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11. Lorde Voldemort?!


Fic: A única que ele amou


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Ele estava mesmo insuportável! Ela sempre o achara incômodo, agora era impossível conviver com ele. Não perdia uma só oportunidade de atacá-la nos corredores, sempre que sabia que não havia nenhum professor olhando. Isso sem falar que, depois que ela terminara com Sam, ele mantinha aquele sorrisinho vitorioso, quase imperceptível, no rosto, o que a irritava. E nas diversas vezes que eles acabavam muito próximos, ela sentia seu coração disparar, mas nada acontecia. E ela estava cansada disso.
Clear virou em um corredor, certa tarde de janeiro, e se deparou com cinco alunos Sonserinos, que deviam ser do quinto ou sexto ano, brigando. Três garotas, que puxavam os cabelos, xingavam e batiam umas nas outras, esquecendo-se das varinhas e dois garotos que duelavam. Ela pode entreouvir palavras como “Não ouse... Ele nunca... Você vai se arrepender... o Lorde vai ficar sabendo!”. Quem diabos era “O Lorde” ela não tinha idéia.
Parou as garotas facilmente, mas os dois alunos eram mais fortes que ela e a tiraram da batalha em questão de segundos, com um feitiço Protego que a fez voar até a outra extremidade do corredor e bater dolorosamente na parede. Ela estava pronta para se levantar e tentar de novo, embora meio tonta, quando viu que os dois garotos estavam sendo separados por Tom Riddle, que tinha a varinha em punho e cochichava algo para eles, com urgência, e os cinco saíram correndo. Então se dirigiu até ela e lhe estendeu a mão, que ela aceitou relutante.
- O que disse a eles? – perguntou desconfiada. Ele não costumava tirar pontos da Sonserina.
- Menos cinco pontos para cada um.
- Por duelarem nos corredores? Devia ter tirado no mínimo vinte de cada.
- Não, não por duelarem nos corredores – disse com um sorriso superior como se soubesse de algo que ela desconhecia. Quando ela começou a abrir a boca para perguntar “Então por qu...?”, ele respondeu – por lhe lançarem uma azaração.
- O quê? – exclamou ela exasperada
- Só eu posso fazer isso – disse erguendo a varinha rapidamente – Achei que já tivesse aprendido – e com um movimento rápido, um raio vermelho saiu de sua varinha, que passou por ela por centímetros. Quase no mesmo instante ela revidou.
- Qual é o seu problema? – perguntou ela enquanto tentava acertá-lo.
- Só posso supor – disse enquanto faíscas amarelas e vermelhas saíam de sua varinha – que seja você o problema – e com outro acenar de varinha ele a derrubou no chão, e virou-se para ir embora, mas estacou.
O diretor vinha correndo em sua direção. Seus olhos pousaram no corredor parcialmente destruído – também pelos alunos mais novos de outrora – e em Clear que estava se levantando furiosa, pronta para atacar Tom novamente.
- Monitores-Chefes! – exclamou ele abismado – Os dois! Lutando! Venham até aqui, agora! – ambos se aproximaram receosos, lembravam-se claramente da última detenção que passaram juntos, a arrumação do armário e como o Prof. Dumbledore entrara na sala quando Tom estava prestes a beijá-la – O que exatamente vocês estavam fazendo?
- Estava... tentando parar uma briga, e então... – como explicar que Tom resolvera tudo, mas então decidira atacá-la? – Houve um, hum, problema – gaguejou ela.
- Isso – disse com os lábios se tornando uma fina linha em seu rosto – é óbvio. Sinto dizer que terei de tirar cinqüenta pontos de cada um. Francamente, não sei no que estavam pensando! Dois dos meus melhores alunos... E você, Tom? Achei que prezava mais seu distintivo.
- Sinto muito senhor – disse ele abaixando a cabeça humildemente – Não vai acontecer de novo.
- Assim espero. – e se afastou murmurando coisas como “Por Merlim, eu nunca imaginei” e “Completamente inexplicável”.

