Cap 08
Capítulo 08
Trouxa.
Não há nada que eu não daria
Eles estavam descendo para o café. Tagarelando.
-
Hermione.
Ela virou-se. A dona gorda fez um gesto para que se aproximasse.
Ela olhou para o Harry e o Rony.
-
Podem ir. Encontro com vocês lá embaixo.
Eles acenaram em resposta.
Esperou que os alunos passassem. Aproximou-se.
-
Sim.
A senhora gorda olhou para os lados. Não havia ninguém escutando. Abaixou a voz.
-
Ontem à noite, aquela Srtª, a trouxa...
-
Nina?
-
Sim. Ela esteve aqui. Não pude deixá-la entrar. Ela não sabia a senha. - parecia se desculpar - Ela queria falar com você. Não estava muito bem.
-
Como assim? - franziu a testa.
A dona gorda olhou para os lados de novo.
-
Estava chorado. Sem capa. Parecia com frio. - olhou de novo - E depois...
Hermione estava ficando impaciente.
-
Pode falar.
-
O professor Snape veio procurá-la. - Hermione pareceu surpresa - Mas não a viu. Ela estava sentada. Ele não podia vê-la de longe. - ela parecia preocupada - Nós, os retratos, disfarçamos. Fingimos dormir. E hoje...
Olhou para os lados. Suspirou. Parecia com medo.
-
Alguns estavam comentando. E o Barão veio nos dar um recado. - olhou para Hermione - Disse que algumas poções dão bons removedores e que Snape ficaria feliz em usá-las. - estremeceu.
Hermione ficou preocupada.
-
Não se preocupe. Eu não direi nada. Obrigada por me avisar.
Ela sacudiu a cabeça concordando.
-
De nada. - hesitou - Ela parecia mal, sabe? - explicou.
-
Está bem. Eu irei procurá-la.
Desceu as escadas. Não podia ir falar com ela agora. Ia dar um jeito de se livrar do Harry e do Rony primeiro. E ela queria tempo. Para conversar com Nina. Saber o que estava acontecendo.
*****
Ela ficou olhando o vazio.
Pela primeira vez, não estava com fome. Podia rir. Decepção faz essas coisas.
Escutou baterem na porta.
Fechou os olhos. Pensou em fingir que não estava.
Insistiram. Ignorou.
- Nina?
Suspirou. Levantou-se.
Abriu a porta.
-
Posso entrar? - voz suave.
Trazia uma bandeja lotada.
-
Você não foi no café e eu pensei em trazer alguma coisa.
Percebeu nos olhos dela que tinha conversado com a dona gorda.
Suspirou. Os retratos deviam estar tendo um dia cheio.
-
Obrigada.
Afastou-se para que Hermione entrasse.
Ela colocou a bandeja na mesa. Nina sentou-se na cama.
Hermione a olhou. Viu as olheiras. O rosto abatido. Sentou-se na cadeira.
-
A senhora gorda disse que você foi me procurar ontem.
-
Eles devem estar falando pelos quatro ventos.
-
Não. - Hermione a encarou - Professor Snape os ameaçou. Eles não dirão nada. Ela só falou para mim.
Fechou os olhos. Ele agia rápido. Abriu-os. Hermione parecia preocupada.
-
Quer me contar o que aconteceu?
Ela não agüentou.
As lágrimas voltaram.
Hermione sentou-se ao seu lado na cama. Tocou-a.
Ela deitou a cabeça no colo de Hermione.
*****
Dias se passaram. Chuva. Ventos.
Foram poucas as vezes em que haviam se encontrado.
Não se olhavam. Quase não se falavam.
Se alguém percebeu, não se arriscou a comentar.
Ela tentou se afastar também de Lupin. Ainda conversavam. Mas não como antes.
Ele tinha insistido em saber o que a perturbava.
Insinuou que ia perguntar ao Snape. Ela ameaçou não falar mais com ele. O fez jurar.
Ele parou. Contrariado.
*****
Pegou-se fitando o nada. De novo.
Suspirou. Olhou o livro à sua frente.
