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Visualizando o capítulo:

2. Tarde à beira do lago


Fic: The Marauders Destinos Cruzados


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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(Respostas aos Comentários - Sirius: negrito James: itálico Remus: sublinhado Autora: normal)

Uma rapariga baixinha, de cabelos encaracolados ruivos e olhos castanhos, encontrava-se sentada em frente à lareira. Parecia entediada. Batia repetitivamente com a pena no caderno e olhava constantemente para o relógio.

Finalmente, três rapazes passaram pelo quadro da Dama Gorda e entraram na Sala Comum.

- Vocês IMPORTAM-SE de me explicar porque é que chegaram tão atrasados? *olhar assassino*

- Ora, ora... Quanto stress! Já estás a começar a ficar parecida com a minha ruivinha!

- James Potter, estou a falar a sério! Isto não se faz!

- Eh... Desculpa aí, Carla. Eu avisei-os, mas estamos dois contra um... Sabes que não gosto nada de chegar atrasado...

- Oh, eu sei Remus... Mas tu és um caso à parte. TU és um cavalheiro *cora até à raiz dos cabelos*

- Tu também és uma rapariga espectacular... *cora igualmente*

- Enquanto vocês ficam aí, e não arranjam um quarto, nós os dois vamos começar a responder aos comentários, pode ser? *rouba os papéis das mãos da autora, que continua a olhar embasbacada para Remus e não dá por nada*

***ANA G. BLACK***

Olá miúda, queres ir sair, um dia destes? *pisca um olho e dá um sorriso sedutor*
Talvez dar uma volta por aí? *empurra Sirius e prende Ana à parede, passando as mãos pelos cabelos*
RAPAZES! O QUE É QUE VOCÊS JULGAM QUE ESTÃO A FAZER???
Er... Nada... Isto é... Estávamos só a dar-lhe as boas-vindas, não é James?
É isso mesmo! À nossa maneira, é claro *volta a piscar o olho à Ana*
Ana, desculpa o comportamento destes dois, eles ainda não estão domesticados! xD
Ei! Assim magoas-me!
Querido, se tu te comportas mal eu ponho-te a beijar o James no armário das vassouras. Tão simples quanto isso. Eu controlo-te.
Acho que vou ter pesadelos contigo esta noite... *olhar assustado*
Enfim, continuando, obrigadaaa! Já falei contigo, mas ainda bem que gostaste do traileeer! Isto é mesmo muito importante para mim! :D E quanto a isso de seres a minha alma caridosa, se quiseres ser a vaga ainda está aberta, visto que ainda ninguém me ensinou :'(
É por tu assustares os outros.
*beicinho* Eu... Assusto os outros? *começa a chorar*
Oh pronto... não fiques assim... Eles são uns insensíveis... *põe a mão por cima do ombro da autora*
És tão querido Remus... Tão diferente daqueles dois... *sorri timidamente*
Oh, poupem-me.
De qualquer maneira, Beijos quentes Ana, e volta sempre que quiseres! Eu esperarei ansiosamente! *pisca o olho*
É isso Ana! Eu também! E a minha proposta ainda está de pé! *passa as mãos pelo cabelo e sorri abertamente*
Sim, mas não te esqueças que é Black! BLACK!
Vai passear
Até vou, se for com a Ana *sorri sedutoramente*
Obrigadaaa e até ao próximo capítulo!
Adeus, rapariga simpática! *sorri*

