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11. Pessoas Vem e Vão


Fic: Desencontros


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- E ai Ronikiens, o que pretende fazer hoje com a namoradinha? – perguntou George enquanto caminhava junto com os irmãos até a escola.

- Vão ler livros juntos? – Questionou Fred escondendo o riso.

- Ele vai é ficar sentadinho, segurando a mão dela enquanto a Gina morre de tédio em frente a eles. – Completou o gêmeo que tratou logo de fugir de uma pedra tacada pelo irmão mais novo.

Era por causa desse tipo de coisa que Ronald não queria que ninguém, principalmente os gêmeos, soubessem que ele e Hermione estavam namorando. Desde a noite passada após os Granger e os Potter terem deixado a Toca, quando sua mãe fez o favor de interromper uma pequena discussão dele com Fred e George - afinal que mal havia chamar seu irmão de idiota se era isso que ele realmente era? - e dizer em alto em bom som, que esperava que ele não usasse esse tipo de palavreado na frente da garota, já que agora estavam namorando, inclusive desfiando, para seu extremo horror, uma série interminável de recomendações que iam de trocar a cueca todos os dias até escovar os dentes, ele tinha que aturar todo o tipo de piadinhas dos irmãos.

Ginny apenas riu baixinho quando viu Ron passando como um furacão pelos gêmeos, praticamente derrubando-os, e indo à frente deles. Tinha que admitir que ser obrigada a acompanhar seu irmão toda vez que ele fosse sair com Hermione não podia ser de todo mau, se para isso tivesse que fazer companhia para Harry, quem sabe assim ele não se inspirava e tomava alguma atitude. Com um sorriso sapeca a jovem ruiva aproximou-se de Ronald, que pelo tom avermelhado das orelhas, estava prestes a explodir. Deu-lhe um beijo estalado na bochecha deixando-o desconcertado, enquanto entrelaçava seus braços e dizia.

- Não ligue pra eles, são dois bobos invejosos.

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Após duas semanas fazendo companhia para Lílian em Bourghill, Remus Lupin decidiu que já era hora de voltar para Londres. Mesmo a amiga pedindo para que ele ficasse mais alguns dias ou ao menos fosse até Kent ver como estavam as coisas com Jessica, ele estava decidido a apenas retornar ao seu trabalho.

Então assim que se despediu de Harry, que acabara de chegar da escola, e de Lilly, Remus pegou sua mala e depois de pagar a conta (que pagou integralmente apesar de todos os protestos da amiga), rumou em direção à estação.

No mesmo instante que pôs o pé fora da calçada com a intenção de atravessar a rua em frente à praça, o fotografo sentiu um forte impacto arremessá-lo ao chão. Todos os músculos de seu corpo se tensionaram e sua mente começou a trabalhar fervorosamente à espera de escutar sons de tiros e explosões. Por mais que tentasse esquecer, as amargas lembranças do que passara no front o atormentavam quase todas as noites. Mas ouvir uma voz suave praguejando ao seu lado foi um choque e tanto para os seus sentidos.

- Porcaria, você é cego por acaso?!

- Ahm? – Olhou aturdido, ainda esperando ver o caos e a destruição à sua volta.

- Por que não olhou antes de atravessar a rua? – A jovem de cabelos cor de mel exclamou indignada, enquanto se levantava.

- Você podia ter desviado de mim facilmente. – Ergueu-se e respondeu rispidamente.

- Ah por Deus! Você atravessa a Rua sem olhar, bem na hora que estou passando, e a culpa é minha?

- Certo, a culpa é minha, satisfeita? – Ele falou exasperado. – Esqueci que não se deve discutir com criança.

- Criança? Você vai ver... ui! – Ela sentiu uma dor em seu cotovelo e o homem perguntou genuinamente preocupado.

- Você se machucou?

- Não.

- Deixe eu ver. – Remus pegou no braço dela examinando-o com mais atenção do que pretendia. O contato com a pele sedosa transmitindo sensações que ele gostaria de ignorar. Com uma forçada indiferença completou. – Foi só um arranhãozinho à toa. Pede pra mamãe dar um beijinho que cura.

