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21. Troca de informações


Fic: HP e a Reconquista da Magia Antiga - quase 12 mil leitores... e a fic continua SEM betagem


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry, Rony, Hermione e Gina tentaram se distrair durante o resto do dia. Eles precisavam se preparar para o encontro do dia seguinte. Desta vez iriam todos eles. Seria mais seguro, caso Lucius tentasse fazer alguma coisa.
Eles ficaram inventando jogos e fazendo pequenos feitiços. Só quando Gina falou que ia preparar um banho é que Rony teve oportunidade de entregar o presente a Mione.
_ Espero que você goste – disse à namorada.
Ela pegou o embrulho, curiosa, e abriu o mais rápido que pode. O livro era, com certeza, uma antiguidade.
_ Nossa, Ron, isso é demais! Não se ensina mais Runas Numéricas na escola. A professora disse que não era necessário desde que incluíram Aritmancia na grade curricular. Mas eu sempre pensei o contrário. Sabe, runas numéricas são diferentes de números exatos – ia dizendo empolgada.
_ Que bom que ficou feliz! – disse Rony.
_ Muito, muito feliz – disse enquanto se levantava para beijar o rapaz.
Ela ficou ali, falando o quanto eram importantes todas aquelas informações. Rony a observava calado, ele não sabia quase nada daqueles assuntos, mas gostava de ouvi-la. Pela primeira vez nesses últimos anos ele pensou que havia algo de bom em toda aquela situação que estavam vivendo.
No andar de cima, Harry esperava Gina sair do banho. Enquanto isso, rememorou tudo o que tinha acontecido nas últimas semanas. Ele tinha impressão que cada ano era menor. Que as coisas aconteciam com tanta velocidade que ele não tinha apenas 17 anos. Tinha muito mais.
Gina saiu do banho usando a mesma jeans e camiseta que estava antes. Eles não podiam se preocupar com roupas ou luxos. Olhou para o rapaz ali, sentado na cama, com o olhar perdido:
_ Um galeão pelos seus pensamentos – brincou.
_ Não precisa pagar nada, você tem crédito comigo. – respondeu –Só estava pensando no quanto tudo isso é estranho. Daqui alguns dias a gente vai confrontar Voldemort de frente e parece que vai ser a coisa mais natural do mundo. É como se eu esperasse por isso desde que nasci.
_ Eu também não me sinto estranha. Nem com medo. A hora que você quiser, a gente vai até ele e faz o que precisa ser feito.
Harry encarou a garota sentada ao seu lado, ainda com os cabelos molhados. Deu um beijo em sua testa e falou:
_ Até parece que estamos viajando de férias!
_ Ou de lua-de-mel – riu divertida.
O comentário dela fez Harry se lembrar do presente. Pegou no meio de suas coisas e entregou a ela que abriu imediatamente.
_ Harry, é lindo! Não precisava!
_ Eu sei que não precisava. Mas você vai ter que deixar a Andriax aqui. E eu queria que você ficasse com alguma coisa para se lembrar de mim.
Ela colocou o anel no dedo, deu um beijo no rapaz e desceu para ajudar Hermione a preparar a comida.
Harry chegou na sala, viu o livro sobre uma cadeira e perguntou ao amigo:
_ E aí? O que ela achou?
_ Acho que perdi a namorada, cara!
_ Nossa, ela ficou ofendida de ganhar um livro? – assustou-se Harry.
_ O problema não é esse! É que ela gostou tanto do presente que agora não larga ele pra nada.
Os dois deram risadas e continuaram conversando sobre como abordariam Malfoy no dia seguinte.
_ Acho que devemos pedir uma sala reservada no local que Percy indicou. Assim deixamos o garçom avisado para indicar o lugar ao Malfoy. Seria muito arriscado conversar com ele perto de todo mundo – sugeriu Rony.
_ É, acho que é isso que temos que fazer. Como é mesmo o nome do lugar?
_ É Olho do Furacão. Parece que é meio barra-pesada. Mas Percy garantiu que é um lugar em que ninguém vai estranhar o nosso encontro.
_ Na minha opinião – interrompeu Gina – vocês poderiam discutir esse assunto aqui na cozinha, com a gente.
Eles acataram o pedido da menina e foram para a cozinha. Sentaram-se à mesa e continuaram o assunto.
_ De qualquer maneira – disse Mione – nós deveríamos tomar algumas providências.
