J
J.K. é a dona, só estou me divertindo. E não estou ganhando dinheiro com isso.
Por favor, não me processe, eu não tenho nada.
Agradeço a todos os bons autores que li. Com certeza muito influenciaram.
E como disse um deles, se você reconhecer algo, não é meu.
ESTE CAPÍTULO CONTÉM "R"
Capítulo 09 Encontros.
Meus sonhos se realizaram por sua causa
FROM THIS MOMENT ON
(A partir deste momento) SHANIA TWAIN - 1998
FROM THIS MOMENT, LIFE HAS BEGUN
A partir deste momento, a vida começou
FROM THIS MOMENT, YOU ARE THE ONE
A partir deste momento, você é o único
RIGHT BESIDE YOU IS WHERE I BELONG
Ao seu lado, é o lugar a que pertenço
FROM THIS MOMENT ON
A partir deste momento
FROM THIS MOMENT, I HAVE BEEN BLESSED
A partir deste momento, estou abençoada
I LIVE ONLY FOR YOUR HAPPINESS
E vivo apenas ... para a sua felicidade
AND FOR YOUR LOVE I'D GIVE MY LAST BREATH
E para o seu amor eu lhe darei meu último suspiro
FROM THIS MOMENT ON
A partir deste momento
I GIVE MY HAND TO YOU WITH ALL MY HEART
Eu lhe estendo a mão com todo o meu coração
CAN'T WAIT TO LIVE MY LIFE WITH YOU, I CAN'T WAIT TO START
Mal posso esperar para viver minha vida com você ...
Mal posso esperar para começar
YOU AND I WILL NEVER BE APART
Você e eu jamais estaremos separados
MY DREAMS CAME TRUE BECAUSE OF YOU
Meus sonhos, se realizaram, por sua causa
FROM THIS MOMENT, AS LONG AS I LIVE
A partir deste momento, enquanto eu viver
I WILL LOVE YOU, I PROMISE YOU THIS
Eu te amarei eu prometo ...
THERE IS NOTHING I WOULDN'T GIVE
Não há nada que eu não daria
FROM THIS MOMENT ON
A partir deste momento
YOU'RE THE REASON I BELIEVE IN LOVE
Você é a razão pela qual acredito no amor
AND YOU'RE THE ANSWER TO MY PRAYERS FROM UP ABOVE
E você é a resposta das minhas preces aos céus
ALL WE NEED IS JUST THE TWO OF US
Tudo que nós precisamos é apenas nós dois ...
MY DREAMS CAME TRUE BECAUSE OF YOU
Meus sonhos se realizaram por causa de você
FROM THIS MOMENT, AS LONG AS I LIVE
A partir deste momento, enquanto eu viver
I WILL LOVE YOU, I PROMISE YOU THIS
Eu te amarei, eu lhe prometo ...
THERE IS NOTHING, I WOULDN'T GIVE
Não há nada que eu não daria
FROM THIS MOMENT I WILL LOVE YOU
A partir deste momento eu te amarei
AS LONG AS I LIVE
Enquanto eu viver
FROM THIS MOMENT ON
A partir deste momento ...
Custou a chegar até a porta dele. Ia levantar a mão. Ainda hesitou pensando.
Se fosse à Ponfrey, Dumbledore saberia.
Esperou que nenhum fantasma tivesse visto. McGonagall...
Uma pontada.
A dor falou mais forte. Bateu.
*****
'Lomgbotton nunca vai aprender.'
Bufou.
Ouviu uma batida na porta e franziu a testa, contrariado.
Abriu-a de chofre.
Ela estava lá, no corredor escuro. Segurava a capa fechada na frente do corpo .
Ele não disse nada.
Olhou-o. É claro que não ia ser fácil.
-
Preciso de ajuda. - falou devagar.
Ele controlou-se. Não ia fingir que tempo não havia passado. Não ia se arriscar.
Levantou uma sobrancelha. Cruzou os braços. Não a mandou entrar.
-
E eu fui sua primeira escolha.
Se ele ia ser um arrogante idiota... Ela tentou se virar para ir embora.
Suas costelas doeram. Ela parou, buscou ar. Não pôde reprimir um gemido.
Ele descruzou os braços. Um vinco entre os olhos.
-
O que aconteceu?
Ela respirou devagar. Voltou-se. Controlou a dor. A miséria. Não ia chorar na frente dele.
-
Eu estou gelada. E não vou discutir isso com você no corredor.