Ele não tinha mais ido até ali. Parecia não fazer questão de vê-la.
Dobby e Winky eram seus visitantes ocasionais. Levavam e traziam o que ele precisava.
Principalmente às quintas-feiras.
-
Nina?
McGonagall estava à sua frente. O olhar preocupado.
-
Você está bem?
Tentou não mentir.
-
Um pouco cansada.
Minerva observou-a. A face pálida. O olhar cansado.
-
Você pode descansar, você sabe. Não somos adeptos da tortura. - arrependeu-se, franziu a testa desgostosa - Sinto muito, querida. Mas estou preocupada com você.
Olhou para a professora de postura rígida.
-
Não precisa. -
Minerva não tinha culpa - Vai ficar tudo bem.
Minerva suspirou.
-
Esses são tempos difíceis. E toda ajuda é bem vinda e... - parou, movendo a cabeça - O que realmente estou tentando dizer, é que apreciamos muito, sua ajuda. Não importa os motivos que a trouxeram aqui.
O que ela podia dizer?
-
Obrigada.
Minerva pareceu esperar que ela continuasse.
-
Está bem, então. - ela ia sair, parou - Mas eu gostaria que soubesse que pode contar comigo. Se precisar.
Ela evitou se emocionar. Só balançou a cabeça. Não disse nada.
Minerva entendeu. Se foi.
****
Aquela noite quando ela chegou ao jantar ele estava lá.
Parou. De alguma forma conseguiu continuar. Sentou-se tensa.
Sua voz não saía. Respondeu a tudo com um sorriso e acenos. Brincou com a comida.
A garganta fechada.
Os olhos percorrendo a mesa sem levantar a cabeça.
Por nada no mundo ia correr o risco de encontrar os dele.
Como sempre ele estava comendo pouco. Acompanhou-o largar o garfo e esfregar o braço esquerdo.
Ficou ansiosa. Levantou os olhos sem medo agora. Ele não a percebeu.
Parecia preocupado. Olhou para Dumbledore que estava à sua esquerda e conversou algo com ele.
Ela viu quando Dumbledore franziu a testa e fez um sinal afirmativo.
Severus se levantou. Ela desviou os olhos depressa.
O coração apreensivo. Atormentado.
****
No dia seguinte começou a ouvir rumores sobre a volta de Voldmort.
Pequenos. Não havia nenhum fato que confirmasse. Nenhum que desmentisse.
Eles foram morrendo devagar. Mas ela sabia. Eles tinham fundamento.
Depois disso, ela ouviu comentários nos corredores. As aulas de DCAT. As de Feitiços. E as de Poções.
Estavam mais sérias. Mais direcionadas. Os professores muito mais exigentes.
E os alunos reclamavam da quantidade de dever de casa.
Diziam que Flitwick tinha lhes dito que era só para que os alunos ficassem mais tranqüilos.
Se sentissem seguros por estarem sendo mais bem treinados. Para poder se defender.
Então os comentários mudaram. Hogwarts faria uma comemoração no dia das bruxas.
A decoração já estava sendo colocada. Era muito interessante ver o castelo assim.
E o Salão Principal com abóboras iluminadas e morcegos voadores.
Ela resolveu que não iria. O que uma trouxa ia fazer num baile de bruxos?
******
Um novembro gelado chegou.
Sexta-feira.
Hermione foi procurá-la em seu quarto. Tinham ficado mais próximas.
A professora McGonagall tinha avisado que Nina queria ir a Hogsmeade.
Bateu.
Hermione percebeu o ar abatido. Triste. De novo. Parecia mais pálida hoje.
Nina a tinha proibido de comentar qualquer coisa. Do pouco que ela lhe contou.
Não quis envolvê-la em seus problemas. Nem atrapalhá-la com... em suas aulas de poções.
-
Oi.
Nina tentou sorrir.
-
Oi, Hermione.
-
A professora McGonagall me falou que você queria ir a Hogsmeade. Eu, o Harry e Rony, vamos amanhã. Você quer ir com a gente?
Ela ainda hesitou.
