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8. Dane-se! Eu te amo.


Fic: É um bom lugar para um banho [Cedrico/Harry]*TERMINADA*


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap.8 Dane-se! Eu te amo

Olhando naqueles olhos ele teve certeza de tudo que precisava ter, suas dúvidas sumiram, assim como seu medo, preocupação. Sentia um calor enorme só com aquele olhar, e soube finalmente que eram para eles que queria olhar por toda a eternidade. Tão perfeito era seu brilho, que fazia invejar às estrelas, assim como a força e persuasão do seu calor invejavam ao sol.

Segurou a gola de Diggory e uniu seus lábios em um gesto quase desesperado. Depois de tanto tempo perdido com bobagens Harry parecia querer recuperá-lo. Experimentava cada canto da boca de Diggory, e tudo parecia ter um gosto, um jeito único. Diggory estava surpreso pela atitude brusca e repentina de Harry, mais teria sorrido se seus lábios não estivessem sendo quase devorados. Mais Cedrico logo se mostrou presente, e retribuía com ardor cada minúcia de Harry. Como da outra vez o beijo foi se tornando cada vez mais quente e perigoso, mais dessa vez Harry deixou de lado seu pudor, seus paradigmas. Cedrico achava tudo realmente fantástico, mais o restante da sua razão lhe alertou para o fato de estarem em meio público.

- Harry... Estamos no meio do corredor...! – Ninguém tem a idéia da dificuldade que ele teve para pronunciar essa frase, seja pela falta de ar, seja pela falta, que mesmo poucos segundos, a boca de Harry faz.

- Dane-se! Eu te amo... – Ele disse isso de maneira tão displicente e verdadeira, que fez Cedrico enlouquecer, seu peito quase explodia de felicidade, e agora não conseguia conter o impulso de querer sentir tudo o que podia daquele grifinório.

Ele agarrou Harry, beijando-o mais uma vez, ainda mais afoito que antes, era desesperado. Ia andando em direção à famosa sala, entrando com um baque na porta. Logo que o fez, fechou-a, atirando Harry sobre ela para isso. Enquanto voltou a beijar Harry, uma de suas mãos tratava de trancar bem e seguramente a porta. Terminado este serviço elas se concentraram na cintura do moreno. Diggory arranhava as costas de Harry, e sentia o corpo do rapaz arquear, mesmo estando muito grudado ao seu.

Harry, tratava de retirar a camisa de Cedrico, suas mãos estavam pedintes, e ele não tinha condição de negar nada à elas. Logo que conseguiu se livrar da tal peça de roupa, apalpava tudo que conseguia ou não, passava seus dedos, por todos os músculos esquadrinhados de Cedrico e sentia-os contrair com seu toque. Diggory havia viciado no pescoço de Harry, ele ficava totalmente inebriado com aquele perfume natural, com aquele gosto, com aquela pele tão branca...

Encontrou um ponto crítico, e viu que Harry sentia absurdo prazer, caminho perigoso, próximo ao lóbulo da orelha. Cedrico pôs-se a beijar, mordiscar, lamber, fazer o que podia, em toda a região, Harry estava delirando. Neste momento o suor era mais do que presente, e ele só dava um clima ainda mais excitante à situação. Harry não se conteve em apalpar as nádegas de Cedrico, que parou o que fazia para dar a Harry o sorriso mais sacana que o mesmo vira. Harry não tirou a mão de onde elas estavam, e Cedrico muito menos queria isso.

- Você gosta é?... – disse um tanto provocante, em um sussurro na orelha de Cedrico, que não conteve o gemido. Harry gostou de trocar um pouco o papel da caça pelo o do caçador. Sentia que Diggory estava, literalmente, nas suas mãos.

Diggory retirou a camiseta já desabotoada de Harry, lentamente, como uma impiedosa tortura. Beijou todo o ombro do rapaz, e desceu, variando entre beijos, e leves mordidas.Parou no mamilo de Harry, e viu que causaria muito mais efeito à Harry se desta vez usasse a língua. Os gemidos de Harry o excitavam mais do que qualquer coisa que já havia provado. Voltou a beijar os lábios do garoto, se deliciando com o toque nu dos dois troncos. O contato pele com pele é único, causava arrepios, calores, da maneira e nos lugares mais improváveis.