Ele deu um suspiro exasperado. Se afastou para que ela entrasse. Fechou a porta. Disfarçou preocupação.
Lá dentro não estava assim tão mais quente.
-
Vamos tentar de novo: o que aconteceu?
Ela só queria se sentar. Algo para dor. Não um interrogatório. Evitou um suspiro.
Ia doer mais.
Apoiou-se na mesa. Se largasse a capa esta cairia. O pulso esquerdo latejava.
Ele se aproximou. Observou-a pela primeira vez com atenção.
Ela o olhou. Parecia preocupado.
'Finalmente!'
- pensou irônica. Tentou não lembrar da última vez em que esteve ali.
-
Porque você disse que precisava de ajuda? - frio, impaciente.
-
Posso sentar primeiro? Estou com muito frio.
Ele soltou uma exclamação. Ela já estava dentro, apesar dele.
Se ele não estivesse preocupado, ele diria que ela estava abusando da sua paciência. Suspirou.
Fez um gesto em direção ao quarto. Não lhe escapou como ela andava devagar. Ou a capa meio suja.
Entrou. Uma cama. Meio escondida pela lareira. Um sofá em frente à lareira.
Andou devagar. Ficou parada perto do sofá. Ali estava um pouco mais quente. A lareira acesa.
-
Sente-se.
Ela virou devagar para ele. Ela parecia ter chorado ele notou agora.
-
Não posso. Dói.
-
Então me mostre onde.
Ele estava suave? Ela olhou para ele lutando consigo mesma. Estava ali, era melhor resolver.
Soltou devagar a capa. Só um pouco, perto do ombro que ela estava pressionando para impedir de sangrar muito. Ele olhou aquilo e puxou a capa que ela ainda segurava. Devagar, mas com firmeza. Soltou uma imprecação.
- Que língua suja.
Viu o sangue. O roupão de onde os botões pareciam ter sido arrancados. Ela segurou isso rápido com o pulso bom, tentando fechá-lo. Notou que ela só estava usando uma mão. Havia marcas nos pulsos.
-
Mas no quê, em nome de Merlin, você se meteu? - a voz mais dura do que ele pretendia.
Pegou a varinha. Tentando afastar a roupa para estancar o sangue.
-
Eu?! - ela não podia acreditar - Se você não percebeu, não fui eu que fiz isso!
Ele parou. Compreensão. Virou-se para ela, estreitou os olhos, tenso.
-
Você foi...
Leu nos dele. Ela ficou vermelha. Desviou os seus.
-
Não.
Segurou-se a custo. Pegou um vidro no armário e deu-o a ela.
-
Beba. É para dor.
Ela bebeu. Ele voltou a dar atenção ao ferimento. Controlou-se. Murmurou um feitiço.
Viu luz que saía da varinha. Sentiu um calor intenso no ferimento. Queimando por dentro. Muito. Apertou os lábios. Durou pouco. Sentiu alívio.
-
É melhor você me contar logo se não quiser que eu arranque de você. - as mãos, diferente da voz, estavam surpreendentemente suaves.
-
"Vá embora. Este não é o seu lugar, trouxa", lhe diz alguma coisa? - ela tentou manter a voz firme.
Ele parou de novo. Não disse nada. Raiva não ajudaria agora.
Depois ele cuidaria disso. Tinha que se controlar e cuidar dela primeiro.
Ele não ia esquecer.
Pegou o pulso esquerdo delicadamente. Ela não opôs resistência.
Queria que ele tivesse dito qualquer coisa. Estava se controlando para não chorar.
Mexeu a varinha. Murmurou outro feitiço. Afastou o cabelo perto do rosto, procurando.
-
Onde mais?
-
Eu não consigo respirar direito.
- falou baixo.
Ele notou a voz quebrando. Olhou para ela. A mão ainda em seu rosto.
Concentrou-se. Não podia se afogar de novo. Desviou os olhos.
E se ela chorasse não ia conseguir ajudá-la. Não ia conseguir se ajudar.
-
De que lado?
-
Do esquerdo.
Ela estava tentando se controlar, mas não ia durar muito, ele percebeu.
-
Por que você não foi até Ponfrey?
-
Não quero que isso se espalhe. - murmurou.
Ele não disse nada. Percebeu que ela estava gelada quando a tocou.
-
Accio
manta.
Ela viu como a manta voou da cama até as mãos dele.
-
Tire sua roupa e enrole-se nisso. - mandou.
Esperou. Não entendeu porque ela não pegou isso imediatamente.
