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2. O Despertar


Fic: Os Descendentes Divinos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O Despertar.




Harry não podia acreditar que o ministério fosse tão idiota aquele ponto, mas não somente o ministério e Dumbledore como ele e a Ordem não fizeram nada para impedir isso.Como eles puderam fazer isso com ele e não so com ele, mas com Sirius ele não podia acreditar então resolve ler mais uma vez para ver se não tinha de enganado.



Caro Sr. Potter.



Venho lhe informar por meio dessa carta que o seu padrinho Sirius Black venha ter falecido.
Sei que deve ser uma surpresa para o sr que Black seja seu padrinho, pois esse mesmo foi o traidor de seus pais. Mas por alguma razão Black tinha lhe incluído em seu testamento como um dos principais herdeiros. Nos não sabemos o real motivo disso, mas comunico-lhe que o Sr deva comparecer no Sábado (Daqui a dois dias) no ministério as 13:00 horas para a leitura do testamento. Mas não se preocupe, pois tudo cera feito no mais absoluto sigilo levando em conta que Black fora o maior seguidor Daquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado e que morrera a seu serviço sendo ele um dos comensais que estavam no ministério quando foi registrado oficialmente o retorno de Você-Sabe-Quem. Sendo também como ultimo pedido de Sirius Black a leitura do testamento devera ser individual e em dias alternados nenhum dos herdeiros saberá o dia em que um outro herdeiro já tenha ido ou ainda vá a leitura do testamento. Levando em conta que o senhor foi o primeiro a ser citado como herdeiro o Sr será o primeiro a vir à leitura e eu me prontifiquei a ser o executor do testamento.



Atenciosamente.

Cornelius Fudge.

Ministro da Magia (Inglesa).



Aquilo so podia ser uma piada de muito mau gosto. Como o ministério acha que Sirius era um enviado direto de Voldemort ao ministério quando ele fora salvar lê (Harry) e seus amigos e onde estava Alvo Dumbledore e a Ordem da Fênix para ajudar a limpar o nome de Sirius. Isso fez a raiva de Harry por Dumbledore ter aumentado mais ainda. Dês da morte de Sirius e da descoberta da profecia que dizia que “ou Voldemort morria pelas mãos de Harry ou visse versa” Harry não era o mesmo ele crescera um pouco mais não muito ainda não chegara a um e oitenta, mas tinha 1.77 de altura seus cabelos cresceram a ponto de cair para trás dando uma aparência meio selvagem e misteriosa ao rapas, pois caia sobre seu rosto e escondia sua cicatriz e seus olhos e sempre tinha uma fase seria e triste que não esboçava um sorriso há tempos na verdade ele chegara a pensar que desaprendera a fazer esse gesto tão simples, mas a maior mudança foi em seus olhos a seus olhos que antes eram de um verde vivo e claro brilhante que não demonstrava muita preocupação apesar de ele ser quem ele era, mas agora a mudança era assustadora, pois agora estavam num tom tão escuro que parecia duas pedras escuras, e sobre o olhar uma sombra de fúria, medo, desespero e culpa. Era aquele olhar que mais assustara os Dursley nesse verão não a ameaça de Moody, mas sim a mudança do garoto que agora ficava a perambular durante boa parte da noite pelas ruas de Little Whinging sem rumo so com seus pensamentos, mas, eles não faziam nada, pois Duda também saia durante a noite e so voltava quase ao amanhecer.



Deixando seus pensamentos de lado por alguma razão Harry ficara feliz que ninguém alem do ministro da magia saberia que ele teria que ir ao ministério nem a ordem nem o ministério muito menos Dumbledore, pois, ele não teria que sair com uma guarda com foi feito no ultimo verão então ele teria mais liberdade para fazer o que quisesse ele já avia pensado em desaparecer por um tempo e já que segundo Dumbledore ele so precisava ficar mais ou menos uma semana na casa dos Dursley para renovar a proteção de sangue que ele tinha e essa semana passaria justamente no sábado ele poderia sair. Mas ele não sabia para onde ir nem o que fazer so sabia que tinha que dar um tempo sem se lembrar de quem era ou do porque ele era, mas ele saberia quando chegasse a hora.



