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41. A vingança


Fic: AVENTURAS EM HOGWARTS- Rony e Mione- Cap 59 e 60 ATUALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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41
A vingança


Madame polfrey deixou a enfermaria era bem tarde da noite. Mesmo sem grandes movimentações naquele dia, ela ainda mantivera-se a postos, pois sentia-se insegura de sair de seu posto e deixar desprotegido o vidro onde repousava insone aquele terrível mal que se abatera sobre a escola.
Mesmo ela, ao tocar o vidro encantado sentia-se letárgica como se pudesse adormecer a qualquer momento. Era uma entidade bastante forte e apenas prof.Snape e Heldor sabiam lidar com ele.
A enfermaria ficou silenciosa quando a última luz foi apagada. Vários minutos se passaram antes dos passos leves se aproximarem e com um suave movimentar de carinha destrancar a porta. Os passos tornaram –se mais rápidos e as mãos aflitas e um pouco temerosas, tomaram aquele estranho vaso nas mãos.
Draco Malfoy escondeu-o entre as vestes e apressou-se em sair dali. Na presa não viu que deixara cair o broche com o símbolo da sonserina, que prendia em seu sobretudo.
Atravessou praticamente toda a escola até sua torre e depois seu quarto. Seus colegas não se deram ao trabalho de perguntar porque estava tão pálido ou porque suas mãos tremiam. Eles não se preocupavam com ele. Na verdade nem saberiam da sua existência não fosse seu pai ser quem era.
Sobre a cama revelou o embrulho que carregava e observou calado aquele par de olhos amarelos mirando-o de volta. Se fechasse os olhos poderia facilmente lembrar-se dos pesadelos que ainda o assolavam.
Maneou a cabeça afastando o medo. Podia imaginar a agonia que seria para aquela grifinólia traidora. Ela não perdia por esperar. Sorriu com esse pensamento e colocou o vidro sobre a mesa de cabeceira. Puxou as cortinas e trocou-se para dormir.
Não percebeu que dentro do vidro, o ser se agitava. A maldade o tornava mais forte a cada segundo e seria um momento de gloria quando recuperasse a liberdade.
Aquele menino tinha planos. Porém os seus eram ainda mais avassaladores...

A noite caía em um breu por toda a escola. As corujas piavam irritadas no corujal e Harry ergueu -de da cama insone. Era duas da manhã. Fazia uma semana que voltaram daquelas estranhas férias e embora não mencionassem mais a presença de Ingrid Evans, ela ainda assolava seus pensamentos. Mentira ao dizer que não a queria conhecer.
Era tudo que desejava. Mas tinha medo. Medo de sucumbir aquela dor trancada em seu peito. Sabia que essa mesma dor o deixava frágil. Não poderia correr o risco de esquecer-se da luta que vivia constantemente. Mesmo que para isso tivesse que abrir mão de muitas coisas.
Harry já temia por Rony e Hermione. Envolvidos demais com sua luta contra voldemort. Temia por Gina, cujo amor o transformara em alguém mais suave. Temia por toda a família Wesley por amarem-no como filho.
Temia por toda a escola por estarem próximos a ele. Não queria temer por mais ninguém.
Insone deixou o quarto e foi para sala comunal. Viu uma sombra mover-se rápida para fora da janela aberta.
-Quem está aí? – correu até ela e dependurou-se a procura do intruso. Viu apenas uma coruja grande e negra. Franziu as sobrancelhas, pois não a conhecia.
Voltou a sala e sentou-se em frente a lareira apagada.


Tudo planejado e executado. Draco apoiou-se contra a parede fria todo suado apesar do frio. Suas roupas estavam encardidas. Sorriu triunfante.
Até que não fora difícil. Grifinolianos eram todos idiotas mesmo. Bastara uma poção polissuco e entrara facilmente em sua sala. Claro que descobrir onde ficava sua torre era mais complicado, mas nada que o tolo do Neville não lhe entregasse de bandeja ao deixar-se seguir como um cordeirinho espreitado por um lobisomem.
Idiotas! Esperara todos dormirem para entrar pela janela entreaberta por um feitiço feito na calada da noite passada. Ela não se fecharia por mais de dez minutos e tornaria a se abrir sozinha. Então voara até o quarto das garotas. Sorte sua elas terem sono pesado, pois quase derrubara o vidro, tentando abri-lo com seu bico de águia.
Granger dormia com a calma expressão de quem está feliz. Obviamente achava que tinha motivos. Toda a escola comentava sobre aquele estúpido namoro com o Wesley. Como ela pudera? Troca-lo por aquela...aquela coisa insignificante?
A raiva quase o fizera estragar tudo , mas se acalmara e entreabrira o vidro saindo dali o mais rápido possível, a tempo apenas de ver a macabra fumaça amarela escapar lentamente pelo quarto. Agora que suas colegas estavam em casa, não precisava se preocupar em errar o alvo.
E sem haver outra pessoa com o mesmo poder que ela, seria questão de dias para que a trouxa que o humilhara na frente de toda a escola tivesse um fim terrível!


-Harry....
ele abriu os olhos e sentiu uma fisgada no pescoço. Droga, dormira no sofá. Olhou em volta e não viu ninguém.
Sentiu-o então uma mão suave sobre seu ombro. Colocou a sua sobre a dela.
-Hermione? Por que está fora da cama a essa hora?
-Harry... – sua voz o fez ofegar. Estava fantasmagórica. Um tom assustado e macabro. Era como se ele estivesse ouvindo a voz da própria morte – meu ajude, Harry...
alarmado virou-se e levantou-se de um salto. Ela estava de pé. Vestia uma camisola comprida branca e tinha os cabelos crespos revoltos na face, e estava tão branca que parecia gesso. Seus lábios estavam completamente secos e rachados e seus olhos avermelhados e sem brilho.
-Hermione! – gritou amparando-a antes que caísse. – Rony! Gina! Alguém! – gritou o mais alto que pode, enquanto tentava conter o corpo que resvalava por seus braças direto para o tapete. Meio abraçado a ela, meios de pé, Harry tentava erguer seu peso morto.
Rony apareceu na porta do quarto, com cara de sono.
-O que foi agora Harry? – disse mal humorado. Parou quando viu a cena a sua frente.
Correu até eles e juntos ergueram uma Hermione totalmente fraca em seus braços.
Em momentos corriam pelos corredores até a enfermaria.

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Comentários: 1

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Enviado por violetinha martins em 13/03/2013
Noooooo vei ele e muitooo mau
Nota: 1

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