-
Se não for atrapalhar, eu agradeço. - não devia estar sendo uma boa companhia ultimamente -
Preciso comprar algumas coisas. E você sabe, trouxas...
-
Não se preocupe, passeamos um pouco e depois fazemos compras. Vai te fazer bem mudar de ares.-
tentou animá-la - Harry e Rony querem ir ao Zonko's e eu
vou gostar de ter uma desculpa para não acompanhá-los. Podemos nos encontrar amanhã depois do café.
-
Está bem. - sorriu com a preocupação da outra - E obrigada. - encarou-a.
Ela era sincera. Hermione corou um pouco.
-
De nada. Até mais.
Hermione saiu dali pensativa.
O que tinha provocado a tristeza de Nina. Ainda não tinha acabado.
*****
Hogsmeade era uma vila pequena. Incrível. Imaginou como seria o beco diagonal.
Suspirou.
-
Nós podemos nos encontrar mais tarde no Três Vassouras. - olhava o Harry.
Hermione tentou puxar os cabelos. O vento teimava em jogá-los em seu rosto.
-
Está bem. Sabe onde estaremos se precisar. - ele olhou para Nina.
-
Pode deixar.
Hermione tentou não lembrá-lo de que era uma bruxa. E suas notas eram melhores que as dele.
Sabia que ele só estava tentando não se descuidar dela. E principalmente de Nina.
Ele foi em direção ao Rony. Parado um pouco mais à frente.
Nina estava tentando. Hogsmeade tinha-lhe feito bem. Estava mais corada.
Elas olharam as lojas. Entraram.
Foram as roupas que chamaram mais a atenção de Nina.
Havia falado com Hermione que a ajudasse a fazer compras.
Compras sempre animavam qualquer mulher.
Hermione ajudou-a a contar o dinheiro. Dumbledore havia insistido em pagar.
Ele tinha dito que todos que trabalhavam em Hogwarts eram tratados da mesma forma.
Ele nunca diria que ela estava ali porque não tinha para onde ir.
Elas estavam saindo.
-
Então é aqui que você está. - falou suavemente.
Remus Lupin a olhava doce.
-
Não sabia que você viria. - ela o olhou.
-
Nem eu. - sorriu.
-
Olá, professor Lupin. - Hermione sorriu.
-
Olá Hermione. - ele sorriu de volta.
Por um instante, ela pensou se não havia sido um plano. Suspirou.
Ele lhe estendeu o braço.
-
Vamos?
Ela hesitou. Segurou o braço dele.
Eles foram para a Dedos de Mel. Nunca tinha visto tantos doces. Estava cheio. Ela não se sentiu à vontade.
-
Podemos ir? - perguntou assim que pôde.
Lupin olhou para ela. Compreendeu. Fez um sinal para Hermione um pouco afastada.
-
É claro.
Estendeu o braço de novo. Hermione pagou os doces. Eles saíram. Poucos passos.
Sentiu uma sensação estranha. Voltou a cabeça.
Cabelos lisos no rosto. Pretos. Ele estava há três passos.
Ela virou a cabeça. O coração aos pulos. Olhou os outros. Ninguém o tinha visto.
Delicadamente, desvencilhou-se de Lupin. Ele a olhou.
-
Está tudo bem? - perguntou baixo.
Um olhar sincero de confusão. Preocupação.
-
Sim. - hesitou - É que... - hesitou de novo, olhou-o -
Não queria ser... mal interpretada. - terminou baixinho, desconfortável.
Ele entendeu. Ela viu um lampejo de mágoa. Se arrependeu. Quase pediu desculpas.
Ele pareceu ter percebido. Sorriu.
-
Está tudo bem. Eu já vou voltar para Hogwarts.
Virou-se para Hermione, que acompanhava tudo sem poder escutá-los.
-
Vou voltar daqui.
-
Mas por quê? - franziu a testa.
-
Eu preciso. Vocês vão encontrar o Harry e o Rony no Três Vassouras? - desconversou.
-
Vamos.
-
Então está bem. - beijou a mão de Nina - Cuide bem dela. - falou para Hermione.
Ele foi embora.
Hermione pareceu confusa, mas não comentou nada. Nina agradeceu mentalmente.