- Você é um grosso estúpido!

- Eu... – Ele olhou para ela e sentiu como se houvesse levado um soco em seu estômago ao ver os olhos úmidos de raiva. – Me desculpe, você tem toda razão. É que eu... – Como dizer a ela que ao sentir o impacto sua mente fez com que ele voltasse para o campo de batalha? – Você não iria entender. Me desculpe.

Remus pegou sua mala que havia caído no meio da rua e retomou seu caminho. Quando chegou ao outro lado da calçada, ainda caminhando em direção à estação, se permitiu olhar para trás, por sobre o ombro, para uma última visão daquela garota que havia mexido com os seus sentidos e que ainda o encarava.

----~~~---

Desde que se conheceram os Granger procuraram estreitar o contato com Lílian Potter. A enfermeira era muito diferente da irmã esnobe e rapidamente uma amizade começou a surgir entre eles, do mesmo modo que acontecera com os filhos. Foi com alegria que ela avisou a Harry, assim que ele chegou da escola, que tinham sido convidados para jantar na casa do médico naquela noite.

Assim que chegaram, Elizabeth tratou de acomodá-los na sala enquanto esperavam a chegada de Phillipe, onde se depararam com um Ronald muito constrangido (seu rosto estava parecendo um tomate maduro) sentado ao lado de Hermione e Ginny que parecia se divertir com a situação.

- Vocês me desculpem. Phil foi chamado no fim da tarde para atender o senhor Smith, mas não deve demorar. – A senhora Granger falou depois de pendurar os casacos dos recém-chegados.

Como que ratificando as palavras da esposa, menos de cinco minutos depois Phillipe Granger entrava em casa, evidentemente cansado.

- Boa noite a todos. – Aproximou-se da esposa e beijou-lhe rapidamente nos lábios a guisa de cumprimento. – Desculpem o meu atraso, o velho Smith me deu uma canseira hoje. É nessas horas que eu sinto falta da madame Pomfrey.

- Quem? – Perguntou Lilian, curiosa.

- Madame Pomfrey era a minha enfermeira. – Ele sentou-se na poltrona em frente ao sofá enquanto Elizabeth ia arrumar a mesa para o jantar. – Na realidade ela veio de herança quando peguei o cargo de médico aqui na cidade, afinal ela já era enfermeira do médico que havia aqui antes de mim.

- Oh, claro. – Lilian riu junto com o anfitrião.

- Tem certeza de que quer voltar para Londres, enfermeira Potter?

- Não faça promessas que não possa cumprir doutor Granger. – Rebateu a ruiva.

- Pronto Phil. – Elizabeth disse com um sorriso ao voltar para a sala. – Você conseguiu uma enfermeira à altura.

Com o clima de agradável camaradagem, a noite passou rápido e no final nem parecia que eles se conheciam há apenas poucos dias. Logo após o jantar a senhora Granger sugeriu, com uma leve piscadela à sua filha, que os jovens fossem apreciar a bela noite de outono no quintal, enquanto os adultos tomavam um cálice de xerez na sala e ouviam o noticiário pelo rádio.

Assim que se viram sozinhos os quatro jovens riram satisfeitos. Hermione e Ginny foram na frente se sentar na mesa do jardim, enquanto a ruiva provocava mais uma vez o irmão, que ficara mais para trás esperando por Harry que trocava algumas palavras com a mãe.

- Ron, eu estou com sono, a gente bem que podia ir embora.

- Não enche, Ginevra. – Ele grunhiu da porta da cozinha.

Hermione olhou para a cunhada enquanto se sentavam frente à frente e perguntou ao vê-la sorrir.

- Você não quer ir embora realmente, quer?

- Não. – Ginny riu e completou baixinho. – Mas o Ronald não precisa saber, não é? – Ela pareceu ponderar alguma coisa e completou. – É claro que eu não preciso vê-los enroscando as línguas na minha frente...

- A gente não faz isso na sua frente! – Hermione exclamou corando.

- Ainda bem! Espera... – Franziu a testa e levantou uma sobrancelha. – Fazer isso atrás da porta da sala de aula enquanto eu espero do outro lado conta?