***VIRGINIA LUPIN***

Olaaaa!! És muito simpática, sabias? xD E o primeiro capítulo já aqui está! Aliás, o segundo também! xD
Isso é porque ela não tem mais nada que fazer!
Não é nada! É porque eu gosto muito de escrever!
Pois, está bem. Seja como for *sorri abertamente* Virginia, ahm? Que nome bonito... E que tal Virginia Black, não ficava muito melhor? Imagina pequenos Black's a correr pela nossa casa... Com a beleza de nós os dois, seriam as crianças mais bonitas do mundo! *pisca o olho*
Queres mesmo Black's? Olha que Potter soa muito melhor! Além disso eu sou muito mais bonito que este cão rafeiro! E a nossa personalidade combina muito mais! Somos os dois perfeitos, não é mesmo gatinha? *aproxima-se perigosamente*
Ei, afastem-se dela! *afasta-os* Ela não está interessada?
Então, Remus? A defender a namoradinha?
Ela não é minha namorada! *cora* Só que é uma senhora, e não se faz isso às senhoras! É má educação! As mulheres merecem o melhor, e o nosso respeito!
Estás a tentar impressionar quem, ahm?
Bem, não sei se é a mim, mas eu estou convencida! Percebo-te perfeitamente Virginia... O Remus é tão... tão... tão... QUERIDO! É o último cavalheiro à face da terra!
Assim deixas-me sem jeito... *cora ainda mais*
Mas és! E sim, a Tonks ainda vai aparecer, mas é uma longa história e espero que acompanhes! Deixarem comentários é muito importante para mim, porque me incentiva! :D E gostei muito dessa "carinha igual a do sirius de cachorro pidao" xDDD
EEEIIII!!!!!
Cala a boca.
É isso aí!
Tu também, Potter.
E eu? Também?
Tu não. Tu és perfeito.
Carlaaaa! Não me digas estas coisas que eu fico muito envergonhado!
Tens de começar a ouvir verdades, Remus! Tu mereces! Seja como for, por favor comenta quando leres os dois capítulos, e até ao próximooo!!
Beijos onde quiseres *pisca o olho*
Beijos na boca *passa as mãos nos cabelos*
Beijos na bochecha e um abraço por seres tão simpática e teres um nick tão bonito! *sorri*
Beijooooos ^^ e volta!

*** LARI TONKS***

Tonks? Onde é que eu já ouvi esse nome? *confuso*
Ai, Remus, Remus... Nem tu sabes o que é que ainda vais passar!
*olhar assustado*
Calma, não é nada de mal! *sorri*
*cora*
OOOIIII! Nova leitora? És nova aqui, mas não nos conhecemos antes? *sorri marotamente* É mesmo. Eu não me esqueceria de uma cara tão bonita.
Que frase do engate tão antiga Sirius. Tsc, tsc. *Passa as mãos nos cabelos* Oiiii gatinha! Tudo bem contigo? Não? Eu posso fazer com que fique bem melhor! *pisca o olho*
E lá começam vocês. Comportem-se!
Nós estamos a comportar-nos...!
N/S e N/J: MAL! BAHAHAHAHA
*revira os olhos* O que é que eu fiz para merecer isto?
Criaste esta fic.
Uh... Bem visto.
Claro que está bem visto. Eu sou perfeito, esqueceu?
E modesto, também.
Roubaste-me as palavras da boca, Remus.
Queres que eu roube alguma coisa da tua boca? *sorri marotamente e aproxima-se*
Er... Hmm... *começa a hiperventilar pela proximidade com Sirius* Não.. Quer dizer... Sim... Quer dizer.. NAO! *empurra o rapaz*
O que é que eles fizeram agora? É preciso eu ter uma conversinha com eles?
Ah não, deixa lá, não vai ser necessário, mas obrigada *sorri*. Bem, Lari, eu realmente gostei muito das tuas fics, e quero que postes maaaais! Quando tiveres tempo, passa por aqui! Beijinhoooos
Beijões gata
Beijos, linda
Beijinhos, rapariga simpática!! *sorri*
(^^,)



Já acabou????
Nas outras fics nós ficamos respondendo aos comentários eternamente!
É, mas isso é nas fics bem escritas e populares, coisa que a minha não é! Só tenho 3 leitoras! :'(
Oh, não fiques assim... Tenho a certeza que tudo se vai arranjar *sorri*
Obrigada... Espero que sim! De qualquer maneira, aqui têm o capítulo e espero que gostem!! :DDD E, por favor... COMENTEEEEEEMMMM!


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A tarde passava lentamente. O calor que já se fazia sentir obrigava os alunos a desapertar as gravatas e tirar os pólos de cima das camisas. O Sol queimava, e por isso, as sombras frescas junto ao lago eram bastante requisitadas. É claro que como limite máximo de popularidade, ninguém se atrevia a roubar o lugar aos Marauders debaixo da árvore mais frondosa. Os quatro aproveitavam a tarde, se bem que Remus insistisse que tinham que se aplicar para os exames desse ano e por essa razão tivesse levado um livro de Poções para dar uma vista de olhos na matéria.

