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1. Dragão


Fic: Yanking Out My...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Title: Yankin’ Out My Heart

Author: Nana Waffle.

Disclaimer: JKiller; aquela lá que matou o meu quarteto preferido e Nickelback.

Aviso: Slash, yaoi, shounen-ai.

Casal: Pinhão e outros.

Parte: 1 de 3.

Música: 1º Mistake, 2º Hollywood e 3º Breathe, do Nickelback.




What a mistake,

(Que erro,)

What a mistake,

(Que erro,)

What a mistake,

(Que erro,)

What a mistake,

(Que erro,)


I've never been lost,

(Eu nunca estive perdido,)

I've never been found,

(Eu nunca fui achado,)

And it makes no difference, if I'm around,

(E não faz diferença, se eu não estou perto,)

There's never been words, there's never been actions

(Nunca houveram palavras, nunca houveram ações)

Never made promises that I've never kept.”

(Nunca fiz promessas que eu nunca cumpri.)


Acordou.


A luz do Sol entrava pela janela, incomodando.


Existia um certo aperto em seu peito, mas não conseguia distingui-lo.


Porque sentia aquela...Angustia?


Foi até o espelho, pegando um pente e os passando nas mechas que caiam por sobre seus olhos.


Desceu para tomar café.


A cozinha estava vazia.Estranho.


Abriu a geladeira, pegando leite, para depois pegar a caneca de cima da mesa, enchendo-a, quase fazendo o liquido derramar.


Sentou-se no balcão, tomando o conteúdo da xícara negra.


Alguma coisa estava faltando...


Andou sem rumo pela casa.Parou em frente á alguns retratos.


Abriu a boca.


Uma melodia veio com força total á sua mente.


Inconscientemente, começou a cantá-la.


Tocou a foto, os dedos longos escorregando pelo rosto moreno, que na foto sorria, pendurado em seu pescoço e logo depois lhe beijando como se não houvesse um amanhã.


Era isso.


Era ele quem estava faltando.


A voz começou a tremer.O refrão era apenas um som perdido, vindo de qualquer outra pessoa.


Seu corpo não existia.


Sua mente era apenas um jogo, esquecido em algum local abandonado.


Sua alma era restos do que um dia fora um ser humano são.


Lágrimas tiveram contato com seus lábios.


A xícara caiu no chão, sujando o carpete negro de leite, os pedaços escuros misturando-se ao tecido fofo.


Não era real.


Não, não era...


Abriria os olhos e ele estaria ali, observando-o, perguntando se estava tudo bem.


Harry Potter não estava morto.


Não.


Ele não estava lá, ele nunca mais estaria. E a culpa era sua, só sua... Era sua culpa amar Harry daquele jeito, toda sua.


Terminou de cantar a música, a ultima frase interrompida por soluços.


Caiu de joelhos.


Não existiam cacos de vidro entrando em seu joelho.


Nada existia.


Apenas aquele vazio.


Não, como poderia existir um vazio? Porque Harry era seu vazio, Harry era seu tudo. Harry era o vazio que existia em seu coração. Melhor, Harry seria este vazio.


Mas Harry não podia ser mais nada.


Aparatou.


Queria Harry.


Queria.


Agora.


Queria Harry AGORA!


Antes que caísse, mãos pequenas e frágeis lhe envolveram. Não era aquele par de mãos que queria, queria as mãos de Harry, as palavras de Harry, o cheiro de Harry.


Porque ele tinha ido embora? Quem... Quem ele se atrevia á pensar ser para lhe abandonar? Não, ninguém lhe abandonava!


Era uma brincadeira, Harry ainda estava vivo. CLARO! Harry morto? Que coisa ridícula! Se nem Voldemort tinha conseguido matar Harry, nada conseguiria.


Porque Harry era sua relíquia, seu maior erro e seu mais feliz acerto. Porque o mundo era feito de si e Harry, mais ninguém. Porque eram as mãos de Harry -não aquelas- que lhe amparavam, a boca de Harry que tocava quase timidamente com a sua cada vez que ficavam sozinhos, era o perfume de Harry que o fazia ter pensamentos incoerentes, porque sua vida era Harry.


