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23. Se inveja mata, ciúmes faz...


Fic: The Bet


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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... quê?

Part.2 



Por Lílian Evans


 


Oh, dia difícil! Quero dizer, no início, até que tinha sido bom. Porque não é todo o dia que você tinha um deus grego em sua casa, fazendo abdominais sem camisa. Nem conto o que eu senti quando aquele ser chegou por trás de mim, me fazendo ficar arrepiada dos pés a cabeça.


 


Mas, como sempre, James Potter tinha de estragar tudo... acho que não seria James Potter se não fizesse alguma besteira. Contudo, não foi o peti que ele der.a foi ele ter brigado com o melhor amigo! Sirius esteve sempre ao lado dele e aquilo me deicava triste e furiosa ao mesmo tempo. Bem, eu tinha de esquecer aquela história e convencer Marlene a ir num lugar ai...


Então, eu, naquele momento, estava indo para casa de Dorcas buscá-la. Minha cabeça estava cheia de Potter; eu queria esquecê-lo, mas não conseguia tirar a imagem dele, morrendo de ciúmes do amigo, da minha retina. A maior parte de mim estava arivosa e chateada; mas tinha uma outra. A outra era aquela que via uma esperança, aquela que via que James Potter sentia alguma coisa por mim.


 


Argh! Por quê a minha vida era tão difícil? Sério, eu só sou uma professora de História. Minha vida deveria ser a mais monótona possível! Era para eu estar em casa, reclamando que meus alunos eram uns mal educados e que não prestavam atenção em nada do que eu desse na aula.

Mas nããão. Eu estava indo para casa de uma amiga, para juntar a outra amiga com (agora) um amigo idiota. E o outro amigo mais idiota desse amigo idiota, havia dado um peti no meio de uma loja de flores e que, por acaso, eu amava. Minha vida é ou não é complicada?


Balancei a cabeça e toquei a campainha da casa de Dorcas. Pelo o que eu via, ser policial tinha lá suas vantagens; a casa dela era grande e de dois andares, um belo jardim com várias flores e com caminho de pedras até a entrada. O bom era que ela não precisava morar com outras casas coladas umas nas outras. Como eu e Lene. Mas isto não vem ao caso.


 


Dorcas apareceu na porta da casa e eu pude ver seus cabelos louros, que desciam em cachos pelas costas. Era diferente vê-la sem o uniforme de policial.


Ela veio até a mim, com uma mochila nas costas e uma espécie de maleta cinza em uma das mãos. Franzi a testa para quilo, enquanto eu a observava correr até a frente da propriedade.


 


– Ei, Lil's! – disse ela, fechando a portinha.


– Oi, Doe – falei e depois apontei para a maleta que carregava. – O que é isso?


 


Dorcas acompanhou o meu dedo e depois me olhou com um sorriso.


 


– Ah, isso é um equipamento que ajudará Sirius a não dar mancada – respondeu ela, fazendo carinho na maleta. E depois eu é que não tinha mudado nada.


– Ok... vamos, então? – perguntei.


 


– Oh, claro! Deixa eu ver onde coloquei as chaves do carro... – Dorcas começou a apalpar os bolos e eu revirei os olhos, vasculhando o que ela estava levando.


 


– Ali, preso no chaveirinho de zebra – apontei para a mochila que ela colocara nas costas. – Sério, como você se tornou uma oficial?


Ela me olhou, depois de pegar as chaves do carro do chaveiro, fingindo que estava rindo.


 


– Rá, rá – desdenhou Dorcas. – Continua a mesma engraçadinha de sempre, não é?


Eu apenas sorri e a acompanhei até a garagem, onde o carro de Dorcas estava estacionado. Eu sentei-me no banco do carona e esperei que ela desse partida. Fiquei em silêncio. Eu não podia ficar quieta, senão eu iria pensar novamente em Potter e Sirius.


 


Quando o carro já estava em movimento, Dorcas começou a tagarelar, mas eu não conseguia prestar atenção. Se eu pensava em Sirius, pensava em Potter. Seu pensava em Potter, lembrava da expressão desesperada de Sirius. E, o pior de tudo, era que aquilo tudo era por minha causa. Eu preferia mil vezes voltar a ser o que era com o Sirius do que ver os dois brigando.


