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6. Cap 6


Fic: NC-16 A SANGUE-RUIM QUE VOCÊ DESEJA - Dramione Final


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 6


 


Hermione


 


Ah, a biblioteca!


Era um dos meus lugares favoritos na escola. Eu sempre me sentia muito bem aqui. Os livros me traziam paz e tranquilidade e o cheiro de pergaminho novo era reconfortante em momentos de solidão. Não que eu curtisse a solidão o tempo todo, mas agora ela estava sendo muito bem vinda.


Havia se passado duas semanas desde que eu decidira mudar e só agora estava tendo um pouco de paz.


Fugira de Gina e do resto da escola.


A ruiva insistia em me instruir a cada momento em que ficávamos juntas e eu decidi que precisava de sossego.


Embora a biblioteca não estivesse vazia, eu podia sentir o silêncio pairando no ar.


Andei entre algumas prateleiras, deslizando os dedos pelos títulos, mas nenhum me interessou, mudei de estante e fiz o mesmo. Nenhum interessante. Fui para o fundo da biblioteca na Sessão Reservada e busquei algo que despertasse minha curiosidade. Olhei atentamente cada livro da primeira prateleira, depois fui para a segunda parando bem no meio. Bem lá no alto havia um livro com capa preta. A letra de forma dourada brilhava e se mexia como ondas calmas no mar.


 Estiquei o braço para alcançá-lo, na ingenuidade de que poderia com minha estatura pegá-lo, mas não deu. Mesmo com o salto alto, ainda era baixa para a estrutura da estante. Fiz mais um esforço ficando nas pontas dos pés, mas mesmo assim foi inútil.


“Águas Curativas do Lago Negro”. O título saltou aos meus olhos de novo e eu olhei em volta procurando a escada que Madame Pince sempre deixava por ali para emergências como está. Busquei atrás de outra estante  e não estava.


Olhei em volta e a única coisa que estava a minha disposição eram uma das quatro cadeiras almofadadas em volta de uma mesa grande de estudos.


Olhei pelo corredor, para o balcão onde Madame Pince costuma ficar e a vi muito ocupada catalogando o livro de pelo menos cinco estudantes. Não iria incomodá-la com isso.


Procurei minha varinha  nas vestes e só então me lembrei que havia deixado-a no dormitório. Me amaldiçoei por esse descuido.


Olhei de novo ao redor.


— Vou usar uma cadeira. – pronunciei em voz alta pra mim mesma.


Arrastei o objeto até a estante e o posicionei  bem embaixo do livro. Tirei o salto e subi no estofamento, percebendo que ficara muito baixa para alcançar o livro que eu queria.


Fiquei na ponta dos pés e mesmo assim não houve a mínima possibilidade de meus dedos tocarem a capa do livro. Quinze centímetros ainda me separavam do meu livro.


Voltei à posição normal e descendo da cadeira voltei a calçar o salto. Se era apenas quinze centímetros que me separavam do livro, meu salto quinze ajudaria a alcançá-lo.


Apoiando-me na estante me equilibrei no acolchoado da cadeira.


Havia me enganado nos cálculos, e me estiquei novamente para pegar o livro. Meu olhar encontrou os meus pés e eu percebi que teria que dar mais um passo ficando bem na ponta da cadeira.


No segundo seguinte uma vertigem me atingiu. Além de meus pais, Harry era o único que sabia da minha fobia de altura e estava tentando me ajudar a superar. Ele disse que começar com pequenas alturas seria o ideal, e quando eu subi na cadeira, eu me sentia confiante e confiava nas palavras dele, mas agora que estava quase alcançando meu objetivo, ver aquela confiança escorrer por água abaixo não era nada legal.


Fechei os olhos e girei a cabeça para o teto, abrindo-os sabendo que eu teria apenas os livros acima da minha cabeça como visão.


Foquei Águas Curativas do Lago Negro, e mantive minhas vistas ali.


Engoli a saliva e estiquei o braço de novo tentando alcançar o exemplar.


De novo, minha altura não me favoreceu. Agora  apenas três centímetros me separavam do livro.


Fiquei na ponta dos pés e as pontas dos meus dedos tocaram a parte inferior da capa. Me esforcei mais um pouco.


Mas sabe aqueles dias em que nada que você faz pode dar certo?


Pois então? Hoje era um desses dias.


Fiquei tão concentrada no meu objetivo que não percebi estar sendo observada e quando a voz chegou aos meus ouvidos o susto foi tão grande que acabei me desequilibrando e despencando da ponta da cadeira.


 


Draco


 


Ela passou duas semanas inteiras se exibindo e flertando com meus amigos.


Sebastian, Luck e Blás estão tão fascinados pela Granger que acabaram se tornando três insuportáveis. Blás estava disposto a levá-la ao Baile do Dia das Bruxas. Em certos momentos eu o apanhava pesquisando fantasias  masculinas nas quais tivessem um par feminino.