Harry fica tão envolto em seus pensamentos que nem viu a hora passar e quando percebeu já eram mais de nove horas da noite então resolve dormir sem nem ter comido nada, pois, estava com a cabeça muito cheia, mas antes de dormir ele resolve praticar oclumencia e dorme a seguir.



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Sonho.



Harry estava num lugar sem forma especifica era como se o céu e a terra como se fossem um so e olhando para cima se via as estrelas. Mas algo estava estranho naquele lugar então ele vê como se fosse transportado para uma arquibancada, mas sem nada o segurando ele estava voando, mas olha de novo e vê duas figuras gigantescas maior de que qualquer coisa que possa se desse mundo, mas pareciam humanas e estavam lutando uma contra a outra. Uma da figuras parecia mais velha, mas seu corpo definido e a sua aura não demonstravam as únicas coisas que demonstrava a idade muito avançada dessa figura era os cabelos brancos brilhantes que iam ate seus ombros e com uma barba igualmente branca e seus olhos verde escuros quase negros que demonstrava uma idade inimaginável e a segunda figura também era majestosa, mas avia algo que a diferenciava da primeira ele era um homem com um corpo atlético e definido assim como a primeira figura os traços de seu rosto eram duros e frios seus olhos também demonstravam um idade inimaginável, mas nem tão grandiosa quanto à do primeiro e seus cabelos eram negros que desciam seus cotovelos e so paravam no meio de suas costa e também tinha uma barba igualmente negra e segurava uma pequena adaga cravejada das mais lindas jóias que poderiam existir nesse mundo. E a figura com cabelos negros fez um movimento rápido e para a surpresa de Harry castrou o ser de cabelos brancos e quando o sangue cai nas águas forma uma espuma e do meio da espuma sai uma enorme concha tipo essas que se encontram perolas ai ela se abre e de dentro dela sai uma bela mulher com cabelos loiros e os olhos azuis celeste lindos. O garoto olha de novo para a figura de cabelos negros que também estava olhando a bela mulher e percebe que o ser de cabelos negros avia desaparecido como se tivesse evaporado então do nada ouve-se uma voz gritando.



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Harry se virou para ver de onde vinha o grito, mas ele não estava, mas no lugar que sonhara e sim em seu quarto olhando para a cara vermelha de Tio Valter o olhando como se ele tivesse feito algo muito errado.



_Levante-se de uma vez seu moleque e vá tomar café e vai loco porque não somos seus empregados para te esperar. Terminando de dizer isso Tio Valter sai do quarto batendo a porta com força sem nem mesmo esperar a resposta.



O garoto se levanta e fica pensando na sena que tinha visto ele não sabia como, mas aquilo lhe parecia extremamente familiar, mas o surpreendente era ver aquela aura de energia que os envolvias e ainda mais para onde aquele ser de cabelos brancos avia ido. Harry balança a cabeça tentando manter esses pensamentos longes afinal fora so um sonho então ele se levanta vai fazer suas necessidades diárias e ruma para a cozinha do nº4 que se seguiu a mesma rotina de sempre ele se senta à mesa ninguém fala nada ele sai da mesa e continua a mesma coisa.



Harry estava de volta a seu quaro então resolve arrumar seu malão já que teria que sair do nº4 amanha cedo, pois não queria chamar a atenção e alendo mais ele queria ter mais tempo para arrumar um lugar para ficar temporariamente.Ele ficou ate meio dia arrumando tudo já que estava tudo esparramado por todos os lugares quando terminou resolveu ir almoçar já que os Dursley não o chamariam com esperança de que ele não aparecesse ao terminar de almoçar Harry vai para seu quarto e lá fica deitado ate pegar no sono.



Quando ele acorda o sol já tinha se posto então sem nada para fazer já que ele não ia voltar a dormir ele resolve dar uma volta pelas ruas de Little Whinging ao descer as escadas ele vê que seus tios estavam vendo o jornal da oito então resolve sair sem fazer barulho, mas quando estava abrindo a porta ouve a voz de tia Petúnia.



_Aonde você vai ?. Pergunta sem nem tirar os olhos da teve.



_Vou dar uma volta. Respondeu com simplicidade e saindo antes que sua tia lhe perguntasse mais alguma coisa.