James, entediado, lançava a snitch no ar e voltava a apanhá-la, chamando a atenção de um grupo de raparigas do 3º ano que estava sentado numa árvore próxima. No entanto, as raparigas levantaram-se e todas muito juntinhas, começaram a cochichar e a dar risinhos enquanto passavam pelos rapazes.

- Olá Sirius! – Exclamaram todas, em coro.

- Boa tarde, meninas! – Sorriu marotamente Sirius, e piscou um olho, ao que se ouviram vários suspiros do grupo de alunas.

Remus abanou a cabeça e revirou os olhos.

- Padfoot, o Dom Juan de serviço – Disse ele

Peter murmurou algo sobre Sirius não deixar raparigas para mais ninguém. O moreno, sem ter ouvido o que Wormtail tinha dito, virou-se para Remus e exclamou, sorrindo de lado:

- Tens é inveja!

- Oh sim, imensa inveja de andar por aí a beijar dezenas de raparigas lindíssimas e de ser constantemente bajulado a partir do momento em que saio da cama, ou até, em alguns casos, ainda dentro da cama. – Disse ele ironicamente. No entanto, a sua cara perdeu o ar irónico e ganhou um de preocupação. – Sim, por acaso até tenho, agora que penso nisso.

Todos irromperam em gargalhadas, incluindo Remus.

Sirius deu por si a não precisar de semicerrar os olhos para poder olhar em frente, como se o Sol se tivesse posto de repente. No entanto, olhando para o lado esquerdo, viu a razão da súbita sombra. Uma cópia quase exacta de si mesmo encarava-os, com o mesmo cabelo negro e ligeiramente abaixo das orelhas de Sirius e uns olhos azuis, no entanto mais baixo. Era o seu irmão mais novo Regulus Black, que, com um ar empertigado e arrogante, olhava de um Marauder para o outro.

- O que é que queres, Reg? – Indagou Sirius friamente, desviando o olhar do irmão. Este sentou-se ao seu lado.

- Nada. Só sentar-me aqui. – Disse ele com um tom perceptível de irritação.

- Lá porque tu não tens amigos, não quer dizer que eu tenha que andar contigo sempre atrás de mim, como um animal de estimação. – Chutou Sirius. Era perceptível que Regulus se estava a preparar para responder, por isso, James interrompeu-o e perguntou, num tom de voz ansioso:

- Então… Onde é que acham que estão a Lily, a Jen, e a Diana?

- Bem… A julgar pela proximidade dos exames, suponho que estão a fazer o que nós devíamos estar a fazer neste momento, a estudar na… - Começou Remus. Porém foi a sua vez de ser interrompido.

- Oh sim, por favor diz-nos, Sirius, onde está exactamente o resto do grupo de seguidores do Potter, ou mais conhecido por grupo “Temos-tantos-problemas-como-não-sermos-correspondidos-pelo-nosso-grande-amor-e-tirando-isso-somos-tão-perfeitos” ? – Disse sarcasticamente Regulus, mais dirigido para Sirius do que para os outros.

- B’tarde – disse uma voz pouco impressionada, por trás de Regulus. Ele virou-se e os seus olhos desceram da cabeça aos pés da rapariga. Encontrava-se cara-a-cara com uma rapariga pálida, de longos cabelos negros muito lisos, que lhe chegavam à cintura, uns olhos penetrantes muito azuis, traços delicados e uma figura harmoniosa. – Importavas-te de… levantar o rabo e deixares-me passar? Digamos que estás no meu caminho. – Disse ela, sorrindo educadamente. Duas covinhas, uma em cada bochecha, apareceram. Realmente, Regulus tinha-se instalado de forma que não houvesse espaço entre a árvore e o lago, de maneira a que ninguém conseguiria passar sem dar um mergulho.

- Ah sim. – Sibilou ele – Eu estou no teu caminho. A princesa lambe-botas sangue-de-lama!

- Exacto. Porque o Universo gira à minha volta, não à tua. - Ela aproximou-se dele, olhando-o de cima, e, apoiando o seu peso numa só anca, pôs uma mão na cintura – E como centro do universo, estou a ordenar-te que te retires do meu campo de visão.