- Ginny! – A morena esganiçou, rindo.

- Ok, ok. Eu realmente não me importo em ter que fazer companhia pra vocês. – Ginny falou, observando Harry e Ron se aproximando.

- Eu sei muito bem o porquê. – Hermione replicou, dando o troco.

- O porquê do que? – Perguntou Ron curioso, sentando-se ao lado de Mione.

- Nada Ron. Coisas de garota.

- Certo... Er... A noite está agradável não acham? – O ruivo começou, incerto.

- Pra mim está um pouco frio. – Ginny respondeu enfática.

- Ginny! – Reclamou a morena, prendendo o riso.

- Ah ‘tá bom. A noite está perfeita, linda e maravilhosa. – Disse rolando os olhos e fazendo Harry disfarçar as gargalhadas num acesso de tosse.

Vendo que não teria outro jeito, Ronald respirou fundo e procurou se acalmar o suficiente para não gaguejar ou corar diante de Harry e Ginny ao falar.

- Mione, eu poderia “conversar” com você em particular?

- Tu-tudo bem.

Hermione agradeceu aos céus pela iluminação fraca do quintal que escondia o rubor, que ela sabia havia tomado conta de seu rosto, enquanto Ron a conduzia para a lateral da casa e sumia das vistas dos amigos. Porém tudo sumiu da sua mente ao sentir a pressão do corpo do namorado no seu e o gosto indescritível dos lábios dele um segundo depois.

Eles se viam quase todos os dias, e desde que começaram a namorar sempre arrumavam um jeito de se encontrarem a sós pelo menos alguns instantes. Mas beijar Ron parecia um vício. Quanto mais o beijava mais sentia vontade de beijá-lo novamente. Em instantes os corpos já estavam colados e as mãos grandes tocavam sua cintura, provocando ondas de arrepio por sua espinha.

- Não. – Ela gemeu ao sentir o tremor provocado pelo contato da boca de Ron em seu pescoço.

- Por quê? – Sussurrou ele enquanto mordiscava sua orelha.

-Porque... por... – Arfou quando ele apertou-a mais e começou a fazer pequenos círculos em suas costas. – Harry e Ginny...

- O que tem eles Mione?

- Eles... eles estão logo ali. – Respondeu de olhos fechados.

- Eles sabem que a gente está namorando, Mi. – Voltou a beijar a pele sensível abaixo da orelha.

- Por isso mesmo Ron. – Juntou toda a força de vontade que possuía e afastou-o um pouco de si. – E minha mãe pode aparecer a qualquer momento.

- Esse é um bom argumento. – O rapaz falou encostando sua testa na dela.

- Eu vou pegar um suco pra gente, ok.

O casal saiu das sombras e Harry e Ginny interromperam a conversa sobre os preparativos da cidade para os festejos de natal quando Hermione chamou a amiga para ajudá-la na cozinha. Ron se aproximou e sentou-se de frente para o amigo que o olhou com a testa franzida e um sorriso maroto.

- O que foi? – perguntou o ruivo.

-Eu não quero ser indiscreto, mas... bem... Essa animação toda é só por causa de uns beijos?

Ronald olhou para si e respondeu com um levantar de sobrancelha e um sorriso de canto.

- Você ESTÁ sendo indiscreto.

O rosto de Harry se contorceu num sorriso sem graça e ganhou tons de vermelho quando ele murmurou, constrangido.

- É que eu... nunca... bem... Eu fiquei curioso – completou dando de ombros.

- Espere, você nunca beijou ninguém? – Ron perguntou encarando-o incrédulo.

- Não! Quero dizer, já. – O moreno passou a mão pelos cabelos arrepiando-os ainda mais antes de continuar. – Eu tinha uma vizinha. Era linda, descendente de orientais... Bom, ela me beijou quando a gente se despediu... Você sabe antes de eu vir para cá.

- Mas você não se sentiu assim... animado?

- Não. É claro que eu senti alguma coisa, mas eu não cheguei a me animar tanto assim. – completou indicando as calças de Ron.