Depois disso, com a raiva borbulhando quente dentro dela, Clear voltou ao Salão Comunal, onde encontrou Willow. Ela suspeitava que a amiga talvez já tivesse se dado conta de que ela estava estranha, principalmente na presença “dele”, mas não se arriscaria a contar a ela. Clear apaixonada por Tom, era como Natal em Julho. Totalmente surreal.
- Ei, chegou isso para você! – disse ela correndo até Clear e dando a ela um pequeno envelope púrpura – Um convite para aquelas reuniões estranhas do professor Slughorn. Você vai?
Ela pensou por um momento em dizer que não e ficar ali, com ela, conversando. Mas Tom estaria lá, e ficar ali só aumentava as chances dela dizer algo errado e Willow – que era extremamente inteligente e atenta – descobrir tudo o que ela tão habilmente escondera em seu íntimo.
- Vou – disse e vendo a expressão da amiga acrescentou – Tenho que ir... Você sabe, ele vai ficar realmente chateado se eu não for.
- Certo – falou de modo descrente – Ótimo, então. Até mais.
Ela correu até o buraco do retrato, mas Willow a chamou antes que ela o atravessasse.
- O que foi?
- Mande lembranças ao querido Tom – disse com uma expressão cética.
Ela não respondeu, mas algo deve ter transparecido em seu rosto, pois sua última visão antes de passar pelo buraco do retrato foi Willow com um sorriso de vitória estampado no rosto.

Tom queria saber se a professora de Defesa Contra as Artes das Trevas iria se aposentar. Slughorn disse que não sabia, mas o elogiou como sempre. Os outros garotos trocaram risinhos de admiração, o que a deixou ainda mais irritada. Todos agiam como se ele fosse superior...
- Aliás, você acertou, obrigada pelo abacaxi, é meu favorito.
Novamente a troca de risinhos, mas dessa vez seu olhar passou pelo dela e ele sorriu. Ela amarrou a cara e desviou o olhar.
Já eram onze horas e o professor mandou-os se deitar. Clear saiu da sala e esperou na curva do corredor, enquanto Tom se demorava na sala. Até que ele finalmente apareceu.
- Ei, qual a diferença entre entregar o presente agora ou no trem? – perguntou, antes que ele dissesse alguma coisa. Ele sorriu com ar de superioridade... de novo. Ele estava se tornando um especialista nesses sorrisos.
- Por que agora – disse ele lentamente, fazendo suspense – Eu consegui o que queria.
- Lorde Vold...!
Clear olhou em volta e viu o garoto que havia chamado, e surpreendeu-se descobrindo que ele olhava para Riddle, que negava furiosamente com a cabeça e o olhar, fazendo-o calar-se.
- Do que ele chamou você? – perguntou tornando a encará-lo.
- Nada. Um apelido.
- Lorde...?
- Voldemort – admitiu contra vontade.
- E de onde você tirou isso? – perguntou com ares de deboche.
- São as letras do meu nome, apenas em outra ordem. Apenas para meus... amigos mais íntimos. Boa noite.
Ela o observou se afastar. Apenas amigos íntimos... E ele contara para ela! Ela se sentiu repentinamente leve e feliz. E, além disso, ele a desejara boa noite! Não seja ridícula, pensou, foi só um “boa noite”. Não é nada de que se orgulhar! Mas não conseguiu deixar de sorrir até chegar ao Salão Comunal.

- Pelo amor de Deus, você pode parar de sorrir? – perguntou Willow mal-humorada – O que há de tão bom, afinal?
- O que há de errado em sorrir?
A felicidade ainda não se esvaíra na manhã seguinte, e era óbvio que Willow estava achando tudo aquilo muito irritante.
- Não haveria problema, se você me contasse o que a deixou tão feliz! – retrucou.
- Te conto outra hora.
- Aposto que foi um garoto – disse com um sorriso malicioso – Aposto.
Ela viu Riddle entrar no Salão e sorrir quase imperceptivelmente na direção dela. Abaixou o rosto para que a amiga não a visse corar, mas era tarde demais.
- Você está gostando do Riddle? – quase gritou ela, atraindo olhares próximos.
- Eu? Por Merlim, Willow, você enlouqueceu? Eu, gostando de Tom Riddle? – ela negou freneticamente com a cabeça – Nunca!
- E por que não? Ele é bonito, não acha?
- Por acaso você não está gostando dele, está?
- Não. Eu gosto do Matt, você sabe. Mas até que ele não seria nada mal, também.
- Willow! Você já tem namorado, lembra?
As duas se encararam por um minuto e então, sem mais conseguir fingir, caíram na gargalhada.

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