A saudade é a inconfortável esperança de um reencontro.
EVANDRO LUIZ
6 REENCONTROS
Kaos andou por entre as pernas do rapaz visivelmente nervoso, com seu rabo escovando suas panturrilhas. Ele suspirou e afundou o rosto nas mãos, quase chutando o gato para o lado. Levantou-se da poltrona e andou de um lado para o outro no quarto mais uma vez, a preocupação tomando conta de sua mente.
Três dias atrás, no escritório de Dumbledore, a proposta de missão que trouxera para o diretor havia terminado muito longe do que fora planejado. Nos seis anos que passara distante dali, estudando, lutando e planejando um contra-ataque, perdera completamente a capacidade de temer; não havia nada que pudesse tirá-lo de sua concentração, qualquer que fosse a dor ou ameaça a que estivesse submetido. Esquecera, contudo, da mais poderosa das emoções: o amor.
A menção de Gina na conversa e sua inserção na missão talvez suicida que planejara com tanta cautela foi capaz de fazê-lo perder a linha como já não acontecia há anos. A frustração parecia consumi-lo no processo constante de buscar por um plano alternativo; uma memória alternativa. Se houvesse alguma outra memória que pudesse usar para ativar o portal, não precisaria da ajuda de Dumbledore – e a simplicidade da informação que precisava chegava a ser irritante, uma vez que todas as alternativas que encontrava eram becos sem saída.
Harry bufou, deixando o corpo cair sobre a cama e cobrindo o rosto com seus braços. Na realidade, não era tão simples assim. É bem verdade que outras pessoas tinham memórias do tempo e espaço para o qual precisava ir, mas duvidava muito que qualquer uma delas soubesse do que se tratava a pedra da memória, e muito menos como utilizá-la. A única razão para Dumbledore ter esse conhecimento era por seu trabalho com Nicolau Flamel há muitos anos atrás – e não é qualquer um que pode, com sucesso, transferir uma parte de sua memória para a pedra.
Além do quê, quem melhor para infiltra-lo no meio em que vivia Lílian Evans que o próprio diretor da escola em que vivia? Dumbledore era de fato a saída mais lógica. O problema, é claro, seria lutar ao lado de Gina. Não que ela fosse incapaz: longe disso; Gina era uma bruxa excepcional e com poderes incríveis. Mas como se concentrar sabendo que sua vida estaria em risco?
— Merda de diretor. — Xingou o garoto em seu quarto.
Hermione ficara responsável de comunicar Gina sobre a necessidade de uma visita à Hogwarts – sem, é claro, mencionar quem estaria participando desse encontro além do diretor. E hoje era o dia desse encontro.
Toc toc. A batida em sua porta fez com que pulasse em sua cama. Estranhou a sensação de tomar um susto, situação por qual há muito não passava. Passou a mão pelos cabelos e foi em direção à porta, recebendo Hermione.
— Você precisa ir à sala do diretor. — Disse ela. Havia receio em seus olhos e cautela em suas palavras. Harry já sabia da resposta para sua próxima pergunta, mas insistiu em fazê-la mesmo assim.
— Ela está aqui?
Hermione acenou devagar. Harry suspirou e cobriu os olhos com uma das mãos – com toda a certeza do mundo, não estava nem um pouco preparado para aquilo. Quando seus olhos encontraram os da amiga novamente, ela pôde ver além da preocupação e do medo genuíno de levá-la na missão, uma tensão quase infantil de um adolescente com uma paixão não correspondida. Ela deu um riso leve, atraindo a atenção do rapaz.
Sorriu para ele e o abraçou com toda a força que tinha, tentando dar alguma força à ele. Pela primeira vez naqueles três dias, sentiu os braços dele envolvendo seu corpo de volta.
— Eu estou com medo, Hermione. — Ele sussurrou. Hermione ergueu os olhos espantados ainda no abraço. Não achava que ouviria tanta ternura e sinceridade nas palavras do amigo tão cedo. — Não posso leva-la comigo. O que é que eu vou fazer se acontecer algo com ela?