Um sorriso repulsivo desenhou-se nos lábios de Regulus enquanto se levantava. Ao fazê-lo encostou-se a Jennifer, muito mais do que precisava para passar por ela. “Com prazer…” sussurrou ele teatralmente. Ela sentiu a respiração quente do rapaz contra a sua pele; esta situação estava a torná-la realmente desconfortável.

- Sabes, tu és um exemplo perfeito do porquê de alguns animais comerem as suas crias. – Ela olhou rapidamente para Sirius, que sorria – Se bem que considerando como é a tua mãe… - Começou ela.

- Tu NÃO falas da minha mãe, sua nojenta sangue-d…

Jen fez um sinal para que Sirius, que se tinha acabado de levantar de varinha em punho, se voltasse a sentar e ergueu ela a sua varinha.

- Adeusinho, então – Disse ironicamente, e com um movimento rápido de varinha, Regulus foi aterrar dentro do lago.

Os Marauders riam agarrados à barriga.

- Olá, rapazes! Como vai isso? – Um brilho espalhado pela cara de Jen, enquanto esta se sentava junto dos amigos.

- Isso foi brilhante! – Riu Peter.

- Não esquecer que eu sou o centro do universo. Não é qualquer um – Riu ela, acompanhada pelos rapazes. – De qualquer maneira, suponho que depois de sermos obrigadas por Lily Evans a estar fechadas na biblioteca a estudar Transfiguração durante quatro horas seguidas, a energia acumulada, quando libertada, dá resultados realmente impressionantes. – Fez uma pausa e depois prosseguiu – Pobre Diana. Não conseguiu escapar. Ainda lá está, ‘tadinha. A Maria conseguiu escapar antes de mim, a parva. Está a esta hora nas cozinhas a comer o lanche que todas nós saltámos esta tarde.

Os olhos de Remus piscaram à menção do nome de Diana mas rapidamente o disfarçou.

- A Maria está nas cozinhas? Oh, só estava à procura de companhia… Sendo assim, também vou! – Exclamou radiante, Peter. E dito isto, levantou-se e dirigiu-se ao Pátio do Castelo.

- Sabes Siri, – Retomou Jen – Eu sei que já te disse isto antes mas… mas eu não gosto mesmo do teu irmão… Ele é um bocado… Bem, diabólico, sabes?

Todos acompanharam com o olhar Regulus, que finalmente tinha conseguido nadar até à berma, e, ensopado, saiu do lago e pegou na sua varinha que tinha ficado abandonada quando foi dar o seu pequeno “mergulhinho”. Lançou um olhar furioso a Jennifer e saiu dali a um passo rápido, bufando e reclamando, embora não o suficientemente alto para eles conseguirem perceber.

- Oh bem… É o que acontece quando se cresce numa família cheia de apoiantes do Voldie. – Respondeu Sirius, soando um pouco triste.

Não há muito tempo, Sirius tinha fugido de casa. Estava farto que a sua família o tratasse como algo que tivesse saído do lixo. O seu irmão, Regulus, era o filho querido. Nada que Sirius fazia era bom o suficiente. Desde que chegara a Hogwarts e fora surpreendentemente sorteado para Gryffindor em vez de Slytherin (como o resto da família Black) começaram a tratá-lo como alguém indigno de confiança. E o facto de não concordar com a posição da família Black em relação a Lord Voldemort e aos seus ensinamentos, era mais uma razão para não quererem ter mesmo nada a ver com ele. Eles consideravam Sirius como uma desgraça para o nome da família, um traidor, algo tão desprezível que seria sensato passar para o outro lado da estrada só para evitar passar por ele.

Por isso ele partiu.

Os Potter’s, de certa maneira, tinham adoptado Sirius depois de este ter fugido de casa, e essa foi a última gota para a sua família. Os Black’s deserdaram-no e retiraram-no da árvore genealógica da família.

James levantou-se e sentou-se, de costas para os amigos, a mandar pedras para o lago, observando como deixavam pequenos círculos à sua volta.

- Bem, Jen, por este andar, vais acabar como o Regulus. Diabólica. – Disse Remus, fazendo troça. – A não ser, que sejas simplesmente tão teimosa como aqui o Sirius.

- Ah, então vou acabar pior. – Brincou ela, os seus olhos azuis piscando inocentemente para Sirius.

- Oh, cala-te lá, anda! – Sorriu Sirius.

