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6. Seis


Fic: Maldita Maldição - H&Hr - ATT 07/01/16


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 6 - Verdade e Consequência


| Maldita Maldição |


 


"Te olhando assim
Tão distante de chegar
Perco a hora, perco o chão
".¹




 


                O desjejum não poderia estar mais agradável. Harry enfiou um pedaço particularmente grande de torta de abóbora na boca. A comida, naquele dia, estava espetacular. O dia também, com o sol dando um show de luminosidade e calor. As pessoas pareciam felizes, mais do que o normal.


                O que ele não via, enquanto dava goladas suculentas em seu suco, era que Ron parara totalmente de comer, a colher pendendo debilmente no ar, e observava o amigo atentamente.


                – O que há com você? – Perguntou o ruivo finalmente, encarando Harry com a boca aberta, parecendo muito intrigado. – Sua cara está... Estranha.


                – Hum? – Harry respondeu, ainda mastigando. Engoliu sua torta, dando atenção ao amigo. – Estranha como?


                – Não sei... – Ron cerrou os olhos. – Só estranha. Você está se sentindo bem?


                – Eu? Estou ótimo! De verdade. Quer dizer, radiante! Diga-me, Ron, qual a sua melhor palavra para definir felicidade?


                – Ham? – Ron parecia confuso com o entusiasmo do amigo. – Comida? Talvez?


                Harry soltou uma risada. Ele sentiu ganas de abraçar o amigo ruivo, e contar-lhe o quanto estava feliz: Hermione havia o beijado! Assim, sem mais nem menos, a garota roçou os lábios – e que lábios! – nos dele, o tornando, imediatamente, o homem mais feliz do universo. Gostaria de subir em cima da mesa da Grifinória, abrir os braços e gritar a todos ali presentes, que ele havia beijado Hermione Granger.


                – Por acaso você bebeu uma porção generosa de Felix Felicis? – Questionou Ron. – Alguns litros de poção, por exemplo?


                – Não – respondeu Harry, simplesmente, voltando a sua atenção para a torta.


                Ron ficou resmungando, mas Harry não ligou. Gina Weasley apareceu, passando por trás do irmão, e indo na direção de Simas. Harry engoliu rapidamente a comida, bem a tempo de chamá-la.


                – Gina!


                Ela o olhou, parecendo esquisitamente surpresa e feroz.


                – Ei, podemos ser amigos?


                Sem responder, a ruiva estreitou perigosamente os olhos; sem ao menos parar em seus passos, ela apenas ergueu o punho, mostrando o dedo do meio.


                – Wow – disse Ron, baixinho, parecendo assustado. – Você realmente a irritou.


                Harry suspirou, frustrado.


                – Estava sendo sincero!


                – Dê um tempo, ela vai parar com essa bobagem – Ron pareceu ponderar um pouco, enquanto bebia um generoso gole de suco. – Onde está Hermione? Parece que tem dias que eu não a vejo!


                Harry segurou a vermelhidão que estava para se apossar do seu rosto.


                – Hermione? – Fez-se de desentendido. – Não sei, não vi.


                – Deve estar ensandecida, lendo algum livro grosso demais... Ei, espere aí – Ron estreitou os olhos para o amigo, muito parecido como a sua irmã fizera. – Toda essa sua felicidade tem a ver com Hermione, não é?


                – Que?! Claro que não – mentiu Harry, descaradamente. Por algum motivo estranho, ele não queria dizer ao seu amigo o que acontecera, mesmo que a sua alma apaixonada quisesse gritar aos quatro ventos. Decidira guardar aquele momento apenas para ele.


                – É bom mesmo. Lembre-se que em breve temos o jogo contra a Corvinal, e soube que o novo apanhador deles é sensacional. Precisamos que você esteja focado.


                – Eu estarei. Acha que eu vou perder a oportunidade de me exibir para Hermione?


                Ron soltou um muxoxo, e não falou mais nada.


 


*


 


                O sábado à noite encontrou os alunos da Grifinória trancafiados no interior da Sala Comunal.  O vento frio sobrava lá fora, produzindo um silvo e balançando levemente as vidraças das janelas. Simas havia pedido que os alunos do sétimo ano se reunissem ali, perto da lareira, onde a temperatura estava um pouco mais amena.