— Ela tem que ir, Harry. — Respondeu, na esperança de que ele se conformasse com aquilo. — Acho que você me conhece até hoje apesar dos seus anos longe e com certeza sabe que eu passei esses três dias estudando sobre o seu caso, não é mesmo? — Ele sorriu e acenou para ela, confirmando.
— E tenho certeza que está extremamente frustrada porque não conseguiu muita coisa. — Completou, e foi vez da garota rir.
“Com toda a certeza.” Ela confirmou. “Mas mesmo que eu não tenha conseguido muito Harry, o pouco que li já me fez entender a importância da presença dela ao seu lado. Você não está indo para qualquer época, Harry – você está indo para a época que seus pais estavam vivos. E por mais que agora, nesse momento, você se ache perfeitamente capaz de controlar suas emoções, no momento em que você olhar nos olhos da sua mãe, Harry, tudo vai mudar. No momento em que você se vir na mesma sala com seus pais juntos, se abraçando, tudo vai mudar. No momento em que você vir Sirius e Remo rindo juntos, tudo vai mudar. E você não vai, de forma alguma, poder abraça-los do modo que você gostaria; pior ainda, ninguém vai poder saber porque você gostaria de abraça-los daquele modo. Isso vai matar você por dentro, Harry.”
Ele se desvencilhou do abraço e puxou-a para dentro do quarto, fechando a porta atrás dela. Respirou fundo e se sentou na beirada de sua cama. Hermione se sentou ao lado dele, segurando sua mão. Parecia conseguir sentir toda a dor e solidão apenas de olhar para seus olhos. Suspirou e continuou a falar.
“No escritório de Dumbledore, no outro dia… eu tive medo de você. Eu não duvido nem um pouco da sua força ou capacidade de se controlar. Sei que você é forte e sei que você é capaz. Mas não sozinho, Harry! Sozinho nunca! Precisar de apoio para carregar um fardo ou precisar de um ombro para chorar de vez em quando Harry, isso não é fraqueza! Isso te deixa mais forte! Sou sua amiga desde o primeiro dia em Hogwarts, e você devia saber disso tudo mais que ninguém. A solidão… dói, Harry. Não é porque você se acostumou com ela, que isso não te afeta. Você precisa da Gina.”
Ela apertou sua mão mais forte. Harry encarava o piso do quarto com o cenho franzido, preso em seus pensamentos. Hermione decidiu seguir com seu discurso.
“Precisa mais ainda porque não sabemos o que pode acontecer com você. Ninguém nunca foi herdeiro da luz e das trevas ao mesmo tempo – você é o primeiro e único. Pode ser o mais forte, é claro; mas também pode ser o mais perigoso. O equilíbrio, Harry, vai ser fundamental para que você não se perca. É essa a função do guardião da luz: manter a herança segura para o herdeiro. Se você estiver sozinho, Harry… eu não quero nem imaginar o que pode acontecer com você. E além de tudo… Gina já é grande o suficiente para saber se defender sozinha. Você precisa dela. Por favor, aceite isso. Não pode seguir em frente sozinho, por mais que você queira.”
Dessa vez, quem abraçou primeiro foi Harry. Não só abraçou, como também chorou. Chorou pela primeira vez em anos, e pareceu descarregar todos eles de uma só vez. Ele ergueu Hermione e colocou-a em seu colo, agarrando-se a ela como uma criança. Os soluços eram altos e firmes e as lágrimas pareciam não ter fim.
Uma lágrima escorreu dos olhos de Hermione também. Ver seu amigo daquela forma era de cortar o coração: e saber que ele não seria aceito de volta pelos seus amigos, principalmente por Gina, parecia doer mais ainda. Sempre acreditou que sentiria raiva de Harry se ele reaparecesse tão repentinamente, mas agora que ele estava ali… sentia apenas saudade, amor e compaixão. Não era necessário um pedido de desculpas, porque entendeu que a culpa nunca fora dele para começo de conversa.