— Vou sugerir para a Granger. Acho que ela vai gostar.


Eu ficava quieto. Já chegava Luck e Sebastian babando o tempo todo por ela, eu ainda tinha que aguentar eles enumerando as qualidades físicas da garota.   


Eu já havia percebido as qualidades físicas da Granger, não precisava que ficassem me dizendo o tempo todo.


Na verdade meu ódio por ela havia aumentado mais um pouco, principalmente por causa do que vinha acontecendo nos últimos dias.


Depois de Susethy e aquele desastroso inicio de trepada, minha vida sexual vinha tomando rumos inesperados. Susy havia sido a primeira. Com Melanie Mayer eu só havia conseguido, porque enquanto ela gemia feito uma louca, eu guardara todos os meus pensamentos de Hermione dentro do cérebro.


Mas gozar pensando na sangue-sujo deveria ser broxante e não prazeroso.


Lívia, uma gostosa da Corvinal me dando o maior mole  há dias e eu a rejeitei só porque ela tinha o cabelo loiro e liso e uma voz de estourar os tímpanos.


Era tão diferente da voz da Granger.    


E hoje de manhã havia sido a gota d’água final da minha paciência.


Acordar duro por ter tido um sonho erótico e se masturbar no banho pensando na sangue-ruim era a decadência de um sangue puro. Principalmente de um Malfoy.


Eu estava furioso comigo, mas principalmente com ela.


Fui para a biblioteca na esperança de poder esquecer aquela manhã. Poderia muito bem ter ido treinar no campo, para o próximo jogo, mas ir até o estádio implicaria em ter que ficar ouvindo aqueles três falando da garota dos meus pesadelos.


Sim, porque aquilo só poderia ser pesadelo.


Então, resolvi vir até aqui. A biblioteca geralmente era um lugar muito tranquilo e com certeza ninguém ira me torrar a paciência.


Quando cheguei fui direto para a Sessão Reservada. Lá ficaria longe de olhares curiosos.


Peguei o primeiro livro interessante que achei e comecei a ler. Meia hora depois eu não tinha conseguido passar da primeira página.


Flashes do sonho que tive com a Granger assaltavam meus pensamentos e tiravam minha concentração. Me levantei frustrado e fui guardar o livro pronto para ir embora da biblioteca, mas no segundo seguinte eis que surge a musa dos meus sonhos eróticos pela única porta de passagem.


Fiquei parado atrás da última estante rezando para que ela não fosse até ali.       


Através das frestas de um livro e outro, observei-a travar uma batalha para pegar um livro na prateleira mais alta da segunda estante. Cada vez que ela se esticava, sua blusa escolar branca subia revelando a pele da cintura fina.


Por um momento a vi procurar por algo, que eu deduzi ser a escada, e quando não achou, pareceu querer a ajuda de Madame Pince que parecia ocupada demais com outros alunos para dar atenção a uma única aluna.


Ela passou a mão no corpo a procura de algo e eu passei a língua nos lábios imaginando ser as minhas mãos passeando por aquele corpo perfeito.


Ela pareceu ficar nervosa.


Acredito que estivesse procurando a varinha.


Ela se virou e seu cabelo balançou lindamente quando ela arrastou a cadeira até perto da estante.


Quando ela se sentou e ergueu o pé para apoiá-lo na cadeira meu corpo teve uma reação inesperada.


Senti meu baixo ventre formigar violentamente diante da visão de sua lingerie branca.


Deslizei a mão pela barriga e toquei com certa força minha pequena ereção por cima da calça. Ela tirou a primeira sandália e depois trocou de perna retirando a segunda.


Senti minha garganta engolir em seco enquanto tinha aquela visão única e exclusiva do centro erótico das coxas da sangue-ruim.


Inconsciente de saber que estava sendo observada ela subiu na cadeira e eu tive uma visão deliciosa de seu traseiro e da parte de trás das suas coxas.


Depois de um longo e inútil esforço ela desceu e recolocou o salto me dando mais uma vez a maravilhosa visão de sua lingerie.


Agora ela subiu calçada e eu desviei o olhar me amaldiçoando por ficar olhando aquele corpo maravilhoso que ela tinha.


Olhei para baixo e o volume entre minhas pernas havia aumentado de tamanho. Me amaldiçoei mais ainda por isso. Eu estava desejando-a.


Olhei de novo onde ela estava e uma fúria me subiu, fazendo meu sangue correr mais rápido nas veias.


Queria matá-la, esfolá-la, degolá-la...


Sai de onde estava e fui para o seu lado na intenção de... Nem eu sabia direito o quê. Apenas o queria.


Encostei-me, na estante ao lado dela quando pronunciei as palavras.


— Ora,  que visão tentadora!


Não era minha intenção falar aquilo, mas nada naquele começo de manhã  me preparou para o que iria acontecer.


No segundo em que pronunciei as palavras, ela soltava um grito assustado e despencava em cima de mim, levando nós dois ao chão no qual eu servi de amortecedor para sua queda.