                Os garotos participaram em peso, visto que Simas parecia extremamente animado com alguma coisa. Então, todos sentaram ao redor da mesinha perto do sofá, onde ocasionalmente os grifinórios apoiavam seus pés. Todos, exceto Hermione, que lia um extenuante livro de Transfiguração, recitando feitiços e tentando transformar um galho seco em uma coruja voadora.


                Harry fez questão de sentar-se em uma posição que pudesse vê-la num simples levantar de olhos. Ela estava fazendo um trabalho excepcional em ignorá-lo, pois toda vez que os dois se aproximavam menos que dois metros, Hermione sempre tinha uma desculpa para escapar-lhe, com as bochechas vermelhas e os cabelos esvoaçantes. Isso podia frustrar o garoto Potter, se o seu coração não se afogasse em meiguice toda vez que a avistava.


                No presente momento, ela fugia de seus olhares, curvando-se e enfiando a cara cada vez mais dentro das páginas do livro.


                – Então – falava Ron, parecendo animado com a excitação de Simas. – O que você tem ai?


                – Oh – o rosto de Simas era uma mistura de travessura com alegria. – Vejam a belezura que eu tenho aqui!


                Sem mais, o garoto depositou um frasquinho em cima da mesa, bem ao alcance de todos os pares de olhos. Dentro, repousava uma solução cristalina, sem cor, nem odor, que a Harry, mais parecia água do que qualquer outra coisa.


                – O que é isso? – Questionou, com a estranha sensação de que já vira aquilo antes.


                – Senhoras e senhores – falou Simas, com uma voz que não era dele e um sorriso enigmático na boca. – Isso é, nada mais, nada menos, que Veritasserum. O Soro da Verdade.


                Lilá arregalou os olhos.


                – Como você conseguiu isso?


                – Exatamente, Simas – Hermione, ao ouvir as palavras do amigo, se levantara num pulo. Ela se aproximava perigosamente da mesa, com a expressão assassina conhecida como “Monitora-Chefe-Granger”. – Essa é uma poção poderosíssima, e eu tenho absoluta certeza que o seu uso é rigorosamente controlado pelo Ministério. Então, por favor, diga-me, como você conseguiu isso?


                Simas ficou vermelho e inflou rápido como um balão.


                – Calma aí, filhote de McGonagall – ele respondeu, reunindo toda a coragem que tinha. – É minha. Eu achei em um armário da minha casa.


                – Isso é perigoso – censurou Hermione.


                – Não iremos fazer nada, Mione – falou Dino, com elegância. – Pelo menos nada que vá magoar alguém – acrescentou, rindo.


                – Iremos brincar de um jogo trouxa que o Dino me ensinou, chamado Verdade ou Consequência.


                Hermione guinchou.


                – Como é essa brincadeira? – Questinou Lilá, com olhos curiosos.


                Harry não pode deixar de rir, enquanto Dino explicava pacientemente as regras do jogo para os bruxos (que, por Mérlin, estavam muito interessados!), enquanto Hermione parecia mais possessa a cada palavra, bufando raivosamente.


                – E onde entra a poção nisso? – Questionou Parvati, tentando entender.


                – Bastam três gotas dessa belezinha aqui – dizia Simas, balançando o frasco da poção com muita emoção. – E todos seremos incapazes de mentir.


                – Teremos verdades cem por cento fiéis – completou Dino.


                – Oh.


                Os alunos se entreolhavam, em silêncio. Estavam ansiosos para jogar, é claro – poderia descobrir tanta e qualquer coisa que quisesse dos amigos. Porém, a ideia de deixar seus próprios segredos desvelados assustava por demais.


                A verdade nua e crua estaria ali, há uma pergunta certa de distância.


                – Vamos logo com isso! – Falava um Simas excitado. Com um aceno na varinha, ele conjurou uma garrafa vazia, que ficaria no centro da mesa, e determinaria quem iria perguntar e quem iria responder.


                – Isso não é legal – dizia Hermione, tentando convencer os grifinórios a desistirem daquela ideia absurda.  – Vocês podem se dar mal...


                – Qual é, Hermione – disse Parvati. – Ninguém irá nos descobrir. Estou certa que não há dedos-duros nessa roda.


                Hermione pareceu resignar-se. Dino, com a ajuda de um conta-gotas, foi distribuindo a poção entre os presentes. Na sua vez, Harry abriu a boca, observando 3 minúsculas gotas caírem certeiras em sua língua. Ele engoliu, sem sentir gosto algum, ou qualquer outra alteração.


