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14. Capítulo 14


Fic: Sem Clima para o Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Fiona Winters tinha certeza absoluta de que não era o tipo de mulher que chamasse a atenção de um homem como Vashion Elliot, Duque de Rathstone. Apenas a filha de sua governanta. Não era ninguém. Uma órfã com um nome de pouco valor. Gostava de pensar que era uma boa governanta para Annabella, mas não era bonita. Ou, pelo menos, não como as cantoras de ópera ou bailarinas, famosas na preferência do Duque.


- Com licença, sua Graça?


Ele recuou um passo e meneou a cabeça para um lado. Seus olhos percorreram-lhe o rosto.


- Acho que o ar fresco da Itália deu-lhe um brilho agradável às faces – ergueu uma tira e apanhou uma mecha de cabelos perdida bailando na brisa diante dos olhos dela. Os dedos dele alisaram-lhe o rosto, enquanto arrumava os fios atrás da orelha. – Parece-me ter melhorado nesses últimos três meses.


Ela segurou o fôlego e arriscou um “Obrigada” sufocado. Seguramente, uma dieta uniforme tinha mais a ver com sua saúde do que ar fresco. Seguramente, também o Duque de Rathstone não tinha intenção alguma em seu comentário quando à beleza de Fiona.


- Se me der licença, seu graça – disse. – Preciso preparar Annebella para a visita do Conde e da Condessa de Dilberto.


 


Gina apanhou um livro de pesquisa sobre nobreza e o abriu de uma vez. Estava prestes a apresentar dois personagens novos e precisava ter certeza de que conhecia os títulos corretos da aristocracia italiana. Folheara tudo até a uma página no meio do livro quando a campainha tocou, e a música Paperback Writer ressoou por toda a casa. Era sábado de manhã, e ela não estava esperando por ninguém.


Levantou-se da cadeira e foi até uma das janelas do telhado acima da garagem na frente da casa. O Lincoln de James achava-se estacionado abaixo. Ela, porém, teve a sensação de que James não era o motorista. Abriu a janela, e um sopro do ar frio de dezembro atingiu-lhe o rosto e infiltrou-se através dos fios de algodão apertado de sua gola rolé preta.


- James?


- Não - Harry vinha caminhando da varanda e olhava para ela. Usava sua parca preta e um par de óculos de sol com aros grossos.


Desde o dia anterior, quando correu da despensa na casa da mãe, Gina não o via. Sentiu as bochechas esquentarem, apesar do frio. Esperava não ter de vê-lo por algum tempo.


Talvez um ano.


- Por que você está aqui?


- É aqui que você mora.


Vê-lo de cima deixou-lhe o estômago um pouco leve. O tipo de leveza que nada tinha a ver com qualquer espécie de emoção profunda e tudo a ver com desejo. Aquele desejo que qualquer mulher sentiria por um homem cujo olhar, combinado com o sorriso, eram altamente destrutivos.


- Por quê?


- Deixe-me entrar que eu conto.


Entrar na casa dela? Estava louco? Ontem mesmo ele tinha avisado que ia lhe dar o que achava que ela merecia. Sem dúvida, aquilo tudo tinha sido premeditado para encontrá-la seminua novamente. E ela não tinha tanta certeza de que poderia jurar...


- Vamos, Gina. Abra a porta .


...que não ia acontecer de novo. E embora adorasse jogar a culpa toda nele, ele estava certo. Ela era adulta o suficiente para saber onde um suéter desabotoado poderia chegar.


- Estou com o rabo gelando aqui fora - chamou-a, interrompendo-lhe os pensamentos, embora não houvesse nexo neles.


Gina colocou mais ainda a cabeça para fora da janela e observou os vizinhos de ambos os lados. Graças a Deus, ninguém o escutara.


- Pára de gritar.


- Se você está achando que eu vou tentar agasalhar o croquete outra vez, não é o caso - gritou, mais alto ainda. - Não posso suportar outra rejeição tão cedo. Precisei ficar naquela maldita despensa por uma bela meia hora.


