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9. Capitulo 8


Fic: Harry Potter O legado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 8-
Armações com um sonserino..


Para Jacqueline Tonks não há nada melhor do que um bom café da manhã. Acordar cedo, com o salão vazio, sem ter o desprazer de ter que fingir-se de educada. Era só ela e o mais profundo sossego, sem Lily Potter com teorias de perseguição, sem Summer Zambine falando o quanto é desumano o modo como o café da manhã é preparado por elfos domésticos escravizados.. E principalmente, sem James Potter tentando dizer como, um dia, ela se arrependeria por não ter aceitado seu convite.

Jack olhou-se no pequeno espelho atrás do chaveiro e rapidamente mudou a cor dos seus cabelos, do azul para o castanho, não era uma cor que ela normalmente usava, mas hoje, ela só queria passar-se despercebida. Com um pequeno e quase imperceptível sorriso, ela olhou para a deliciosa mesa de café cheia da sua fruta preferida, uva. Uva com calda, uva em conserva, uva no cereal, suco de uva, geléia de uva... Gulosamente, a garota começou a encher o prato de suas pequenas frutinhas, esperando que qualquer pessoa que acordasse á essa hora estivesse cansada demais para perceber sua falta de modos.

“Jack.” Uma voz mansa escorreu por seu ouvido. Ela virou-se rapidamente antes de se deparar a poucos milímetros de um garoto. James Potter, grifinório, sétimo ano, seu pior e melhor pesadelo.
“Sim?” ela perguntou indiferente.
“Sim!” ele respondeu agitado. “Você aceitou?” James disse enquanto sentava-se ao lado da garota.
“Não!” Jack, retrucou rapidamente.
“Não?” ele começou brincalhão.
“Sim!”
“Sim!” ele beijou-a na bochecha.
“Não! Eu digo, não para o seu convite, e sim, eu disse um não! E o primeiro sim não foi uma afirmação, foi uma pergunta, do tipo ‘o que você quer? ’”. Jack sentiu-se um pouco quente, ela havia falado um pouco mais alto que o pretendido. “Será que você poderia me deixar comer em paz?” ela perguntou um pouco mais calma.
“Sabe; poder, eu até posso, porque eu também tenho que tomar café, mais tarde tem treino de quadribol”. E com essas palavras ele virou-se para a mesa e ficou os próximos trinta minutos mastigando suas torradas com geléia, de uva.




A primeira aula de herbologia com o professor Longbotton, era à hora perfeita para terminar os últimos detalhes de mais uma brincadeira marota. Enquanto James e Al cochichavam ao canto da estufa 3, uma ruiva, sentada há alguns metros de distancia, com um sentido apurado em armações, percebia que não era uma simples conversa; com James Potter, nada era simples. Lily se ergueu ao máximo, apurou a vista e até mesmo tentou-se lembrar de algum feitiço para escutar o plano, mas nada deu certo, era como se houvesse um feitiço impedido-a de ouvir, o que na verdade havia, só que Lily, jamais descobriria isso.

“Isso não vai funcionar...” Al falou receoso, enquanto colocava algumas porções de estrume de dragão num vaso de Bubotúberas.
“Claro que vai!” James continuou enquanto despejava um pouco de água. “Além do mais, vão ser dois sonserinos numa taca só! Sei que você não gosta desse filhotinho de Malfoy... E, ontem eu falei com o padfoot e o moony, por eles está tudo perfeito!”

James e Al planejaram tudo, não seria muito difícil, bastaria um pouco de sincronia. O que na verdade seria difícil, era conseguir esconder todo esse plano de certa aluna ruiva, para que finalmente, na próxima manhã o grande plano fosse posto em ação.



Gina acordou tarde, não havia escutado os bebês chorarem uma única vez naquela madrugada. Após um demorado banho, e com uma grande xícara de café nas mãos, ela começou a andar pela casa em busca de qualquer vestígio de seus bebês e seu marido. Na poltrona da sala, com um grande sorriso entre os lábios, ela viu. Com um bebê em cada lado, Harry parecia tentar explicar as regras de um jogo de futebol aos bebês.