                – Hermione – ele chamou, a voz suave como um veludo. A garota fitou-o, surpresa. – Venha jogar conosco.


                A garota balançou a cabeça com vigor, dizendo que não.


                – Vamos ver se funciona! – Simas girou a garrafa, a animação agora atingindo níveis estratosféricos. Para a sua surpresa, a garrafa parou entre ele e Lilá Brown. – Verdade ou Consequência?


                – Verdade – respondeu Lilá, parecendo muito ansiosa.


                – Você me namoraria?


                Fez-se um silêncio absoluto por alguns momentos, com todos esperando pela resposta de Lilá. Esta, olhou para Parvati, mordendo os lábios, para finalmente dizer:


                – Não.


                Simas murchou como uma bola.


                – Bem, sabemos que funciona – resmungou, seu rosto muito vermelho de vergonha. Pôs-se a girar a garrafa novamente.


                – Desculpe-me – dizia Lilá, mortificada. – Você é muito baixinho.


                A garrafa virou lentamente, até parar em Dino e Neville.


                – Verdade ou Consequência? – Questinou Dino.


                – Verdade – respondeu Neville.


                – Quem da Grifinória você gostaria de beijar?


                Por um instante, Harry pensou que Neville iria desmaiar. Lilá e Parvati soltavam risadinhas estéricas, enquanto a face rechonchuda do garoto pintava-se de rosa.


                – Gina Weasley.


                Os meninos explodiram em gargalhadas, quando a cor do rosto de Neville parecia magicamente se transferir para as faces de Ron.


                – Boa – riu-se Dino, colocando a garrafa para girar.


                Lilá e Ron.


                – Verdade – respondeu Ron, rapidamente.


                – Você usa cuecas normais ou box?


                Ao longe, Hermione soltou um guincho de desaprovação, que foi ignorado.


                – Box.


                Lilá parecia muito interessada nessa informação, e olhava para Ron de um modo que até Harry sentiu-se encabulado. Esticou sua varinha e, com um toque, a garrafa pôs-se a rodar.


                Simas e Neville.


                – Verdade – respondeu Neville, temeroso.


                – Em quem você deu o seu primeiro beijo?


                A expressão de Neville tornou-se um misto de tristeza e timidez. Harry desviou sua atenção por um momento, porque Hermione deslizava para sentar-se no sofá. Seus joelhos encostavam levemente no ombro, mas ela não pareceu se importar.


                – E-eu nunca beijei ninguém.


                Fez-se um silêncio sepulcral. Por um momento, tudo que podia ser ouvido era o vento lá fora, e o trepidar da lareira.


                – Não se preocupe com isso, cara – disse Ron, dando tapinhas de piedade em suas costas. – Isso é superestimado.


                – É verdade – acrescentou Lilá. – As coisas têm o tempo certo de acontecer.


                – Oh, Mérlin! – Com muita determinação, Parvati pôs-se de joelho, esticando o dorso pela mesa. Ergueu os braços, segurou o rosto de Neville com as mãos, e trazendo-o para si, tacou-lhe um beijo na boca.


                Os garotos da Grifinória ficaram observando, boquiabertos, enquanto o beijo se aprofundava.


                – Wow – Dino conseguiu dizer.


                Os dois se separaram, sem ar.


                – Bem, sei que não sou nenhuma Gina Weasley – disse Parvati, dando de ombros e voltando para o seu acento. – Mas espero que tenha servido.


                – O-obrigada Parvati – gaguejou Neville, tocando a borda dos seus lábios bobamente com os dedos.


                – Bem – disse Simas, ainda sentindo-se afetado. – Vamos continuar.


                A garrafa foi girada novamente, caindo entre Simas e Ron. Harry não prestou atenção na pergunta que Ron fazia, pois ele estava muito distraído brincando com os cadarços de Hermione.              


                Ele conseguiu sua atenção, fazendo com que a garota olhasse para ele. Quando seus olhos se encontraram, Harry pode sentir a conhecida sensação de ter seu coração inundado com um amor incontrolável. Ela lhe sorriu, timidamente, e Harry pensou que seu peito podia explodir de felicidade. Queria tanto beijar-lhe de novo, sentir seus doces lábios...


                – Harry! HARRY! – Neville o chamava. – Verdade ou consequência?


                – Ham... Verdade.


                – Por que você terminou com Gina?


                Hermione inclinou-se, visivelmente curiosa para essa resposta.


