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22. Se inveja mata, ciúmes faz...
Fic: The Bet
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o quê?
Part.1
Por James Potter
Deus é pai! Acho que já ouviram essa frase. Mas, obviamente, vocês não sabem o por quê dessa minha frase divina. Então, deixe-me esxplicar: eu não fui demitido! Nem a Lily que, por acaso, não se encontrava no recinto naquele momento.
Era sexta-feira e eu estava na sala dos professores, avaliando a lista de chamada. Depois daquele passeio fatídico, Matt Valentim tornou-se algo a mais do que um aluno para mim. Sei lá, eu acho que eu seria um péssimo pai e perder o filho dos outros só confirmou o que eu já sabia. Era só olhar no meu histórico; por Deus, eu era um atentado! Eu ainda sou, porém com mais moderação.
Eu pensava no jeito que Lily me encarara quando eu havia colocado o garoto no chão. Eu sabia que ela não tinha notado que eu havia percebido; mas aquele olhar que ela me lançara fora diferente. Quase voltei atrás da aposta quando Lily riu da minha pérola.
Minha concentração foi para o brejo quando a digníssima e o pulguento entraram rindo na sala. Obviamente, eu não deveria ficar com ciúmes e, muito menos, inveja do meu melhor amigo, mas não pude evitar. Por que ela ria comigo daquela forma? Por que ela não falava comigo daquele jeito? O que Sirius tinha que eu não podia ter também?
Eu nada falei, apenas observei os dois conversando como se fossem melhores amigos há muito tempo. Tudo bem, eu sabia que nós dois só estávamos juntos por causa da aposta que eu – infelizmente – infelizmente – não tinha nada com ela. Mas o Sirius era louco pela Marlene.
Sim. Eu estava ficando paranoico; Almofadinhas jamais ficaria com a Evans. Ele amava Marlene e não ficaria com as ruivas dos amigos. Contudo, olhar para eles conversando tão animadamente, me deixava louco. Porque, até umas semanas atrás, Lily o odiava, como me odeia.
Odiar é um sentimento tão feio, não é? Quero dizer, no fundo, eu sabia que ela tinha toda razão em nutrir esse sentimento por mim. Eu a fiz assisnar uma aposta! Mas isso não vem ao caso, pois fazia parte do meu plano que, por acaso, não estava dando nada certo. Por enquanto, deixamos esse assunto quieto.
Agora, os dois conversavam baixinho. Deus, como eu queria ouvi-los! Sim, eu sempre fui um fofoqueiro e, nesse momento, eu queria ser uma mosca para saber o que esses dois tanto falavam.
Argh. Isso era muito irritante! Eu nunca quis bater no Sirius como agora... Meu Deus, o que eu estava pensando? Para com isso, James Potter!
– Você está bem Pontas? – A voz de Remus me assustou, fazendo com que eu desse um pulo quase até o teto.
Olhei em volta. Ninguém paareceu notar que eu pulei feito uma gazela – nem Sirius e Lily, que estavam muito ocupados para me darem alguma atenção – e encarei Aluado, que ainda me olhava de um jeito estranho.
Suspirei e passei as mãos no rosto, tirando os sóculos do rosto. Não, eu não estava nada bem. Eu estava me corroendo de ciúmes.
– Estou, Remus – respondi, mas Remus me conhecia o suficiente para saber que aquilo não era verdade, então ergueu uma das sobrancelhas. – Ok – olhei em volta. – Vamos lá para fora.
Remus me acompanhou até o lado de fora da sala dos professores. Ele fechou a porta atrás de si e depois esperou.
– Aluado, acho que estou ficando louco – eu o olhei franzir a testa, confuso.
– Por quê?
Eu olhei para os lados, nervoso. E, quando eu estava nervoso, passava as mãos nos cabelos, deixando-s mais rebeldes (e mais bonito, mas isso não vem ao caso) do que já era. Quando olhei para Remus novamente, ele tinha os braços cruzados.
– Eu... – cara, isso era difícil de dizer em voz alta – eu estou com ciúmes.
Remus me olhou como se não tivesse importância, como se eu sentisse aquilo o tempo todo – talvez eu sentisse; outra vez, isso não vem ao caso –, como se aquilo fossenormal. E era. Mas não do jeito que eu estava sentindo, porque esse sentimento não era de Deus.
– Normal, James – disse ele.
