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16. MINISTRUS OCCULT


Fic: HARRY POTTER E A ARENA DAS ALMAS PERDIDAS - FINALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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_Harry, devo explicar que o local em que estivemos é aonde Voldemort vem treinando e fortalecendo seu exército para a guerra que não em muita demora deve vir...acredito também que a pessoa que atacou a Srta.Granger seja um dos mais fiéis e competentes comensais de Voldemort....
_Professor... - Harry disse não suportando se manter quieto.
_Diga Harry, diga..
_As duas Avedas Kedavras que se transformaram naquela fênix, o que foi aquilo?
Dumbledore desviou um olhar rápido a fawkes e parecendo não se importar muito respondeu:
_Fênix Harry...é o simbolo que representa as trevas e as luzes, as duas Maldições se transformaram em fênix porque foi assim que na rivalidade entre o bem com o mal, que ela surgiu em nosso mundo...
_Então porque quando apareceu o Priori Incantatem no cemitério ano passado, não se formou uma fênix?
_Devo lhe advertir Harry, que somente uma fênix de fogo, como a que surgiu, somente será feita quando os dois bruxos mantiverem o mesmo poder e o mesmo desejo de morte em simultâneo...
_O senhor o queria matar?! - Harry adquirindo energia foi questionando o que pode.
_Creio que Voldemort não tinha o desejo de me matar, assim, posso afirmar que também não...
_Mas, porque ele não o gostaria de matar, sendo que o senhor é...
_Você já sabe a resposta para essa pergunta Harry...
_Não senhor, não sei!
_Verá como sabe...
Harry e Dumbledore se entreolharam pos alguns segundos e depois sob o silêncio constrangedor, o diretor tomou a palavra novamente.
_O Prof.Lupin me disse que você e ele tiveram uma conversa na casa de Sirius, aonde tenho certeza essa pergunta já lhe foi respondida...pense bem, pense com cuidado...
Harry se lembrou com bastante clareza da conversa envolvendo uma certa lenda de Midna, aonde Voldemort e Dumbledore seriam bruxos quase impossíveis de serem mortos. Se arrependendo de tê-lo contrariado, mudou o assunto, fazendo outra pergunta.
_E o anel professor, o que é aquilo?
_O anel Harry é um sequência de quinze anéis criados por Voldemort para identificar os seus quinze maiores fiéis e mais competentes comensais, o anel também é uma chave do portal ao que me pareceu ser o local aonde Voldemort vem guardando o seu exército...
_Então o anel é maligno? Uma maldição, algo assim?
_Sim, uma maldição...o anel contém uma perigosa e negra maldição. Acredito que seja algo desconhecido, somente tenho certeza de que se o anel for pego por outro bruxo senão o que for designado, o comensal responsável por ele devera ser torturado até a morte, muito deselegante é claro, mas eficiente ao ponto de vista de Voldemort...
_Então quer dizer, que mesmo que o comensal que atacou Hermione sobrevivesse, estaria morto neste momento...
_Certamente...porém ele foi privado dessa dor a longo prazo ao cair alguns andares em meu castelo.
_Podemos descobrir através do anel, quem é um comensal ou não?
_Não pense que é tão fácil dessa maneira Harry, o anel é visto por todos como um objeto que usamos de forma comum, porém o com a maldição de Voldemort tem algo que os difere...quase inperceptivel devo admitir, mas de bem observado, não há olhos que não o reconheçam...
_E qual seria essa diferença? - Harry se interessando se endireitou em sua cadeira e olhando o diretor que ia e vinha pelo gabinete com atenção reparou que nas mãos do diretor havia vários anéis.
_Em todo anel com a maldição de Voldemort, você pode perceber um simbolo minúsculo, do lado de fora ou de dentro, não sei exatamente, um simbolo que todos já conhecem, o simbolo da marca negra...essa é a diferença entre os anéis normais e os anéis dos seguidores de Voldemort...
