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5. O pedido não pedido


Fic: SENTIMENTOS


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Deivid já estava com três meses quando Harry tomou coragem de pedir Gina em casamento. Ele sabia que o trabalho dele, e o estudo dela já não os permitiam que se encontrassem mais que duas vezes por semana e isso angustiava muito Harry. Ele queria viver sempre ao lado dela, formar uma família com ela.
Tudo fora muito bem planejado por ele. Tirara folga do trabalho de auror. Gina estava com a noite livre, não teria nenhuma prova para estudar. Ele preparou o vinho tinto suave, e a música celta preferida dela. O jantar ele mesmo fizera.
-Lumus! – disse Harry. Todas as velas se acenderam. Eram duas velas brancas em cima da mesa, mais três velas brancas no balcão ao lado. Ele também conjurara duas rosas vermelhas para enfeitar a mesa A comida já estava pronta. Só faltava Gina chegar. A casa era só deles. Sirius estava trabalhando de noite no Beco Diagonal.
Harry olhou no relógio. Era sete horas da noite, Gina estava atrasada. Ele esperava ansioso. Aproveitou para arrumar suas vestes. Estava vestindo uma veste a rigor na cor azul marinho. Sentou-se na cadeira para ver se a ansiedade passava, tirou do bolso uma caixinha aveludada, na cor azul clara, que carregava o anel de noivado que ele ia oferecer a Gina.
A campainha tocou. Ele guardou depressa a caixinha.
Era ela. Harry podia sentir. Ele sorriu. Caminhou até o hall da porta. Respirou fundo e a abriu.
Gina estava linda. Usava um vestido azul claro, de alças, e sandália prateada. Seus cabelos estavam soltos, ao natural.
-Me produzi demais?
-Não. Você está perfeita. Muito linda, como sempre.
-Seu bobo!
Assim os dois se beijaram ali na entrada da casa.
-Agora você pode me dizer o motivo desse jantar na sua casa?
-Nós quase não nos vimos. Pensei em matar as saudades. Vamos sentar?
Gina concordou balançando a cabeça. Os dois se sentaram à mesa.
Começaram com o vinho. Gina falava dos estudos, e Harry a ouvia encantado. Era muito bom conversar com ela. Eles sempre tinham assunto e estavam sempre sintonizados com o mundo dos bruxos e também com os dos trouxas. Gina estava se preparando para ser uma auror e isso fazia com que eles tivessem horas de conversa para debater um único assunto sobre combates ao mundo das trevas.
Com apenas um estralar de dedos de Harry, a comida foi para os pratos dos dois. Assim eles jantaram.
-Nossa! Já são nove horas, eu nem senti o tempo passar.
-Quando se está com quem se gosta, o tempo passa voando – disse Harry.
Gina sorriu. Era o momento certo para pedi-la em casamento.
-Gina... Eu...
-Harry me diz uma coisa – interrompeu Gina – O que aconteceu com o caso de Gabrielle?
Harry sentiu uma fisgada no coração. Tanto pela garota que não conseguira salvar, quanto pelas chances de pedir Gina em casamento escapando de suas mãos.
-Foi dado como perdido no mês passado – respondeu ele com pesar.
-E você não fez nada? Por quê não me contou?
-Eu não queria te preocupar com nada. Eu tentei investigar por conta própria, mas não achei provas e não tive como ir adiante. É um mistério muito grande Gina. Tentei chamar atenção para o caso dela, mas ninguém quis dar muita bola.
Os dois ficaram alguns minutos em silêncio. Gina parecia pensar sobre o assunto.
-E por quê você não usa seu último recurso? – perguntou ela.
-E qual é meu último recurso? – perguntou Harry sem entender.
-Meu amor... – a voz dela era calma com um tom desafiador - ...Você é Harry Potter!
Ela disse aquilo como se fosse uma carta na manga. Um triunfo. Uma glória. Mas para ele não era.
-Aonde você quer chegar Gina? – perguntou com raiva.
-Há bruxos influentes que te admiram. Você fez muito pela comunidade bruxa. Você pode reabrir o caso, se tiver apoio de algum bruxo.
Harry sentiu uma raiva crescer dentro dele. Dumbledore era influente e ao lhe dar apoio pagou com a vida. Ele não podia deixar mais ninguém interferir na vida dele e sofrer por causa disso. Tinha preparado tudo para que aquela noite fosse só dos dois, e Gina conseguira estragar tudo.
Primeiro tocara no assunto de Gabrielle que ele tentava esquecer a todo custo, depois num assunto mais delicado ainda: a fama que Harry Potter tinha. Harry odiava o rótulo de “O menino da cicatriz”. Ele queria esquecer todo o seu passado. Não reviver nem uma lembrança. Aquilo doía demais nele. Perdera muito mais, do que apenas o diretor da sua escola, perdera uma infância feliz, perdera a oportunidade de viver com seus pais e ainda ganhara um assassinato nas mãos. Ao matar Voldemort, ele terminou com todo o sofrimento de uma geração de bruxos. Mas pra quê, se as pessoas hoje em dia estavam se matando umas as outras? Bruxos matando bruxos, trouxas matando trouxas.
-Harry? Harry!
-Quê? – perguntou ele voltando de seus pensamentos.
-Você está ai pensativo faz uns cinco minutos já.
-Desculpa. Mas Gina você sabe que eu...
-Está certo Harry. Você não gosta dessa fama. Eu sei que isso te causou problemas. Mas agora pode te ajudar em alguma coisa. Pelo menos pense.
Harry se sentiu um nada. O clima do jantar fora embora completamente. Ele agora tinha que levar Gina pra casa.
-Vamos... Eu te levo pra casa.
-O que houve Harry? Você está com uma cara...
-Nada Gina. Você precisa ir não?
-Sim... Mas eu quero ficar.
Harry que estava de cabeça baixa. Levantou rapidamente. Ele sorriu para ela. Havia intenções nos olhos dela, e também nos dele. Mas Harry não achou correto.
-É melhor você ir para casa. Eu a levo – disse enfim para Gina, que concordou em ir pra casa.
A idéia de lhe entregar o anel já fora por água abaixo no momento em que eles tocaram no assunto de Gabrielle. Depois daquela conversa ele queria cair na cama para pensar até pegar no sono. Levou Gina em casa. Deu um rápido oi para o pessoal da Toca. Voltou para casa com um nó na garganta. Sentou no sofá e pegou o anel da caixinha.
Ele era delicado. Essa era a palavra certa. Era perfeito pra eles poderem firmar compromisso. De ouro, com uma ágata-marinha incrustada no meio de um símbolo: o símbolo do infinito. Harry não era supersticioso, mas no fundo acreditava que o anel poderia trazer sorte ao casal. Mas até agora ele nem conseguira colocar na mão dela.
Se levantou e foi dormir. Não havia mais nada em se pensar, além de que a noite fora incompleta. Quando ele ia poder oferecer o anel a Gina?

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