Harry ficou andando por uma hora então resolve para um pouco e ir para o parque em perto do Largo das Magnólias e se sentar em algum banco que não tinha sido destruído por Duda e sua gangue que afinal avia crescido consideravelmente dês do ultimo verão não era, mas aquela turminha q se unia para bater em crianças ou destruir o parque não agora era maior todos os dias ele ouvia dizer que uma casa era assaltada ou alguém espancado ou lojas destruídas. Mas claro que ninguém ia suspeitar que Duda Dursley fosse um arruaceiro não nunca, pois não avia família que detestava mais esse tipo de coisa eram os Dursley, mas eles se enganaram, pois Duda era tudo isso e pior ele so era líder da gangue porque era o maior e aparentemente o mais forte graças ao boxe. So Harry sabia que Duda era o chefe dessa gangue, mas não falava nada dês de que ele o deixe em paz então nem liga nem faz nada.



Chegando ap parque Harry pula o portão e vai se sentar num banco perto de um parquinho para crianças que estava todo destruído ficou lá sentado sem ligar para nada so pensando no testamento de Sirius e na burrice que o ministério fizera em pensar que ele era um comensal e ainda mais em Dumbledore não ter feito nada para mudar isso. E ficou nisso ate que resolve voltar para o nº4 sendo que já pelo jeito já eram 10horas e ele tinha que dormir cedo para sair mais cedo ainda do nº4 então foi em direção ao portão quando estava quase alcançando o portão do parque ele ouve um grito parecendo pedir socorro então para e fica escutando, mas nada então pensa que ele tava ouvido coisas e volta para seu caminho, mas quando já estava pronto para pular o portão ouve de novo o grito e dessa vez ele teve certeza que alguém precisava de ajuda.



Sem pensar duas vezes ele pula de volta para dentro do parque e começa a procurar de onde tinha vindo o grito andando um pouco ele ouviu mais um som, mas esse som era de risadas então ele resolver seguir para ver se era de lá que vinha o pedido. Quando chegou perto de onde se encontrava uma turminha tratou-se de se esconder atrás de uma arvore para ver o que estava acontecendo, mas já escondido atrás da arvore ele percebe que tinha umas quinze pessoas todas da gangue de Duda rodeando uma figura pequena que se debatia tentando se livrar deles. Harry vê seu primo sentado perto dos garotos que cercavam a pequena figura olhando com um certo interesse então se levanta e quando faz isso todos se calam então diz numa voz grosa.



_Traga a qui.



Ao terminar de falar Pedro e Marcos dois amigos de infância de Duda pega a pequena figura e a leva para seu “Chefe” qual não foi à surpresa de Harry ao ver que a pequena figura era uma garotinha de idade entre dez ou onze anos, com vestes quase todo rasgada e com vários machucados os cabelos longos e desgrenhados dela tampava-lhe o rosto tornando impossível para Harry ver seu rosto. Duda coloca a mão na face da garota e pergunta numa voz baixa e cruel.



_Agora você aprendeu a me respeitar? Quando terminou a pergunta a garota olhou para ele de disse numa voz fraca e debilitada.



_Vai ver se estou na esquina seu porco com peruca. Quando ouviu isso da boca da menina Harry teve vontade de rir, mas se segurou então olhou mais atentamente a cena e percebeu que aquela menina e ele tinham alguma coisa em comum o fato de que ela estava com roupas velha e rasgada pelo tempo e pela surra que levara da turma de seu primo e a ousadia de xinga-lo logo depois de apanhar lembrava ele mesmo quando ainda apanhava há alguns anos atrás.



_Hora sua... Duda não terminou a frase, mas desse um tapa na cara da menina e então olhou para a sua Tuma e disse lentamente. _Pegue ela e se divirtam. Os garotos da turma pegaram a menina e a arrastaram de novo para onde ela estava antes de falar com Duda. A menina estava visivelmente assustada então ouve dois estalinhos então Pedro e Marcos que a estavam segurando voaram cinco metros e caíram descordados. Os restos da turma ficaram assustados, pois não sabia o que fora aquilo somente Duda tinha uma leve impressão sobre aquilo, mas Harry tinha total certeza que aquilo fora uma magia involuntária e ficou surpreso por isso. Duda fechou a cara e com um profundo tom de nojo na voz ordenou olhando para a pequena.