- E você não sente vontade de beijar outras garotas, pra... vamos dizer... se animar?

- Sinto. – Harry respondeu sem pensar, vendo Ginny e Hermione passando pela porta da cozinha.

- Quem? A Parvati? Ela ‘tá caidinha por você.

- Não. – O moreno disse com uma careta.

- Então quem é?

- Quem é o que? – Perguntou Hermione depositando a bandeja que trazia sobre a mesa.

- Nada Mione. Coisas de garoto.

Harry se serviu de um copo de suco, sem nem ao menos olhar na direção do amigo. Na verdade ele parecia muito interessado num sulco que havia no tampo da mesa. Ainda bem que as meninas chegaram e interromperam a conversa deles. Como explicar para Ron que tinha dias em que sonhava estar beijando alguém – às vezes acontecia muito mais que um beijo – e acordava num estado pior do que o que ele estava no momento, mas não conseguia se lembrar quem era a garota? E acordado então era pior. As únicas vezes que sentira alguma parte de seu corpo comichar fora ao se pegar observando Ginny. Ron não ia nem me deixar explicar, pensou.

---~~~---

No sábado seguinte, pela manhã, após tomarem café no hotel onde estavam hospedados, Lílian e Harry foram até o posto telefônico tentar saber alguma notícia sobre o paradeiro de James. Após esperarem a telefonista conseguir completar a ligação, para a divisão onde James estava servindo, foram atendidos pela secretária do comandante, que após tanto tempo de convivência já conhecia toda a família Potter.

- Olá Lílian, aguarde um momento que o capitão Black pediu para chamá-lo se você ligasse.

- Tudo bem, Mary, eu espero.

- O que foi mãe? – Harry perguntou ansioso.

- Seu padrinho está lá e quer falar comigo. – Sussurrou apreensiva, ouvindo em seguida a voz grave do amigo soar do outro lado da linha.

- Lilly.

- Olá Sirius, alguma novidade?

- Pode festejar ruiva porque o seu marido descabelado entrou em contato.

- Vo-você tem certeza? – Ela perguntou esperançosa.

-Você acha que eu ia brincar com isso Lílian? – Sirius falou num tom anormalmente sério.

- O que foi mãe? – Harry insistiu, ávido por notícias.

- Oh meu deus! Calma. – Ela fez um gesto para que seu filho a deixasse respirar e respondeu. – Seu pai fez contato.

- Harry está ai? Deixe-me falar com ele.

- Seu padrinho quer falar com você.

Harry se apressou a pegar o telefone para poder ouvir ele mesmo as novidades.

- E aí garoto, como andam as coisas por aí?

- Estão bem padrinho. O senhor já falou com o meu pai?

- Ei, ninguém quer saber como eu estou, não? O que esse James tem que eu não tenho?

- Sem drama, padrinho.

- Ok, ok. Eu não falei pessoalmente com ele, mas estava presente quando ele entrou em contato por rádio.

Um grande alívio preencheu todos os poros de Harry, que sentiu um bolo de felicidade fechar sua garganta. Olhou para sua mãe que enxugava lágrimas de contentamento enquanto esperava. Queria mandar dizer ao seu pai que estava com muitas saudades e gostaria de estar com ele, mas ao mesmo tempo não queria parecer infantil demais, então ficou sem saber o que dizer.

- Por favor diga a ele que... que... que... – Aparentemente Sirius entendeu o que se passava com o afilhado e completou.

- Pode deixar que eu digo, Harry. Ele mandou lhe dizer que logo vocês três estarão juntos de novo.

- ‘Tá.

- Agora passe para sua mãe. – Harry passou o telefone para sua mãe com movimentos trêmulos.

- Sirius, não minta pra mim. Ele está bem? Foi ferido?

- Eu não o vi, Lilly, mas ele me garantiu que estava inteiro. Você volta pra Londres quando?

- Daqui a uma semana.

- Acredito que o James deve chegar daqui a uns dez dias, mais ou menos. – Ele fez uma pequena pausa e depois perguntou. - O Remus ainda está aí com você?