“Eu acho que eles ainda não gostam de futebol.” A ruiva sorriu puxando um dos bebês ao seu colo. “Oi Arty”. A mulher sussurrou a ponta do nariz na barriguinha do bebê.
“Ele é o Dionísio, Gina!” Harry falou com uma falsa chateação.
A mulher franziu a testa. “Eu... eu sabia!” ela mentiu.
“Brincadeira, é o Arty.” Harry brincou, enquanto trocava os bebês para que a mãe pudesse mimar o outro.
“Harry! Eu não quero que eles se transformem uma copia dos meus irmãos!” Gina ralhou, mas depois sorriu. “George me ligou. Ele mandou um Kit mata-aula para o James.” Harry olhou divertido à esposa. “Eu já confisquei!” ela gargalhou antes de continuar. “Ele também mandou duas varinhas de brinquedo para os gêmeos, uma pena-auto revisora para Lily e um par de orelhas extensíveis para Albus.” Gina conjurou um carrinho duplo antes e continuar a falar. “Ele me contou que Angelina está grávida... O nome do bebê vai ser Fred.” Harry ficou calado, nunca se esqueceria da morte do gêmeo Weasley, nem ele, nem qualquer outro membro da família.
“Fred diria que pelo menos o bebê terá um nome bonito.” Gina soltou uma pequena risadinha, o que fez Arty sorrir. “Eu e o Ron vamos ao Cairo.” Harry falou casualmente. “ Eu acho que tenho uma pista, acho que conheço alguém que pode nos ajudar... Você sabe, com meus pais.”
“Sério? Isso... Bem, já é um progresso, não podemos deixar eles aqui para sempre...”
“É... Eu sei.”




Donald Mackenzie era um dos melhores alunos que Hogwarts já conheceu, carismático, bonito, educado e muito inteligente. Ele era filho de uma bruxa muito famosa e conhecida, mas ninguém sabia nada sobre seu pai, nem sobre qualquer outra pessoa do seu lado paterno. Com cabelos caídos e ondulados, tão negros quanto a noite, e olhos de um azul incomum e exótico. O sonserino do sétimo ano acordou como sempre, um sorrido de um jogador de xadrez que havia acabado de fazer um xeque-mate. Ele vestiu-se rigorosamente correto, com vestes sempre novas e bem cuidadas. Descendo pelo salão luxuoso de sua casa, cumprimentou alguns amigos e continuou seu caminho desviando-se do barão sangrento que naquele dia parecia mais mal humorado que o comum.

Seu objetivo era o salão principal no térreo, para um delicioso café da manhã. Mas, antes disso, foi interceptado por um garotinho, se ele bem se lembrava era um Potter.

“Oi” Al falou entrando na frente do garoto.
“Oi” ele disse após se desvia e tentar continuar.
“Sabe, eu te acho um cara bem legal...”
“Obrigado, eu também me acho eh.. um cara bem legal.” Ele sorriu, agora ainda mais forçado.
“Ei, o que é preciso fazer para virar um monitor?” o garoto revirou os olhos, ele estava com fome, e se demorasse mais iria perder o café.
“Seja um bom aluno, estude, não apronte e viva feliz!” ele disse rapidamente tentando se desviar do garoto.
“Não!” Al grito.
“Não?”
“Eh... Bem, eu.. eu sou o seu fã numero um!” Al se sentia tão envergonhado em dizer tamanho absurdo, mas ele tinha que fazer, era parte do plano.. “...por mais estúpido que possa parecer...” ele resmungou.
“O quê?”
“O quê, o quê?”
“Olhe garoto, eu não tenho tempo, então saia da minha frente e me deixe em paz!” ele caminhou e essa foi a ultima coisa que o sonserino pode compreender, porque no momento seguinte, ele já estava com um balde de tinta vermelha na mão, e com a diretora ao seu lado. Ele tentou evitar, mas era como se o balde tivesse vida própria, e foi o balde, que sozinho, avançou sobre uma coisa cheia de penas, que mais tarde Donald ficaria sabendo ser um estudante, e o pior, era um Malfoy...