- Shhh! - fechou a janela com um estalo e deixou o escritório. Se não tivesse medo do que ele poderia berrar em seguida, não o deixaria entrar, mas desconfiava que ele sabia disso. Desceu as escadas e cruzou a cozinha até a entrada. - Que foi? - disse, enfiando a cabeça para fora da porta. Harry enfiou as mãos nos bolsos e sorriu.


- É assim que você recebe seus convidados? Agora eu sei por que todo mundo acha você um doce de garota.


- Você não é um convidado - ele riu, e ela soltou um suspiro conformado. - Tá bom - a porta abriu com um giro e ele entrou. - Cinco minutos.


- Por quê? - parou diante dela e levou os óculos de sol até o alto da cabeça. - Você está em outro grupo de orações?


- Não. - fechou a porta e inclinou-se de costas para ela.


- Estou trabalhando.


- Não dá pra fazer uma pausa de uma hora?


Sim, mas não queria fazer nenhuma de suas pausas na companhia dele. Harry tinha o aroma de um frio de rachar somado a um daqueles sabonetes para homens, como Irish Spring ou Calvin Klein. Estava mais sensível do que o normal e desligara o charme. Mesmo assim, não confiava nele. Era a vez dela de perguntar:


- Por quê?


- Para você me ajudar a escolher um presente de Natal para o meu pai.


Não acreditava que ele não tentaria nada, e não confiava que não fosse permitir.


- Não teria sido mais fácil se você comprasse um presente em Seattle?


- Papai não vai a Seattle no Natal, e eu finalmente arranjei quem comprasse a casa da minha mãe. Eu não sei se vou ter tempo de fechar o negócio e voltar para passar o Natal com ele, então eu estava achando que ia encontrar alguma coisa antes de ir embora. Você vai me ajudar com isso. Não é?


- Sem chance.


Ele balançou na ponta dos pés e olhou-a de cima:


- Eu ajudei você com as lâmpadas, e você disse que ia me ajudar com James.


Ela não achava que havia sido daquela maneira.


- Dá para esperar até amanhã?


Amanhã. Mais vinte e quatro horas completas até ela esquecer tudo o que ele tinha feito com a boca. Tudo o que fez e falou. Coisas nas quais ele era muito bom, mesmo.


- Amanhã eu vou embora - como se tivesse lido a mente dela, ele ergueu uma das mãos e completou. – Não vou encostar em você. Acredite, não quero passar outro dia com o saco dolorido.


Não era possível que ele tinha acabado de dizer aquilo. Espere, era Harry. Claro que era possível. Ele deve ter confundido a surpresa de Gina com dúvida, porque balançou a cabeça para trás e ergueu uma sobrancelha.


- Sabe por que o saco fica dolorido?


- Sei, Harry. Já ouvi falar de ... - fez uma pausa e levantou uma das mãos - ...disso aí. Não queria falar dos testículos dele. Parecia extremamente pessoal. Algo que ele conversaria com uma namorada.


Ele abriu o zíper do casaco.


- Não me diga que você não consegue dizer "saco".


- Consigo, mas prefiro que essas palavras não saiam da minha boca - Deus do céu, ela não queria parecer a própria mãe falando.


Abaixo do casaco, Harry trajava uma camisa de cambraia por baixo dos jeans:


- Isso, vindo da mulher que me chamou de escroto. Não parece que você tem problemas em ter isso na boca.


- Você me provocou.


- Você também me provocou.


Talvez, mas quem ofendeu mais foi ele. Mentir sobre terem dormido juntos foi pior que acusá-lo de ter se aproveitado dela. Muito pior.


- Vista seu casaco. Acredite em mim, depois de ontem, aprendi a lição. Não quero tocar você mais do que você quer tocar em mim.


Esse era o problema. Ela não tinha tanta certeza de que não queria que ele a tocasse ou que ela tocasse nele. Embora tivesse certeza de que, provavelmente, seria uma má idéia. Franziu a testa e olhou para si mesma. Na parte de baixo de sua gola rolé marcada nas costelas, que nem chegava perto do cinto de couro preto, na cintura de seu jeans.