-
Vamos?
O Três Vassouras estava morno depois do frio lá fora. E barulhento.
Por algum motivo, ninguém parecia ter percebido que ela não era uma bruxa.
' Em Roma, faça como os Romanos'.
Pelo jeito, o que acontecia em Hogwarts era pouco comentado. Ou muito respeitado.
Ou não passou pela cabeça deles que uma trouxa pudesse vir ali. As roupas ajudaram. E a companhia.
Não era muito como ela pensava, era até bem simples. Mas a cerveja amanteigada era realmente muito boa.
Ela ficou pensando em como tinha ido parar ali.
Nunca acreditaria se lhe contassem há alguns meses.
Meses.
Uma outra vida. Estava surpresa de sentir saudade.
Uma outra época. Literalmente.
Harry e Rony entraram e as viram. Traziam alguns embrulhos.
Hermione franziu a testa.
-
Não se esqueça, Rony, nós somos monitores agora. - ela o lembrou baixo, olhando os embrulhos.
Ele fingiu não ouvir.
-
Está frio lá fora. - disse esfregando as mãos.
Pediram cervejas amanteigadas.
-
Encontramos o professor Lupin. - Hermione contou.
-
E onde ele está? - O Rony olhou em volta.
-
Ele voltou para Hogwarts. - completou.
Eles se olharam. Não disseram nada. Nina pensou de novo se não era um plano.
-
Não devemos demorar muito. - Harry disse.
A voz dele estava estranha. Preocupada? Nina olhou para ele depressa.
-
Algum problema Harry? - disse olhando para sua cicatriz.
-
Não, mas seria melhor que a gente chegasse antes de escurecer. - ele disse devagar.
Ela sabia. Eles estavam cuidando dela.
Sorriu. Estava grata por isso. Eles mereciam que se gostasse deles.
Só Severus parecia não pensar assim. Severus.
Suspirou. Lembrou-se dos olhos dele há pouco. Sentiu um arrepio.
Esperou que ele abrandasse com eles. Sairiam de Hogwarts no ano seguinte.
E talvez não houvesse tempo para esclarecer certas coisas. Antes...
Estremeceu. Tentou não pensar.
A profecia clara em sua mente. Olhou para Harry.
'Deus, permita que ele sobreviva. Permita que não haja muitas lembranças duras se ele conseguir.
Ele ainda tem muito a viver, Senhor. Todos eles têm.'
Sentiu um aperto. Abaixou a cabeça. Não quis deixar que vissem seus olhos nublados.
Eles tagarelavam felizes.
****
Eles se despediram no corredor. Ela lembrou de agradecer de novo.
Foi para seu quarto organizar tudo o que tinha comprado.
Tomara que o cansaço a fizesse dormir rápido.
****
Sexta-feira.
Mais uma semana.
Precisava reagir. Pensou cansada. Olhou o livro na mesa.
Lembrou-se da conversa com Madame Sprout.
Plantas eram fascinantes. Ela não tinha percebido o quanto.
Não que apreciasse as que eram mágicas. Como as mandrágoras. Sentiu um arrepio.
Mas as outras eram interessantes. Tinha encontrado um "Tratado Trouxa sobre Plantas que Curam".
Trouxa. Que palavra.
O livro tinha um tom condescendente. Plantas usadas para curar. Do jeito certo. Na dose certa.
Umas tinham que ser esmagadas. Outras cozidas. Outras só no vapor.
Eles "corrigiam" a maior parte. O modo como os trouxas as usavam.
Mesmo assim. Era interessante. Talvez fosse útil um dia.
Não quis saber se isso podia ter alguma coisa a ver com Poções.
Era melhor não pensar nisso. E ela precisava se interessar por algo. Qualquer coisa.
Sentiu fome.
Levantou-se.
O jantar estava ótimo.
Ouviu Dumbledore perguntar se Severus não viria de novo.
Perdeu o apetite. Se obrigou a comer. Respondeu educadamente quando preciso.
Achou que já havia ficado o bastante. Pediu licença e deu boa noite.