Minerva McGonagall não estava com um dos seus melhores rostos.



Scorpion Eragon Malfoy não sabia que grande dia ele teria pela frente, talvez, até nem tão grande assim, mas sem duvida, memorável. Ele passou a mão em seus cabelos platinados sorrindo para si mesmo no espelho. Ele era um garoto bonito, bem apessoado, e um Malfoy. Não que ele fosse arrogante, mas para ele era obvio que não era qualquer um. Não era um garoto fútil, nem mimado. Aos quinze anos ele tinha seu próprio comercio interno de artefatos, “não comerciáveis” por assim dizer. Livros proibidos (algo não muito difícil de encontrar em sua própria casa), porções de todos os tipos...
Além do mais, todo esse “trabalho” lhe garantia certo prestigio. Seu ultimo trabalho, o mais difícil, fora para Lily Potter, por incrível que pareça, uma de suas melhores compradoras. Um livro roubado, um original, vindo dos primeiros duendes. Uma difícil aquisição, mas que valeu uma bela Felix Felicis, que foi vendida por uma quantia nada razoável, não que ele não pudesse ter vendido o livro por um valor muito mais alto, mas era para Lily Potter, e para ela sempre havia exceções.

“Scorpion, você não vai tomar comer?” era Blaise Zambine, colega de quarto, e também amigo. Ele tinha uma irmã gêmea maluca, talvez houvesse puxado a mãe, a professora Luna Zambine, mas Blaise, ele era como o pai, que também fora amigo do seu próprio pai, Draco Malfoy. Blaise era esperto, mas um tanto quanto estúpido quando se deixava ser levado por seu temperamento forte. Loiro de olhos azuis, o amigo era além de tudo, capitão do time de quadribol.

“Pode ir, eu tenho que resolver alguns problemas...”




Lily Potter. Ela era um mistério para os garotos, bonita, educada, inteligente, mas nunca havia saído com ninguém. Por essa garota só poderia se sentir dois sentimentos, ou a amavam ou a odiavam, e para a paz na escola, felizmente, a maioria a adorava. Naquela manhã em especial, Lily acordou cedo o suficiente para não acordar nenhuma de suas companheiras de quarto, ela iria a um encontro. Não um encontro amoroso, longe disso, ela iria se encontrar com seu cúmplice, Scorpion Malfoy. Lily cobriu-se com a capa que ganhara de seu pai. Sim, ela tinha uma capa de invisibilidade.

Antes de entrar em Hogwarts, cada Potter escolheu um presente. Mas Harry não revelaria o verdadeiro significado de cada um. Uma capa velha, um par de espelhos de dois sentidos e um pedaço de pergaminho. James ignorou logo o pedaço de pano e o de papel, deixando-se levar pela beleza do espelho prateado; a única coisa que em si atrapalhava toda essa beleza, era uma rachadura em um dos espelhos. O segundo a escolher foi Albus, o filho do “meio” por assim dizer, e a pequena Lily, sobrou-lhe um velho pedaço de pano. Mas a surpresa só não foi maior, porque cada um já espera pelo menos alguma coisa vinda desses artefatos. Ao James logo foi ensinado, que os espelhos eram um meio de comunicação, que ele dividiria com alguém de que tivesse muita confiança. Albus descobriu logo as facilidades do mapa do maroto, mas a pequena Lily não pode conter seu olhar de admiração, ela havia recebida uma capa de invisibilidade...