- Não. Ele voltou pra Londres no início da semana.

- Ele foi ver a Jéssica?

- Acho que não.

- Eu vou matar ele. – Rosnou mais para si mesmo do que como resposta.

- Sirius eu vou ter que desligar. Se o James entrar em contato novamente diga que estamos bem e que estamos com saudades.

- Pode deixar comadre. Vou tentar buscar você na estação.

- Obrigada Sirius.

Quando Lílian e Harry saíram do posto telefônico, minutos mais tarde, estavam sem dúvida mais aliviados e felizes. Em breve poderiam estar todos reunidos novamente. Passearam um pouco pela cidade, e depois retornaram ao hotel onde o rapaz tomou coragem para enfim perguntar algo que lhe atormentava.

- Mãe, você vai me levar de volta para Londres?

- Você não quer voltar para casa?

- Eu queria ficar junto da senhora e do papai é claro, mas é que... bem...

- Você gostou daqui, não foi? – Vendo o filho confirmar com um movimento discreto ela continuou. – Realmente essa cidade é bem agradável.

- Por que a senhora não vem trabalhar aqui com o pai da Mione?

- Eu tenho o meu emprego no hospital, Harry. Não posso sair assim...

- E então, eu vou com a senhora ou eu fico? - Perguntou num fio de voz

- Eu tenho pensado seriamente nisso. - Lilly se aproximou de Harry que estava sentado em sua cama. - Você gostaria realmente de ficar com os Weasley?

- Claro! - Respondeu animado.

- Então está bem. Amanhã mesmo eu vou falar com Arthur e Molly.

- Legal!

- Mas veja bem mocinho, você vai obedecê-los.

- É claro!

- Nada de se meter em confusão enquanto estiver por lá. - A mãe continuou olhando-o com uma sobrancelha erguida.

- Combinado.

- E veja bem como vai agir com a Ginevra enquanto estiverem morando na mesma casa.

- ‘Tá... O QUE? - Gritou sem acreditar no que estava escutando.

- Não se faça de desentendido, você sabe muito bem sobre o que eu estou falando, afilhado do Sirius Black!

- Eu não... Mãe! - Choramingou constrangido, sem saber exatamente o que a mãe queria dizer com aquilo.

- Está bem. Por hoje chega de recomendações. Mas não pense que eu não vou lembrá-lo de todas elas antes de partir.

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O penúltimo sábado de novembro chegou mais rápido do que Lílian e Harry desejavam. Aquele tinha sido um mês mágico onde suas forças e suas esperanças haviam sido renovadas. Ele lembrava da época onde chegara a acreditar que seus pais haviam morrido como se fosse apenas um sonho ruim.

Muita coisa mudara de lá para cá. Deixara a casa de seus tios, seu pai dera notícias, Ron e Hermione começaram a namorar e ele agora ia ficar sob a guarda dos Weasley, os quais sempre o trataram muito bem. Mas isso não impediu que uma pontada de tristeza se apoderasse dele quando fechou sua mala e deixou o hotel junto com sua mãe. Nem se importou em parecer criança e andou de mãos dadas com ela até chegarem à estação. Poucas pessoas além de Lílian, iam embarcar rumo à capital, mas a estação estava particularmente cheia. Os Granger e boa parte dos Weasley foram até lá para se despedirem.

Após as sinceras despedidas que fizeram Lilly se sentir mais tranquila com o fato de ter que se afastar novamente de seu filho, aproximou-se dele e puxou-o para que pudessem falar em particular.

- Se comporte, ok?

- Pode deixar mãe.

- Não esqueça: se seu tio não quiser entregar o dinheiro peça a Elizabeth para me ligar.

- 'Tá bom. - Lílian pegou delicadamente no rosto de Harry para poder olhá-lo e disse num tom suave e emocionado.

- Vou tentar mandar notícias até o Natal.

- Eu te amo mãe. - Os dois pares de olhos cor de esmeralda encheram-se de lágrimas quase ao mesmo tempo.

- Eu também te amo, meu bem. Não se preocupe, logo essa loucura toda vai acabar.