- Não estou lá vestida para fazer compras.


- Por que não? Você parece tranqüila. Nem um pouco empertigada. Gosto de você assim.


Olhou para ele. Não parecia estar brincando. Deixara os cabelos soltos e usava apenas maquilagem. Às vezes as amigas faziam chacota, porque todo dia ela pintava o rosto um pouquinho, mesmo que não pensasse em sair de casa. Tonks, Hermione e Luna não ligavam se dessem um susto em qualquer entregador de encomendas. Ela, sim.


- Uma hora?


- Isso.


- Eu sei que vou me arrepender disso - disse, suspirando, enquanto ia até o closet apanhar um casaco.


- Vai nada - Harry deu-lhe um daqueles sorrisos imensos, que marcavam os cantos de seus olhos verdes. - Vou ficar comportado, mesmo se você implorar para eu jogá-la no chão e pular em cima - caminhou atrás dela e ajudou-a a vestir o casaco preto de marinheiro. - Bom, talvez não, se você implorar.


Gina virou a cabeça e fitou-o enquanto tirava os cabelos da gola de lã. As pontas do cabelo resvalavam nas mãos dele antes que as tirasse dos ombros dela.


- Eu não vou implorar.


Harry baixou o olhar para os lábios dela.


- Já ouvi isso antes.


- Não de mim. Verdade.


Ele voltou a olhá-la nos olhos:


- Gina, as mulheres dizem um monte de coisas que sabem que não é verdade. Principalmente você – recuou um passo e colocou as mãos nos bolsos do casaco. – Pegou aquela bolsa que precisa levar?


Apanhou a bolsa de crocodilo e deixou a alça sobre o ombro. Harry acompanhou-a do lado de fora, e ela trancou a porta atrás de ambos.


- Eu vi uma print shop lá no centro. - disse ele, enquanto caminhava até o lado do passageiro do Town Car e abria a porta. - Queria começar lá.


A print shop estava mais para uma galeria de arte e uma loja de molduras. Gina já havia comprado vários itens ali. Hoje, enquanto ela e Harry andavam pela galeria, ela notou a forma como ele estudava as pinturas. Parava, virava a cabeça para um lado e inclinava um ombro, deixando-o mais baixo que o outro. Também reparou que parava com mais freqüência diante de nus artísticos.


- Não acho que James ia pendurar esse na sala de estar - disse Gina, enquanto Harry admirava uma bela mulher deitada sobre a barriga, em meio a lençóis brancos amarrotados, a luz do sol acariciando-lhe as nádegas desprotegidas.


- Provavelmente não. Você viu alguma coisa de que gostou aqui? - indagou.


Gina apontou uma mulher em pé em uma praia, num vestido absolutamente branco, segurando um bebê:


- Eu gosto da expressão no rosto dela. É deliciosa.


- Hmm! - a cabeça pendeu para um lado - Eu diria que está mais para "pacífico".- Foi até um desenho em giz de cera de um homem e uma mulher presos num abraço. - A expressão desta mulher aqui, sim, é deliciosa. Ela diria que estava mais para uma expressão de orgasmo, se fosse o tipo de mulher que falasse esse tipo de coisa em público.


Por fim, ele escolheu uma litogravura assinada, de um homem e um garoto sobre uma enorme rocha, pescando à beira do rio Payette. Embora estivessem olhando amostras cobertas e emolduradas, Harry pediu a opinião dela sobre cada uma e acatou as sugestões. Pagou um extra para ter o trabalho terminado até o Natal. O problema seria a entrega, levando em conta o tempo apertado; antes que Gina pudesse impedir a si mesma, ofereceu -se para apanhar a encomenda à véspera do Natal.


Harry olhou-a pelos cantos dos olhos e franziu a testa:


- Não, obrigado.


Ela sorriu para ele:


- Juro que não vou embrulhar com um lacinho cor-de-rosa.


Enquanto puxava a carteira do bolso de trás, Harry pensou na oferta.