E seria muito mais fácil se Gina pudesse ver o mesmo: mas ela sabia que não seria daquela forma. Abraçou o amigo mais forte, como se dissesse que compreendia seu medo. Entre os soluços que já diminuíam, Hermione ouviu uma risada triste.
— Gina vai me matar.
— Ela vai. — Confirmou a professora. — Mas em momento algum, Harry, esqueça que ela te ama. Por mais que ela esteja brava. Por mais que pareça que ela te odeia, lembre-se que ela te ama; e muito.
Harry respirou fundo e conteve o restante das insistentes lágrimas que ainda caíam de seus olhos. Tirou Hermione de seu colo e secou suas roupas com um feitiço. Com outra, deu um jeito em seu rosto inchado e vermelho. Levantou-se e limpou a garganta, respirando fundo novamente. Sem olhar para a amiga, andou em direção à porta.
— Vamos, estamos atrasados. — Hermione riu e levantou-se também, seguindo-o.
A caminhada até o escritório de Dumbledore foi silenciosa e um tanto quanto divertida para Hermione. A descoberta de que Harry ainda era capaz de sentir vergonha era um tanto quanto animadora para ela. Deu uma última risada antes de chegar na gárgula que protege a sala do diretor e dizer a senha. Estava para bater na porta, quando Harry a interrompeu sem olhar para ela.
— Hermione. — Ele chamou. Continuou fitando a porta sem desviar o olhar. — Tenho duas coisas para dizer.
— Pois não, Harry? — Não conseguiu conter o meio sorriso que dançava em seus lábios desde que saíram do quarto. Ele respirou fundo.
— Muito obrigada. E por favor, não conte isso para ninguém.
A professora gargalhou com as bochechas coradas do amigo, e corou também quando a porta foi aberta para revelar uma impaciente Gina com as sobrancelhas erguidas do outro lado. Pigarreou e arrumou seus cabelos cacheados, entrando na sala com Harry. A atmosfera pesada foi suficiente para que o momento de amizade dos dois se dissipasse no ar.
— Então… — Começou a ruiva, já impaciente de todo o sermão sobre calma e controle que Dumbledore havia passado a ela. — Vão me dizer por que fui chamada aqui?
— É sobre a guerra, Gina. — Atirou Hermione sem muita cautela. Conhecia a amiga o suficiente para saber que já estava impaciente e conhecia o Diretor o suficiente para saber que ficara esse tempo todo tentando convencê-la a ter calma.
A ruiva piscou os olhos algumas vezes, atordoada pela resposta rápida. Era bem verdade que estava impaciente, mas achava que iriam enrolar um pouco mais com o tema da conversa – ainda mais se tratando desse tema.
— Vocês querem dizer… Voldemort?
— Temo que sim, senhorita Weasley. — Confirmou o diretor. — Há alguns poucos dias chegou a nossos ouvidos através de um informante que há uma… trama para que a guerra volte de uma forma que infelizmente não há como revidarmos.
— Como assim não podemos revidar? Sobrevivemos por tanto tempo e agora vocês me vêm com essa de desistir?! — Questionou indignada, levantando-se. — E quem diabos é esse informante?! — Perguntou fitando o homem misterioso na sala.
— Acalme-se, Gina. — Pediu Hermione, também se levantando. — Você precisa… ouvir a história inteira para entender. — Continuou ela. Encostou-se na mesa de Dumbledore e começou a explicar a mesma história que Harry havia contado há três dias.
Disse sobre o interesse de Voldemort no submundo e como, através de um comensal que podia se comunicar com seres além do plano da superfície, ele pôde entrar em acordo com as criaturas do submundo. Contou para ela das consequências que viriam se aquele acordo se firmasse, e a cada palavra sua amiga parecia mais chocada.
Contou, finalmente, que para formar essa ponte entre o submundo e a superfície, ele precisaria de magia muito antiga e de pessoas específicas. Gina voltou a se sentar e esperou alguns minutos antes de falar novamente, absorvendo todas aquelas informações.