Duas figuras aproximavam-se deles. Eram Diana, que segurava no braço da outra, como se a puxasse, e Lily, que tinha uma expressão de poucos amigos, como se estivesse obrigada a estar ali.

- A falar de irmãos? Deviam conhecer a minha! – Exclamou ela, irritada, deixando-se cair próxima de Remus.

- É verdade… Entre a Petunia e os Slytherin’s… venha o Quem-Nós-Sabemos e escolha! – Exclamou Diana. Sentou-se ao lado de Lily. O seu olhar encontrando o de Remus, mas rapidamente desviado.

- Quer dizer… Ela nem sequer me conhece! E ela odeia-me mesmo, só porque tenho poderes mágicos! – Disse indignada Jennifer, enquanto se encostava ao ombro de Sirius.

- LILY! – James tinha se virado e visto as duas novas hóspedes da melhor sombra de Hogwarts. Levantou-se e dirigiu-se, de braços abertos, para a ruiva acabada de chegar. – Senti a tua falta!

Lily revirou os olhos, as suas sardas mais pronunciadas devido ao Sol.

- Bem, é bom saber que sentiste a minha falta, eh? – Disse baixinho Diana. No entanto Sirius ouviu e sussurrou-lhe:

- Ele está a ser um bocadinho óbvio hoje, não está? – Sorriu Sirius

- Só um bocadinho.

- Que bom para ti, Potter. – Disse Lily, friamente. – Como estão todos? – Perguntou, muito mais amável do que quando se dirigiu a James.

- LILIAN! – Exclamou Jen numa perfeita imitação de James Potter, como se não a visse há anos.

- Oh… meu… Deus! – Riu Lily – Jennifer???

- Meu Merlin, eu não te via… - Jen olhou para o pulso, que não tinha um relógio – Há tipo… uns bons quatro segundos! Nós temos TANTO para conversar! – Elas abraçaram-se comicamente e beijaram-se nas bochechas.

- Hey, Di? – Chamou Sirius. Diana virou a cabeça curiosa e olhou para ele.

- Sim?

- Porque é que as loiras se divertem mais?

Ela sorriu ironicamente. Desde que Sirius e Diana se tinham conhecido, ele tinha passado a vida a contar-lhe anedotas de loiras, e a dizer-lhe constantemente de que ela era uma loira burra.

- Porque são muito mais fáceis de entreter! – Riu ele

Diana levantou uma sobrancelha e reprimiu um sorriso.

- Que baixo, Sirius Black! Essa foi completamente patética! – Exclamou ela

Entretanto Maria e Peter chegaram. Traziam uma cesta de piquenique e cada um vinha com uma bolacha na mão.

- Eles até ficam queridos juntos, não ficam? – Perguntou Lily para Jennifer, que acenou afirmativamente.

- Eu também te digo que ficas querida com o James e tu não me ligas nenhuma! – Sorriu ela.

Lily mandou-lhe um olhar furioso e virou-se para encarar os amigos que acabavam de chegar.

- Quando dissemos que vínhamos ter com uns amigos, os elfos insistiram para que trouxéssemos este lanchinho. Dizem que temos que nos alimentar, ainda mais no nosso último ano! – Exclamou Maria. Pousou o cesto e tirou de lá de dentro uma toalha.

Estendeu-a, e ela e Peter começaram a tirar sumos, bolos, sandes, bolachas, doces, tartes, água e os respectivos copos, talheres, pratos e guardanapos. Um belo piquenique.

- Ao ataque! – Exclamou James, e rapidamente encheu a boca de um bolo coberto de chantilly.

Como seria de esperar, não lhe coube tudo na boca, por isso, um pouco de chantilly começou a escorrer-lhe pelo canto da boca. Lily reagiu com um reflexo e quando deu conta estava a limpar os cantos da boca com os seus próprios dedos. Ele abriu ligeiramente os lábios, obviamente surpreso com o que se estava a passar, e ela, novamente agindo por reflexo, limpou o chantilly no seu dedo nos lábios dele. Olhou-o nos olhos durante alguns segundos, até que ouviu uma vozinha dentro da sua cabeça gritar LILY EVANS! O que é que estás a fazer?? Está tudo a olhar para ti! PÁRA! Saiu do transe em que se encontrava e recuperou a pose, endireitando-se e aclarando a voz.

