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1. Acordo com o diabo


Fic: O Resgate de Hermione


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Harry entrou no cortiço com cara de nojo pela sujeira do local. Ali, diversas raças conviviam: eram duendes, ogros e bruxos que cruzavam as estreitas ruas trajados em mantos escuros e vestes fedorentas. Voando livres, fadas mordentes faziam estranhos rasantes e ninguém de importava em apanhá-las. A Bahia Carpada, como era conhecido o cortiço bruxo nos arredores de Londres, era uma espécie de Travessa do Tranco, mas era muito pior, a fama daquele lugar era célebre. Não era só mercado negro, era a residencias de muitos elementos que haviam passado ou iriam passar algum tempo em Azkaban por algum crime. Mas Harry não estava interessado em um bandido qualquer, estava interessado do pior deles! 

Mesmo a contragosto, entrou na pior pocilga que havia: um bar com o título de “Garombe” e que possuía a pior fama de toda a Inglaterra. O dono do bar, o Garombe em pessoa, atrás de um balcão, arregalou os olhos ao ver Potter, mas Harry não se intimidou.


 


- Estou atrás de Malfoy! – falou ele, determinado. Tinha que ser firme, pois sabia dos negócios obtusos em que Garombe estava metido.


 


- Você não é bem vindo aqui! – falou Garombe, limpando suas mãos sujas no avental mais sujo ainda. Uma sujeira que parecia ser sangue. 


 


- Eu vim sozinho, Garombe. Mas se não me levar até Malfoy, todo o departamento vai estar aqui em questão de segundos.


 


- Tô de olho, sabe! – ameçou Garombe mais uma vez, mas apontou uma saída, coberta por uma cortina de fuxico.


 


Harry afastou a cortina e entrou no recinto. O bar era só fachada. Ali atrás havia um verdadeiro cassino, ostensivo de mais para um cortiço. Ali tudo era mágico: os crupies jogavam cartas encantadas, a roleta flutuava no ar e os dados eram quadrimensionais. Sem se afetar com os encantos do lugar, Harry radiografou o lugar até achar quem procurava: Malfoy ria e bebia em sua mesa de cartas. Jogava Poker de Bruxo, rodeado por três belas mulheres e meia dúzia de Capangas.


 


- Malfoy! – gritou Harry, ao aproximar de Draco.


 


O loiro colocou um charuto no canto da boca e sorriu sarcasticamente.


 


- Veio se meter no lugar errado, Potterzinho... aqui é meu território.


 


- Sei disso. Apesar de ter autoridade para acabar com os seus negócios, não me interessa o que você anda fazendo aqui. Preciso de você para um resgate na Bulgária.


 


- Acho que está me confundindo com alguém da sua laia, Potter. Eu não trabalho pra você, nem se o próprio Snape pedisse!


 


- Para sua informação, Snape não concordou com a minha vinda aqui. Segundo ele, você é egoísta demais para se importar com qualquer outra coisa que não seja o seu próprio umbigo.


 


Malfoy sorriu abertamente e beijou sensualmente uma das mulheres ao seu lado. Depois bebericou uma estranha bebida brilhante numa taça de cristal. 


 


- Potter, Potter... Snape me conhece bem. Agora suma daqui!


 


- Não posso, Malfoy. Preciso de você! Tenho informações de que você possui um castelo na Bulgária e que tem uma equipe tática lá. Nem quero saber dos negócios que você possui. Só preciso que sua equipe faça um resgate no Ministério da Magia da Bulgária que foi invadido por uma equipe altamente treinada.


 


- Isso não me interessa. Nunca gostei do Krum como Ministro da Magia da Bulgária. Se mantenho minha equipe lá, é só para aborrecê-lo. Honestamente, se alguém tivesse me dito que iria invadir a merda do Ministério de lá... eu teria oferecido ajuda.


 


- Você não presta, Malfoy.


 


- Que bom que notou... agora, suma! - insistiu Malfoy, com ar zombeteiro. 


 


Harry manteve-se firme. Queria esmurrar Malfoy, bater nele até tirar aquele sorriso sarcástico do rosto, mas precisava dele, precisava dele.


 


- Você precisa me ajudar, Malfoy. Precisa me ajudar com isso e sei que o fará!!!


 


Malfoy sorriu novamente.


 


- E porque eu faria isso, Potterzinho?


 


- Porque Hermione está lá! Hermione é uma das reféns!

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