Seu cabelo fez uma cortina em volta dos nossos rostos e eu pude ver seu olhar ficar mais assustado quando viu que era eu. Ela se moveu e passou a mão no cabelo me dando a visão do alto da estante e eu arregalei os olhos quando vi que algo se movia em nossa direção. Com minha agilidade de apanhador eu a girei no momento em que quatro enciclopédias de Merlin caíam no lugar em que estávamos.


Ela moveu a cabeça olhando os pesados livros e eu fiquei ali sentindo a textura macia do seu corpo trêmulo e o cheiro, engoli em seco ao perceber que o corpo dela mesmo sendo menor que o meu se encaixava perfeitamente  em mim. Maldito Zabini, tinha razão sobre ela.


Podia sentir sua coxa tocar o meu quadril e eu imaginei que sua saia estava erguida.


— Você está bem? – Perguntei baixo.


Mas antes que ela pudesse responder uma aglomeração havia se formado a nossa volta.


Madame Pince e mais meia dúzia de estudantes nos olhavam, primeiramente curiosos e depois desconfiados. Madame Pince apontou-me a varinha.


— Saia de cima dessa garota rapaz, agora!


Pronto, a confusão estava armada e eu super encrencado.


 


(***)


 


— Pela décima vez diretora. Eu juro que não estava fazendo nada. – justifiquei-me.


Fazia quinze minutos que eu estava me defendo da acusação absurda que Madame Pince insistia em dizer.


— Eu estava lá, lendo um livro, quando a sang... – me calei imediatamente ao ver o olhar de reprovação das mulheres a minha frente – Digo, quando a Granger chegou. Ela tentava pegar um livro na prateleira mais alta e não conseguia. Primeiro ela arrastou uma cadeira, tirou os sapatos e subiu nela, depois ela desceu sem o livro, calçou outra vez os sapatos e subiu na cadeira de novo. De onde eu estava não dava para ver qual livro ela queria e então eu resolvi ser um cavalheiro e me prontificar a ajudá-la. Quando falei com ela, ela deve ter se assustado e consequentemente se desequilibrou caindo em cima de mim. Eu amorteci a queda, só que ela se espantou quando percebeu que era eu e deve ter batido o pé na estante fazendo quatro enciclopédias quase acertarem suas costas. Eu apenas agi rápido virando nossos corpos, evitando assim que ela se machucasse com os livros.


— Madame Pince afirma que vocês dois estavam em uma posição um tanto quanto suspeita e que a senhorita Granger parecia estar muito assustada. – ela falou e deu uma olhada para a bibliotecária que balançou a cabeça confirmando.


— Ah, por favor! – bufei já começando a ficar irritado – Tudo que eu disse é verdade e pode ser confirmado pela Granger. Eu apenas a salvei de ser esmagada por alguns livros. Não tentei violentá-la como Madame Pince está me acusando.


— Sr. Malfoy, por favor? Abaixe o tom.


Fiquei quieto. Não pretendia pedir desculpas nem a diretora nem à bibliotecária por isso.


— Madame pode pedir que a Srta. Granger entre, por favor?


— Claro diretora.


Minerva deu a volta na mesa e se sentou.


Hermione entrou e com passos incertos  sentou-se na cadeira ao meu lado.




 Gente querida. Perdi meu pen drive essa semana, e ontem achei, fiquei tão feliz que agora que me deu um tempinho resolvi deixar de enrolação e postar o cap 6. Espero que se divertam. Bjos e obrigados pelos comentários fofos que deixaram e que ainda vão deixar por aqui.


 

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Comentários: 6

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 09/06/2014

maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais!

Nota: 5

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Enviado por Renata C. Malfoy em 08/06/2014

Adorei o cap novo e o Draco começando a perder o controle hahahahaha
Só to achando os caps mt curtinhos, em poucos minutos ja li tudo e fiquei maaais curiosa pro resto hahahah 

Nota: 5

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Enviado por M R C em 08/06/2014

viuuu ? são longuinho não ajudou  ? hahahahah

que bom que encontrou o pen drive.

melhor ainda pra gente que pode ler esse novo capitulo.

amei a cena da biblioteca e dos dois estabanados no chão.

mas to cursiosa, agora que a silvia falou no grupo do face que o capitulo 9 tá demais, eu to curioooosa !!!

posta tuuudoo

hahahahhaha

beijos

Nota: 5

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Enviado por Janaína Ferreira em 08/06/2014

Li esse capítulo dando risada! kkkkkkkkkk

Muito bom!

Nota: 5

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Enviado por Laauras em 08/06/2014

Gostei! ^_^

Nota: 1

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Enviado por RiemiSam em 07/06/2014
Fiquei imaginando o Draco subindo as paredes... Rs Gostaria que ele visse que esse preconceito coma Herms é uma gde besteira e que o sangue de todos é vermelho. Mas sei que vc já tem algo em mente.
Nota: 5

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