Mãe e filho se abraçaram apertado e Harry escondeu seu rosto no ombro da mãe, sentindo-a beijar seus cabelos carinhosamente. Um longo apito avisou que o trem com destino a Londres já ia partir. Lílian relutantemente se afastou de Harry e secou as lágrimas que molhavam seu rosto. Acenou para todos e deu mais um beijo na face de seu filho antes de embarcar na composição que a levaria de Bourghill.

Harry não se mexeu. Ficou olhando para a porta de ferro por onde sua mãe entrara, mesmo quando o trem começou a se mover. Os Granger e os Weasley se despediram dele, que nem ao menos se deu conta. Após garantir à sua mãe que não demorariam, Ron e Ginny mantiveram-se ao lado dele, em silêncio, até que a locomotiva não pudesse mais ser diferenciada do horizonte.

- Harry, vamos? - A voz da jovem ruiva soou suave enquanto ela tocava seu braço.

O rapaz secou os olhos úmidos antes de se virar para ela. Aquela despedida tinha sido mais dolorosa do que a primeira, afinal agora tinha a consciência exata do que poderia perder. Pegou na mão de Ginny, que fez um carinho em seu rosto antes de ajeitar os óculos sobre os olhos verdes, e caminharam juntos até onde Ronald os aguardava conversando com seu pai.

- Os gêmeos já levaram suas malas Harry. Vocês podem ir que eu ainda tenho que aguardar a chegada de mais um trem.

- Obrigado senhor Weasley.

-Então 'tá pai. - Ron disse e caminhando para fora da estação completou. - Harry, a gente veio de bicicleta.

- Ok.

- Tchau pai. - Ginny acenou alegre para o senhor que sorria ao vê-los se afastar.

Ronald desencostou a bicicleta que trouxera do muro e montou, depois quando viu Harry fazer o mesmo com a outra que ele indicara, falou apontando o quadro para que ela se sentasse.

- Vem Ginny.

- Não precisa Ron. - Harry falou já com a ruiva acomodada entre seus braços.

A despeito do sorriso que viu no rosto da irmã ao passar, Ron olhou-os com uma sobrancelha erguida. Talvez estivesse vendo coisas onde não haviam... Ou talvez não...

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N/B Paty: AHHHHHHHH... O James tá vivo ehhhhhhhhhhhh... mas de tudo, tudo, tudo eu tenho que falar: O SIRIUS *-*, tá eu sei que foi só a voz, mas mesmo assim (abana). Bem falando do Harry e Ginny, amei a parte da bicicleta, foi muito fofo, foi lindo. Capítulo lindo mana e com muitas partes engraçadas, principalmente por causa da nossa ruiva sapeca implicando com o irmão hauhauahau... beijos e te amo mana.

N/B Pam: Sim o James está vivo! Ai que alívio! To doida para ver a familia toda junta. E o Sirius? Ai Merlin! Como ele consegue ser tudo de bom mesmo nas horas mais aflitas?! Sabe, eu sempre disse que queria ter um irmão, mas pensando bem, e vendo as coisas que a Gin tem que passar, acho que não quero mais não! A sorte dela é que ela sabe bem como se virar! Adorei o capítulo Pri! A parte da Harry/Ginny na bicicleta foi lindaaa! Amo vc! Beijo

N/A: Pois é o James está vivinho da Silva e tivemos uma breve aparição da voz do Sirius, inclusive minha querida Mana/Beta Paty quase infartou por conta disso... Tivemos também o primeiro encontro Remus/Tonks, mas ele teve que chamar ela de crianças... Tá que ele deve ter uns 35 e la uns 22, mas e daí???? Bom... Infelizmente a Lilly teve que voltar para Londres, mas eu acatei a sugestão da minha querida Sonia Sag e coloquei o Harry com os Weasley (na minha idéia original ele ia continuar com os Dursley). Eu sei que esse capítulo não foi dos maiores, ams em compensação o próximo tá quase pronto e eu devo atualizar na semana que vem provavelmente. Milhões de bjks a todos.

