Capítulo XI –
Tom sabia o que queria fazer e como devia fazer. Beijou-a delicadamente na boca, deslizando a mão pelo corpo dela. Levou a boca em direção à orelha dela, mordiscou-lhe o lóbulo, sentiu Alissa arrepiar-se. Continuou as carícias na orelha por mais algum tempo, ora lambendo, ora mordiscando o lóbulo.
-Eu te amo! - sussurrou ele, antes de descer para o pescoço dela. Beijou, lambeu e mordiscou o pescoço até chegar aos ombros. Alissa gemia e abraçava Tom, puxando-o para si, mas ele se concentrava apenas no que queria fazer.
Chegou ao seio dela, afagou-os delicadamente com a mão, roçou seus lábios pelos mamilos, beijou-os delicadamente. Desceu pela barriga dela, mordeu a parte interna das coxas bem torneadas de Alissa, fazendo-a rir. Olhou para ela, como se pedisse permissão. Viu ela começar a sentar-se e então, não esperou por nada. Passou sua língua lentamente pelas partes delas e percebeu que ela ofegou. Sorriu para si mesmo e continuou as carícias íntimas com sua boca.
Alissa percebia que ele descia por seu corpo, mas não sabia o que aquele homem tão surpreendente iria fazer. Sentiu cócegas e riu quando ele lhe mordeu a perna e começou a sentar-se, querendo puxá-lo para um abraço e fazê-lo entrar em de si. Mas fora pega de surpresa e agora sentia o maior prazer de sua vida. Contorcia-se, parecia que havia perdido o controle sobre o seu corpo, mas isso não era ruim. E então, como uma onda, veio um prazer tão forte que a deixou tonta e em seguida se dissipou. Alissa sentiu-se exausta, sem forças para nada, mas Tom parecia não importar-se com isso. Continuava como se nada tivesse acontecido.
“Ótimo, consegui o que eu queria” pensou Tom, quando percebeu que ela tivera um orgasmo. Demorou alguns segundos para decidir se continuava ou não. Optou por continuar. E não se arrependeu. O clitóris, ainda sensível, logo repondeu com um orgasmo ainda maior. Tom viu Alissa, ofegante, percebeu-a cansada, a mente tão fraca que pode penetrá-la sem dificuldade nenhuma e observou os pensamentos dela, sentiu o que ela sentia. Saiu rapidamente, mas ficou satisfeito e feliz quando percebeu que se redimira da primeira noite de sexo que tiveram.
Deitou-se ao lado dela, apoiou sua cabeça em sua mão e seu cotovelo no travesseiro. Olhou para ela. Estava ofegante, nua e linda ao lado dele, e ele ainda estava excitado. Ela aproximou-se dele, abraçou-o e beijou-o ternamente. Aquilo foi o que bastou para que o fogo dele voltasse com força total. Ela sentiu o membro dele contra o seu corpo. Passou sua perna por cima do corpo dele, abraçando-o com a perna. Tom empurrou-a e jogou-se por cima dela. Não demorou muito e encontravam-se unidos, ele dentro dela, ela gemendo, arranhando levemente as costas dele, mordendo os ombros largos de Tom. Ele movia-se com ritmo, ora mais devagar, ora mais rápido, parecia que seguia um ritmo próprio deles, pois Alissa conseguia acompanhá-lo movendo o quadril. Eles beijavam-se, abraçavam-se, voltavam a se beijar. Pela terceira vez naquele dia, ela sentiu aquela onda de prazer invadi-la e deixá-la fraca, cansada, mas feliz. Tom sentiu as contrações musculares que o orgasmo causou em Alissa, contrações que apertavam ainda mais o seu membro e que o fizeram acelerar até que ele também sentiu a onda de prazer se espalhar por seu corpo, subindo a espinha e causando-lhe arrepios. Depois de terminar, ele beijou-a feliz, um beijo terno, carinhoso, sem desejo. Rolou para o lado e puxou Alissa em sua direção, aninhando-a em seu ombro, abraçando-a forte, como se tivesse medo de que ela pudesse fugir.
“ Assim sim. Dessa vez eu consegui, e três vezes.” Pensou Tom, orgulhoso. “É bem melhor sem a Poção do Desejo.” Completou a sua mente, enquanto ele bocejava e sentia a respiração de Alissa ir ficando mais pesada. Quando ele a olhou, ela já dormia. Ele tirou uma mecha de cabelos dos olhos dela e acomodou-se para dormir.
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