Dorcas falou mais alguma coisa, que eu não havia escutado. Então eu apenas concordei. Preciso ressaltar que eu não deveria ter feito aquilo?


 


– Então você ama mesmo o James – afirmou ela.


 


– O quê? Como sabe? – perguntei saindo de minhas divagações.


– Agora eu sei  ela riu e eu estreitei os olhos. – Mas, o que eu perguntei, o que você tem? Está longe.


 


Olhei para a janela, suspirando.


– Nada, não – respondi. Claro que ela sabia que eu estava mentindo, mas viu que eu não queria falar muito sobre o assunto, então apenas disse:


 


– Ah, sim. – Dorcas fez uma pausa. – Então, nosso plano ainda está de pé?


Fiquei grata que ela tenha mudado de assunto, mesmo que Sirius estivesse envolvido.


 


– Claro que está. – Respondi, tentando sorri. – Se Marlene é durona, nós também somos. Todo mundo sabe que ela ama Sirius Black.


– E você James Potter – sorriu ela enquanto fazia uma curva.


 


– E você Remus Lupin – rebati de brincadeira. Dorcas me olhou, séria. – Ih, algo me diz que eu acertei na mosca.


Ela apertou o volante.


 


– Isso não vem ao caso agora – Dorcas olhou para frente.


 


– Com certeza... vem ao caso depois – ela me olhou rapidamente e depois voltou a atenção para a estrada. – Então, o que raios tem nessa maleta?


– Se eu falar agora não tem graça. Quando encontrarmos Sirius, eu vou explicar tudinho.


 


– Ah – falei desanimada, quando, finalmente, ela estacionou em frente à casa de Lene que, por consequência, ficava ao lado da minha. Ou seja, ela parou em frente a minha casa também... O quê? Devia ser a minha cabeça entupida de problemas.


Saímos do carro e não tocamos a campainha, já que ea tinha outra chave debaixo do tapete. Agora era hora da vingança pelos dias que ela invadira a minha casa. Aquilo era música tocando lá dentro?


 


Eu olhei para Dorcas, que deu de ombros, com a mochila nos ombros. A maleta Dorcas havia escondido no porta-malas do carro. Eu sentia que, aquela maleta, Lene não podia ver.


Abri a porta e entramos nas pontas dos pés. A música que tocava preenchia a sala e a voz de Lene se escutava ao fundo. Olhei para Dorcas, que sorriu marotamente, fazendo um sinal para eu me manter em silêncio. Como se eu fosse realmente dizer alguma coisa e estragar esse momento.


 


Chegamos a sala e vimos Lene dançando com uma vassoura. Rimos e silêncio e...


– Marlene! – gritamos em uníssono, fazendo nossa amiga pular e largar a vassoura no chão. Ela se virou para nos encarar, com os olhos pegando fogo.


 


– Suas vacas, me assustou! – Ela foi até o rádio e o desligou, vindo em nossa direção. – O que vocês estão fazendo aqui?


Dorcas sorriu e bateu palmas, tirando a mochila dos ombros. E Lene olhou para mim, preocupada.


 


– Odeio quando ela faz esse olhar e dá esse sorriso. – disse Lene. – Parece até uma maníaca.


Eu ri.


 


– Não se preocupe, amiga. Creio que você vai adorar – pisquei um olho e Lene me encarou desconfiada.


– Ok, vocês duas assim, é para ficar preocupada.


 


Dorcas a olhou, fingindo inocência. Como se isso enganasse alguém.


– Nossa, seu voto de confiança me deixa muito animada – Dorcas colocou as mãos no coração, esquecendo a mochila por alguns segundos, depois voltando a mexer na mesma. – Nós vamos... – ela tirou de lá algumas vestes – a uma boate!


 


Lene olhou para mim de boca aberta, esperando que eu dissesse que aquilo era uma brincadeira, que eu jamais faria algo assim. Ao ver que eu não negaria, abriu um sorriso, nem imaginando o que aconteceria nessa tal boate.


– Bem, o que custa eu ir sair com as minhas amigas? – Lene apanhou o vestido que Dorcas segurava em uma das mãos. – Vamos, garotas!


