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4. Visita ao Ministério


Fic: Era uma vez um casamento... - Cap 12 on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Disclaimer: As personagens pertencem a JK Rowling.

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O que fazia Snape com uma fotografia da mãe de Harry?

Estava novamente no quarto, sentada em cima da cama e perdida em pensamentos. Todos sabiam que Snape odiava Harry por causa deste ser filho de James seu némesis de infância. Mas qual era o papel de Lily no meio de tudo isso? Snape ter gostado de Lily não fazia sentido nenhum… No entanto podia ser isso outro motivo para odiar Harry. Talvez o facto de a mulher que ele amava ter-se casado com o seu grande inimigo e ainda por cima terem gerado um filho fosse um motivo mais do que suficiente para este não suportar o seu amigo. Devia ser muito doloroso ver os olhos de Lily num corpo muito semelhante ao de James.

Mas o que estava ela a pensar? Era praticamente impossível Snape amar alguém! O motivo da foto de Lily estar dentro de um livro na biblioteca do seu professor devia ser outro. Sim, era o mais provável. Já estava a criar uma grande história para uma coisa de nada.

Luke aparatou à sua frente e fez-lhe uma vénia.

-Senhora Hermione, Luke avisar que amo Senhor Snape se encontrar na sala de jantar, Senhora

-Obrigada, eu vou já. – disse e Luke esfumou-se no ar.

Olhou para a janela e reparou com surpresa que lá fora era noite cerrada, se não fossem as luzes amareladas da cidade ao longe tudo encontrar-se-ia na penumbra. Passara mais tempo do que pensava a criar teorias, era sempre assim, as horas voavam quando estava concentrada.

Deixou o quarto e, apesar de não saber onde era a sala de jantar, desceu as escadas velhas e em mau estado para encontrar-se de novo no hall.

-Senhora Hermione seguir Luke, Luke guiar senhora.
Hermione viu a figura pequena do elfo e soltou o ar. Além da casa tinha de se acostumar aos aparecimentos repentinos de Luke.

-Está bem. – sorriu nervosamente.

Seguiu-o até uma sala escura, apenas iluminada por umas quantas velas colocadas ao acaso. As cortinas negras ocultavam completamente as janelas e no meio da divisão uma mesa comprida coroava o lugar. Sentado na cabeceira da mesa Snape olhava para o vazio e, se deu pela entrada dela, não o demonstrou.

-Boa noite professor. – cumprimentou Hermione

-Boa noite. – retorquiu Snape desviando o olhar para o prato e começando a comer sem ter olhado uma única vez vez para a rapariga de cabelos castanhos.

Hermione não gostava que lhe mostrassem indiferença quando falava com alguém mas já estava habituada a ser totalmente ignorada por Snape por isso limitou-se a sentar-se no outro lado da mesa ficando em frente ao seu professor.

Luke serviu-a de uma espécie de puré e carne cujo aspecto não agradou muito a Hermione mas, mesmo assim, fez um esforço para comer. Ficou espantada, era bastante saboroso e, nesse momento, deu-se conta da fome que sentia, não tinha comido nada desde o dia anterior.

Observou o homem à sua frente. O cabelo negro e oleoso e o manto negro e elegante ajustava-se completamente à sua personalidade, sempre oculta pelas sombras. Era um homem demasiado complexo e, na sua complexidade, não permitia que soubessem realmente quem era ele. Será que havia mais alguma coisa em Snape do que o horrível professor de Poções?

-Tem alguma coisa a perguntar?

Hermione baixou a cabeça envergonhada por ter sido descoberta a observá-lo.

-Não, é que… esqueça.

-Começa a ser tão expressiva quanto Potter. – comentou Snape sarcasticamente.

-Harry é expressivo professor, o senhor é que não lhe dá uma oportunidade para isso.

Snape cruzou os braços junto ao peito e ergueu uma sobrancelha. Ela estava a desafiá-lo… e não devia. Não lhe podia descontar pontos, uma vez, que estavam fora de Hogwarts mas ele continuava a ser seu professor e não admitia que uma Gryffindor lhe fizesse frente.

-Amanhã de manhã iremos ao Ministério e depois a casa dos seus pais. – declarou calmamente como se o que acabasse de dizer fosse uma coisa normal e quotidiana.