— Do que exatamente Voldemort precisa para esse ritual? — Ela perguntou. — Acho que… tem a ver com a razão pela qual vocês chamaram somente a mim, não é mesmo?
Hermione acenou.
— Ele precisa da Herdeira da Luz. Uma magia extremamente antiga que concede ao seu portador ou portadora poderes incríveis e uma habilidade sem igual de manipulação da magia branca. Esse poder é concedido a almas específicas na reencarnação e passado aos descendentes. É tão antigo que é considerado como uma lenda… É uma longa história, mas temos coisas mais importantes a discutir. — Explicou a professora. — O ponto é que Voldemort precisa entrega-la como sacrifício ao submundo para que possa abrir o portal que dá acesso à superfície. Com o poder da herdeira, eles estarão… mais fortes do que podemos imaginar.
— Nós sabemos quem é essa pessoa? — Perguntou Gina, tentando não se surpreender com a nova informação.
— Lílian Evans.
Dessa vez foi Dumbledore quem respondeu, e Gina o fitou com ar de surpresa e confusão. Ela abriu e fechou a boca algumas vezes antes de conseguir pronunciar algo que fizesse sentido – ou quase isso.
— Mas… mas essa não é…?
— A mãe de Harry Potter, sim. — O diretor confirmou. Gina sabia de quem se tratava, mas a confirmação pareceu chocá-la ainda mais. Abriu a boca para mais uma confirmação, mas o diretor respondeu antes que pudesse falar. — Sim, ela está morta.
A sala ficou em silêncio por alguns minutos. A ruiva continuava fitando os olhos azuis atrás dos antigos óculos de meia lua do diretor sem saber o que dizer. Hermione sentou-se ao lado dela, compreensiva; acontecera o mesmo com ela. Desviou o olhar para Harry, que também parecia sem palavras – mas por um motivo completamente diferente. Ele olhava para Gina numa espécie de adoração.
— Diretor, eu não sei nem… eu não consigo nem formular uma pergunta para isso tudo. O que é… como…? Eu realmente não consigo… — Balbuciou ela, confusa. O diretor olhou para Hermione e em seguida para Harry. Era hora de apresenta-lo melhor. O rapaz também entendeu e desviou o olhar da ruiva, nervoso.
— Ele pretende enviar sua consciência para uma época em que Lílian Evans estava viva, para que ele possa assassiná-la da maneira que lhe convém mais. O problema, é claro, que não podemos pará-lo antes de ele voltar. Porém, se esperarmos o depois, temo que não estaremos mais aqui para podermos resistir.
A ruiva arregalou os olhos, mais confusa ainda. Viagem no tempo?
— Funciona como se fossem realidades alternativas. — Disse Hermione. — Uma vez que ele volte ao passado e finalize o ritual, a realidade que vivemos hoje não existirá mais; na verdade, não posso nem te afirmar se existirá uma realidade depois desse acordo.
— E como… como fazemos para impedir isso? Nós voltamos no tempo, é isso? — Questionou Gina mais uma vez. — E mais uma vez: por que chamaram somente a mim, se eu sequer fazia ideia de que essas… coisas eram possíveis?
— Isso, srta. Weasley, tem a ver com o nosso informante. — Respondeu Dumbledore fitando Harry. Pela segunda vez, Gina voltou seu olhar para o homem misterioso; mas agora, com toda a atenção que podia.
Seus olhos se encontraram. Foi como se um choque passasse por sua espinha quando fitou o par de olhos cuja cor dourada parecia dançar dentro da íris. O primeiro sentimento que teve foi medo. O ar misterioso e o óbvio poder do homem eram, decerto, assustadores. Quem era ele?
O rosto lhe era familiar. Tinha certeza que nunca vira olhos como aqueles em toda sua vida (se tivesse visto, com certeza saberia), mas o formato do queixo, as linhas do maxilar, o cabelo… era tão… familiar. Familiar demais. Viu o rapaz respirar fundo e abrir a boca como se quisesse falar, mas parecia tão sem palavras quanto ela há alguns momentos. Ele suspirou parecendo frustrado e passou a mão por seus cabelos.