- Potter, vê essas maneiras! – Ralhou ela, querendo parecer distante. Entregou-lhe um guardanapo – Limpa-te.

Todos olhavam para eles, com as mãos, que seguravam pedaços do bolo, paradas a meio caminho das bocas, que estavam abertas.

- O bolo está bom, não está? – Disse Lily, tentando quebrar o gelo, depois de ter dado uma dentada no bolo.

- Hum hum – Disse baixinho Diana.

- Este é o melhor bolo que eu já comi na minha vida – Disse, com um olhar vago, James.

Todos começaram a rir histericamente e James olhou-os com ar pateta, enquanto que Lily corava furiosamente.

Rapidamente o acontecimento foi esquecido enquanto começaram a falar das férias da Páscoa, que já tinham passado. Tinham passado as duas semanas todos juntos, em casa dos Potter. Infelizmente, os pais do Peter não o tinham deixado ir, insistindo para que ele passasse tempo com eles enquanto não estava na escola.

Ele ficou fascinado ao ouvir todos os pormenores do tempo que todos passaram juntos, observando atentamente com os seus pequenos olhos.

- O James ensinou-me, a mim e à Lily, algumas dicas muito boas para Quidditch – Anunciou Jennifer.

- Mas não ensinou à Diana, porque ela já é espectacular. – Remus ouviu as palavras da sua boca sem o poder controlar. Arrependeu-se profundamente e tentou remediar acrescentando – À Diana e à Maria, claro. A Diana joga como chaser na equipa dos Gryffindor, como todos sabem. E a Maria teve medo de subir para a vassoura.

- Correcção, amigos. Ensinou não é exactamente a palavra correcta. – Brincou James – É mais tentou ensinar à Lily. A Jennifer, no entanto, penso que daria uma beater bastante boa!

- Ora, tu também és uma perda de tempo a aprender jogos! – Respondeu Lily zangada – Jogar às Escondidas não é assim tão difícil!

- Do que é que estás a falar? Eu era mesmo bom a isso! Vocês levaram cinco horas a encontrar-me!

- James, pela última vez, não, não podes usar o teu manto de invisibilidade!

- A isso chama-se batota, amigo. – Esclareceu Diana

- Nunca vi em nenhumas regras “não é permitido manto de invisibilidade”. – Retorquiu James

- Porque nós te estávamos a ensinar jogos muggle! – Disse Lily, exasperada – Os Muggles não sabem o que são mantos de invisibilidade!

- Oh! E levámos os rapazes a ver um filme! – Jen mudou o tema da conversa. Esta discussão sobre o Jogo das Escondidas tinha durado todas as férias! Dêem ao James e à Lily nem que seja a coisa mais pequena para discutirem, e eles aceitam.

- Filme? – Ecoou Peter

- Sim… uh… É tipo uma gravação de uma história contada por Muggles, que a representam, e depois eles podem pôr a história do início outra vez. – Tentou explicar Jennifer.

- Mas eles não nos conseguem ouvir! – Exclamou Sirius, indignado, para Peter – Eu estava a tentar dizer à rapariga que o psicopata do machado estava ao cimo das escadas, mas será que ela me ouviu? Nãaaaaooo, ela decidiu correr mesmo até ao cimo da porcaria das escadas!

- Sirius. Primeiro: é uma gravação, não consegues interagir com eles. Segundo: as pessoas não costumam gostar de adolescentes a gritar para o ecrã mesmo na parte mais importante. – Jen falava como se fosse para uma criança de quatro anos, explicando as coisas lentamente. Sirius bufou.

- Aquela rapariga que entornou a bebida para cima de si mesma quando tu gritaste não pareceu muito contente, pois não Sirius? – Riu Remus

- Sabem quanto é que a Jen desenha em duas semanas? – Perguntou James – É ridículo! Ela fez pelo menos 10 desenhos enquanto esteve em minha casa!

- Hey, eu sou uma artista! É o que eu faço. De qualquer maneira, eu deixei-te ficar com a maior parte deles! – Retorquiu ela

- Bem visto. – Acabou por concordar James.

- Tenho tanta pena de não ter ido! Mas os meus pais não me deixaram – Queixou-se miseravelmente Peter.