_Professor – Harry o chamou antes de partir. - O que aconteceu com o anel do comensal?
O bruxo foi até a janela mais alta de seu gabinete e enquanto olhava por ela a escuridão do céu e retirava seus óculos, falou:
_Foi destruido Harry...se os quinze anéis forem destruidos juntamente com os quinze maiores comensais, o exército de Voldemort será extremamente enfraquecido e assim poderemos vencer a guerra...
Harry olhou para as mãos de Dumbledore sem que ele reparasse e pode ver que no dedo médio direito do diretor havia um dourado e brilhante anel como o que o comensal que atacara Hermione usara, e para seu espanto, pode ver sob a luz do fogo da lareira, uma caveira com uma cobra lhe passando pelos olhos, o simbolo da marca negra, o simbolo da maldição de Voldemort...

_Com qual aula começamos hoje? - Rony perguntou no dia seguinte já na mesa de grifinória.
_História da Magia – Hermione respondeu enquanto guardava sua edição do Profeta Diário que acabara de receber.
Enquanto rumavam para a sala do professor podia ser visto vários alunos terminando seus relatórios sobre as fênix nos corredores que todos enfeitados com decorações natalinas pareciam estar mais bonitos que nunca.

_Por favor, os deveres em minha mesa...vamos, sejam rápidos por favor... - o Prof.Binns de muito bom humor, porém em seu tédio eterno pediu.

A estufa três aquela manhã parecia realmente quente, embora houvesse uma brisa que viesse dos gramados, aquele deveria ser o primeiro e único dia de todo o inverno a estar em sol.
Na aula de Adivinhação, a Profa.Trelawney pedira aos alunos para escolherem um dos três sonhos para contarem a classe.
No almoço daquela tarde, alunos terminavam seus deveres, outros estudavam mesmo se não tivessem necessidade enquanto que alguns poliam suas firebolts e outros além de comerem, conversavam animados.
Os próximos dias passaram tão rápidos como os blocos de neve que caiam nos jardins e sexta-feira chegou juntamente com um dos maiores ares de excitação já tidos em conhecimento de Hogwarts.
Naquele dia os alunos desceram para o salão observando que os fantasmas paravam em todos os espelhos que viam para ajeitar suas vestes.
No salão principal aquela manhã havia sido posto bem ao fundo, atrás da mesa dos professores, um gigantesco cartaz que parecia uma cachoeira azulada aonde podia se ler: Bem Vindos À Hogwarts!
Sob as quatro mesas as bandeiras correspondentes as casas, várias árvores de natal, extremamente bem decoradas estavam distribuidas pelo salão.
Os professores trajavam suas melhores vestes e estavam, dependendo da situação, de excelente humor.
Fred pressionara ainda mais o time de grifinória e obtivera resultados fantásticos. Alícia Spinnet em parceria com Katie Bell parecia a cada treino ter sido feita para jogar com a amiga.
Naquela manhã aonde as mesas estavam cobertas por estudantes falantes, Dumbledore se pôs de pé como há muito tempo não fazia e o silêncio dominou.
_Posso ver um grande entusiasmo em todos vocês...Bom, alegria é sempre bem vinda...Como tenho a absoluto certeza de que sabem, Hogwarts hoje recebera quatro escolas para o Torneio do Olheiro, falo de Beauxbatons e Durmstrang que quem nos foi aluno ano passado os conhece e as já não tão conhecidas por vocês, Agatston e Bounstouns.
O motivo de me levantar e interromper o café da manhã de todos, foi porque devo-lhes avisar que amanhã será o baile em comemoração a abertura do Torneio, a vitória de alguma casa no campeonato mundial e ao milésimo ano de Hogwarts. Este baile não se fara em nosso castelo, mas sim, fora dele, infelizmente não os posso revelar o local, porém amanhã saberam...
Para a recepção das escolas esta noite as duas últimas aulas foram canceladas...todos vocês devem deixar seus materiais em suas salas comunais e partirem para os terrenos, aonde esperaremos as chegadas...