 


(…)


No fim, ( Dorcas quase me matou quando eu insinuei que ia em casa pegar algumas roupas, dizendo que eu não havia trago aquela mochila apenas para enfeitar) eu fiquei com uma saia de cintura alta preta com uma blusa azul marinho de mangas compridas caídas nos ombros; Lene usava um vestido perto justo com um decote nas costas e os cabelos presos de lado para que este detalhe fosse visto; e Dorcas uma calça jeans com uma blusa rosa clara de um ombro só.


 


Quando saímos da casa de Lene, eu estava nervosa. Eu esperava de todo o coração que o nosso plano desse certo. E eu estava tão nervosa, que quase não acreditei que James estava saindo com um projeto de ruiva. Ele não havia me visto, mas eu quase fui atrás deles para perguntar quem era a vadia que ele estava.


Contudo, não cheguei nem na metade do caminho e senti Dorcas me puxar pelo braço, vendo que Potter e a ruiva falsificada já haviam se afastado demais. Ainda com aquilo na cabeça, entrei no carro de Dorcas e partimos para a tal boate. Era melhor que Sirius Black não se esquecesse ou se atrasasse, porque senão, eu nunca mais o ajudaria em nada.


 


Chegamos e Dorcas estacionou em uma vaga qualquer. Na verdade, aquilo não era bem uma boate; em cima, era um restaurante caro e, no subsolo, era onde acontecia as músicas mais agitadas. Lene não sabia, mas, por enquanto, ficaria na parte de cima. Ao mesmo tempo que eu e Dorcas ficaríamos escondidas e observando tudo. Como ajudaríamos, eu não fazia ideia.


Falamos para Marlene ir entrando enquanto eu e Dorcas dávamos uma desculpa qualquer para ficar do lado de fora do restaurante/boate. Ela não aceitou muito bem, mas insistimos que ela entrasse e ficasse no restaurante, pois o nome dela estava na lista. Então ela entrou e eu e Doe ficamos do lado de fora à espera de Sirius.


 


Quando nos encontramos no shopping, eu havia dito para que ele levasse tulipas vermelhas* especificamente. Porém, eu nem o vi comprar, já que o Potter aparecera lá e dera um ataque de ciúmes. Seria bonito se não fosse o melhor amigo dele. Portanto, era melhor que ele trouxesse as benditas flores.


Finalmente, Sirius chegou, carregando as flores que eu havia mandado comprar. Pelo menos ele estava fazendo algo certo. Enquanto ele seguia em nossa direção, Dorcas voltava com aquela maleta esquisita. Nós havíamos colocado casacos, pois estava começando a ficar realmente frio, então quando Dorcas corria, seu casaco voava para trás, junto com seus cabelos louros.


 


Sirius parou em minha frente, sorrindo nervosamente. O que era raro, já que Black nunca ficava assim. Bem, acho que ele realmente gostava de Lene.



– Oi... vocês estão bonitas – ele nos cumprimentou e eu revirei os olhos.


 


– Não é a gente que você tem que elogiar, Sirius – falei e depois minha expressão endureceu. Sirius pareceu notar.


– Eu sei o que você vai dizer... e eu não sei. Ele não falou comigo, saiu às pressas de lá – era evidente que Sirius estava chateado com Potter. Provavelmente estava mais chateado do que eu. – Oi, Dorcas – ela forçou um sorriso. Graças a Deus, Dorcas não prestou atenção.


 


– Ei, Six. – Respondeu minha amiga. Sirius olhou para a maleta.


– O que tem aí dentro? – perguntou ele.


 


Dorcas sorriu.


– Uma escuta. – Dorcas nos olhou, ainda sorrindo. – Ser policial tem suas vantagens... Eu colocarei uma espécie de fone de ouvido interno em sua orelha e um microfone em sua blusa. Então, eu e Lily, iremos ouvir o que você e Lene vão falar. Assim, poderemos lhe ajudar quando você estiver em apuros – Dorcas parecia triunfante.


 


– Hã, desculpe perguntar, mas como vocês vão falar comigo? – Sirius estreitou os olhos.


– Ah, que cabeça a minha! – Dorcas riu. – Esse ponto que eu vou colocar em seu ouvido, permite que eu e Lily falemos com você. – Ela abriu a maleta e começou a colocar as aparelhagens em Sirius. – Eu e Lily vamos falar com você com isto – ela apontou para uma espécie de microfone – e vamos ouvir com isto – mostrou os fones de ouvido. – Você está a salvo.