– Você não está entendendo – repliquei frustrado. – Eu estou com ciúmes da Lily como Sirius. Eles estão muito... grudados. E isso está me matando.
Remus me olhou solidário; logo depois suspirou e se aproximou de mim. Passei a mão no cabelo novamente e ajeitei os óculos.
– Isso tudo à da sua cabeça, Pontas – ele colocou a mão no meu ombro. Deus de ouça, meu caro amigo. – Sabe que o Sirius é louco pela Marlene.
– Mas...
– Sem mas, James – interrompeu-me Remus e eu me calei. – Isso não tem fundamento. Sabe disso.
Suspirei e olhei para o outro lado.
– Acho bom você estar certo, Aluado – falei e ele revirou os olhos.
– E desde quando eu estive errado?
– Espero que a resposta continue sendo nunca – balancei a cabeça e ele deu tapinhas nas minhas costas.
(…)
Mentalmente, eu contava. Eu já estava no número sessenta, quando Lily desceu as escadas, parado ao meu ver fazer abdominais sem camisa. Ela pareceu me admirar por alguns segundos e seu lancei-lhe um sorriso malicioso. Ela ergueu uma das sobrancelhas e balançou a cabeça.
Como era sábado de manhã e eu – milagrosamente – havia acordado primeiro do que a senhorita-sou-certinha. Ponto para James Potter! Como eu estava cheio de coisas na cabeça, acordar cedo e fazer alguns exercícios, foi a melhor opção. Eu tinha de me distrair com alguma coisa.
Lily passou por mim e, mesmo de costas, disse:
– Vai colocar uma camisa, Potter.
Levantei-me um pouco suado, e fui até ela, colocando minhas mãos em sua cintura e cheirando seu pescoço. Senti que ela estremeceu e sorri enquanto beijava seu ombro. Ela tinha um cheiro de... jasmim (?). Era tão bom seu perfume, que eu nem conseguia decifrar o cheiro.
Afastei seus cabelos macios e ruivos para o lado, roçando meus lábios em seu queixo; cara, aquela ruiva esquentadinha me deixava maluco.
– Eu sei que você gosta de quando eu fico sem camisa. – Sussurrei em seu ouvido e ela se contorceu por causa dos arrepios que precorreu seu corpo. Sorri maliciosamente, mas ela não pôde ver.
Girei seu corpo para que ficasse de frente para mim. Era impressão minha ou seus olhos estavam mais verdes? Encostei-a na bancada da pia e passei minhas mãos pelo seu rosto enquanto Lily me olhava intensamente. Sorri mais uma vez – eu parecia um bobão – e me aproximei mais.
Ela sorriu marotamente para mim e fez algo que eu, nunca, jamais, imaginei que Lílian Evans faria: enlaçou uma das pernas em meu quadril e me puxou, permanecendo com a perna ali. Preciso dizer que eu fiquei... animado?
Lily pegou minha nuca, aproximando meu rosto do seu. Será que era crime pensar que nós íamos nos beijar? Ela puxou meus cabelos e eu gemi enquanto a boca dela ia para minha orelham mordendo o lóbulo. Não sabia que Lílian Evans tinha esse poder.
– Presta atenção, James Potter – sussurrou, acariciando meus cabelos. – Eu também sei jogar seu jogo – e se afastou abruptamente, me empurrando para trás. Eu estava atordoado... o que havia acabado de acontecer ali?
Passei as mãos no cabelos e estreitei os olhos. Ela estava sorrindo com malícia... e eu pensei que ela era toda... Lily Evans. É, as ruivas eram mesmp quentes e essa pegava fogo. Eu a queria mais do que nunca.
– É melhor tomar um banho, Potter – disse ela, tomando um copo de suco e piscando o olho por cima do copo. – O gato comeu a sua língua?
Sorri com deboche e passei a língua pelos lábios. Se ela achava que iria ficar barato, estava muito enganada. Ninguém brincava com James Potter e saía ganhando; eu sabia dar a última cartada. Porque eu era o mestre nesse jogo.
– Querida, nesse jogo, ninguém ganha de James Potter – falei e ela ergueu uma das sobrancelhas.
– É mesmo?
Sorri e fiz uma reverência para ela, voltando para sala e pgando minha camisa e meu casaco, já recuperado do joguinho de Evans.