                – Eu não gostava mais dela. Pelo menos, não como antes.


                Sua resposta não fez muito alarde, a não ser talvez por Ron, que o encarava detalhadamente. Harry pôs-se a brincar novamente com os cadarços de Hermione, arrancando risadinhas inaudíveis da garota, quando, sem querer, ele roçava o dedo levemente pelo seu calcanhar.


                – Qual a coisa mais vergonhosa que você já fez? – Perguntava Parvati.


                – Uma vez, eu beijei sem querer o peito da minha tia Muriel – respondeu Ron, com as orelhas pegando fogo. – Eu tropecei e cai com a boca em.... bem, no seu colo.


                O Salão Comunal explodiu em risadas, e, dessa vez, até Hermione riu. Ela apoiou-se nos ombros de Harry, e os apertou levemente, fato que não passou despercebido ao menino-que-sobreviveu. Eles ainda riram mais, quando Dino confessou que o sonho mais estranho que ele já tivera, foi Snape de saias verdes da Sonserina.


                Garrafa girou novamente, parando entre Harry e Ron. O moreno ergueu os olhos, rindo. Ele não teria nada a perguntar ao ruivo; era seu melhor amigo, e de certo sabia todos os seus segredos. Mas ao olhar para Ron, algo o surpreendeu; os olhos do amigo mudaram repentinamente de cor, e sua expressão era fechada.


                E então Harry soube, a única coisa que ele gostaria de perguntar, o segredo mais profundo de Ron, que ele guardava a sete chaves: ele amava Hermione?


                – Consequência – disse Ron, com a voz dura, antes que Harry pudesse sequer abrir a boca.



 *              


 


N/A:
 Olá! Depois de [anos!!!] estou de volta. Sei lá se tem alguém lendo isso aqui ainda. Eu não tenho desculpa boa para o meu sumiço, apenas não sei porque, mas parei de escrever. Tentei voltar algumas vezes, mas tinha esquecido a senha do site. 
Enfim, se tiver alguém lendo, comentem, por favor! 
Desculpem pelo sumiço!
Espero que gostem do cap, porque eu não escrevo tem milênios!
Obs: Desculpem eventuais erros. Não revisei.
¹
- Luz Fria - Harmada 

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Comentários: 9

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Enviado por Bethany Jane Potter em 27/04/2016

Leitora desesperada aqui também!!Essa sua fic é ótima!!Maravilhosaaaa, amando muito!!!As partes H/H foram muito fofas e achei super engraçado o Harry todo feliz kkkk
Agora o que me deixa curiosa é....O que será que vai acontecer entre o Harry e o Ron no próximo capitulo??Disputa por quem vai ficar com a Hermione rsrsrs


bjsssssss
Esperando ansiosamente!!  

Nota: 5

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Enviado por Lay Potter em 19/04/2016

Ele praticamente confirmou a dúvida do amigo, kkkk. Estamos aq né, anos depois, sem exagero nesse caso, kkkk. Deve ser dificil retomar assim no meio da historia depois de tanto tempo, mas imagino q vc ja tinha td meio montado na cabeça, poste mais sim, vou acompanhar e se possivel com mais frequencia viuuu, duas vezes por mes ja ta bom, kkkkkkkk bjs.

Nota: 5

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Enviado por Coveiro em 06/04/2016

VOLTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Nota: 5

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Enviado por michelle lima em 20/03/2016

OMG, como senti falta dessa fic...
Espero que volte logo. O tempo não lhe fez perder a mão capitulo muito bom como sempre. 

Nota: 5

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Enviado por Coveiro em 28/01/2016

CONTINUA LOGO 

Nota: 5

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Enviado por r.ad em 17/01/2016

Ainda tem gente aqui!!! volta a escreverrrr <3

Nota: 5

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Enviado por Karolayne Cruz . em 09/01/2016

Adorei! Haha, deixando os leitores curiosos, tem a alma do negócio mesmo. Adorei a fic, tá de parabéns. Posta logo, ein.

Nota: 5

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Enviado por Coveiro em 08/01/2016

Continua... essa fic tem que continuar... por favor... posta amanha um novo capitulo... leitor desesperado aqui

Parabens... você é demais 

Nota: 5

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Enviado por maria elisa em 08/01/2016

Oi, que bom que voltou . Adoro essa fanfic . Por favor não demore a atualizar. 

Nota: 5

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