Resolveu caminhar pelo castelo. Apesar do frio. A neve deixava a paisagem linda. Como num sonho.
Tudo ali era meio irreal. Às vezes.
Pensou no quanto sonhara com isso. Desejara.
Mas agora. Ali. Talvez sua antiga realidade fosse melhor. Pelo menos era a realidade dela.
Não totalmente verdade.
Por causa dele. Apesar de sentir como estavam longe.
E da dor.
Lembrou-se do que tinha acontecido. Ficou brava.
Limpou uma lágrima que teimou em escorrer.
Foi então que percebeu. Virou-se olhando em volta.
Tinha andado demais. Estava escuro ali. E frio.
Esfregou os braços. Puxou mais a capa. Refez seus passos.
Estava tarde. Devia ser mais de nove e meia. Não havia viva alma.
Recriminou-se. Não devia ter se afastado tanto.
Começou a reconhecer os corredores depois de algum tempo andando. Relaxou.
De repente, sentiu que lhe tampavam o rosto e a boca. O pano não a deixou enxergar nada.
Sentiu-se sufocar.
-
Vá embora, trouxa! Seu lugar não é aqui.
Agora ela estava assustada.
Chutou com força. Ouviu um gemido. Uma imprecação. Sentiu algo que finca em seu ombro.
Gritou em dor. Quase sufocou com o pano.
-
Por quê você fez isso?
-
Mas... ela te atacou!
-
Ora, seu...
Eles a jogaram de qualquer jeito no chão. Ouviu palavras.
Sentiu cordas que rastejavam. Prenderam suas mãos que ainda tentavam tirar o pano de sua cabeça.
Tentou chutar. Gritar. Só saíam resmungos da boca tampada. Conseguiu se levantar de qualquer jeito.
-
Expeliarmus!
Sentiu-se jogada para trás. Bateu na parede com força. Quase desmaiou.
Escorregou para o chão. Ficou quieta. Sem ar.
Ouviu murmúrios indistintos.
-
Ela morreu?
-
É claro que não seu idiota! - hesitação - Vamos embora.
Ouviu passos que correm. Escutou o silêncio. Tentou controlar a dor.
Devagar. Bem devagar. Ela se sentou. Respirou. Doeu ainda mais.
Conseguiu tirar o pano. Tentou arrancar as cordas que a machucavam. Não conseguiu.
Seu pulso esquerdo pareceu deslocado. Estranho.
A dor no ombro se intensificou. Seu roupão aberto.
Ela chorou. As costas doeram.
Mordeu para cortar as cordas.
Levantou-se. Sentiu-se sozinha.
Precisava ir até Madame Pomfrey. Apoiou-se na pedra fria, tonta.
Não. Isso se espalharia.
Limpou as lágrimas com o pulso bom.
Ela não podia colocar o diretor em uma situação difícil.
O corpo dolorido. Os pulsos machucados da força que ela fez para tirar a corda. O pulso esquerdo doía mais.
Sentiu-se miserável. Pensou um pouco.
Podia tentar se cuidar sozinha. Ou procurar Lupin. Meneou a cabeça. Não. Ele não ia poder ajudá-la.
Limpou os olhos. Sentia dor no lado. Podia ter alguma costela quebrada.
Não sabia se havia algum veneno na faca. A dor estava mais forte. Veneno.
Só havia uma pessoa
que ela poderia procurar. Suspirou.
- Ai!
Ela ainda hesitou. Pensou e repensou. As dores piorando. Não viu outra solução.
Envolveu-se na capa. Estava gelada. Andou devagar.
Sett: Você é imprescindível!!
Bruna - Obrigada pelas palavras de incentivo.
Fênix - É muito importante saber sua opinião. Eu estou feliz de ter sua colaboração. E de Portugal!!
Puxa!!
Honrada. E agradecida.
Fênix é beta leitora do 3Vassouras. Que me deu o prazer e a honra de me ajudar.
Ângela Oliveira - Obriga por sua revisão.
Pati Granger Weasley Black - Obrigada!! (Muito ruborizada) Obrigada!!!
Tomara que você continue acompanhando e revisando.