Voltei para a cozinha, onde ela comia um pedaço de bolo, pensativa. Evans estava linda naquele short jeans e uma suéter verde, deixando o short quase invisível. A danada era gostosa. Balancei a cabeça e peguei uma maçã. Ela me olhou sem nada dizer.
– Vou dar uma caminhada, não sinta saudades – falei depois de lavar a fruta.
– Não vou sentir – rebateu ela.
Sorri para disfarçar como aquilo me deixou mal. Que saco! Pisquei e fui fui para a manhã fria e parcialmente nublada. Coloquei meu capuz, ainda com o cheiro dela em meu corpo. Balancei a cabeça e comecei a correr com as mãos nos bolsos de meu casaco (depois de eu ter comido a maçã, é claro).
Acho que ter ciúmes de Sirius e Lily era paranoia minha. Talvez eu estivesse mesmo... Não, eu estava mesmo caidinho pela Lily. Ou caidinho não era a palavra certa? Contando que eu desconfiei do meu melhor amigo; entrei em choque porque, do nada, eles dois começaram a se chamar pelo primeiro nome e agora ficavam de risinhos pelos cantos, caidinho (com certeza) não era a palavra certa.
Eu estava apaixonado!
Rá, parecia até piada. James Potter nunca se apaixonava... isso era mentira, mas não estou aqui para falar sobre esse assunto. Talvez mais tarde. Mas que aquela ruiva me pegou de jeito, pegou. Aquela ruiva que eu jamais imaginei que ficaria tão... selvagem. Balancei a cabeça.
Aquela aposta tinha um motivo específico, mas eu estava começando a achar que algo estava errado ou... Certo. Mas não estava saindo do jeito que eu planejava. Aquela mulher ainda ia acabar com a minha sanidade.
Eu ainda corria pela calçada – eu devo confessar que Lily escolheu um ótimo lugar para morar –, quando eu esbarrei em alguém. Também, estar distraído e com o capuz na cara, eu jamais enxergaria qualquer pessoa. Tirei o capuz e olhei para os lados, procurando quem ou o quê eu derrubara.
Vi uma mulher sentada no chão molhado, me olhando. Tinha cabelos castanhos avermelhados e olhos cor de mel. Bonita. Mas não era a Evans. Em outra época, eu a teria cortejado (se é que eu cortejava alguma mulher... nossa, me senti mal agora) e a teria conseguido num estalar de dedos. Contudo, eu estava mudado. Lily Evans havia memudado.
Estendi a mão para ela, que aceitou, e a icei para cima.
– Desculpe-me, eu estava distraído – pedi, passando as mãos nos cabelos. Droga. Ela sorriu, sorando.
– Tudo bem... só acho que não deveria usar o capuz – respondeu ela e estendeu a mão. – Miranda Lavine.
– Vou tentar lembrar-me disso – sorri apertando sua mãos. – James Potter.
– Bonito nome – aprovou e eu sorri. Deus, até quando eu só estava sorrindo para ser simpático, parecia que eu estava flertando.
– Obrigado – assenti e Mirando me mediu de cima a baixo. Isso seria difícil. – Er... eu tenho que ir. – E comecei a andar de costas, apontando para onde eu vim.
Miranda concordou e depois pareceu se lembrar de algo. Eu a observei escrever num papel e logo depois me dar. Obviamente, era o número dela. Pela primeira vez, eu não ligaria. Não sentia vontade.
– Ligue quando se sentir sozinho.
Ok, isso era estranho.
(…)
Eu balançava a cabeça quando entrei na casa de Lily. Não ia ligar para Miranda... primeiro, eu não queria. Segundo, eu estava na casa da ruiva mais esquentada do mundo. Terceiro, eu amava a dona da casa. Merda. Amassei o papel e coloquei em meu bolso.
Caminhei até a sala e não a vi ali. Nossa, eu estava suado! Como todo ser normal, eu cheirei minhas axilas (se Lily estivesse ali, ia me chamar de nojento e porco) e, putz!, eu estava bem nojento mesmo. Era melhor eu ir tomar banho, antes que alguém sentisse o odor masculino. Bonito linguajar, não é?
Depois de tomar banho, voltei para o andar de baixo e a vi falando no telefone. Como eu não era fofoqueiro nem nada, observei-a. E qual foi a minha surpresa quando a ouvi falar com Sirius? Antigamente, ele me ligava! Ok, parei.