- Se não for incomodar ...


Naquele dia, estaria autografando livros. De qualquer modo, achava-se pronta para tudo.


- Não vai.


- Tudo bem. Valeu. É um peso a menos – apresentou um cartão Visa platinum e, quando o dono da loja afastou-se, Harry acrescentou: - Se eu pudesse, eu lhe daria um beijo.


Gina virou-se e estendeu a mão como se fosse uma rainha. Em vez de beijar os nós dos dedos, ele virou a mão dela, puxou a manga do casaco e pousou os lábios no punho de Gina.


- Obrigado, Gina.


Sentiu um verdadeiro arrepio por todo o braço. Puxando a mão, ela respondeu:


- De nada.


 


A hora que ele prometera multiplicou-se por três com uma parada no P.F. Changs no antigo Warehouse District. Foram levados até uma mesa perto dos fundos do restaurante, e Gina não pôde deixar de perceber a atenção das mulheres que os conduziram pelo recinto. Não era a primeira vez que notara, naquele dia, os olhares furtivos e de reprovação à medida que caminhavam na rua ou pela galeria. Imaginou se Harry reparava o modo como as mulheres o observavam. Não parecia, mas talvez já estivesse acostumado.


 Começaram a refeição com alfaces enrolados em frango. Se Gina estivesse com as amigas, teria pedido o aperitivo da entrada, e aquilo seria seu almoço. Harry, não. Pedira também frango xadrez, moa goo gai pan, arroz frito com carne de porco e aspargo de Setsuan.


- Vem mais gente almoçar? - perguntou Gina, depois que as entradas chegaram.


- Eu estou com tanta fome que podia comer um cavalo - balançou a cabeça e colocou o frango com laranja no prato. - Esquece. Cavalo é muito difícil.


Gina colocou em seu prato uma porção de arroz com a colher, e dividiram as entradas na mesa.


- E você sabe isso porque já comeu um?


- Comer? - ergueu os olhos do arroz. - Eu mastiguei cavalo.


Gina sentiu o nariz enrugar:


- Onde?


- Na Manchúria - serviu-se de moa goo gai pan, e passou-o a Gina. Ela ergueu uma mão, recusando a comida:


- Sério?


- Sério. No norte da China você pode comprar pacotes de carne de cachorro e de macaco nos mercados.


Gina olhou o frango xadrez no próprio prato.


- Você está mentindo.


- Não estou, não. Vi isso quando estava lá, em 1996. Juro por Deus - apanhou o garfo e fincou-o no aspargo. - Em muitas culturas, o cachorro é considerado uma iguaria. Eu tento não ter preconceitos.


Embora também não gostasse de ser preconceituosa, Gina não conseguiu deixar de pensar na pobre Cindy. Olhou o vão do pescoço, visível entre o decote da blusa.


- Você comeu cachorro?


Harry ergueu o olhar e depois voltou a atenção ao almoço:


- Nada! Mas uns caras e eu comemos macaco.


- Você comeu um macaco? - tomou um gole de Cabernet Sauvignon.


- Comi. Tem gosto de frango - disse, em meio a risadas. - Pode acreditar, depois de comer só congee, o macaco estava uma delícia.


Gina nunca tinha ouvido falar em congee e ficou com muito medo do que ele diria caso perguntasse. Observou-o examinar seu almoço e colocou a taça de volta à mesa.


- Qual vai ser sua próxima tarefa? - indagou, de propósito, saindo do assunto "caninos e primatas"


Ele encolheu um ombro.


- Não sei bem. Decidi não assinar um contrato novo com a Newsweek. Nem com mais ninguém. Acho que vou tirar umas férias.


- Para fazer o quê? - pegou um pouco de arroz.


- Ainda não pensei nisso.


Ela sabia que, se não estivesse sob contrato, entraria em pânico.


- Isso não assusta você?