Enquanto os alunos do quinto ano rumavam para a aula de Herbologia e os do terceiro, para a de Trato das Criaturas Mágicas, puderam notar muito distante, perto do campo de quadribol várias tendas de pedra com torrezinhas com certas criaturas nas pontas que se mexiam, mesmo assim, não puderam ver com muita clareza.
_Estou ansiosa para ouvir a multidão gritando o nome de grifinória amanhã, quando levarmos a taça de quadribol. - Hermione sorrindo disse, Harry teve a forte impressão de que ela desde o último treino vinha imaginando a situação.
_E se não levarmos? - Rony tirando o sorriso do rosto da amiga sugeriu.
Hermione lhe deu um tapinha nas costas e em um outro sorriso entrou na estufa número três.
Como Hermione fizera, a Profa.Sprout deu um tapinha nas costas de Harry e lhe mostrou um cesto surrado e meio sujo aonde os alunos deveriam estar depositando os pergaminhos sobre Plantas Espinhosas.
Trato das criaturas Mágicas nos terrenos frios de Hogwarts nem parecia ter sido tão ruim. Hagrid em especial estava ansioso e contente por estar muito perto de rever Olívia Maxime, diretora da Acadêmia Beauxbatons, com quem ano passado tivera um grande interesse.
Novamente no salão, a pergunta de Rony na mesa de grifinória fora a da maioria.
_Como será que devem ser Agatston e Bounstouns?
_Andei lendo sobre Bounstouns e tive uma excelente impressão da escola – disse Hermione sem olhar para Rony, estava lendo algo que parecia realmente interessante em seu inseparável exemplar de Hogwarts:Uma História - É claro que não se pode confiar em livros para se tirar conclusões de outras instituições, mas tenho certeza de que pelo menos o diretor se chama Laverne de Wenlock
_Quem será que está no lugar do Karkaroff? - Harry após ter tomado um pouco de suco de abóbora perguntou.
_Ouvi dizer que se chama Lorde Blade... - Gina que estava ao lado, conversando com duas meninas gêmeas, respondeu parecendo entediada com a conversa das garotas que não paravam de rir esquisitamente nem um minuto sequer.
_Potter! Potter! - uma voz chamou Harry vindo do meio do salão entre as mesas de Lufa-Lufa e Grifinória.
Harry se virou e viu a Profa.McGonagall vindo em sua direção com uma espécie de broxe realmente bonito em mãos.
_Estou aqui professora...o que foi?
A professora lhe extendeu o broxe e falou, parecendo um pouco cansada e tumultuada.
_Seu brasão de campeão Sr.Potter, deveria ter lhe entregado antes, mas são muitos preparativos, venho me esquecendo de muitas coisas...
_Sem problemas... - Harry disse apanhando o brasão.
_Muitos preparativos professora? - Gina perguntou enquanto as gêmeas riam cada vez mais alto ganhando a atenção de inúmeras pessoas na mesa de Lufa-Lufa.
_Realmente muitos, não somente com a decoração de todo o castelo mas com as preparações nas torres das casas para recebermos com conforto as escolas...
_Já foram selecionadas as casas que deveram ficar com as escolas? - Summerby, um dos jogadores do time de Lufa-Lufa perguntou.
_Não houve seleções Sr.Scott, mas sim as escolas tiveram o pedido para determinadas casas...
_Quem ficara conosco? - Uma menina de cabelos ruivos e olhos dourados perguntou.
_Beauxbatons Srta.Morrey...inclusive houve concordância com todas as escolas, cada uma escolheu uma casa e houve o acerto imediatamente...
_Quem ficara com quem professora? - Jorge Weasley sentado ao lado de Angelina Johnson indagou.
_Bom...
Minerva apanhou um pequeno pedaço de pergaminho e reparando que todo o salão a ouvia disse, nada constrangida.
_Beauxbatons ficara com Lufa-Lufa, Durmstrang com Sonserina, Bounstouns com Corvinal e naturalmente Agatston com Grifinória...