_ Tipo o quê? – perguntou Harry.
_ Ah, coisas simples, como blusões com capuz ou chapéus que impedissem de sermos reconhecidos – respondeu a garota.
_ Você acha necessário? – indagou Rony.
_ Não me leve a mal, mas os seus cabelos são tão discretos e irreconhecíveis quanto os da Tonks – brincou Mione.
Todos riram e decidiram que sairiam bem mais cedo de casa. Passariam em uma loja, comprariam as roupas necessárias e depois iriam direto para o Olho do Furacão.
No dia seguinte eles se levantaram bem cedo. Deixaram todas as coisas prontas, caso precisassem procurar outro esconderijo.
Na loja de roupas, compraram alguns blusões de moletom preto com detalhes em vermelho escuro e grandes capuzes presos às costas.
O encontro havia sido marcado para as 14h. Ainda eram 11:30 e eles decidiram que o melhor a fazer era esperar no local. Foram para o Olho do Furacão, pediram alguma coisa para comer e beber e sentaram em uma mesa. O lugar era mesmo estranho. As mesas ficavam espalhadas de qualquer jeito e seres de todos os tipos entravam e saíam sem parar.
Quando o relógio soou 13h, Harry se levantou e perguntou ao garçom onde poderia se reunir em particular com uma pessoa. O garçom lhe mostrou um quarto nos fundos do bar. O aluguel era por hora e Harry pagou 1 galeão adiantado. Seria suficiente para 3 horas de conversa.
Eles explicaram as feições de Lucius Malfoy para o garçom e pediu que o encaminhasse ao quarto assim que chegasse ao local.
Os quatro já estavam acomodados. O local era um tanto sujo. Tinha apenas uma mesa redonda, seis cadeiras, sem nenhuma janela, só um lampião clareava o ambiente. Também havia uma lareira que dava a impressão de não ser usada há pelo menos 50 anos, tamanha era a quantidade de teias de aranha.
Algum tempo depois eles ouviram uma batida na porta. O garçom avisou que era o convidado esperado.
Hermione baixou a luz do lampião, cada um colocou seu capuz e Rony, engrossando a voz, deu ordem para que ele entrasse.
Estavam os quatro sentados lado a lado e uma cadeira de frente para eles. Gina indicou a cadeira para que o visitante sentasse.
Por um instante ninguém falou nada. Até que Malfoy se manifestou.
_ Eu recebi o bilhete de vocês. O que sabem sobre meu filho?
Harry reparou que a voz do homem estava cada vez mais fraca.
_ Sabemos onde ele está – respondeu Rony ainda engrossando a voz.
_ Vocês são... vocês são do grupo de treinamento especial, é isso?
_ Treinamento especial? Não, não somos. – respondeu Harry tentando disfarçar a voz.
_ Então, pelo que há de mais sagrado, me digam onde está meu filho.
Harry levantou da cadeira e tirou o capuz. Os outros três permaneceram sentados, mas tiraram seus capuzes. Malfoy olhou incrédulo o rapaz ali na sua frente.
_ Você, aqui? Mas disseram que você foi seqüestrado!
_ Uma feliz coincidência! Mas não posso perder tempo explicando nada a você. Nós sabemos onde Draco está e como você poderá soltá-lo. Mas queremos alguma coisa em troca.
_ Ora, Potter, você acha mesmo que eu vou negociar com vocês? Eu, que passei anos tentando caçá-lo para entregar sua cabeça de bandeja nas mãos do Lorde? Essa é a oportunidade que eu tanto esperava. Realmente, você vai me ajudar a ter meu filho de volta, assim que eu te entregar para o Lorde. Até parece, Lucius Malfoy barganhando com Potter, os Weasley e essa maldita sangue-ruim da Granger – debochou o homem, assumindo o ar arrogante tão conhecido dos jovens ali presentes.
Antes que Malfoy pudesse executar qualquer ação, um forte raio amarelo cortou o ar e o atingiu direto no peito, jogando ele contra parede.
Mione deu alguns passos à frente e berrou com ele:
_ Acabou Malfoy, acabou a fase de me chamar de sangue-ruim, está ouvindo?
Enquanto ela falava, gesticulava a varinha e mais feitiços iam acontecendo. Ela fez Lucius levitar e em seguida o amarrou com cordas mágicas tão perfeitas que até mesmo aurores ficariam com inveja.
