FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

16. Eu mantenho a aposta


Fic: The Bet


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Já arrumada, desci as escadas e vi a mesa do café manhã sendo posta por Marlene. Ela pareceu perceber que o meu estado de espírito havia mudado e sorriu ao ver que minha expressão estava mais radiante. Olha o que o amor faz. Eu falei amor? Droga.


 


Assim que eu me sentei à mesa, Lene sentou-se defronte a mim, ainda com um sorriso no rosto. Ela parecia ser uma irmã que eu nunca tive – já que eu e Petúnia nunca nos demos bem e eu ficava triste com isso – e ficava feliz se eu ficasse. Então eu lembrei que ela largara o emprego, por conta do chefe tarado que ela tinha. Até ey teria feito o mesmo... só que eu era assediada por outro motivo.


 


– Está feliz? – perguntou-me ela, bebendo o seu chá quente e me olhando por cima da xícara.


Precisei de alguns segundos para pensar na resposta para dar. Eu não sabia o que estava sentindo... quero dizer, eu estava sentindo algo, mas não sabia se era felicidade ou raiva. Porém, eu me sentia muito melhor do que há alguns dias atrás.


 


– Não sei ao certo... – respondi por fim. Lene riu.


 


– Não vai entregar a aposta de mão beijada para James Potter, não, né? – Ela ergueu uma das sobrancelhas. – Porque se for por causa da paixão, eu aconselho a fazê-lo se apaixonar também. Assim ninguém ganha, mas também ninguém perde e vocês poderão ter um filhinho muito lindo chamado Harry. – Lene sabia que, quando eu tivesse um filho, seu nome seria Harry. Só que ela estava viajando, então eu ri.


– Lene!, achei que me conhecia bem o bastante para saber que o meu orgulho fala mais alto do que qualquer outro sentimento, até mesmo o amor – falei ainda com um ar de riso. – E, depois, meu filho não será um Potter. – Bem que eu queria(?).


 


– Tampouco espero que seja um Snape – rebateu ela, tremendo, como se isso fosse um ato inadmissível. E, mesmo que eu tenha esquecido Severus, eu tive que o defender. Será que só eu via o quanto ele era alguém legal, porém incompreendido? Acho que era somente eu, sim.


– Não fale assim dele, Lene – eu o defendi, suspirando, enquanto Marlene dava de ombros.


 


– Não me olhe assim, Evans. – Ela me censurou. – O que vai acontecer agora?


 


– Potter vai voltar – respondi com o coração disparado.


– Ih... – disse ela, me fazendo olhá-la, franzindo a testa.


 


– O que foi?


– Parece que você está contando com que o Potter volte – observou Lene, deixando a xícara de chá em cima da mesa. Eu ia dizer que ela estava louca, mas quem eu queria enganar? Minha cara devia estar radiante.


 


– Está tão óbvio assim? – perguntei um pouco culpada.


– Amiga, se não quiser que ele descubra que você o ama, tente fazer com que seus olhos não brilhem com a menção do nome Potter – meu coração disparou novamente, mas controlei minha expressão. – Assim está melhor. – Aprovou e eu assenti.


 


– É melhor eu ir andando – me levantei da cadeira. Lene apontou para mim, com uma baguete na mão.


– Cuidado com a expressão, Lily – alertou-me ela e disse que ia me controlar.


 


(…)


 


Não fui para a sala nem para a sala dos professores assim que cheguei ao colégio. Alice Longbottom havia me dado três dias de licença, pois vira o meu estado deplorável. Ela pediu, então, que, quando eu voltasse, antes de ir para sala eu fosse em seu gabinete.


Agora, eu estava indo furtivamente para lá, esperando que ninguém – quando eu digo “ninguém”, quer dizer James Potter, Sirius Black, Remus Lupin e Alice Potter – me visse. Eu queria adiar o meu encontro com Potter o máximo que eu podia. Ele não podia saber que eu estava chorando por ele. Potter nunca iria saber o que eu sinto... não enquanto a aposta estivesse de pé. Agora nem era mais pela pulseira. Também não sabia mais pelo o que era.


 


Consegui chegar até o gabinete da diretora sem que ninguém me visse com sucesso. Bati na porta, olhando para os lados e me lembrando que fora ali que nos vimos pela primeira vez e que eu havia detestado seu jeito arrogante e a piadinha ridícula. Alice mandou eu entrar e eu abri a porta.


Alice estava com os cabelos presos em um coque informal, mas suas roupas estavam impecáveis. Ela me olhou e fez sinal para que eu me sentasse. Então, sentei-me a sua frente e esperei. Nem sabia o que esperar. Sermão? Ela era tão... impenetrável, mas seus olhos sempre eram bondosos e tinham um brilho sempre que qualquer um a olhava; não importava quem seja, ela sempre tinha aquele brilho sonhador. Sua aliança resplandecia em sua mão pálida pousada em cima da mesa. Alice era muito responsável, mas sua mesa sempre estava uma bagunça.


 


– Você está bem? – perguntou-me por fim.


 


– Sim, estou – afirmei com a cabeça e ela assentiu, me olhando para se certificar que eu estava falando a verdade.


– Está em condições para dar aula? – tornou Alice, depois de olhar bem em meus olhos.


 


– Como nunca estivesse em toda a minha vida – respondi tentando sorrir e ela assentiu e sua expressão séria e profissional se atenuou.


 


– Foi o Potter, não foi? – Ela parecia preocupada. Eu não respondi; não sabia como ela havia descoberto tão rápido. Então eu apenas fiquei a fitando. – Tudo bem, tome cuidado. Não deixe que suas emoções a afete, ok?


