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13. Tudo culpa do Potter


Fic: The Bet


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Por Marlene McKinnon


 


Eu olhava para o nada naquele escritório melancólico e sem vida. Eu não havia estudado em uma das melhores faculdades de Londres, para acabar em um escritório com cheiro horrível de mofo tão pequeno que me dava claustrofobia. E olha que eu nunca fui claustrofóbica...


 


Ao meu redor, as paredes eram de um tom bege sujo, havia uma janelinha e uma outra maior – que ficava atrás de mim – com persiana onde dava para o local que os outros advogados de maiores portes ficavam, havia arquivos e mais arquivos espalhados pelo escritório. E aquilo me irritava. Muito. Eu queria estar lá do outro lado, defendendo inocentes e mandando bandidos culpados para o xadrez.


 


Se a Lily soubesse que eu não fazia o que eu gostaria de fazer, ela teria um chilique. Ficaria angustiada por me ver sentada em um escritório minúsculo, resolvendo casos de multas. Eu precisava sair dali e trabalhar na minha especialidade.


Eu estava tão irritada com toda essa situação, que nem mexer naqueles papéis à minha frente, eu mexia. Eu estava sentada em minha cadeira, com os pés em cima da mesa – ignorando o fato de eu estar de vestido – pensando no dia da festa de Alice. Depois de ter conhecido Sirius Black, nada na minha vida fazia sentido. E nem a vida de Lily, depois de James Potter. Coitada. Pelo menos eu não precisaria passar algum dia com o Black.


 


Sentia saudade de !invadir” a casa da minha melhor amiga. Mas todas as manhãs, eu a escutava gritar com o Potter por alguma coisa. Se ela soubesse o quanto eu ria, acho que colocaria as mãos na cintura e me lançaria aquele olhar fulminante. Acho que faria uma visita do casal mais briguento de todos os tempos mais tarde.


 


A porta do meu escritório foi aberta; continuei do mesmo jeito e olhei para quem havia entrado ali. Fingi estar olhando uma multa e quase caí da cadeira ao ver o nome de Black no papel.


Olhei novamente para o meu chefe, que observava minhas pernas com interesse. Estreitei os olhos, irritada com aquilo.


 


– O que deseja, senhor Digory? – perguntei, retirando as pernas de cima da mesa.


 


– Você já pensou no que eu lhe disse? – Ele desviou o olhar da mesa para poder olhar nos meus olhos.


 


– Não. Não vou fazer agora e nem nunca – respondi com raiva. Que ideia!


– Então nunca sairá desse escritório – Amos Digory encostou-se na parede. Cerrei os dentes e me levantei da cadeira.


 


– Ah, não? Então veja isso, chefinho.


 


Peguei minha bolsa, minhas chaves e a multa de Sirius Black e saí daquela sala ridícula, jogando meus cabelos para trás. Eu sabia que o Digory estava atrás de mim. Estava cansada daqueles joguinhos e ele estava querendo que eu enfiasse a minha mão naquela cara asquerosa dele.


 


Ele puxou meu braço e me virou. Eu o encarei furiosa, sob os olhares das outras pessoas.


– Se não me largar agora, eu vou lhe processar – ameacei.


 


– Rá, rá. Me poupe, senhorita McKinnon – disse ele, confiante. Essa gente não me lavavam a sério; ele não devia ter feito aquilo. – Você não é capaz.


 


– Tanto sou, como vou fazer – retruquei, tirando a força o meu braço do seu aperto. Aquilo provavelmente ia ficar roxo mais tarde. – Agora me dê licença... você não sabe do que eu sou capaz.


 


– Se sair daqui, será demitida! – gritou Amos Digory e eu me virei para ele, com os braços abertos.


– Se não se percebeu, quando eu peguei as minhas coisas, eu me demiti! – ri com escárnio e saí dali triunfante.


 


Peguei meu carro e dei partida. Nem por mil euros eu faria aquilo para ele! Eu não era nenhuma vadia que me vendia para conseguir um alto posto naquela advocacia de merda. Eu estava lá para trabalhar; e trabalhar no que eu era boa. A única coisa com que eu me preocupava, seria o que Lily iria dizer.


 


Mas acho que ela entenderia. O que ele queria que eu fizesse, era baixo e sujo. E depois, eu não era nenhuma destruidora de lares e ele não era... E ele tinha um filhinho. Preferia ficar desempregada, a me deitar com ele só para conseguir subir de cargo. Nunca nessa vida, nunca na vida passada e muito menos na próxima – se existir isso. Balancei a cabeça e estacionei o carro em frente à minha casa.