_Acabem com ela foi ela que fez isso. Apontou para os dois amigos que estavam desacordados. Os restos da turma ficaram furiosos e avançaram para a menina, mas quando dois garotos seguraram a garota Harry ficou furioso pela ousadia deles de tentarem fazer mal a uma garota que no Maximo onze anos e com uma certa pontada de simpatia pela garota, pois ela se parecia com ele saio de trás da arvore e apontando a varinha em direção da turma de Duda falou em um tom tão frio que ate ele mesmo se assustou.



_Dursley seu tremendo idiota como ousa fazer isso. Duda se levanta de um salto e da vários passos para trás quase tropeçando nos próprios pés e olha assustado para Harry. _Responda seu filhote de baleia. Terminou Harry.



Harry da mais uma olhada no grupo que ainda segurava a garota e finalmente pode ver o rosto dela ela tina um nariz pequeno e como Rony falava bem centrado realmente ela era bonita, mas o que chamou mais a atenção do garoto foi os olhos da garota que eram de um azul escuro escondendo um medo e sofrimento tão grande que ele ficou surpreso então os olhos deles se encontraram e algo estranho aconteceu. Harry percebeu uma aura azul ao redor da menina e um leve tremor passou pelo seu próprio corpo ele então olhou para a mão onde estava a varinha e viu uma aura verde sair de suas mãos e provavelmente de todo seu corpo aparentemente a garota também percebera isso, mas os seus agressores não viam nada, mas então ele disse no mesmo tom para os agressores.



_Soltem-na gora. Não deu outra os garotos que seguravam a garota a soltaram instantaneamente e antes que eles pudessem fazer algo ela correu para perto de Harry num impulso abraçou o garoto pela cintura como sinal de agradecimento. Harry com a mão livre também abraçou a menina que era uma pouco mais alta que a cintura dele. Duda vendo o temor que Harry impunha sobre sua turma foi tomado por uma raiva e se colocou à frente da sua Turma e falo bem alto quase gritando.



_Vamos acabar com ele, pois ele e so um. Terminando de dizer isso Duda avançou e sua turma vendo que o “chefe” avia partido para cima fizeram o mesmo e foram em direção a Harry e a garota. A garota vendo que eles viam com tudo escondeu o rosto na barriga de Harry com medo, mas o garoto afagou seus cabelos negros e disse numa voz calma.



_Calma isso vai terminar rápido eles vão ver. Então olhando para a turma balançou a varinha e uma forte luz saio de sua ponta atingindo pelo menos seis dos integrantes da gangue lançando-os desacordado para o mesmo lado em que estavam Pedro e Marcos. Os outros integrantes que aviam escapado da luz entre eles Duda ficaram furiosos e avançaram com mais fervor e num segundo movimento ouve uma pequena explosão seguida de uma luz cegante fazendo Harry fechar os olhos, mas quando a luz passou ele viu os quinze integrantes da gangue a mais de dez metro dele.



Harry também estava surpreso com isso, pois nunca tinha feito um feitiço tão forte e por alguns segundos esqueceu da menina que ainda estava agarrada na sua cintura ele ficou extasiado com a possibilidade de ter evoluído tanto em magia a chegar aquele ponto onde uma simples azaração de impedimento fazer tudo aquilo, mas logo afastou esses pensamentos quando sentiu que a garota o apertara mais forte então tratou de voltar sua atenção para ela e observando melhor viu que o estado dela era pior do que aparentava, pois ela estava sangrando em vários lugares e ainda por cima estava pálida e fraca. O garoto olha para seu primo que estava a poucos metros deles então resolve ir embora, mas, ele não poderia deixar a garota ali se não um dia que ele não tivesse presente Duda e seus amigos poderiam machuca-la como vingança e mais ela era uma bruxa em potencial por isso ele não iria deixa-la.



_Vamos embora. Diz Harry se afastando um pouco da menina que fica surpresa por isso e nem se mexe. Ele percebendo isso olha profundamente nos olhos da garota e quando ele ia dizer alguma coisa ele não conseguiu aquela aura azul sair da garota e supôs que dele também estava saindo a aura verde que ele vira então os dois ficaram se encarando surpresos e sem saber o que fazer.