Ninha: Ei, o Rony É corajoso... Bem pelo menos quando precisa ser ele é... Harry e Ginny??? Hummmmm não sei... *música de suspense* Quem sabe nos próximos tenhamos novidades??? Bjks

Sally Owens: MANA quanta saudade. Espero que tenha gostado. Será que a gente se encontra no feriadão? Te amo, beijos.

Mirella Silveira: COMO É QUE É???? QUE HISTÓRIA É ESSA DE QUERER O RON PRA VOCÊ???? Entra na fila querida, q quando eu largar o osso te aviso, hihihihi Bjks

Ginna Potter: Obrigada por acompanahr minha história. Bjks

Brousire: Que bom que tenha gostado. Pois é, o Ron passou por uns bons bocados, mas superou. Harry e Ginny são fofos mesmo, dá gosto de escrever. Bjks

JulyBlack: Querida assim você vai fazer meu ego bater no teto. Não tenho nada a perdoar, mas adorei te-la por aqui. Espero seus comentários semrpe. Bjks

Ari Duarte: Obrigada por dar um votod e confiança à fic mesmo tendo ficado triste com o trailer. A única coisa que posso dizer é confie!!! Bjks

Isadora Silva: Obrigada, espero que continue gostando e comentando. Bjks

Tati Skywalker: Ei isso já aconteceu comigo também, esquecer o nome da fic e ficar que nem doida caçando, hihihi. Que bom que encontrou e vou aguardar sempre os seus comentários. Bjks.

Lady Eldar: Amei sua campanha e pode deixar que eu farei o possivel para satisfaze-la. Bjks querida.

Alessandra Amorim: O Remus é um fofo né? Carente então... Quanto a maltratar o Valter, bom espere e verás... Bjks

Clara: Nossa quanto tomara, hihihi. Mas alguns você já viu que não deu para atender... Que bom que você gostou do enredo, espero não decepcioná-la.Bjks

Charlotte Ravenclaw: Bom a Lilly voltou pra Londres, mas isso não quer dizer que ela vá sumir da história... Ou que ela não vá mais ter contato com os Granger ou com os Weasley... Bom vem coisas por ai que provavelmente você vai gostar. Bjks

Naty L Potter: Xi, você não leu "Depois do Funeral" leu? Lá também R/hr vieram antes de H/G, hihihi. Acho que deve ser porque eu sou louca pelo Ron. Quanto ao acerto HG agora falta pouco... Ou não... (fazendo drama). Bjks querida.

Paty Black: MANA!!!! Nada de bater em ninguém aqui, ok? E aí, conseguiu se reestabelecer depois de ouvir a voz rouca do Sirius no telefone? Hahaha Te amo, beijos.

Gaby Weasley: É tão bom quando a gente descobre o que gosta de fazer não é filha? Que bom que você está conseguindo acompanhar mesmo com toda a loucura da facul. Bjks.

BERNARDO: Amore, como você está? Não suma, obrigada pela ajuda no último capítulo, você foi demais, ou melhor, supimpa. Bjks

Sonia Sag: Eu amo seus comentários, eles empre são tão divertidos, hihi. Recomentando o comentário: Eu queria mais que um tapa (sabe aquele lance de puxar cabelo e arranhar a fuça? pois é.), mas a Lilly é muito boa. Rony, bom ele É tudibom, pelo menos na minha modesta opinião. HG... Digamos que seu desejo é uma ordem, mas eu não sei quando vai acontecer, hihihi E o Sirius... Agora além da farda da RAF você terá que imaginar a voz rouca e grave... AHHHH Cuidado com a Paty... Beijos mana, to com saudades.

Bunny: obrigada pelos elogios. Aguardo a sua opnião sobre esse. Bjks

Pamela Black: MANA, os meus abraços vão demorar agora (Bom, o Be eu de repente abraço aqui, hihihi). Mas eles virão pode ter certeza. Te amo,beijos.

Aluada: Quer dizer que eu consegui a façanha de deixá-la muda?!! hahaha Será que você sabe o que vai acontecer, ou melhor, será que você conseguiu captar totalmente o trailer? Tomara. Espero que tenha gostado desse também. bjks

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