E foi com essa capa que Lily pode descobrir cada canto de Hogwarts, e encontrar quem quisesse sem ser descoberta. Ela tinha muito mais que um trunfo na mão... Se esgueirando pelo subsolo e sem muita dificuldade ela se sentou próximo a uma estátua, e durante quase uma hora ela ficou calada, esperando...

“Lily; apareça.” Era Malfoy, vestido em suas vestes verde e o prata, que o tornavam ainda mais branco, na umidade da masmorra.

A garota levantou-se e retirou vagarosamente a capa, revelando seus cabelos vermelhos e sedosos.

“Eu consegui! Eu consegui!” Lily disse enquanto pulava ao pescoço do loiro, que mesmo sem perceber ficou ligeiramente corado.

“Conseguiu o quê?” Malfoy perguntou assim que a garota se desprendeu de seu pescoço.

“Ler! O livro Malfoy! O livro... Era tão obvio, nem mesmo chegava a ser um código complexo, apenas as letras Malfoy, o segredo eram as letras! Veja!” A garota puxou um pedaço de pergaminho escrito.

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“Vê” ela continuou. “Combinações! Letras, as mesmas palavras...” Lily estava eufórica, por finalmente conseguir compartilhar o que havia descoberto com alguém...
“Sinceramente Potter, para mim, ainda são apenas rabiscos...” Malfoy retrucou encarando a garota.
“Malfoy! Quanta ignorância... Mas bem,você não precisa entender! Veja bem, ontem tivemos aula com Filio Flitwick, e você sabe o que ele é? Ele não só se parece com um duende, ele tem descendência!”

Scorpion finalmente entendeu; Lily realmente era genial!

“Você... Você é incrível! E como consegui que ele lhe contasse, isso é... o meu deus, isto é fantástico!”
“È claro que é! Eu só precisei de um pouco de persuasão, ele realmente se empolga quando começa uma explicação sobre a revolta dos duendes... Sabe, por incrível que pareça, historia é realmente muito interessante...”
“E o que você pretende fazer com essa informação?”
A ruiva sorriu, e cruzou os braços sapecamente. “Pretendo consertar algumas coisas...”
O garoto assombrou-se, e finalmente uma lembrança bombardeou sua cabeça. “Lily, você não vai me dizer que... Você não poderia... Poderia? Você não conseguiu, conseguiu?”
“O que você acha?” ela perguntou com uma gargalhada, enquanto recolhia a capa do chão.
“Bem, só me chame quando tudo estiver pronto...” Com um sorriso nos lábios, a garota desapareceu, e o loiro ficou olhando, um tanto quanto impressionado, para o nada, e a masmorra caiu no absoluto silêncio.


Ainda pensando na reunião que tivera mais cedo, Scorpion se apressou pelos corredores, a fim de tentar, ao menos, pegar o fim do café da manhã. As pessoas passavam pelo salão, enquanto num canto mais afastado o irmão mais novo de Lily conversava com o monitor da Sonserina, ele teve um mal pressagio quanto a isso, mas o pensamento de uma bronca por chegar atrasado na aula de transfiguração o assustava ainda mais. O que ele jamais poderia desconfiar era o que iria a vir a acontecer. Foi tudo como em um filme daqueles que ele assistia escondido na casa de um ou dois amigos nascidos muggles, um filme em câmera lenta. Ele sentiu um líquido pastoso e grudento cair por todo o seu corpo, e logo depois um mar branco inundou sua vista. Eram penas de galinha. Como se não fosse suficiente, ainda sentiu sua boca repuxar, até que não sentiu mais seus dentes... Agora, Scorpion Eragon Malfoy tinha um bico.

O garoto olhou ao seu redor assustado, enquanto via a diretora assustado, olhando um dos alunos com um balde na mão, e foi esse mesmo aluno, que sem medo, despejou o líquido vermelho sobre o garoto... Sobre o garoto Malfoy.