Muito longe da li um homem alto aparentemente de idade com longas barbas brancas e olhos por incrível que pareça prateado levantou-se de um trono de mármore branco revestido com algumas peles e numa voz sussurrante ele disse. _Finalmente o ultimo foi encontrado. Al terminar de disser isso ele saiu do enorme salão onde estava o trono e foi caminhando por inúmeros corredores que pareciam ser de um castelo ou palácio enorme. Osires parou em frente a uma imensa porta que alcançava o teto, mas não se demorou e entrou de uma vez então ele estava num estábulo. Ele caminha ate uma parte do estábulo onde tinha um outro homem que se ajoelha perante a presença de Osires e dizendo.



_Salve o regente do mundo perdido. Osires não ligou muito para isso então mandou o homem se levantar. O Homem bonito alto, forte, mas sem exagero, olhos de um azul intenso, cabelos cor de palha, com uma pequena tatuagem em forma de dragão nas costa de sua mão direita e uma armadura prateada um pouco parecida com as medievais, mas tinha mais mobilidade.



_Levante-se Siegfried, pois tenho uma missão muito importante para você. O homem não esperou uma segunda ordem e se levantou e olhou para Osires com orgulho. _Quero que você vá o povo das florestas que e os chame em minha presença se eles perguntarem o que eu quero com eles diga-lhes que os guerreiros lendários retornaram.



_Mas senhor faz pouco mais de mil anos que eles caminharam na terra como podem estar de volta tão cedo. Fala Siegfried com um ligeiro tom de apreensão em sua voz.



_Eu sei, eu sei, mas eu não tenho como explicar isso, pois esta acima de mim ou de qualquer coisa, mas vá logo temos que chamar o conselho agora o mais rápido possível. Mal terminou de falar Siegfried já subiu num imponente cavalo branco e saio muito mais rápido que qualquer cavalo poderia galopar sumindo logo de vista al passar pelos portões e entrar na floresta.



_Que os deuses lhe guarde meu jovem. Osires murmura num tom enigmático e cansado então se virou e voltou andando para a sala do trono.



Lord Voldemort estava sentado em uma poltrona alta que parecia um trono que estava colocado numa grande sala de úmida com paredes tão escuras que pareciam um grande túnel que não se via o fim quando foi tomado por uma dor que superava qualquer uma que já sentira fazendo ele escorregar da poltrona e cair de joelhos no chão. Mas ele não gritava não ele não demonstraria tal fraqueza então a dor se foi tão rápido quanto tinha vindo quando ela cessou. Ele meio ofegante e ainda sentindo alguns efeitos da dor levantou a manga de sua veste negra e tocou na marca negra e berrou com sua voz fria e cruel.



_Zabine venha agora. Não se passou nem cinco segundos e um homem alto de cabelos totalmente negros nariz meio torto, cabelos negros brilhantes a pouca luz e olhos tão negros quanto os cabelos apareceu apertando o braço direito e com uma expressão de dor logo que se viu em frente de Voldemort esse se ajoelhou.



_Sim meu Lord. O tom de voz de Zabine era seco e frio, mas pareceu não incomodar Voldemort ao contrario esse apenas deu um sorriso frio e se levantou da poltrona.



_Levante-se seu tolo e vá reunir os cavaleiros negros agora. Zabine olhou assustado para Voldemort e com uma voz de extremo pavor falou.



_M-Mestre p-porque o senhor os quer aqui. Os olhos de Voldemort ficaram mais frios do que já eram.



_Não interessa apenas faca o que eu lhe ordenei. O comensal tremeu diante do olhar de seu mestre.



_Mas mestre um dos cavaleiros esta em Azkaban e vá...



_Silencio seu inútil eu sei muito bem disso se não fosse eu ter ordenado para que ele e os outros não matarem aquele meninos no ministério eles estariam aqui, mas isso não importa reúna os que estão livres e faça rápido. O comensal não esperou uma segunda ordem e mesmo relutante ele aparatou e se foi reunir os tão temíveis Cavaleiros Negros aquele que espalharam terror por TODO mundo mágico antes da primeira queda de seu mestre.