_ Mione – sussurrou Harry – o que é isso?
_ Deixa essa conversa comigo, Harry – disse a garota.
As cordas apertavam muito e Lucius percebeu que não havia como escapar.
_ Muito bem, Lucius – disse com uma voz cheia de rancor – vamos deixar algumas coisas bem claras aqui. Você é apenas um bruxo medíocre. Nós somos quatro jovens bruxos que já enfrentaram todos os tipos de magias que você nunca conseguiria imaginar. Então, pelas minhas contas, acredito que você esteja em desvantagem.
_ Ora sua... – começou Malfoy antes que uma mordaça aparecesse em sua boca.
_ Pelo visto você ainda não entendeu – disse Mione ainda exaltada – é para você calar a boca, Lucius. Cale-se e ouça. Acho que fui clara! Ótimo, com essa mordaça você fica mais amigável. Agora que tal sentar esse seu traseiro branquelo na cadeira e ouvir as nossas condições?
Antes que Lucius pudesse fazer alguma coisa, outro jato de luz estourou em seu peito e ele caiu sentado.
Os outros três olhavam meio assustados para Mione, que tinha assumido o controle da situação.
_ Agora vamos ao que interessa – disse a garota mais uma vez – nós sabemos onde aquela aberração do seu filho está. Sabemos também que ele não esta sendo nada bem tratado. Pelo contrário, está preso com cordas bem piores que essas, cordas com espinhos capazes de furar até mesmo a pele de um troll.
Os olhos de Malfoy brilharam de medo.
_ Não sei o que você sabe ao meu respeito – continuou a garota – mas acho bom lhe dizer que ainda não inventaram um feitiço que eu não possa conjurar.
Mione fez mais um gesto e da ponta de sua varinha apareceu uma corda enorme, cheia de espinhos duros como aço.
_ É uma dessas que está prendendo o seu Draco. Ela se chama Suplicius e tem a finalidade de punir ou castigar quem não segue ordens específicas. Fazia parte da sessão de condenação do Ministério da Magia. E só há um jeito dessa corda se desmanchar. Você sabe qual é?
Lucius fez que não com a cabeça.
_ Eu imaginava. Saiba que se tentar soltá-la a força, ou com qualquer outro feitiço, os espinhos irão crescer até atravessar a pessoa amarrada. Você quer que isso aconteça com Draco?
Mais uma vez o homem sinalizou que não, e demonstrava estar cada vez mais apavorado.
_ Eu consigo desfazer essa corda, Lucius – informou a menina, num sussurro que deixava aquela conversa ainda mais assustadora.
Malfoy sabia que não estava em condições de exigir nada. Ele não sabia a gravidade da situação. Agora percebia que a vida de seu filho corria um grande perigo e ele faria qualquer coisa, até mesmo matar o próprio Voldemort, se tivesse forças.
Hermione percebeu o que Malfoy estava pensando e tirou a mordaça dele enquanto perguntava:
_ E então?
_ Diga o que querem saber – falou Lucius, vencido.
_ O endereço de onde está Voldemort – disse Harry.
Ele não esperava por aquilo. Revelar o esconderijo era colocar todos os seus companheiros em risco. Mas queria saber onde estava Draco. E se inventasse um lugar fictício...
Como se tivessem lido o pensamento dele, todos os quatro tiraram as varinhas e apontaram para o peito do bruxo, ainda amarrado.
_ Não minta para nós, Lucius – desafiou Hermione – ou você vai descobrir que a sangue-ruim aqui conhece mais que três maldições imperdoáveis. Acho que você não vai querer ser encontrado virado pelo avesso, não é mesmo?
As quatro varinhas apontadas para ele e a menção do Inversucorpus foram suficientes para varrer qualquer blefe de sua mente. Ele respirou fundo e falou:
_ Voldemort não está mais em um esconderijo. Ele construiu uma fortaleza. A única coisa que sei é que ela fica próximo ao Altar dos Portais.
_ Mas que maldito Altar é esse que tanta gente fala? – berrou Harry quase enfiando a varinha na boca de Malfoy – Seja mais claro!
Malfoy tremia de raiva, de medo e de ansiedade em saber o paradeiro de Draco. Deu outro suspiro e disse:
_ Me diga você, Potter. Ou você, Srta Granger. Qual o único lugar do país que parece um altar, cercado de portais por todos os lados?
