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17. SDCP


Fic: The Bet


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Por Sirius Black


 


Depois que Pontas brigara comigo porque Sarah atrapalhara o lance dele com a Evans, eu tive que tirar isso a limpo. Aquela mulher era louca e eu tive que colocar um ponto final naquela história. Até porque, além do meu melhor amigo estar sofrendo por causa dela, minha cabeça vivia voltando para um certa morena mandona e ameaçadora. Deus, eu não podia fazer nada. Ela mexia comigo de um jeito que ninguém jamais conseguiu fazer.


 


Claro que, como sempre, eu estraguei tudo com ela. Eu acho que fazia aquilo o tempo todo... mas não era hora de pensar nisso. Passei um exercício para casa e librei minha turma de quinta série. Eu gostava de dar aula; lembrava-me da época que eu era da idade deles e sentava lá trás com James e Remus. E Química era perfeito para conquistar as mulheres, além de ser interessante.


E, por ironia do destino, a Química me deixara na mão com a única mulher que importava. Ou será que a culpa era minha? Não queria responder, era melhor colocar a culpa na Química mesmo.


 


Pontas entrou na minha sala, com as mãos nos bolsos do moletom que usava como uniforme. Sua expressão era pensativa, porém não era uma das melhores. Eu e ele estávamos no mesmo barco; só não sabia qual estava mais na pior. Não falamos nada por um tempo enquanto eu arrumava os papéis em cima da mesa. Eu sabia que Evans ainda estaria com raiva de meu amigo e eu me sentia mal por isso.


Sim, eu tenho coração! Mas aquela ali seria mais difícil de domar quanto Marlene. E nenhuma delas iria escutar o que eu nem o que o James tinha para dizer. Era só um milagre nas nossas vidas.


 


– Ela voltou, a Lily – disse ele. – Ela ainda está furiosa. Mas me aceitou de volta na casa dela... não porque gosta de mim. Juro que eu não a entendo. – James se sentou em uma das cadeiras onde os alunos ocupavam.


Eu o olhei.


 


– Lamento, cara – encostei-me na minha mesa. – Essas mulheres ainda vão nos matar.


 


– A Lily vai me matar – corrigiu James. – Ela está disposta a ganhar essa aposta. Ela ouviu aquela maluca da Sarah, tenho certeza.


– Sabe, Pontas, eu estou sentindo uma coisa... – comecei, pensativo.


 


– Ah, Sirius, pelo amor de Deus! Eu gosto de mulher – interrompeu James com os olhos saltando daqueles óculos quadrados dele. – Vê se não me estranha.


 


– Não era isso que eu ia dizer, retardado – falei irritado. – Eu estou sentindo uma coisa estranha na boca do estômago... é algo esquisito. Eu nunca senti isso na minha vida, Pontas. O que está acontecendo comigo?


– SDCP? – chutou ele.


 


– O que vem a ser isso? – perguntei confuso.


 


– Síndrome da Consciência Pesada – respondeu James tranquilamente, sem me olhar.



– Eu estou me sentindo culpado! Uma parte, eu sei que é minha culpa... mas por que eu estou me sentindo tão mal? – Eu parecia uma mulher desesperada com o seu salto quebrado.


 


James suspirou e se levantou. Ele bateu no meu ombro, solidário.


 


– Não estou tão diferente de você, Almofadinhas – ele ainda estava com a mão em meu ombro. – A única coisa que me resta, é ser o que era com a Evans e eu não sei por que você está tão mal. Mas a Síndrome tem nome e cabelos castanhos.


– Tenho inveja de Remus – resmunguei recolhendo os trabalhos. – Ele não tem problemas com as mulheres.


 


– Ele é encalhado, isso sim – reclamou James indo para a porta. – Mas ele tem sorte mesmo.


Eu resmunguei mais alguma coisa que nem eu mesmo entendi, prestes a segui-lo, quando um papel caiu de um dos meus trabalhos. Eu me abaixei e o peguei, percebendo que era a multa de trânsito que Marlene havia me dado naquele dia fatídico. Eu alisei o papel e franzi a testa. Eu devia uma a ela e, para cumprir minha dívida, precisava saber onde era o escritório onde ela trabalhava.