Gina saltou da cadeira quando os dedos dele ergueram o cabelo da testa. Seu queixo caiu e ela andou para trás, negando com a cabeça. Não podia ser. Não podia mesmo ser. A cicatriz em forma de raio nunca pareceu tão viva e brilhante para ela. Harry?
Ele também se levantou rápido e deu um passo em direção a ela, que recuou. A atmosfera agora era feita da mais pura tensão. Gina deu a volta por trás da mesa do diretor e se sentou numa cadeira mais distante dele, ainda em choque. Não sabia o que pensar, e muito menos como reagir. Harry ficou parado olhando para ela. Não era sua intenção mostrar a cicatriz.
— Gina, eu… — Ele começou. O olhar dela subiu para o seu num átimo e pareceu mais furioso do que nunca. Ele deu um passo para perto dela novamente.
— Não chega perto de mim! — Guinchou, levantando-se e andando para o lado oposto mais uma vez.
Harry não sabia quantos minutos haviam se passado desde que Gina começara a andar de um lado para o outro na sala num movimento frenético e inquieto. Hermione a fitava com o cenho franzido, já um tanto quanto entediada daquilo. De súbito, a ruiva estava em frente a ela, com as palmas unidas e encostadas nos próprios lábios.
— Hermione, eu vou te perguntar de uma vez só. — Sua voz parecia estranhamente suave para a situação. Ela não olhava diretamente nos olhos da amiga. — Que porra é essa?
N/A: OI, MINHA GENTE!
Nossa, não me comuniquei até hoje, que coisa! Kkkkkk...
Bom, hoje resolvi me comunicar. Pra quem já lia Mensageiro das Trevas com toda a certeza viu uma mudança drástica de roteiro por aqui, e pode inclusive ter desistido de ler. Como eu avisei no resumo, resolvi fazer essa mudança nada a ver por causa de uma conversa com um amigo meu num momento nostalgia da vida. Acabou dando nisso aí. Mas na boa? Tô achando tão divertido! Hahahahaha... E claro, tá saindo a história (coisa que não estava fluindo há uns tempos atrás)
De qualquer forma, vamos ao que interessa! O que estão achando? Acham que tô enrolando muito pra mandar eles de volta logo? Eu acho que estou e não estou ao mesmo tempo (pode isso, Arnaldo?)... Eu quero jogar eles pra história propriamente dita de uma vez por todas, mas acho que essa contextualização inicial é extremamente importante para a caracterização dos personagens. Assim dá pra vocês entenderem melhor quem eles são e porque são assim, não é mesmo? Sei lá, falem aí o que estão achando :)
Como já faz um tempinho que não posto (duas semanas, é isso?) e esse capítulo foi mais ou menos legal - eles não voltaram no tempo MAS tem o Harry fodelão chorando e com cara de ué pra Gina - eu vou ver se já termino o próximo agora mesmo e já posto de uma vez pra vocês! Yay! Ah, por fim, estou pensando em pegar um dia da semana pra atualizar a fic. Acho que vou postar todo domingo, o que vocês acham? Essa semana vou apresentar meu TCC (ufa! Não aguento mais essa merda!) na faculdade e daí estou livre eternamente hahahaha
Enfim... por último mas não menos importante, eu queria muuuito agradecer ao MatheusMD e à Ana Marisa Potter pelos comentários! Tá aqui o capítulo novo e espero mesmo que vocês gostem! Logo mais (espero que hoje ainda) posto o próximo pra vocês!
E garanto que em breve teremos mais ação por aqui. Muita emoção, treta, sangue, um romancezinho de leve, amor de amigo, explosões, olhos negros, um pouco mais de treta e sangue e tudo mais! hahahaha... Mas vamos com calma, não é mesmo?
Até o próximo capítulo, minha gente! <3
Agradeço a todos os leitores que estão acompanhando e em especial ao Matheus e Ana que comentaram! Um beijo!!