– Hoje? – Ela disse, surpresa. – Sabe que eu vou sair com as meninas mais tarde. – Houve uma pausa e ela bufou. – Deixa de ser ridículo... – mais uma outra pausa. – Está bem! Você é chato para caramba. – Almofadinhas disse mais alguma coisa. Não amo nada e me diz logo onde devo te encontrar... No shopping? Sirius! – Ela cerrou os dentes. – Já estou saindo.
Passei para ela como se não tivesse ouvido nada; mas fervia de raiva por dentro. Acho que, se alguém me tocasse, perceberia que eu estava pegando fogo – até com raiva eu pegava fogo; sou único. Balancei a cabeça.
Evans me olhou, com uma das sobrancelhas erguidas. Já disse que ela era linda? Acho que já... Ela balançou a cabeça e prendeu os cabelos com um grampo, fazendo um meio rabo de cavalo. Vai parecer estranho, mas era eu quem fazia penteados em Alice. Me julguem.
– Vou sair, Potter – respondeu Evans por fim.
– Com quem?
Ela me olhou novamente.
– É meu pai agora? – Ela balançou a cabeça. – Vou com Sirius.
– Vocês andam muito juntos ultimamente – observei ainda de braços cruzados.
– Impressão sua – disse ela. – Volto bem mais tarde. Vou me arrumar na casa de Lene... – Evans colocou as mãos na cintura. – Nada de festas, gracinhas e nem colocar mulheres dentro da minha casa, entendido?
Passei para ela como se não tivesse ouvido nada; mas fervia de raiva por dentro. Acho que, se alguém me tocasse, perceberia que eu estava pegando fogo – até com raiva eu pegava fogo; sou único. Balancei a cabeça.
Revirei os olhos, irritado. Eu não ia colocar ninguém aqui, eu não queria mais nenhuma mulher que não fosse Lílian Evans.
– Sim, senhora – resmunguei. Ela me olhou desconfiada, mas depois assentiu.
– Vejo você mais tarde – e saiu, sem mais nem menos.
Fiquei parado ali por alguns minutos. Era óbvio que iria segui-la, acharam mesmo que eu ia obedecê-la e ficar aqui igual a um cachorro? Essa função era de Sirius.
Peguei as chaves do meu carro com rapidez; sinceramente, eu estava ficando louco. Enquanto eu dirigia, eu pensava em desistir de ir até o shopping. Mas, aí, eu pensava que tinha de ver com os meus próprios olhos, se eu estava ficando paranoico ou não. O que, muito provavelmente, eu estava. Afinal, Sirius era o meu melhor amigo desde sempre.
Remus, com certeza, não aprovaria esse meu comportamento. Contudo, eu nunca o ouvia mesmo e o fazia ficar com aquela cara de desgosto no rosto. Ele era meu outro melhor amigo, mas eu não dava ouvidos a ele, coitado. Até eu tinha pena do que eu fazia com ele.
Estacionei o carro – ainda achava um absurdo o preço do estacionamento – e comecei a minha procura... O que quase não demorou nada, pois eu os encontrei numa floricultura. Como havia muitas plantas ali, me escondi facilmente.
Escondi-me entre algumas samambaias – se é que aquilo era uma samambaia, eu não era muito bom em Biologia – e prestei atenção na conversa. Abri um pouco a planta para poder vê-los melhor; preciso dizer que odiei o que eu ouvi?
Sirius se aproximou dela, colocando uma mão em sua cintura. Como Lily estava de costas, eu não pude ver sua expressão, pois Sirius recuou levemente. Ele a olhou profundamente.
– Fui eu – disse ele. – Espero que você goste.
– Eu amei! Obrigada, Black – Lily respondeu e eu tentei não amassar a inocente planta.
– Lily, sem certeza que...
– Shii – ela o interrompeu. – Eu sei como agir, ok? – Sirius revirou os olhos, mas sorriu. E eu conhecia aquele sorriso.
– Eu... – Ele respirou fundo. – Eu gosto de você. Não, eu amo você. Por isso fiz tudo... isso.
Lily atirou-se no pescoço dele, que ficou surpreso. Depois ele riu a abraçou. Lily riu e se desprendeu dele.
– Ok, agora eu achei...
– Achou o quê? – falei aparecendo detrás da planta. Sirius me encarou surpreso e Evans me olhou de um jeito esquisito. – Meu melhor amigo...