– Ok. – Disse eu lentamente. Ela suspirou e sorriu.


 


– Pode voltar ao trabalho, Lily. Eu só queria ter certeza de que estava bem – Alice parecia sincera. E talvez estivesse mesmo. – Tenha um bom dia.


– Para você também, Alice – levantei-me com as pernas bambas. Como ela saia que o Potter era o maldito motivo? Será que estava tão estampado em meu rosto que fora ele? Pensei que tivesse conseguido disfarçar.


 


Quando voltei para minha sala, fui bombardeada por boas-vindas e perguntas. Sorri para os meus alunos. Eu não sabia que eles gostavam tanto assim de mim; parecia que eu era uma boa professora, afinal.


Como a minha cabeça estava em outro lugar – estava mais para uma pessoa idiota com óculos e olhos castanhos esverdeados –, eu resolvi dar uma aula diferente. Fiz um jogo da forca, e as palavras ocultas eram alguns feitos da História, dividindo a turma em grupos. Quem acertasse, ganhava pontos. Tudo para que eu não perdesse o controle e tudo para que eu não pudesse ver James Potter.


 


Eu não podia prender meus alunos para o recreio, tive de deixá-los ir. Assim que o último aluno saiu, esperei três minutos e depois, sorrateiramente, me dirigi para a sala dos professores, rezando para que Potter não estivesse lá.


Mas como eu sou azarenta...


 


– Está fugindo de mim, Lily? – perguntou a voz que eu mais – e menos – queria ouvir. Eu me virei e encarei Potter, que estava encostado na parede, com os cabelos apontando para todos os lados e seu costumeiro moletom.


Engoli em seco e me empertiguei. Eu não podia deixar que ele visse o quão me abalara. Tinha de fazer o que Lene havia dito; só que era difícil. Pensar nele era uma coisa, vê-lo ao vivo era outra bem diferente.


 


– É Evans, Potter – a minha voz saiu firme. Isso era bom. – E eu não estava fugindo de você.


– Não importa, Potter – eu o olhei. – Não importa mais.


 


– Então, como ficamos? – Potter estava trás de mim.


 


– Na mesma – falei tentando parecer indiferente. – Eu só vou manter essa maldita aposta, porque eu quero vencer de qualquer jeito. Porque eu quero minha pulseira e não quero pagar nada a você. Só por isso.


Eu observei uma sombra pelo belo rosto de Potter. Obviamente, foi o meu coração querendo dizer que ele realmente sentia alguma coisa, pois logo depois, ele estava com sua expressão de sempre estampada em seu rosto. Aquilo me partia o coração. Mas eu tinha que guardar aquele sentimento bem no fundo de algum lugar de mim. Se eu queria ficar com ele por perto, eu era obrigada a esquecer.


 


– Ótimo – disse ele e eu tive que controlar a umidade em meus olhos. Sua voz era fria. – Se é assem que você quer... Estou dentro novamente.


Me afastei dele, querendo que nenhuma lágrima caísse por ele.


 


– Acho que você sabe onde fica a chave – falei e olhei para trás.


 


Ele tinha sumido.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Lana Sodré: Pois é... tadinha da Lily. kkkkkkkkkkkkkkkk tava tentando cantar? Eu tento e acerto - sqn UYASGFUDASG. Tô falando? A Sarah é mais do que uma simples vaquete. Você vai ver, pode deixar. As falas do James são, praticamente, lições de vida. Porque conviver com Lily Evans, tem de vir com um manual... Laís, respira, chega de novas ideias. Ok, parei de falar ocmigo mesma. Ah, será mesmo que ele vai para a escola da Lily? Mas você me deu uma ideia... Sei não, James e Snape juntos? Isso nunca dá certo. Tá aí o capítulo! Fico feliz que esteja gostando e obrigada por comentar, hermosa *---* 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 05/06/2013

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk sim eu estava...Mas sacomené?! Uma coisa é pensar que sei cantar...Outra totalmente diferente é cantar. Bem eu amei o capitulo. Em primeiro lugar coitada da Lily mais uma vez, mais coitada ainda vai ser quando Snape aparecer, porque James e Snape lutando pela Lily, ou brigando com a Lily por causa da aposta....Vai ser ótimo. Ahhh eu não senti pena do James agora kkkkkk mesmo sabendo que ele não estava errado com nada e tal...Sei lá. Hum...Então a tal Sarah não é flor que se cheire ? Ah Merlin...Ela deve fazer alguma coisa para o Sirius então. Espero que Marlene dê o dela (Ou a Lily, ou a Alice Potter)! kkkkkkkkkkkkkkkkkk Opa, até eu senti essa nova ideia ai... Você devia fazer outra fanfic e usar essa frase Lai " Porque conviver com Lily Evans tem de vir com um manual..." aposto que se você fizer esse manual ai de como conviver com a Lily eu vou ler *-----------* Ahhhhhhhhhhh as ideia pipocam da sua cabeça. kkkkkkkkkkkkkkkkk Se ele for pra escola da Lily o barraco está feito. Eu quero é ver... Bem amei tudo e quero mais \o/ 

Beijoos!


Ps. Pense em uma pessoa lerda. Eu troco asks com um amigo ai semrpe que acaba a aks a gente coloca o horário, pra saber em que horário o outro mandou. Eu estava olhando para o relógio agora e já ia fazer o mesmo kkkkkkkkkkkkkkkk vicio é uma coisa... 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.