 


Para isso, eu precisava falar com a melhor amiga. E isso não seria nada fácil.


(…)


 


Sim, eu estava com medo. Mexer com Lilian Evans era algo que qualquer homem na face da Terra deveria temer. Meu amigo James, coitado, era a prova quase morta disso. Por isso, nunca, JAMAIS, mexa com Lílian Evans. Sua vida poderia acabar lenta e dolorosamente. Sem brincadeira.


Como eu sabia que na sala do professor ela nunca falaria comigo – provavelmente ela não falaria em nenhuma hora –, eu liberei minha última turma mais cedo e a esperei do lado de fora de sua sala. Eu só tinha um porcento de chances de que ela concordaria em trocar três palavras comigo. Mas eu fazer o quê? A esperança é a última que morre e, meu amigo, esperança era o que não faltava em mim.


 


Eu fiquei pelo menos uns quinze minutos, até que aquela maré de alunos saiu da sala dela, me cumprimentando ao passarem. Sorri para todos e continuei no meu lugar. Quando ela finalmente saiu, ficou surpresa em me ver, mas logo disfarçou. Eu podia ver que ela estava ponderando se ouvia o que eu tinha a dizer ou se saia dali o mais rápido possível.


Então, eu não deixei que ela decidisse. Eu acabara de perceber que eu estava mesmo com SDCP. Mas que droga!


 


– Olha, eu só quero saber de uma coisa...


– Se for para falar do Potter, esqueça – ela me cortou segurando a bolsa nas mãos. – Eu já estou pronta para deixar isso de lado, antes que eu fique mais furiosa do que eu já estou.


 


– Tudo bem Lily – ela ergueu uma das sobrancelhas e eu dei de ombros. Eu não ia me corrigir igual ao James. Ao contrário dele, eu não achava aquilo tão divertido com ela. – Se não quiser escutar sobre isso, tudo bem. Você é uma cabeça dura mesmo. – Dei de ombros novamente para seu olhar ameaçador. Cara, aquela mulher assustava; será que a McKinnon e Evans eram irmãs separadas?


– Então o que você quer, Black? – Ela perguntou, cruzando os braços. Uma mania que ela não deixava para trás e que era reservado apenas para as pessoas que a irritavam. E essas pessoas eram, principalmente, James e eu.


 


– Eu quero saber onde a sua amiga, McKinnon, trabalha – respondi com calma, observando sua reação de surpresa.


– Para quê quer saber? – Evans ergueu uma das sobrancelhas.


 


– Digamos que eu quero fazer algo de bom nessa minha vida – sorri de um jeito maroto, que fez Evans estranhar.


 


– O que está aprontando, Black? – perguntou novamente.


Eu bufei, impaciente. Por quê ela desconfiava de mim? Eu a olhei, a encarei mesmo. E, então, eu vi o por que de James ser fissurado nela: cabelos vermelhos, curvas bem marcadas com aquele vestido preto e olhos verdes esmeraldas. Ela era uma gata. Contudo, eu preferia as morenas e, ultimamente, eu vinha pensado muito numa certa morena de temperamento quente.


 


– Puxa vida, Evans! – exclamei ofendido. – Por favor, pelo menos uma vez, confie em mim.


– E como eu posso confiar em você? – Evans mudou o peso do corpo de um pé para o outro. Ela estava nervosa? – Sério, eu confiei em um dos seus amigos e olha o que aconteceu? Estou na merda e ainda por cima com o Potter!


 


– Se você me disser onde a sua amiga trabalha, terá a minha confiança para sempre. – Sorri mais uma vez. –Vai até me amar!


Ela revirou os olhos.


 


– Nem quando está tentando ser legal com alguém, você não consegue deixar de ser metido.


 


– Isso quer dizer que você vai me dizer onde ela trabalha? – perguntei esperançoso, o que a fez suspirar.


– Ela não está mais trabalhando... se demitiu porque o chefe dela a chantageou. Ou ela dormia com ele ou não subia de cargo – conforme ela ia dizendo aquelas palavras, a raiva e a surpresa tomavam conta de mim.