Olhou para ele. Pegou-a.
-
Pode se virar, por favor?
Os olhos dele brilharam.
Divertidos?
Ele se virou sem uma palavra.
Ela tirou o roupão. Ele ouviu. O barulho dele caindo. E dela chutando isso para o lado.
Percebeu a intimidade disto. Depois ouviu o barulho da manta.
-
Acabei. Pode se virar.
Ele obedeceu devagar.
Ela estava enrolada na manta segurando-a com as duas mãos perto do pescoço na frente do corpo.
Ele viu os cabelos soltos. Os olhos tristes.
-
Agora me mostre.
Ela pensou. Para fazer isso teria que tirar a manta. Mas não sabia como.
Ele suspirou.
-
Você tem que me mostrar se quiser que eu cuide disso. - tentou não soar duro.
Ela se quebraria se ele fosse muito duro. Ou se fosse muito suave. E ele ainda precisava ver o resto.
Viu a indecisão dela. Estava tentando ser paciente. Ela percebeu.
-
Oh, está bem.
Ela virou-se de costas devagar. Libertou
um braço, depois o outro. Segurou as pontas na frente dos seios. Escorregou a manta. Controlou-a nas mãos. Deixando que as costas fossem ficando nuas. Os cabelos espalhados. Aguardando.
Os olhos dele escureceram. Mas ela não viu isso.
Ela puxou a manta um pouco, perto da cintura do lado esquerdo.
-
Aqui. - apontou.
Ele se aproximou. Hesitou. Afastou o cabelo dela devagar.
Por um segundo, ela parou de respirar, tensa.
Ele espalmou a mão, tocou devagar tentando perceber o que havia com as costelas.
Ela disfarçou um arrepio. O toque suave. As mãos estavam mornas na pele fria.
Ela gemeu. Havia uma que parecia quebrada.
Murmurou o feitiço que consertaria isso. Escutou um suspiro de alívio.
Não tirou a mão. Guardou a varinha sem perceber. Eles estavam muito próximos ele percebeu.
O coração dela disparou. Inclinou-se para trás. Apoiou a cabeça no peito dele.
Com um suspiro, ele se rendeu. Trouxe a outra mão. Deslizou-as para a cintura dela. Chegou mais perto.
Deitou o rosto em seus cabelos. Os lábios tocaram o ombro. Ela estremeceu. Ele levantou a cabeça.
-
Está com frio? - ele murmurou.
Não respondeu. Lamentou a ausência dos lábios dele. Tinha sonhado tantas vezes com isso. Suspirou.
Ele a virou devagar sem tirar as mãos da sua cintura.
Pretos encontraram castanhos. O reflexo faiscante do fogo que queimava na lareira estava neles.
Ele a beijou. Desejo. Apertou sua cintura inconscientemente, provocando dor.
Os braços dele estavam à sua volta agora. Os lábios insistindo, duros, buscando, exigindo resposta. Ela deu.
Ela estava sem fôlego quando ele levantou a cabeça. Percebeu que ele não estava muito melhor.
Sentiu-o duro em sua barriga. Ele levou a mão até seu rosto. Tocou devagar, quase reverente.
Desceu pelo pescoço. Perdeu-a nos cabelos. Achou-a na nuca, segurou.
Os lábios se aproximaram de novo. Firmes. Insistentes. Ela enfiou mão nos cabelos dele, puxou-o.
A mão estava se movendo de novo. Ele desceu-a. Ombros. Pescoço. Mais baixo. Segurou-a.
Ela gemeu, estremecendo. Soltou o seio.
Apertou-a
mais em seus braços. Mãos que se movem. Duras.
O beijo agora
machucava seus lábios. Ela mexeu a cabeça se libertando. Tragou ar.
-
Dor não. - sussurrou com voz rouca.
Olhos brilhantes. Ele respirava forte. Tocou-lhe os lábios. Entendeu. Desceu a cabeça.
Abraçou-a de novo. Ela não viu mais nada. Mergulhou nas emoções...
*********************
ESTA PARTE É CLASSIFICADA COMO 'R'. POR FAVOR, SE VOCÊ NÃO QUER LER ISSO VÁ ATÉ ONDE TEM ****************** E LEIA A PARTIR DAÍ.
NÃO PENSO QUE PREJUDICARÁ A HISTÓRIA.
***
Não a machucava, mas havia urgência agora. Ela colocou uma das mãos em seu peito.
Ele segurou a outra mão e a fez soltar a manta. Desviou os lábios. O colo, os ombros, os seios. Necessitado.
