mediadora. Ai chega você tentando em empurrar Percy Jackson, quando eu ficar viciada vai surgiu o quê ? Fallen ? Dezesseis Luas ? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Tô ferrada! Ok. Ele não vai apanhar... Ah, você é engraçada... Eu sou só louca mesmo e uma louca sem graça e tímida. Sim, mas pulando os elogios a minha pessoa... Eu gosto de apelidos porque.... Depois que pega, não dá mais pra largar, até mesmo os mais sórdidos, principalmente os mais sórdidos, eu já fui chamada de Ilama, uma colega do curso me chama de Irlane (kkkkkkkkkkk), Nana é meu apelido mais vergonhoso porque meu priminho me chamava assim e todo mundo da minha família por parte de pai... Margarida Vaybe (Ou baby, sei lá) foi meu apelido de anos e eu até gosto dele... Nonoca, explusivamente de Didigo :3 , acho que é trauma, fazer com que todo mundo tenha apelidos, tipo... Juanito, eu que coloquei... Arinha (me pertubam por chamar Arinha de Arinha kkkkkkkkkk) Nany, Isaurinha meu amor (não fui eu que coloquei e a gente chama mais de Isaurinha agora, mas na época eu morria com esse apelido. Tem uma amiga minha, que a professora amava e colocou esse apelido nela kkkkkkkk) Ok. Parei, vou voltar ao comentário. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Tô começando a achar - só acho - que você foi irônica e eu li o comentário diversas vezes achando que cê tava falando sério sobre os apelidos KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Eu acho que sou lerda, também só acho. Sim o capitulo, que capitulo bom, tipo aquele chocolate branco com pedacinhos de chocolate preto que eu compro as vezes quando tá no intervalo da aula... Só pra cê ter ideia de quanto eu gosteil. E sim, estou estudando, só dei uma parada pra terminar de ler o capitulo, até achei uns assuntos mega interessante aqui. Sim, James, tinha que vir com essa... Lily, aprendi da pior forma que quando a gente quer consolar uma pessoa por alguma coisa não deve perguntar se deve fazer alguma coisa...Ainda mais se essa pessoa for James Potter KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Vamos ver se ela vai ou não fazer alguma coisa. Quero saber porque a Lene tá estranha e porque o Jay deu esse piti... Amei o capitulo e me pergunto cada vez que um capitulo novo, como não amar ? Espero o próximo capitulo logo, porque eu estou sofrendo e preciso ler mais, descobrir se a Lily vai jogar alguma coisa na cabeça do James ou vai aceitar o pedido.

Beijoos! 

Nota: 5

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