 


Eu e Sirius estávamos boquiabertos.


– Nossa, você pensou em tudo! – exclamou ele e eu assenti, concordando. Dorcas sorriu, radiante.


 


– De nada. – Agradeceu. – Agora, vamos entrando.


Nós três entramos e empurrei Sirius para ir na frente. Nós falamos os nossos nomes e eu e Dorcas fomos para uma mesa distante, mas que dava para ver a mesa de Sirius e Lene, que estava com uma cara nada boa ao ver Sirius se aproximando.


 


Ela ameaçou ir embora, porém, Dorcas falou rapidamente para Sirius falar a Lene que ficasse. Relutante, a nossa amiga voltou a se sentar, o olhando desconfiado.


– Essas flores são para você – ouvimos ele dizer. Lene pareceu amolecer, mas Sirius não notou. Um idiota mesmo.


 


– Tulipas vermelhas... – Ela cheirou as flores e depois o olhou. – Eu gosto de rosas brancas. – Eu já sabia desse fato. Mas eu tinha tudo planejado.


Vi que Sirius estava começando a ficar perdido. Peguei aquele microfone esquisito e falei:


 


– Sirius, se você está disposto mesmo a ficar somente com Marlene, terá de falar o que eu disser – ele ia abrir a boca, mas não deixei. – Bagunce o cabelo, se você vai fazer o que eu mandar e que está mesmo querendo conquistar minha amiga. – Sirius deu um sorriso e bagunçou os cabelos. – Ótimo, agora diga a ela que as flores têm significados e que você nunca lhe daria uma rosa branca.


Ele sorriu, parecendo nervoso.


 


– Sabe – ele disse –, as flores têm significados e eu nunca lhe daria uma rosa branca.


 


– Por quê? – Lene pareceu desconfiada. Dorcas me olhou, esperando.


– Porque rosas brancas significam um coração que não conhece o amor e, portanto, é incapaz de amar – falei e Dorcas ergueu uma das sobrancelhas.


 


– As rosas brancas significam um coração de não conhece o amor e, portanto, é incapaz de amar – repetiu Sirius e acrescentou: – E você jamais seria assim, seu coração é o mais puro que eu conheço.


– Então – eu sabia que a Lene estava começando a amolecer e, dessa vez, Sirius viu que a estava conquistando – o que significa as tulipas vermelhas?


 


– Amor eterno – ele repetiu o que eu disse e Lene sorriu.


 


– Dorcas e Lily estão te ajudando – não era uma pergunta e Sirius ficou tenso, mas Lene sorria. – Fizeram um bom trabalho. – Sirius sorriu, aliviado. – Onde elas estão? – Sirius apontou para a nossa mesa e nós acenamos. – Suas pilantras! Vamos descer, você já me conquistou, Black.

Nós rimos e descemos as escadas, de onde já podia se ouvir a música agitada. Lene e Sirius logo se afastaram e começaram a dançar, enquanto eu e Dorcas íamos ao bar beber alguma coisa. Dançamos juntas, até que Remus chegou (eu não sabia como ele nos achara, mas eu suspeitava de Sirius) e resolvei voltar para casa. Dorcas e Remus precisavam conversar, eu acho.


Peguei um taxi e o motorista não parava de me olhar. Balancei a cabeça e me concentrei no caminho de casa, pensando naquela mulher que James havia saído. Não era para eu me sentir assim; mas eu realmente fiquei mal ao ver que ele voltara a sair com várias mulheres. Ok, era apenas uma, mas eu sabia qual era o passado de James Potter.


 


Depois de pagar o motorista, entrei em saca e estava tudo em silêncio. Apenas ouvia um murmúrio vindo do segundo andar. Franzindo a testa, joguei minha bolsa em cima do sofá e subi as escadas.


– Potter? – chamei, mas nada de ele me responder. – James? – era a primeira vez que eu o chamava pelo primeiro nome em meses.


 


Ouvi vozes no quarto de hóspedes e eu soube que aquela mulher estava ali dentro. Se eu já estava com raiva antes, agora, eu estava mais do que furiosa. Provavelmente minha expressão estava homicida.


Abri a porta. E controlei minhas lágrimas.