Ela gemeu. Levou a outra mão e tentou abrir os botões do roupão dele. Parou frustrada.
Ele levantou a cabeça e soltou uma mão. Pegou a varinha.
Murmurou algo, passando-a pelos botões do roupão e depois da camisa que estava por baixo. Abriram-se.
Ela suspirou e passeou as mãos em seu peito. Ele jogou a vara no sofá e voltou a se concentrar nela.
Ela escorregou as roupas dele pelos ombros. Beijou-o no peito. Desceu as mãos e encontrou-o. Acariciou.
Ele gemeu. Ela se sentiu suspensa, colocou os braços à volta do pescoço dele. Foi deitada na cama.
Sentiu frio por um instante. Ele livrou-se da calça e do sapado de qualquer jeito.
Ela viu a marca negra. Contrastando com a pele dele. Quase assustadora. Desviou os olhos.
.Ele voltou-se. O cabelo liso no rosto.
Ela estendeu as mãos enterrando-as no cabelo dele enquanto ele se deitava.
Abraçou-a de novo, enterrando a boca em seu pescoço.
As mãos dela desceram. Sentiu marcas, cicatrizes nas costas dele. Ele se contraiu.
Suas mãos continuaram seu caminho, percorrendo o corpo dele. As dele em seus seios.
A boca dele na sua. Exigente. Em sua garganta, em seu colo, chegou aos seios. Vicioso.
Ela desceu a mão e tocou-o. Ele ficou tenso. Segurou a mão dela afastando-a.
Olhou-a com olhos semicerrados de desejo meio escondidos pelo cabelo. Então ela sentiu todo o seu peso.
Ele afastou suas pernas com o joelho.
Estremeceu quando a penetrou. Ela gemeu.
Eles começaram a se movimentar. Acariciando-se. Os movimentos se intensificando rápido.
-
Diga meu nome. - ela pediu, sem deixar de acariciá-lo.
Ele não parou. Os braços tentando poupá-la de todo o seu peso. Beijou-a.
Ela parou de beijá-lo.
-
Por favor.
Desviando-se de sua boca, arqueou-se embaixo dele.
-
Por favor. - sussurrou de novo.
-
Nina. - ele cedeu.
Ela sorriu por um segundo. Segurou-se em seus ombros. Sentiu-o movendo-se dentro dela. Mais rápido.
-
Severus. - murmurou - Severus. - fechou os olhos - Severus. Severus...
Ele estremeceu. Ela fincou as unhas nele.
-
Severus! - falou alto.
Ele não se controlou mais.
As respirações estavam se acalmando. Ele tentou se levantar. Ela o segurou nela.
-
Não. - sussurrou.
Ele hesitou. Ficou onde estava.
Não lembrava de nenhum "depois".
Tudo sempre acabou com o prazer.
Mas ele podia sentir a mão dela que o acariciava nas costas. Sobre as cicatrizes. Suavemente. Sem pressa.
Também não tinham dito o nome dele quando... Deitou a cabeça nos cabelos dela. Violetas.
'Viola odorata'
Ouviu a lenha na lareira.
Quando ela subiu em direção aos arranhões nos ombros, ele deslizou devagar para o lado.
Ela se aconchegou a ele. Fechou os olhos. Suspirou.
Acordou com um pequeno barulho. Abriu os olhos. Lembrou-se. A manta estava ali. Ele não.
Puxou-a enrolando-se e levantou devagar.
Ele estava em frente à lareira com os braços cruzados. Olhando as chamas, envolto num roupão.
Ela se aproximou e encostou-se em suas costas, passando uma mão pela sua cintura até o peito.
Sentiu quando ele se contraiu um pouco. Ignorou.
Ele relaxou. Descruzou os braços. Colocou a mão sobre a dela.
Ela viu de novo como ele era alto. Deitou a cabeça nas costas dele.
Sua mão acariciava ora o peito ora a barriga, suavemente. Tirou-a.
Moveu-se até ele. Ficou entre as chamas e os olhos negros brilhantes.
Pegou a mão dele, colocou-a em seu rosto. Ele deixou. Guiou-a até seu pescoço.
A mão dela deslizou pela marca negra em seu braço. Ele se contraiu.
Levou a sua até a nuca dele e o puxou até seus lábios, encostando-se. Ainda segurando a manta.
Ele cedeu ao beijo, abraçado-a.
Largou os lábios dele, passeando os seus pelo pescoço, a garganta, o peito dele.