– Potter, não fala do que não sabe – Lily começou, mas eu não ouvi.
– Do que eu não sei? – repeti com a voz dura. – Do que eu não sei? E o que é que eu não sei?
– Olha aqui...
– Não – interrompeu Sirius, olhando mim. – Vai encontrar as garotas, deixa que eu falo com ele.
Lily ia falar mais alguma coisa, mas desistiu. Olhou para mim e depois para Sirius. Assentiu e se afastou, olhando para mim. Alguma coisa me dizia que aquele olhar significava algo a mais, que a minha raiva não deixava eu ver.
– Pontas, cara – começou Sirius, nervoso. – Calma.
– Não me chame de Pontas – disse eu e ele recuou.
– Não é o que você está pensando – eu ri. – É sério. Isso tudo é para me ajudar com a Marlene. Não foi nada demais... eu não falei nada demais.
– Não é nada demais? – Eu ia dizer mais alguma coisa, mas desisti. Eu realmente estava muito triste. – Quer saber? Esquece. Esquece tudo. – E comecei a me afastar. – Tudo mesmo.
– James, espere! – gritou ele, porém não dei ouvidos. Eu não queria ouvir nada. Eu não ia ouvir nada.
Então, assim que cheguei em casa, fui atrás da minha calça, atrás do núemero de telefone. Eu precisava me distrair. E a Miranda seria perfeita para me ajudar.
É... antes eu tivesse obedecido Lily e ficado em casa.
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N/A: Sem xingamentos, please! Para o povo que lê, eis a explicação do por que de eu ficar um mês e pouco sem postar: eu estava entediada. Nem mesmo a internet estava me salvando e estava sem inspiração. Sim, isso é muito ruim. Mas estou bem! E, sim, haverá uma segunda parte, mas com a Lily narrando.
Lunha: VOLTEI, MULHER! Tô aqui, não se desespere, hermosa! Olha, um post fresquinho para vocês ;)
Lana Sodré: Eu? Maléfica? Jamais! Eu, hein! Depois de muito implorar, eu consegui TS e 3CPA, ok? kkkkkkkkkkkkkkkk cara, eu sou sinistra nas trollagens hahahahaha só não faço isso de novo, porque ela não cairia. Dorcas não sendo doida não seria Dorcas! Vish, eu pegava de volta! Faria um escândalo. Uma vez a minha prima cismou que a minha saia era dela. Obviamente, eu a peguei de volta :D Sério que você riu? *------------* vomitei arco-íris! kkkkkk James é um fofo quando quer! Na verdade, ele é todo fofo, então... Lily o ama tanto! kkkkkkk Essa amizade deu muito o que falar kkkkkkkkkkkk Obrigada por comentar, hermosa *---* fico muito feliz!
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Comentários: 2
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| Enviado por Lana Silva em 18/08/2013 |  | Esqueci de dizer... O capitulo me lembrou uma música "When a man loves a woman" tipo... James com essa narração louca, me lembrou mesmo a música, ouça e veja a tradução...Foi totalmente esse capitulo *-*
Beijoos! | | Nota: 5 |
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| Enviado por Lana Silva em 18/08/2013 |  | KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Depois desse capitulo Dona Laís Oliveira até você mesma tem que se considerar maléfica...Tô passada aqui. James é tãoooooo ciumento e isso de chamar Miranda vai dar confusão. Sim sim, conseguiu TS e 3CPA...E olha que TS antes dos outros leitores. Não faça que suas leitoras tenham um ataque do coração ok ? Sem mais trollagens! Isso ai *-* Ahhhhhh amooo a Dorquinhas!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Eu peguei de volta Lai... Ontem quase esquecia o meu chaveiro lanterna lá ¬¬ Claro que eu ri \o/ E nesse capitulo ri ainda mais, Lily seduzindo e largando o Jay...E a cena dela com Sirius, cara, James tá louco da vida... Fiquei dividida entre entrar na fic pra mandar ele se acalmar e rir...E como não posso entrar em história alguma (infelizmente, porque se não já teria entrado em HP e levado Six pra longe \o/ ai não ia ter morte dele, Harry teria um pai..E eu um marido KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK viajei agora...) fiquei rindo dele... Já tá dando o que falar Lai... Adorei o capitulo *-*
Beijoos! | | Nota: 5 |
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