A professora no momento seguinte se precipitou a sair do salão em um sorriso rápido enquanto guardava o pergaminho e seu óculos com estrépido.
Assim que o sinal tocou, os alunos do quinto ano das três mesas esquerdas resmungaram, devido as duas aulas de Poções ao lado de um odioso Snape que teriam de passar nas próximas duas horas.
As masmorras como sempre estavam frias, principalmente com o inverno. Esperando nada ansiosos (com exceção de Sonserina) os alunos aguardavam Snape autorizar a entrada para o inicio da aula.
Assim que a sala se preencheu de alunos, ele se virou e com sua varinha em mãos fez um movimento trancando com violência a porta de entrada.
Vários alunos o olharam assustados.
_Ninguém nesta aula deve nos interromper...
Mais olhares percorreram a sala em desconfiança.
_Hoje ensinarei e os que forém capazes de aprenderam, a poderosa e muito perigosa poção M.O...quem me poderia dizer qual poção é esta?
Ninguém levantou sua mão, nem mesmo Hermione.
_Vejo que a senhorita sabe tudo desconhece essa poção? - Snape se dirigindo a ela disse.
_Ministrus Occult – Hermione falou brevemente.
_Seus efeitos? - Snape a indagou de forma severa.
_Não os sei...
_Menos cinco pontos para Grifinória por sua amiga não ter levantado sua mão enquanto perguntei...
Snape sorriu para Hermione e para a surpresa da fila de bruxos que estavam na dela, ela também sorriu.
O professor instantaneamente retirou o sorriso de seu rosto.
Os alunos de grifinória não se importavam que Snape tirasse pontos de Hermione, enquanto a casa perdia cinco em sua aula, a garota trazia muitos mais em outras aulas.
Snape recuou um pouco e ficando sob a luz de uma das suas maiores janelas falou.
_A poção Ministrus Occult, mais conhecida como M.O, é uma das três poções majestrais criada por St´s Mungos, extremamente forte e prigosa, M.O é desconhecida do grande público por ser considerada pelo Ministério uma poção de poder venenoso ao invés do seu real significado.
A poção M.O foi criada por St´s Mungos no objetivo de levar bruxos de volta ao tempo...milênios, semanas, horas, décadas, até minutos...Porém em contra a esse efeito extraordinário temos um alto custo na parte de ingredientes, um custo de serem algo realmente valiosos e quase impossíveis de encontrados, algo que dificultou muito o uso da poção em casos necessários...
Quem poderia me dizer os ingredientes?
Embora Snape esperasse novamente nenhuma mão ao ar, Ana Abott elevou a sua.
_Diga...
_Pêlos de unicôrnio, uma casca da árvore mais violenta e rara do mundo, Libélula, duas plumas de fênix recém nascidas do fogo e pó mortal de esfinges...
Snape olhou para Ana Abott com certo nojo e se contrariando disse.
_Não me lembro de nas últimas cinco turmas que ensinei essa poção alguém ter me dito os seus ingredientes, assim devo acrescentar alguns pontos a Lufa-Lufa. Farei neste momento uma poção M.O e chamarei um de vocês para experimentá-la...
Snape se dirigiu até uma sala ao fundo da classe e retornou com dois frascos, colocou-os com cuidado sob sua mesa, abriu o primeiro, aonde continha alguns pêlos de unicôrnio, levou o frasco até muito próximo de seu caldeirão e os jogou. Em seguida abriu o segundo aonde havia uma pluma vermelha e amarela de Fênix e com sua varinha a fez levitar até o caldeirão...
_Os ingredientes nunca devem ser tocados no caso desta poção... - avisou não desviando seus olhos do seu caldeirão.
Seguindo levou sua mão a um de seus bolsos e apanhou uma caixinha de madeira com vários símbolos esquisitos.
_Não respirem enquanto adiciono esse ingrediente à poção. - ordenou ele e todos apreensivos seguraram a respiração.