_Agora a guerra realmente vai começar terei que deixar minha vingança sobre o Potter de lado e terei que procurar o maldito enviado dos deuses.



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Poucos minutos depois Harry resolveu falar algo, pois estava ficando encabula naquele silencio que os dois estavam.



_Oi. O garoto se sentiu um perfeito idiota ao proferir essa palavra onde já se vira numa situação em que a menina avia visto ele fazer coisas inimagináveis para uma pessoa normal apesar e claro de que ela poderia fazer a mesma coisa com um pouco de treinamento, mas mesmo assim era estranho.



A menina apenas sorriu, mas ao fazer isso seu rosto se contorceu de dor e isso fez Harry se preocupar mais com o estado da garota.



Venha vamos sair daqui antes que esses idiotas acordem. Fala o moreno apontando para os corpos inertes de Duda e seus amigos e começou a andar puxando a menina pelos braços indo em direção ao portão do parque.
Chegando ao portão que estava trancado Harry simplesmente pensou que já que ele estivera encrencado por fazer magia contra trouxas ele resolveu que mais uma não faria mal.



_Alorromora. E o portão abriu com um estalo alto, mas o garoto nem se preocupou e continuou andando, mas dessa vez sem precisar conduzir a menina, pois ela o seguia com um olhar curioso.



_A propósito qual o seu nome? A pergunta pegou a menina de surpresa que parou de andar. Harry a olhou esperando uma resposta que veio numa voz baixa e fraca.



_Anne. Respondeu olhando para o chão.



_Cadê seus pais? Agora Harry percebeu que não devia ter tocado nesse assunto, pois a menina olhou para o chão e respondeu no mesmo tom baixo.



_Eu não tenho pais eles morreram quando eu era pequena. O garoto ficou surpreso com a resposta e resolveu não fazer mais perguntas e voltou a andar agora em direção da Rua dos Alfeneiros. Não demorou muito e eles já estavam em frente do nº4 a menina olhou a casa com um certo receio e não sabia o que fazer.



_Venha. Disse Harry indo em direção a porta mais para ao ver que a menina não o seguia. _O que foi algum problema?



_Bom e que um dia eu vim nessa casa, pois estava com muita fome e a mulher daí veio me expulsar com uma vassoura. Disse a menina envergonhada.



Harry ficou surpreso com a resposta da menina e ainda mais da crueldade de sua tia, mas resolveu não demonstra isso.



_Pode vir ela não vai fazer nada com você nem ela nem ninguém dessa casa vai tocar num fio de cabelo seu. A menina olhou com duvida, mas resolveu o acompanhar.



Quando Harry viu que seus Tios ainda estavam assistindo tv, mas não era mais o jornal não era um programa novo em que se viam os policiais prendendo bandidos e claro que os Dursley iriam adorar esse programa. Mas quando perceberam que o garoto entrou.Eles se viraram e qual não foi à surpresa de ver que ele estava acompanhado de uma menina de não mais que 11 anos toda suja machucada e roupas rasgadas exatamente o tipo de gente que eles não gostava a mais surpresa foi Petúnia que lembrou da menina e num salto Valter se levanta com a cara vermelha indo em direção de Harry. Anne se esconde atrás do moreno com certo receio.



_Olha aqui seu moleque quem você pensa que e para trazer esse tipo de gente de baixo do meu teto. Aquilo não era uma pergunta muito menos uma afirmação era puro descaso de Valter, pois ele estava procurando qualquer coisa para implicar com seu sobrinho.


_Vê se você cala essa sua boca Dursley que eu não devo nada a você. As palavras do garoto saíram tão frias que Valter deu uma leve tremida, mas se manteve firme.


_Valter essa ai e aquela trombadinha que veio em casa outro dia. Fala Petúnia olhando com desprezo para a cabeça da menina que aparece espiando por trás de Harry.


_A então alem de ter que eu ter que aturar gente da sua laia, eu vou ter que aturar uma marginal dentro de casa.