 


– E... e qual era o nome da advocacia? Ela nunca me disse – falei controlando o meu temperamento. Ela me olhou, franzindo a testa.


– Não sei... mas o nome do chefe era Amus Diggory – respondeu Evans e eu me surpreendi. Dessa eu não sabia. Soquei a parede e Lily deu um pulo.


 


– Eu não acredito. – Murmurei para que Evans não escutasse; mas, de alguma forma, ela ouviu.


– O que foi isso, Black?!


 


– Obrigada, Evans – agradeci me afastando dela. – Você vai, com certeza, me amar. Não conte nada à McKinnon.


 


– Sirius Black! Sirius, volta aqui e me diz o que você vai fazer! – gritou ela, porém, eu já estava longe. Eu ainda a ouvia gritar, quando eu virei o corredor.


Sorri internamente. James ia morrer quando soubesse que Lílian Evans me chamara pelo primeiro nome.


 


(…)


 


Eu estava parado em frente ao escritório de advocacia de Diggory. Era impressionante o modo como ele conseguira passar de ano. Ele devia ter subornado alguém.


Mantive-me encostado no meu carro, apenas esperando. Ninguém ameaça a minha morena! E aquilo era golpe baixo... chantagem? Para dormir com ele? Eu podia imaginar Marlene socando a cara de fuinha dele. Seria uma cena que eu veria comendo pipoca e bebendo refrigerante. Nem prestei atenção quando uma voz me sobressaltou no escuro.


 


– Não acredito, Sirius Black?


Por Deus!, aquela voz era tão irritante quanto eu me lembrava. Eu me virei para encará-lo, com um sorriso debochado no rosto.


 


– Amus Diggory... – Ele se aproximou e eu não dei tempo para ele pensar, meu punho voou para o seu rosto, partindo seu óculos ao meio.


Ele me encarou, incrédulo. Eu nunca havia gostado dele mesmo.


 


– Isso é por causa da minha morena – disse eu, entrando em meu carro. – Idiota.


Assim que eu cheguei em casa, fui direto para o telefone. Era injusto Marlene ficar sem emprego por causa de um tarado que não merecia o dinheiro que tinha.


 


Eu só esperava que minha SDCP passasse. Não aguentava mais me sentir assim.

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Lana Sodré: Ah, sei como é kkkkkk. Quando o Snape aparecer, ninguém vai segurar James Potter, pode crer. Quem quer sentir pena do Potter mesmo? UYAGSUYGSDA Opa, esse negócio da Saraha ainda vai dar no que falar UYAGSDUDASGUAGS planos e mais planos. O pior é que eu pensei nisso mesmo... Fazer um manual para o James viver com a Lily... talvez eu escreva :)
PS: não entendi nada do que você falou kkkkkkkkk então somos duas lerdas 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

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Comentários: 1

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Enviado por Lana Silva em 10/06/2013

Ahhhhhhhhhhh sim SDCP, sinto sempre...Quando eu faço algo errado kkkkkkkkkkkkkkkkk Bem o que posso dizer do capitulo mais perfeição da fic ? Narrado pelo meu bebê *---------------* Ok, bebê foi triste, mas você entendeu. Six me fez rir aqui. Tadinho dele... Em primeiro lugar James está bebendo ? Ele acham mesmo que meu Six ia gostar dele ? Fala serio kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Sirius gosta de mulher. Ok, só por causa disso imagina a J.K dizendo "Ah não, o Sirius gostava mesmo de garotos... ?" Ok, isso foi uma coisa surreal e a tia J.K não faria isso \o/ pelo menos eu espero que não. Bem, tirarei essas ideias idiotas da cabeça, falando em coisas boas. AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH Eu necessito do Sirius pra mim, agora, urgentemente, Merlin o que foi aquilo ? Ele bateu no Amus...Isso ai que é gostar. Awwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww *-* Acho que de algum modo a Marlene vai saber...Porque eu realmente espero que saiba que ele fez isso. Sirius é uma coisa. Bem eu amei o capitulo e ri aqui com ele...Ahhhhh o ps foi de uma ask que eu mandei kkkkkkkkkkkk mas tudo bem. Quero mais *-* Em breve \o/ :3

Beijoos! 

Nota: 5

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