O professor abriu a caixinha e com rapidez jogou o pó que havia tomado a forma de uma esfinge. A poção borbulhou e se tornou vermelha, depois, esverdeada.
A classe soltou a respiração.
O último frasco e o que parecia ser o mais perigoso somente foi aberto com o pronunciamento de várias palavras de Snape, com sua varinha fez um pedaço de casca vermelho-sangue levitar até o caldeirão aonde enunciando um feitiço com uma língua diferente deixou que a casca caísse no caldeirão.
O liquido borbulhou novamente e uma fumaça esverdeada tomou conta da classe.
_Está feita...- disse ele - Bom, devo escolher agora alguém que não tem participado muito de minhas aulas...
Snape foi andando pela classe até chegar ao fim dela e se virar para a segunda fileira de alunos.
_Potter, vá!
Harry e Snape se postaram a frente da classe e enquanto o professor apanhava um frasco com um pouco da poção, Harry pensava em quanto tempo gostaria de voltar e sua resposta veio de imediato em sua cabeça.
_Você quer voltar quanto tempo?
Harry olhou para Snape e sob o silêncio da classe respondeu.
_Mil anos...
Uma série de cochichos varreu a sala.
Snape nem ao menos desconfiou da escolha, somente entregou o frasco a Harry e lhe instruiu:
_Agora, pense no local que gostaria de estar há mil anos e quando perceber já estara lá...
Harry elevou o frasco a sua boca e enquanto despejava o liquido pensou:
_A Arena das Almas Perdidas!
Seu corpo se tornou pesado e o frasco escorregou de sua mão quebrando quando em contato com o chão. Como a alavanca quando usara o anel, sua mente rodopiou e antes mesmo que percebesse ter feito uma viagem completamente enjoante caiu em um local frio e muito escuro, aonde havia quatro bruxos, um ao lado do outro.
Não os pôde ver muito bem, pois havia uma neblina azul que os quase cobria.
Se levantando pode ver com muito mais clareza uma bruxa magra, de longo vestido azul brilhante, olhos muito negros, pele clara e um penteado esquisito ir rumo a uma porta negra aonde havia uma sombra vermelha que se movia por ela formando figuras desconhecidas.
A bruxa levantou sua varinha e fazendo uma sequência extraordinariamente longa e dificil falou ao seu término.
_Realmente, está é para mim...
_Não se demore Rowena, vamos de uma vez. - um bruxo de vestes verdes, com um capuz negro, olhos que mais pareciam esmeraldas, pele branca e um aspecto viperino falou parecendo apressado.
A bruxa de belos olhos levou sua mão até a maçaneta que tinha forma de uma cabeça de águia e abriu a porta com um rugido sombrio.
Harry tinha a certeza de que ninguém o via ali além dele, era como se estivesse em uma memória por dentro da penseira de Dumbledore, ninguém o veria.
Logo que Godric Gryffindor e Salazar Slytherin adentraram a câmara de Corvinal, se apressou a segui-los antes que porta se fechasse.
Seu queixo despencou, estava em uma sala redonda toda feita de pedra aonde em vários cantos havia águias de pedra escura com asas de fogo que iluminavam a sala.
O cômodo redondo sumia aos pés de todos. Havia inúmeras estantes que giravam deixando em repentinos momentos a mostra um grande tunel que sumia em uma escuridão cegante.
Rowena em frente a todos sacudiu sua varinha e as paredes de pedra juntamente com as estantes giraram em sentido contrário. Harry sentiu alguém puxar seu pé e quando percebeu aonde estava caindo viu uma série de lanças afiadas logo abaixo, sua cabeça estava confusa, girando, iria cair nas longas e afiadas lanças sem nenhuma chance de escapar. Ministrus Occult o impedia de ser visto e tocado pelas outras pessoas, mas não de sofrer as dores do momento em que se está passando.
Harry fechou seus olhos e esperou a hora de sentir as lanças lhe rasgarem o corpo.

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