Olhei para a casa da Lily – onde tudo estava calmo, indicando que aqueles dois estavam trabalhando – antes de abrir a porta da minha casa, que ficava ao lado da de Lily. Entrei e joguei de qualquer maneira minhas coisas em cima da mesinha que havia ali e fui para o banheiro tomar banho.


 


Agora, eu não sabia o que ia fazer da minha vida. Claro, eu iria procurar outro emprego, porém até achá-lo... Saí do chuveiro e fui pegar uma muda de roupa, optando por uma calça jeans e uma blusa de moletom com os dizeres “I ♥ England” e fui para sala ver televisão.


Não tinha nada para ver e pensei em comer algo. Levante-me, prendendo meus cabelos em um rabo de cavalo, me dirigi para a cozinha e foi quando o telefone tocou. Suspirei e voltei para sala, tirando o fone do gancho.


 


– Alô? – falei, ajeitando o cabelo.


 


– Le-Lene, sou eu, Lily – eu arregalei os olhos, pois a minha amiga soluçava. Logo, eu fiquei preocupada.


 


– O que houve, Lily? – perguntei com a voz esganiçada por causa da preocupação.


– Só... só venha me buscar aqui na escola, por favor – pediu ela chorando.


 


– Vou pegar as minhas coisas e já estou indo – disse eu apressada.


 


– Tá bom – fungou ela e eu desliguei o telefone. Coloquei botas pretas de cano médio, peguei as chaves do carro e minha bolsa.


 


Eu estava preocupada com Lily, e alguma coisa me dizia que tudo aquilo era culpa do Potter. Por que ele sempre tinha que estar envolvido? Apertei com mais força do que o necessário o volante. Se ele fez alguma coisa a ela...


O trajeto até a escola, eu fiz o mais rápido que o meu carro permitia ir. Estacionei de qualquer jeito e entrei no colégio.


 


Havia crianças correndo, garotas “populares” sentadas conversando sobre garotos da equipe da corrida ou qualquer outra equipe. Eu, particularmente, nunca me importei com popularidade. Mas, no meu tempo de colégio, eu fui “elegida” para ser uma. Aquilo era coisa de pessoas fúteis e sem objetivo na vida – porque as garotas eram assim. É claro que eu não era assim, eu tinha a Lily.


 


Passei por elas – alguns pirralhos me olharam quando passei – procurando por Lilian. A minha preocupação e a raiva iam aumentando a cada passo que eu dava. E agora que eu não sabia onde ela estava?


– Ora, ora. O que temos aqui? – Uma voz rouca e sedutora falou as minhas costas. Fechei os olhos ao reconhecer aquela voz que fazia meu estômago se contorcer. – Senhorita McKinnon, veio me ver?


 


Virei-me para encará-lo, que levou um susto. Ótimo!, minha expressão não estava tão amigável para encorajá-lo a flertar comigo.


 


– Vocês se aproveitaram de mim quando eu estava “alta” e me fizeram fazer esse contrato estúpido – comecei, apontando com o dedo indicador para o seu peito forte, de modo ameaçador. – E que, por conta das condições do seu amiguinho, ela assinou aquela bosta. Mas fique sabendo, Black, que, se está prejudicando a minha irmã, vocês terão de pagar muito caro.


Black me olhava assustado, mas depois se recompôs, ficando ereto.


 


– Do que está falando, McKinnon?


 


– Eu estou falando que,se magoarem a Lily por causa dessa infeliz aposta, vocês vão sofrer na minha mão. – Respondi, dando-lhe as costas e indo procurar a minha amiga.


 


Eu não sabia nem por onde começar a procurá-la. Então, um anjo foi me salvar (e ele parecia mesmo um). Um homem alto e de cabelos louros e curtos veio na minha direção.


– Você é a Marlene McKinnon? – indagou ele com as mãos nos bolsos. Assenti, desconfiada. – Eu sou Remus Lupin. Ela está aqui – disse Remus, indicando uma sala vazia. Corri até a sala em que Lily estava e depois o olhei.


 


– Obrigada – agradeci, ele assentiu e eu entrei na sala.


 


Lily se encontrava sentada na cadeira do professor, abraçada aos joelhos, e com a cabeça escondida entre os braços. Seus cabelos vermelhos cobriam seu rosto e os sapatos em cima da mesa.


Caminhei lentamente até ela, que não escutou quando eu entrei. Afaguei-lhe os cabelos e ela me olhou. Seus olhos verdes estavam brilhantes pelas lágrimas e, ao redor destes, vermelhos de tanto chorar. O que aquele idiota fez com a minha amiga?