Porque a vida de Harry era a sua. Então, se Harry estivesse realmente morto, ele saberia.


“Please don’t be too long while you’re gone,

(Por favor não demore muito enquanto estiver longe)

There ain’t enough to keep me here too long

(Não há o suficiente para me manter aqui por muito tempo)

Not like the last time I stood on line

(Não é como a última vez que eu fiquei na linha)

Just enough to keep me bouncing off the walls”

(Apenas o suficiente para me manter longer de atirar-me nas paredes)




Branco. Era tudo o que via. Branco, branco e mais branco. Tentou erguer suas mãos para encará-las, mas não conseguia movê-las.


Mexeu o rosto, e notou que estava em um lugar que não era exatamente a sua casa. Não, sua casa com Harry. Harry... Aonde estava Harry?


-Harry? HARRY? HARRY!- sua voz saiu rouca.


Queria Harry. Para agora, para sempre. Apenas ele. Os dois, juntos...


Uma mulher se aproximou e o segurou pelos pulsos. Tinha pulsos? Não, não tinha nada. Porque não tinha Harry.


-Calma, Draco, por favor...


-HARRY!- ele se debateu.


Então tinha um corpo? Como poderia ter um corpo sem Harry? Porque Harry era tudo o que tinha...


Viu um garoto aproximar-se e ajudar a mulher. O garoto parecia com si. Estranho. Mas não, queria Harry.


-Mãe, deixa que eu cuido dele... – o garoto chegou e lhe empurrou de volta para onde quer que estivesse antes.


Colchão, cama? De quem? Só na de Harry, com Harry...


-ME DEIXEM! HARRY, HARRY!


Só Harry. Ninguém mais podia te tocar.


A mulher pegou uma agulha e a colocou em seu braço. O garoto ficou lá por algum tempo e depois foi embora. Tentou lutar, mas não conseguiu.


Ela lhe lembrava alguém... Quem? Porque estava chorando? Porque ela não era Harry?


-Pssh, Draco, querido, já vai passar...


Não ia passar, porque Harry não estava lá.


-Não sou seu querido.


Ela fungou.


-Ah, meu amor, por favor, não faça isso comigo...


-Eu não sou seu!


Sou só de Harry. Eu sou dele e ele é meu, foi assim desde o dia em que Scorpius piscou em King Cross e seria assim para sempre.


Quem era Scorpius? Seu filho? Não... Não podia ser. Porque não era de ninguém além de Harry.


-Draco!


O grito fino da mulher lhe irritou.


-Quem é você? Me solta, quero ir ver o Harry!


Ela começava a soluçar e isto estava me irritando.


-Ele está morto, Draco, ele...


-ELE NÃO ESTÁ MORTO! ONDE ELE ESTÁ?


-ELE ESTÁ MORTO! PORQUE DRACO, PORQUE? PORQUE VOCÊ FEZ ISTO CONOSCO? PORQUE COMIGO, DRACO, PORQUE?


-ELE NÃO ESTÁ MORTO!


-ESTÁ DRACO, ELE ESTÁ TÃO MORTO QUANTO VOCÊ ESTÁ LOUCO!


-EU NÃO ESTOU LOUCO, EU APENAS O QUERO DE VOLTA!


E de repente eu conseguia ficar em pé, e andava na direção daquela mulher. Cada passo que eu dava na direção dela, ela dava outro para trás.


Estúpida, acabou por ficar entre mim e a parede.


-VOCÊ ESTÁ LOUCO, DRACO, LOUCO! VOCÊ ME TRAIU!


-COMO EU POSSO TER TE TRAÍDO SE NUNCA TIVEMOS ALGO?


-COMO...?Como...? – a voz dela mal saiu. Ela continuava a chorar, e acho que se fosse possível ela se derreteria em lágrimas.


Aproximei mais meu corpo do dela.


-Seja lá quem você for, não é nada para mim.


Ela chorou mais.


-Draco, não...


-É Malfoy para você.


-Não fale assim comigo... Por favor...


-Agora me diga, aonde ele está? – botei uma mão no pescoço dela e dei uma apertada de leve, fazendo-a parar de chorar, um pouco.