Ele olhou para o lado oposto da mesa, e os olhos verdes dele encontraram os dela:


- Não tanto quanto há alguns meses. Eu trabalhei muito tempo e me empenhei bastante para chegar onde estou na minha carreira. No começo eu ficava apavorado de pensar que perderia a vontade de continuar. Só que eu tinha de aceitar o fato de que não gosto de viajar tanto quanto antes. Simples e direto. Daí eu estou me afastando um pouco antes de ficar esgotado. Tenho certeza de que sempre vou ser autônomo, mas quero um desafio novo.


Alguma coisa diferente.


Gina desconfiou que era assim também com as mulheres. Quando o desafio terminava, ele ficava pronto para seguir para a próxima e emocionante etapa. Se estava ou não certo, não importava. Não havia como se envolver com Harry. Ela não apenas tinha jurado ficar longe dos homens até ter organizado a própria vida, como ele mesmo dissera que tinha problemas com relacionamentos, e a vida amorosa dele não era da conta dela.


- E você? - perguntou ele, dando um gole do vinho.


- Não. Nada de homens na minha vida.


As sobrancelhas dele baixaram.


- Achei que a gente estava falando dos nossos trabalhos. Pelo menos eu estava.


- Ah! - ergueu um sorrisinho nos lábios para esconder a vergonha. - Eu?


- Quando sai seu próximo livro? - pousou o vinho de volta na mesa e apanhou o garfo.


- Já saiu. Eu tenho uma tarde de autógrafos no sábado que vem na Walden's do shopping.


- Do que se trata?


- É um romance.


- Eu sei. Do que se trata? - acomodou-se na cadeira e esperou pela resposta.


Lógico que ele não estava nem aí.


- É o segundo livro da minha série com a personagem governanta. A heroína é, claro, a governanta, que trabalha para um duque que mora recluso com as três filhas pequenas. Uma mistura de Angelina Eyre com Mary Poppins.


- Interessante. Então não é um livro de piratas?


Piratas? Balançou a cabeça.


- Esse livro que você está escrevendo agora é sobre piratas?


- Não. É a terceira parte, e o último, da minha série com a governanta.


- A governanta é bonita?


- Lógico - e por que as perguntas?


O garçom interrompeu o diálogo e perguntou se estava tudo bem. Quando os deixou, Gina teve sua resposta:


- Eu vi seus livros na casa do meu pai. Ahh!...


- Sim. Abençoado seja ele. Ele compra todos, apesar não ler, porque diz que fica vermelho.


- Devem ser bem picantes.


- Imagino que depende do que você está acostumado a ler.


Harry olhou para ela, e um dos cantos da boca ergueu-se num sorriso tranqüilo.


- Nem acredito que a pequena Gina Weasley cresceu e se tornou uma escritora de romances tórridos.


- E eu não acredito que você tenha crescido e comido um macaco. Pior, eu não acredito que deixei um cara que comeu um macaco beijar minha boca.


Ele esticou o braço e colocou a mão sobre o antebraço dela:


- Querida - disse, e olhou-a bem fundo nos olhos. - Eu beijei mais do que a sua boca. 

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Comentários: 5

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Enviado por Be Weasley Potter em 18/07/2013

OH, GOD! OH, GOD! OH, GOD!

Nota: 5

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Enviado por Beatriz Granger Weasley em 15/07/2013

Ahh estou pirando , cade os proximos cap ?? hahahah

Nota: 1

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Enviado por Maria Paula em 10/07/2013

Tem que ter mais ! se não a gente morre de ansiedade

Nota: 5

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Enviado por Edwiges Potter em 10/07/2013

Aaaaaaaaaaaaah, cadê o resto? Tem que ter maiiiis!!!!! voce com certeza que deixar a gente piradinhos!!!!

Nota: 5

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Enviado por Luhna em 10/07/2013

Ah, Sullen, já estou começando a ficar irritada com a Gina, sinceramante. Ela e o Harry ficam aí brincando de gato e rato, mas... NADA ACONTECE, POXA! Quando é que a Gina finalmente vai se render aos encantos dele e ele vai perceber que a AMA? E, por favor, o Harry não pode ir embora. Pelo menos, ainda não.

Nota: 5

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