- A maior parte dos pais são diabólicos, Peter. – Consolou-o Jen, mas de repente apercebeu-se do que tinha dito e olhou para Sirius – Oh desculpa Sirius, eu não pensei…

- Eu não me importo.

- De certeza? - Ela olhava-o apreensiva

- Jen, eu não me importo mesmo. Estou bem. – Ele deu-lhe um olhar sincero.

- Então, como se estão todos a sentir por estarmos no nosso último ano de Hogwarts, meus pequenos finalistas? – Jennifer mudou habilmente de assunto – Eu, pessoalmente, estou em negação total.

- Ah sim, e eu nem sequer tenho ideia do que vou fazer quando eles finalmente se virem livres de nós! – Riu James

- O mesmo para mim. – Concordou Sirius

- Não querias ser um Auror, quando nos conhecemos? – Perguntou Jennifer

Sirius ponderou a pergunta da amiga por uns segundos.

- Sim, alguma coisa como isso. – Concluiu ele.

James e Lily estavam agora entretidos em mais uma discussão, pelo que parece por Lily ter sugerido que James só tinha capacidade para varrer ruas, e por isso não valia a pena esforçar-se nos exames esse ano.

Remus e Diana encontravam-se um pouco afastados de todos, tentando encontrar silêncio. Remus lia “As Grandes Bruxas e os Grandes Feiticeiros”, e Diana, que se apoiava as costas nas pernas dobradas do amigo, estava ligeiramente corada e lia “O Poder das Poções”. Esqueceu-se provavelmente que Remus, do sítio onde estava, conseguia ler o que estava escrito na página que ela tinha aberto. E o título era “Poções de Amor – Rápidas e Eficazes”. Ele sorriu e cheirou os seus cabelos. O cheiro suave a pêssego acalmou-o. Acalmava-o sempre.

Maria e Peter no canto oposto, mordiscando alguns biscoitos de chocolate e compartilhando pratos favoritos.

Sirius olhou para Jennifer, a sua mente no último comentário da rapariga “quando nos conhecemos”. Os seus olhos viajaram para o brinco da orelha direita dela, uma borboleta prateada, e depois reparou que ela tinha uma espécie de um mini espanta-espíritos na orelha esquerda… brincos esquisitos, como de costume. Ela estava a olhar fixamente para o outro lado do lago, o sítio onde costumavam ter Cuidados com as Criaturas Mágicas, e a cantarolar baixinho uma melodia que ela passava a vida a cantar. Sirius sabia-a de cor a esta altura, pois ela repetia-a frequentemente.

Ele lembrou-se como a sua amizade tinha começado apenas alguns anos antes, no seu quinto ano. Tinha sido realmente estranho, pois nesse mesmo dia, James e Lily tinham discutido a sério (mais ainda do que faziam normalmente), e Jen e Sirius nunca tinham falado, nem sequer tinham sabido da existência um do outro… Bem, tinha havido aquela vez em que Sirius tinha sussurrado uma ‘frase do engate’ a Jen no final do quarto ano, e ela tinha gritado por cima do ombro que ele era “A porcaria de um idiota arrogante com a cabeça tão longe do rabo que de noite consegues ver a luz do dia”

Era uma rapariga tão doce.


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N/A: Olá, poucos, mas QUERIDOS leitores!!! :D

Antes de mais, só por terem chegado até aqui, merecem um chocolate *entrega chocolate*

Mais uma vez, CONTINUO à espera que alguém me ensine a escrever em itálico, negrito, sublinhado, centrado e a pôr músicas! Está a dar comigo em doidaaaaa!!! *arranca cabelos*

E mais uma vez digo que os comentários para mim são MUITO importantes, incentivam-me... e por isso, se não receber muitos mais comentários, acho que apago a fic ou assim, não está cá a fazer nada... :(

Eu sei que este capítulo continua sem muitos acontecimentos emplogantes, mas tenho de construir bases para uma fic minimamente decente... espero que compreendam!

JURO que no próximo capítulo uma coisa muito importante vai acontecer!

E eu cumpri a minha promessa que neste capítulo ia ter muito Sirius! Como vêm eu costumo cumprir promessas! *sorri*

Sem mais nada a acrescentar, muitos beijinhooooos ^^

E comentem!!! (^^,)

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