Mione arregalou os olhos. Era tão óbvio, pensou.
_ Stonehenge – sussurrou ela.
_ Exato, é naquela direção que fica a fortaleza. Mas não é tão fácil assim entrar nela.
_ Então me diga o que precisamos fazer – disse Harry ainda com a voz alterada.
_ Não posso!
_ Claro que pode!
_ Não, Potter, eu não posso! Não posso porque se ele descobrir, vai fazer alguma coisa muito ruim ao Draco! E ele vai saber.
_ Como? – perguntaram Mione e Harry ao mesmo tempo.
_ Ele colocou um feitiço. Toda vez que alguém fala sobre os segredos da fortaleza, alguma coisa acontece lá dentro, como se soasse um alarme. Um alarme que diz qual foi o traidor e para quem ele passou a informação.
Aquilo dificultava as coisas. Eles não poderiam correr o risco de serem pegos na entrada da fortaleza. Precisavam estar lá dentro antes do confronto final.
Mione andava de um lado a outro da sala. Precisava pensar. Ela mesma já tinha lançado uma azaração contra informantes na época da Armada de Dumbledore.
_ Escute, Lucius – disse pausadamente, colocando os pensamentos em ordem – você falou que havia uma espécie de azaração. Uma azaração quanto falar sobre as armadilhas da fortaleza, certo?
_ Exato – disse o homem ansioso.
_ Então se você não falar nada, não vai sofrer a azaração – disse a garota.
_ Agora eu que não entendi, Mione – disse Harry.
_ É simples: ele não pode nos falar. Mas pode nos levar até lá. E qualquer coisa, é só alegar que nós o obrigamos.
_ Eu não faço nada até ter Draco ao meu lado, são e salvo – afirmou o homem.
Os quatro se entreolharam, sabiam que Malfoy não era uma pessoa muito confiável. Precisavam garantir que ele não os trairia.
Hermione sussurrou alguma coisa para Harry, que pareceu gostar da idéia.
_ Está bem, Malfoy. Nós iremos com você, Mione irá salvar seu filho, mas queremos ter certeza de que não irá nos trair – disse o rapaz.
_ O que querem que eu faça? – disse indignado o pai de Draco.
Hermione retirou as cordas que o amarravam e lhe ordenou que se ajoelhasse.
_ Vocês querem... querem que eu faça... – gaguejou Lucius.
_ Isso mesmo, queremos que você faça o Juramento Inquebrável – respondeu Harry.
Malfoy pensou por um segundo. Não tinha outro jeito. Ele teria que se submeter aquele juramento para salvar seu filho. Agora ele entendia porque o Lorde nunca quis se envolver com ninguém.
Ele se levantou da cadeira e se ajoelhou em frente a Potter. Os dois bruxos deram as mãos e Hermione tocou as mãos dos dois com sua varinha:
_ Você jura que não irá nos abandonar assim que tivermos livrado Draco das torturas de Voldemort? – perguntou Harry.
_ Eu juro – respondeu Malfoy.
_ E jura que fará tudo para que eu possa entrar na Fortaleza, sem ser descoberto?
_ Eu juro – respondeu mais uma vez.
A cada pergunta e resposta a varinha de Mione lançava uma pequena labareda que envolvia as mãos de Harry e Lucius.
_ E jura, finalmente, que não irá revelar o nosso paradeiro ou os nossos planos a ninguém, nem mesmo ao seu filho?
_ Juro – concluiu Malfoy.
A última labareda se uniu as demais, formou uma corda de fogo que uniu aquelas duas pessoas magicamente.
Estava feito – pensou Harry – logo ele poderia encarar Voldemort e cumprir sua missão.
_ Agora – disse Lucius, quebrando os pensamentos do rapaz – onde está Draco?
_ Draco está em Londres – respondeu Rony – num armazém aparentemente abandonado.
Eles explicaram as condições em que Draco estava mantido prisioneiro e combinaram que na manhã seguinte se encontrariam para libertar o rapaz.
Malfoy já estava na porta para sair do quarto quando Harry perguntou:
_ Só mais uma coisa: que história é essa de Treinamento Especial?
Malfoy virou-se e respondeu, rapidamente:
_ Uma equipe de jovens bruxos, assim como vocês, que estão sendo treinados para se tornarem comensais ainda mais poderosos que os da minha geração.

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