Ir ao Ministério era uma coisa mas visitar os seus pais e contar-lhes que não só estava casada com dezasseis anos como que estava casada com um professor mais velho que ela vinte anos era outra completamente diferente. Como reagiriam? Pensariam que estava apenas a brincar ou que tinha enlouquecido. Não conseguiria encarar os seus pais, nem via como poderia explicar o que tinha acontecido. E como imaginar Snape, logo Snape em sua casa? O que diria ele?

-O que direi aos meus pais? Não é muito normal o nosso casamento.

-Ora “ambos” diremos a verdade, como é óbvio.

-Os meus pais não me deixarão voltar…

-Terão de deixar, somos casados e como ainda é menor isso me dará um papel de… tutor.

Hermione deixou cair os talheres com força sobre o prato. Tutor. Isso significaria que agora Snape “mandava” nela? Teria direitos sobre a sua pessoa… Por outras palavras “pertencia” ao homem arrogante que desde o primeiro dia de aulas a tratou mal. Como é que a sua vida tinha chegado àquele ponto?

Snape não necessitava de entrar na mente da sua esposa para saber o que pensava ela. A cara petrificada que demonstrava dizia que ainda não sabia daquela parte do casamento, uma parte que certamente não gostaria.

-Até fazer dezassete anos terei a sua custódia. – declarou burlonamente. – Tenho a certeza que será isso o que o Ministro dirá.

-Não podem pedir uma coisa dessas! E os meus direitos? Eu tenho pais não preciso de nenhum tutor!

Snape respirou fundo. Estava a ficar farto daquela impertinente, quer dizer, mais do que antes, o que era um feito bastante considerável.

-É bom baixar o volume da sua voz, ainda sou seu professor. – disse friamente.

-Não vou permitir que além de meu esposo seja meu tutor. – disse mais baixo mas com a mesma firmeza.

-Eu serei seu tutor quer permita ou não.

-Então devo aceitar isto obedientemente? Eu ODEIO-O! – gritou Hermione e antes que Snape dissesse alguma coisa, saiu da sala a correr.

Entrou no quarto, sentou-se na cama e mandou a almofada contra o armário. O Ministério não tinha o direito de decidir uma coisa assim. Era inconcebível a ideia de lhe entregarem às mãos de Snape. Já tinha aceitado o facto de estar casada com ele mas que ele passasse a ser seu tutor não podia consentir. Ninguém mandava nela muito menos aquele homem que, apesar de respeitar, continuava a ser o mesmo morcego das masmorras.

Enxugou as lágrimas à manga direita e vestiu o pijama. A seguir deitou-se e cobriu-se com os cobertores. O calor a envolveu e o sono começou a transportar-lhe para um mundo confortável e sem a voz sarcástica de Snape a torturar-lhe.


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Acordou cedo. O dia ainda estava escuro e o relógio mágico anunciava as 4:37 da manhã. Tentou voltar a dormir mas passado uns minutos desistiu, não conseguiria, tinha muitas coisas para pensar.

Levantou-se e dirigiu-se à casa-de-banho. Um rosto pálido e severo foi reflectido no espelho acima do lavatório mas Snape não se deu ao trabalho de olhar uma segunda vez para ele.

Abriu a torneira entrou na banheira e deixou que a água quente caísse em cima da sua pele e relaxasse os músculos. Encostou a frente à fria parede e fechou os olhos.

Estava tão habituado à solidão, porque não podia continuar a tê-la? Era a sua companhia, e a única companhia que queria. Era anti-social e não conseguia falar com alguém a não ser arrogantemente, não podia permitir que os outros encontrassem alguma possibilidade de o conhecer e descobrissem os seus pontos fracos.

Tinha criado um muro tão alto em redor dos seus sentimentos que nem ele próprio os conseguia passar. Muros que uma vez se tinham desmoronado com apenas umas palavras simpáticas, mas que se ergueram mais fortes e resistentes depois.

Fechou a torneira, saiu da banheira e enrolou uma toalha verde em redor da cintura. A marca negra contrastava nitidamente com a cor branca da sua pele e movia-se lentamente recordando-lhe tempos que não conseguia nem lhe deixavam esquecer.

Quando se preparava para tomar o pequeno-almoço parou frente à porta onde dormia a sabe-tudo que ultimamente adquirira mais hábitos detestáveis dos que possuía até ali. Segundo aquela Gryffindor parecia que ele é que tinha a culpa. Como se fosse ele louco o suficiente para querer uma coisa assim.