_Cale-se seu Dursley nojento quem eu trago ou deixo de trazer aqui e problema meu. Tio Valter abre a boca para retrucar, mas e interrompido por Harry. _E se você me proibir de fazer alguma coisa e só eu falar com meus amigos da estação.Lembra deles? Hoje eu tenho que escrever para eles. A face de Valter que antes estava muito vermelha por causa da raiva passou para um branco cera.



_V-Você não faria isso.



_Então me proíba para você ver. Valter olhou para sua esposa que estava tão branca como ele então se volta para o sobrinho e diz com uma voz de profundo desagrado



_Tudo bem. Mas ela fica no seu quarto e você tem que escrever para aqueles anormais falando que eu o estou tratando bem. Terminando de falar ele volta para o sofá e se senta com uma cara de poucos amigos.



Harry que já esperava por aquilo nem ligou e se dirigiu a cozinha com Anne o seguindo sem olhar para nenhum lado só para baixo. Entrando na cozinha o garoto vê que seus tios já jantaram então resolve se servir, mas antes ele se virou para a garota e perguntou.



_Você ta com fome? Ele nem esperou a resposta, pois o estomago da menina deu um ronco de fome e Anne cora furiosamente e olha para Harry com um sorriso envergonhado.



_Muito bem então vamos come sentai ai na mesa enquanto eu preparo seu prato. Em quanto dizia isso Harry começava a prepara um prato de comida para a garota e para ele mesmo quando ele termina coloca na mesa quando eles iam começar uma coruja entra pela janela da cozinha e deixa uma carta cair sobre o colo do moreno e vai embora. Harry pega a carta e vê que era uma do ministério, mas ele já esperava por isso já que usara magia fora da escola e ainda por cima em trouxas.



Caro Senhor Potter.



Soubemos que V.S.a praticou magia fora da escola, mas também chegou a nos o motivo para qual o
Sr. Usou-se de magia que foi para proteger uma bruxa que se inicia esse ano na escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Mas conforme a ultima carta que o enviamos o Sr tem total autorização para usar magia em qualquer situação. Obrigado por sua atenção.



Elionor Howki.

Departamento de Execuções de Leis Mágicas.



Harry ficou surpreso com aquilo e ficou mais ainda por saber qual era o conteúdo da carta que ele tinha deixado no quarto, mas fora isso o resto da janta correu tudo certo então ele leva Anne para o segundo andar sobre olhar de desprezo dos seus tios. Ao entrar no quarto Harry Trata logo de ler a carta fechada, mas a joga de lado, pois já sabia o que dizia.



_Anne você vai tomar um banho e lavar esses cortes depois vamos dormir que temos que sair cedo.



_Para onde nos vamos? Pergunta a garota curiosa apesar dela ter conhecido Harry há pouco tempo ela não sabia o porque mais podia confiar nele.



_Vamos para Londres. Reponde sem olhar para a pequena.



Anne não perguntou mais nada então Harry a conduz ate o banheiro lhe da uma toalha e volta para o quarto. O garoto separa uma roupa dele para a menina já que ela não tinha nenhuma, mas depois eles resolveriam isso. Anne entra enrolada no quarto enrolada na toalha e fica vermelha quando percebe que o moreno estava lá e se virando para sair mais foi interrompida por ele.



_Deixa que eu saio a roupa ta em cima da cama se vista depois diga se posso entrar. Quando terminou de falar ele si do quarto tão constrangido quanto à menina. Não se passa muito tempo e Harry entra de novo no quarto e fala para Anne dormir na cama que ele se virava e com muito custo ele consegui convence-la disso uma coisa que ele aprendeu rápido era que a menina era tão teimosa quanto ele. Então os dois se deitaram Anne na cama e Harry fica com um colchão velho no chão e os dois dormem com sem ter nenhum sonho durante a noite. Eles vão precisar desse sono, pois ambos vão ter grandes surpresas na sexta.



N/A: (EU SEI QUE O CAP NAUM DEVE TA BOM MAS ELE E MUITO IMPORTANTE PARA A FIC e alendo mais sou um autor novo. BRIGADU PARA QUEM A LE E UM AGRADECIMENTO ESCIAL A LICE VALEU )

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Comentários: 1

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Enviado por Ares Malfoy em 20/02/2012

está ótimo o capitulo você escreve muito bem!

Nota: 5

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