 


– Leve-me embora aqui? – perguntou Lily, com a voz chorosa.


 


– Claro que levo – respondi, pegando seus sapatos e indo para a porta. – Espera só um minuto.


Saí dali e olhei o corredor vazio. Virei o rosto para a esquerda e vi a pessoa que eu desejava ver. Remus Lupin estava abrindo a porta de uma das salas, onde, provavelmente, dava suas aulas. O chamei e ele veio até a mim.


 


– Pode levá-la até o meu carro, sem que ninguém a veja – perguntei ainda com os sapatos de Lily nas mãos.


 


– Claro – respondeu ele, solene. Lhe dei as chaves do carro.


– Ela sabe qual é – ele assentiu e eu comecei a me afastar.


 


– Aonde você vai? – Remus perguntou, estreitando os olhos.


 


Achar o culpado disso tudo – gritei já a uma certa distância. Parecia que ele queria dizer mais alguma coisa, mas eu já havia virado no corredor.


 


Caminhei até a sala dos professores – não foi difícil achar a sala – e abri a porta. Vi que alguns professores me olharam de um jeito estranho. Porém, lá no fundo, bebendo água estava (não quem eu queria, mas servia) Sirius Black. Fui até ele, decidida.


Ele viu minha expressão e arregalou os olhos. Eu estava tão furiosa com o Potter, mas, mesmo assim, eu não pude deixar de notar o quão bonito o maldito Black era. Eu não podia me concentrar na beleza estúpida dele. Eu tinha de dar o meu aviso final.


 


Agora eu estava apenas alguns centímetros de distância dele, podia sentir seu perfume e ver alguns potinhos castanho claros em seus olhos escuros.


 


– Preste bem atenção – sussurrei, não querendo arranjar tumulto. – Sei que a Lily é muito orgulhosa para abandonar essa aposta sem sentido. Mas, da próxima vez, eu vou interferir. Ouviu bem?


– Eu. Não. Sei. Do. Que. Você. Está falando – ele disse pausadamente, enquanto eu mexia em minha bolsa.


 


– Vai saber, porém não contarei – repliquei já com o que eu queria nas mãos. – E, para não dizer que eu sou má, está aqui a sua multa. Agora vê se não ultrapassa mais o limites, porque não haverá uma próxima vez e joguei o papel em suas mãos. – Dê o meu aviso ao seu amiguinho.


Saí dali com o olhar surpreso de Sirius e de curiosidade dos outros professores. Encontrei Lily no carro, ainda com os olhos inchados, mas havia parado de chorar.


 


Aquilo tudo era culpa do Potter.

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Lana Sodré: Eu também sou preguiçosa... minha mãe me lembra disso todos os dias kkkkk. Que bruxaria é essa, Lana? Mas será que é isso mesmo? Essa descoberta da Lily tem explicação; eu não disse que essa fic eu escrevi já pensando no meio e no final dela? Tudo está ligado hahaha. Mas é muito triste mesmo :/ mas tudo se resolverá! Snape... a volta dele não será triunfal, mas será angraçada IUDHIHDS (creio eu). Se pensamente traisse mesmo, ela já teria traído desde a primeira vez que o viu ISADHGIUDSAHIUHA. Que bom que você gostou! Fico feliz! E o próximo você sberá o que aconteceu com o James hahaha.
Obrigada por comentar, hermosa *--* 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

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Comentários: 1

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Enviado por Lana Silva em 16/04/2013

kkkkkkkkkkkkkkkk viva aos preguiçosos então \o/ kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk você pensa em tudo Lai...O dificl não é achar o que você pensou e sim o que você não pensou, é impossivel kkkkkkkkkkkkkkk Bem, Marlene mostrou que é fiel e leal a amiga até o fim - amo amizades desse tipo  - 'Você quebra o coração da minha amiga e eu quebro sua cara' tipo assim. Gostei realmente disso, acho que o Sirius vai dar o recado e o James ou não vai entender o porque disso ou vai sacar rapidinho que fez besteira ... Ele sempre faz! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Ahhh Lai...Sinto até pena do Snape na suas mãos... Coitado dele. Sim...Realmente por pensamento ela já teria traido a muito tempo... Mas o Snapitho supera... kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Seria menos 50 pontos para a Grifinória se ele lesse esse apelido tosco. Amei o capitulo, quero maiiis *-* 


Beijoos! 

Nota: 5

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