Movido por um impulso desconhecido e contra a sua natureza, pronunciou um “Alohomora” e entrou no quarto. A primeira coisa que sentiu foi um suave perfume a flores que por um momento lhe embriagou os sentidos. Tudo estava calmo e as claras cortinas deixavam entrar a luz nocturna que projectava sombras nas paredes e nos cobertores da cama. Aproximou-se da cama com os mesmos passos silenciosos que aprendera a usar sempre e que lhe permitiam mover-se sem ser notado. Para um espião, eram uma regra básica de sobrevivência.

Uma figura dormia profundamente. Os cabelos castanhos caiam de maneira rebelde sobre a almofada e a respiração era compassada. Hermione Granger, agora Snape ainda navegava no mundo dos sonhos e, quando acordasse estaria de volta ao pesadelo...

Snape sorriu amargamente. Havia castigo pior do que estar ao seu lado?

-Professor?

Snape recuperou a sua máscara de indiferença. Não fazia parte dos seus planos que ela acordasse.

-O que faz aqui?

Hermione piscou os olhos numa tentativa de acordar plenamente e sentou-se. Os seus cabelos despenteados e ainda mais volumosos do que o normal somado à expressão sonolenta dava-lhe um aspecto inocente e infantil.

-Despache-se, quero ir ao Ministério o mais cedo possível. – ordenou.

Não sabia porque tinha ido até ali e a melhor maneira de evitar responder era mudar de assunto.

Hermione assentiu com o olhar fixo no homem e viu como este saia do quarto elegantemente, deixando a capa ondular atrás dele.

O que fazia Snape no seu quarto? Pretendia matá-la enquanto dormia? Riu. Snape podia livrar-se dela quando estava acordada...

Despertar e dar de caras com uns olhos negros e profundos a observarem-na de perto não tinha sido assim tão horrível. Apesar da discussão da noite anterior estava de bom humor, mas desconfiava que não seria por muito tempo. O melhor era aproveitar.


{*~*~*~*~*~*~*~*~*}


Um dos motivos porque odiava colocar os pés no Ministério era ver todos os idiotas que ali trabalhavam. O mundo estava em guerra mas não via ninguém ali dentro a fazer o mínimo esforço para a combater. O que era o poder sem inteligência? A maioria dos aurores não mereciam ser chamados por esse nome e o próprio Ministro preferia viver na ignorância a enfrentar o que se passava mesmo à frente dos seus olhos. Completamente cego… Vivia num pequeno mundo fantasiado enquanto que o real se afogava em sangue. Às vezes perguntava-se porque motivo o Lord das Trevas não acabava logo com ele. Seria tão fácil…

Ao seu lado a sabe-tudo não disfarçava o nervosismo e caminhava com a cabeça baixa e o olhar fixo no chão. Hum… Apesar das horas a confusão era já aparente e, mesmo disfarçando, Snape sabia que olhavam para ele e para a sua acompanhante com curiosidade. Reprimiu um riso sarcástico e continuou a andar até ao escritório de Fudge. Tinha combinado um encontro no dia anterior, esperava que se lembrasse. Oh, sim devia lembrar-se, a sua presença era marcante, há muito tempo que o sabia. Fudge o temia, considerava-o um devorador da morte e só não o mandava para Azkaban por causa de Dumbledore.

-Bom dia. – cumprimentou-os uma mulher com o cabelo comprido, curvas avantajadas e lábios pintados de vermelho vivo.

Snape assentiu com a cabeça. Então era aquele género de secretária que o Ministro gostava.

-Bom dia. – retribuiu Hermione com um sorriso.

-Vou comunicar ao Sr. Ministro que chegou.

A mulher entrou pela porta deixando-os plantados em frente a esta.

-Ninguém ali dentro a vai matar. – deixou escapar um dos seus típicos comentários.

Hermione levantou a cabeça e suspirou longamente.

-Pois não, mas vão retirar-me a liberdade é normal que não esteja propriamente feliz.

-Os Gryffindors são tão dramáticos…

A mulher escolheu esse momento para sair e Hermione não teve oportunidade de responder.

Gryffindors eram dramáticos hein? E os Slytherins o que eram? Cruéis? Traidores? Hipócritas? Ou cobardes?

-Podem entrar. – declarou.

Snape e Hermione entraram numa sala luxuosa e grande com tapetes orientais e paredes de madeira envernizada e moderna. Atrás de uma secretária um homem lia uns pergaminhos.

-Sr. Ministro. – cumprimentou Snape sem emoção alguma.

O homem deixou os pergaminhos de lado, levantou-se e apertou a mão de Snape.