Sentiu-o arrepiar. Ela desamarrou o roupão e o fez deslizar pelos ombros dele, caindo no chão.
Ele segurou-a pelos cabelos e capturou sua boca de novo.
Desceu as mãos. Puxou-a pelos quadris. Apertou-a mais. Ela gemeu.
Quando ela soltou a manta e cruzou os braços atrás de seu pescoço ele moveu a mão até seu ventre. Tocou-a.
Apertou, acariciou. Ela interrompeu o beijo e desceu os lábios de novo pelo pescoço, o peito, a barriga dele. Continuou descendo. Ele ficou tenso. Quando seus lábios chegaram onde ela queria, a boca engoliu isso.
Ele estremeceu. Ela continuou. Até que ele gemeu e a segurou pela nuca puxando-a para cima.
Viu uma sombra que passou pelos olhos dele.
Mas então ela foi suspensa pela segunda vez.
Em um segundo ele estava sobre ela. Dentro dela. Urgente.
Ela gritou o nome dele pela segunda vez aquela noite. Suas unhas deixando mais uma marca nele.
**************** FIM DE 'R'. NESTE CAPÍTULO.
Ele não ficou muito tempo com ela na cama, depois. Levantou-se e foi procurar o roupão.
Franziu a testa quando o viu amarrar o cinto com movimentos enérgicos. Pegar a manta e colocá-la no sofá, virando-se para olhar as chamas. Ele colocou uma mão na lareira.
Ela levantou-se. Pegou a manta e se enrolou. Sentiu-se pouco mais digna.
-
Severus - chamou - O que houve? - buscou os olhos dele.
Ele estava pálido, os olhos estreitos. Ela não entendeu a raiva. O que tinha feito de errado?
-
Você parece muito... versátil na cama.
Ela sentiu o rubor que subia à insinuação.
Ficou com raiva. E magoada. De novo.
-
Embora eu ache que isso não é da sua conta, eu só tive três homens em minha vida! O primeiro, foi quando eu tinha 18 anos e durou seis meses. Com o segundo fiquei casada por dois anos e meio. Acabou já faz três. Ao terceiro eu permiti que ocupasse meus pensamentos e até meus sonhos por mais de um ano! E
agora que eu finalmente consegui realizar com ELE algumas daquelas ... - não encontrou a palavra - Ele me insulta! Me...
Não continuou.
'Dane-se!'
Virou-se olhando para todos os lados procurando sua capa.
Custou a entender. Levou um tempo para superar a surpresa. E tentar... acreditar. Ela estava dizendo de novo que sabia sobre ele. Antes que ele a conhecesse.
As lágrimas começaram devagar. Ela ignorou isso. Achou a capa e andou até ela. Pegou-a, vestindo-se.
Não havia acabado ainda quando foi segura firmemente pelo braço. Olhou-o furiosa.
-
Me solta!
Ele suspirou.
-
Porque sempre acabamos assim?
O cabelo no rosto. O vinco na testa. Havia uma sombra de confusão nos olhos dele. Ela hesitou. Encarou-o.
-
Por que você não confia em mim. - afirmou.
Ele olhou-a. Parecia lutar consigo mesmo. Ficou de frente para ela. Segurou seu outro braço.
-
Então me... mostre como. - as palavras pareciam difíceis - Me faça... confiar.
Ela estremeceu. O coração deu um pequeno salto.
Ele estava cedendo a ela!
Presa pelos olhos dele ela não cedeu ao impulso de abraçá-lo.
-
Eu teria que lhe contar tudo. - ela respondeu suave.
-
E porque você não faz isso? - ele estava atento a ela.
Se ela desse as respostas erradas, o perderia.
-
Por que - ela falou suave - Você não acreditaria.
Ele hesitou. Ela continuou encarando-o.
-
Por que você não tenta. - ele disse devagar.
-
Vai demorar.
-
Eu não vou a lugar algum.
Olhou-o. Balançou a cabeça concordando, mas continuou parada.
Só então ele percebeu que ainda segurava os braços dela. Soltou-a.
Ela fechou a capa com a mão livre. Passou por ele. Andou devagar, na frente dele, até o sofá.
*******
Sett....
Granger Weasley - Desculpa.
Mas você é doida! Risos.
Framboesa do 3V ^^ - Obrigada por revisar. Se você acha que ela ta sofrendo é porque não viu o resto!
N/A - Só vou atualizar mediante reviews! (cara de má) Apesar de alguns capítulos prontos.