-Ele está enterrado, Draco. Enterrado!


-ELE ESTÁ VIVO, NÃO TEM COMO ESTAR ENTERRADO!


-ENTÃO VÁ ATÉ A PORCARIA DO CEMITÉRIO E ME PROVE QUE ELE NÃO ESTÁ MORTO! – ela gritou, tentando deter a mão esquerda de Draco com suas duas mãos delicadas.


-NÃO! EU SEI QUE ELE ESTÁ AQUI, EU SEI!


-ELE NÃO ESTÁ! POR FAVOR, DRACO, SUPERE ISTO! HARRY POTTER MORREU! VOCÊS TIVERAM UM CASO POR ANOS E NUNCA FALEI NADA, O QUE CUSTA AO MENOS NÃO PERDER A SANIDADE?


-ELE NÃO MORREU! PORQUE VOCÊ FALARIA ALGUMA COISA?


-PORQUE SOU SUA MULHER!


-NÃO É!


-DRACO, POR FAVOR, PARE COM ISTO!


Não tinha o que parar.


-EU APENAS QUERO SABER ONDE ELE ESTÁ, O QUÃO DIFÍCIL É ME DIZER?


Ela já estava livre do aperto de minha mão.


-O QUÃO DIFÍCIL É ENTENDER QUE ELE NÃO ESTÁ MAIS ENTRE OS VIVOS, DRACO?


-ELE NÃO MORREU!


-ENTÃO CONTINUE SE ENGANANDO E DESTRUINDO COM SUA FAMÍLIA! QUEM LIGA, NÃO É? NÃO TEM PROBLEMA SE VOCÊ ESTÁ DEIXANDO SUA MÃE DOENTE, AFASTANDO SEU PAI E FORÇANDO SEU FILHO Á ACABAR COM O ÚNICO RELACIONAMENTO AMOROSO QUE ELE TEVE EM ANOS?


-QUEM VOCÊ ACHA QUE É PARA FALAR DA MINHA FAMÍLIA?


-SOU A MÃE DE SEU FILHO DRACO! DIGA-ME, EXISTE ALGUMA GRAÇA EM ACABAR COM AS NOSSAS VIDAS?


-ONDE HARRY ESTÁ?


-EU NÃO SEI!


-NÃO MINTA!


-NÃO ESTOU MENTINDO! – ela se afastou, ainda chorando.


E então tudo ficou turvo... Porque ela negava com tanta veemência o fato de ele estar vivo, e faltas pareciam faltar em meu quebra-cabeça.


Aonde Harry estava?


Tinha que encontra-lo...


Tinha um filho? Quem era a mãe dele?


Porque Harry não estava lá?


Quero Harry.


Harry, Harry, Harry...


Porque todos mentiam, dizendo que ele estava morto?


Ele não estava, ele não podia...



N/A: Fic feita por impulso. Postei ela aqui não sei há quantos séculos e daí não conseguia continuá-la... Mas então eu li os últimos 15 capítulos HPDH em inglês em só sete dias (os outros três dias passei lendo os 21 primeiros caps traduzidos pela net), e agora, com tudo já esclarecido na minha mente, mais de um mês depois de ter terminado o livro 7, eu simplesmente TINHA que continuar esta fic. O primeiro capitulo foi reescrito e aumentado; além de que novos personagens foram incorporados...

E SIM, EU AMEI OS MALFOYS NO SÉTIMO LIVRO! SIM, ELES AINDA SÃO TUDO PARA MIM!

Pronto, desabafei 8D

Então, por favor, leiam e comentem, porque eu deletei a “versão antiga” desta fic aonde existiam comentários e ela tinha até outro nome (Yankin’ Out My Heart), mas agora...

AH SIM; eu amei o nome do filho dos Malfoy, MAS NÃO SEI O NOME DA DROGA DA ESPOSA DO DRACO! (se mata), então ela fica apenas como mulher ou mãe.

ISSO MESMO; vai ter POV do nosso “Pequeno Escorpião”; porque Malfoys tem que ser meu combustível vital \o/

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