-Sr. Snape que prazer.

Snape teve vontade de esmagar a mão daquele mentiroso.

-Sra…?

Hermione não sabia o que responder e nem o teve de fazer pois Snape adiantou-se.

-Apresento-lhe a minha esposa, Hermione Snape.

Fudge olhou de Snape para Hermione e de Hermione para Snape com confusão.

-Desculpe?

-A minha esposa, Hermione Snape. – repetiu.

-Não sabia que era casado e ainda mais com uma… jovem.

-É normal, este é o terceiro dia em que estamos casados e é exactamente sobre isso que viemos aqui.

Snape contou tudo sobre a primeira face do ritual de enlace que lhes tinham feito e cujo causador era desconhecido, não se esquecendo de nenhum detalhe. Fudge de vez em quanto interrompia para algum comentário o que enfurecia Snape. Odiava ser interrompido.

Depois de algumas horas o silencio caiu sobre a habitação. Hermione não sabia o que pensar e Snape nem sequer pestanejava, ostentando uma expressão vazia que lhe fazia lembrar as vítimas petrificadas de um Basilisco.

-Hum… um caso peculiar sem dúvida. – comentou Fudge esfregando o queixo. – Bem, não poderei evitar o escândalo pois mais tarde ou mais cedo isto se irá saber mas farei o com que sejam incomodados o menos possível.

-Assim o espero. – declarou Snape duvidando das palavras do Ministro. Os possíveis de Fudge equivaliam a zero.

-A relação entre um professor e uma estudante ainda mais sendo esta menor não vai ser bem aceite pela comunidade. – elucidou Fudge.

-Temos alguma outra hipótese? – inquiriu Snape friamente.

-Pois… n… não mas terá de ser o tutor da sua esposa.

Hermione permaneceu calada, não valia a pena se opor, acabaria por perder. Nunca desejou tanto fazer dezassete anos. Quando fosse maior de idade Snape perdia o seu papel de tutor… apesar de continuar com o de esposo.

-Com todo o gosto. – Snape sorriu misteriosamente.

Fudge levantou-se e retirou um livro volumoso e negro da única estante da sala e colocou-o em cima da secretária.

-De que se trata o livro?

Hermione não resistiu, a sua sede por conhecimento ultrapassava-a e a sua voz escapou antes que pudesse analizar o que pretendia dizer.

-O livro mantém arquivados todos os casamentos entre feiticeiros. – explicou Snape no mesmo tom que costumava dar as aulas. – É uma maneira de controlar que famílias existem e os movimentos das mesmas. Desse modo fica registado as evoluções das famílias entre as várias gerações, quais as mais antigas e as novas, a ligação entre duas famílias… Para procedermos à segunda face do enlace é obrigatório assinarmos o livro.

Hermione escutou atentamente o que o seu professor dizia e depois de Snape ter assinado ela fez o mesmo, escrevendo o seu nome à frente do dele.


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A sua respiração estava acelerada em frente a si encontrava-se a casa onde tinha passado a infância e que guardava recordações de momentos felizes passados na companhia das duas pessoas que amava imenso, iria contar a grande novidade aos seus pais.

Logo que saíram do Ministério, Snape recordou-lhe que ainda havia outra visita a ser feita e que teria de ser nesse mesmo dia. Um dia cheio de emoções fortes...

Hermione fechou os olhos e tornou a abri-los. Sim, era mesmo isso que faria. Não queria que os seus pais ficassem preocupados com ela e para evitar isso teria agir como uma boa actriz. Aproximou-se do homem de cabelos negros que ergueu uma sobrancelha em resposta e entrelaçou a sua mão esquerda com a direita dele. Era fria e áspera (talvez por culpa do preparo dos ingredientes para as poções).

-Pode me explicar o que está a fazer? – perguntou Snape entre dentes.


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Demorei séculos para escrever este capítulo!! Na minha cabeça gostei imenso das cenas mas depois não conseguia transformar os meus pensamentos em palavras. Ficou tudo muito complicado e acabou por não sair como queria, mas enfim...
Espero que o próximo capítulo seja melhor. Vai ser sobre a visita aos pais de Hermione (o que estará a sabe-tudo a preparar? Ela assustou-me... Bem, não posso contar mais nada, depois descobrirão) e a segunda face do casamento (com direito a vestido de noiva e tudo!!)^^

Beijinhos*** e muito obrigada pelos comentários!! É bom saber que seguem esta “amostra” de fic =P

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