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Nome: Albus Severus Potter
Idade: 15 anos
Cor dos olhos e cabelos: Olhos verde e cabelos negros e despenteados.
Altura: 1,62 m
Nasceu em: 2006 no St. Mungus
Aonde mora: Londres ,com os pais, uma irmã mais nova, dois bebês gêmeos e um irmão mais mais velho..
Hobbies: Quadribol, assistir TV e passsear em Hogwarts com Rose.
Amortentia: Algo parecido a rosas e chocolate
Sangue: Puro, levando em conta que sua avó é nascida muggle, mas no mundo bruxo raros são o caso de uma família totalmente bruxa.
Livro preferido: “Qual vassoura.”
Trabalha: Não, nas férias de verão ele prefere ir para a Toca, onde junto com seus primos, Rose e Hugo, ele fica jogando quadribol e explorando o bosque ao redor da “casa”.
Programa de TV Preferido: Os simpsons
Frase: “Não leve a vida tão a sério, afinal, você não vai sair vivo dela mesmo."
Maior segredo: Al e os primos tentaram virar animagos, mas só Al e Rose conseguiram.
Maior desejo: Ele tem vontade de fazer algo grande e importante, porque se sente reprimido pelos talentos dos irmãos.
Animago: Uma raposa negra.
De quem mais gosta: Ele se acha jovem demais para as garotas... Não que elas concordem...
De quem menos gosta: Scorpion Malfoy
O que mais gosta de fazer: Jogar quadribol, assistir TV e aprontar andar por Hogwarts com a prima Rose.
O que menos gosta de fazer: Receber ordens, ele odeia quando obrigam a fazer qualquer coisa.
Tipo de música que gosta: Basicamente, o Rock mais leve, do tipo só pra se ouvir sentado.
Comida favorita: Chocolate.
Melhor(es) amigo(s) de Hogwarts: Os irmãos e Rose Weasley.




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Sakura_Li


Comentários sobre o capitulo: Wow! Eu não sei vocês mas eu adorei esse finalzinho de capitulo. O que acharam do Malfoy-galinha? Eu não sou inteligente o suficiente para criar um idioma (¬¬) então eu utilizei uma fonte especial do meu Word... Bem, relevem OK? O mistério da Lily continua no ar eh? Mas agora está mais fácil de resolver... Sobre o Blaise Zambini, bem foi erro meu, eu tinha me esquecido de colocar um amigo para o Scorpion, então eu pensei, bem, Gêmeos diferentes... Mas eles não se odeiam, só são diferentes... (Não assistam novela demais, isso queima os miolos). Falei um pouco mais sobre a Jack e o James, eu não quero passar uma imagem escandalosa dela, mas queria mostrar que o James era insistente, não chato, ele sabe ficar calado, e tambem sabe falar quando é a hora...
A participação dos Marauders não foi direta, mas indiretamente, eu acho que deu pra sacar..

Acho que é tudo, comentem e deixem suas opiniões, gostaram do novo formato da fic? Eu fiz o que pude para separar, se tiver ficado complicado, anyway, eu modifico para o que era... Bjkas no coração!

Desculpem qualquer erro na gramática, depois tento corrigir, e se vocês acharem uma coisa absurda de mais me avisem OK?

Agora eu não posso responder por que vou viajar, mas assim que eu pegar em um computador eu respondo todos os comentários do dia 26/10 até 2/10. Dos capítulos passados, mas não se esqueçam de comentar..
Ah, a propósito, vi um comentário ( Michele Ramos =) ) em que comentaram sobre a semelhança com Ártemis Fowl, com certeza! Minha total fonte de inspiração, e no capitulo passado teve um parágrafo (eu sabia que tinha esquecido alguma coisa.) que foi adaptado do livro ok? E com certeza terão outros, inclusive a pagina traduzida do livro dos seres magicos, eu tive que ler um capitulo de “A Colônia perdida” umas quinhentas vezes antes de escrever. BJKAS, comentem ok? Please!


Ah, é claro:

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Huhu,

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