 


– Acho melhor você ir... – Ele parou no meio da frase ao me ver parada na porta. – Lílian?


A mulher nos olhou. Aquela cena era deprimente: ela, sem blusa, por cima dele, e ele debaixo das cobertas, me encarando com medo. A vadia corou e saiu de cima dele, enquanto eu os olhava com os vermelhos.


 


– O que eu falei sobre mulheres, James Potter?! – gritei e ele se encolheu e nada respondeu.


– É a sua namorada? – perguntou a outra.


 


– Eu nunca namoraria ele! – Eu a olhei. – Some da minha casa... AGORA! – Ela catou a blusa, a vestiu e foi embora, me deixando sozinha com Potter. – Por quê?! – Ele não falou nada. – RESPONDA!


Seus olhos endureceram de uma forma que eu nunca vira antes.


 


– Você estava se divertindo com Sirius, então eu resolvi me divertir também.

– Você me dá nojo. – Exclamei com raiva. – Mesmo depois do que eu disse sobre mulheres, você me traz uma para a minha casa, minha casa! – Eu dei uma risada sem humor. – Mas, sabe o que eu tenho mais nojo de você? – Potter apenas me olhou. – Que você tenha desconfiado do seu melhor amigo. Não, sabe... Seu melhor amigo, James, seu melhor amigo! Ele nunca faria algo parecido com isso... Brigou com Sirius por nada! Eu nunca me decepcionei tanto com você como agora – saí do quarto, mas ele correu até a porta. Por incrível que pareca, ele estava de calça comprida e blusa.


– Você não está com ele? – perguntou Potter e eu olhei triste para ele.


 


– Você é tão cego...


– Espera! – Ele gritou antes que eu entrasse em meu quarto. – Me perdoe, eu não deveria ter...


 


– Não é pata mim que você deve desculpas – e fechei a porta na sua cara.

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N/A: * Esse lance das tulipas, eu tirei de um livro chamado "Para Sempre" da saga os imortais. É muuito bom, eu gostei. E, quem leu, vai saber do que eu estou falando.

Lana Sodré: kkkkkkkkkkk eu? maléfica? Mas gente, que calúnia! Sim, e relamente deu muuuita confusão. hahaha porque eu sou demais!! *leitoradivapassando* Ih, esse lance de parar de trollar não sei se eu consigo parar, não... vai haver muitas trollagens pora aí hahaha. Dorcas é um amor *----* esquecida kkkkk tu é filha de Poseidon? *leiapJO,leiaPJO* Lily tem que mostrar quem ela é! Ruivas têm O poder \o/ IUASHIAUSDHDASUIHSDAIUHASDIUHSADIUH James é um máximo! Eu também teria entrado na história e ficado com o Jay-Six. Maaas, como não posso... nem eu nem você teremos um marido. Não sei se tu riu nesse capítulo hahahaha. Vai dar o que falar mais ainda kkkk. Vou ouvir a música. Fico feliz que tenha gostado *---* e obrigada por comentar! 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

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Comentários: 1

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Enviado por Lana Silva em 27/08/2013

Sim sim! Maléfica! A senhorita sabe que eu sofro com seus capitulos, ainda mais quando o final de cada um deles é misterioso... E aposto que terá mais confusão ainda kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Lai, pare de nos trolla ok ? Eu sou um anjinho..., não trollo ninguém (ou quase ninguém) então não posso ter ataque no coração. Dorcas é um amor mesmo *-* Já voltou ajudando a Leninha... Porque eu sou filha de Poseidon ? ~sobrancelhas arqueadas ~  kkkkkkkkkkkkk lerei em breve Lai, em breve... James é o máximo, mas nesse capitulo senti vontade de dar uns tapas nele...Ele levou a ruiva pra casa da Lily e aposto que Lily não vai perdoá-lo de jeito nenhum. Triste né ? Esse negocio me deu uma ideia, quer dizer, eu já tinha uma ideia sobre isso, mas agora tô pensando nela ... Eu ri nesse capitulo também, você me fes rir nesse também. Adorei Sirius correndo mesmo atrás da Lene para conquistar e Remus e Dorcas :3 Adorei o capitulo Lai, como sempre e necessito de mais, aqui e em The Red *-*

Beijoos! 

Nota: 5

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