A posição estava começando a cansar, então lentamente, os dois iam se deitando, sem nunca separar as bocas, que pareciam terem nascido juntas. As mãos de Cedrico agora se preocupavam com a calça do garoto, sem parar de beijá-lo ele ia abrindo-a vagarosamente, fazendo pressão com a sua mão sobre o membro do garoto, que a essa altura já latejava. Quando só o fino tecido da cueca separava a mão de Cedrico, do seu até então “objeto de atenção”, ele pode sentir Harry se contorcer e abafar um gemido.

- Ce...drico. – disse em um delírio, sentia a vista embaçar, enquanto uma onda incessante de calor subia por todo o seu corpo, aturdindo-lhe os sentidos. As mãos muito ágeis de Cedrico já haviam despido-lhe por completo, enquanto este tratava de provocá-lo com a boca, nos lugares... Mais indecentes.

Cedrico não tirava os olhos de Harry, preso em cada expressão, e em cada som que ele pudesse emitir. Este já tinha fechado os olhos, sem conter todos os impulsos, todas as reações vindas do seu corpo, já descontrolado. Sentia a boca de Cedrico em um vai e vem no seu próprio membro, cada partícula do seu corpo reagia ao toque minucioso da boca de Cedrico.

Voltando a beijá-lo nos lábios, pode depois de tanto tempo vê-lo abrir os olhos, seu olhar era quase febril, e seu beijo desesperado. Harry ficara sobre Cedrico agora, decidido a proporcionar a ele, o mesmo ou até mais de prazer que lhe fora presenteado. Enquanto as suas mãos, mais espalhafatosas do que as de Cedrico, tentavam nervosamente abrir a calça dele, Harry se concentrava no pescoço de Diggory. Acompanhando os gestos das mãos, Harry foi descendo com seus lábios, Diggory arqueava o corpo, sentiu a sanidade abandonar-lhe , quando Harry percorreu todo seu tronco com a língua, causando os mais impossíveis dos arrepios.

Harry não tivera tanta paciência, se livrou logo das ultimas peças de roupa de Cedrico, e um tanto envergonhado, tocou no membro do rapaz. Que pulsava só em sentir a proximidade da mão do garoto. Com o mais sutil tocar dos seus dedos, Cedrico soltou um longo e abafado gemido, o que fez Harry encará-lo nos olhos antes de acelerar os movimentos.

Harry deitou-se sobre Cedrico, sentindo um lapso, que percorreu por todo seu corpo, uma sensação tão gostosa era a de estar tão junto de Diggory, sem barreira nenhuma, pele com pele, com toda uma áurea de romance enfeitiçando o local. Harry não deixou Cedrico ter um orgasmo, assim como ele tinha feito, ambos queriam prolongar o máximo possível essa situação tão deliciosa. Harry acariciou os cabelos de Cedrico, bem como sua face, beijando com ardor logo em seguida.

Qualquer movimento, qualquer reação, era sentida, era surpreendente, por estarem tão maravilhosamente unidos. Harry carinhosamente mordia os lábios tão voluptuosos de Cedrico, tão macios, tão convidativos. Sentia que Cedrico calma, e lentamente tentava colocá-lo de bruços, e da maneira que pode tentou ajudar. Logo, assim estava.

Cedrico não resistiu ao pescoço tão desprotegido do rapaz, tão deliciosamente pálido, atacou-o como a um suculento banquete, onde o prato principal ainda estava por vir... Os ombros de Harry estremeciam, com as mordidas um tanto selvagens de Cedrico, o coração de ambos batia em um ritmo acelerado e descompassado, denunciando ainda mais o estado de excitação. As mordidas chegaram até a bunda provocante de Potter, absurdamente irresistível...

Deitando novamente sobre o moreno, Cedrico sussurrava palavras desconexas no ouvido de Harry, confusas para nós, mais de certo foram as palavras exatas para um momento como esse. Aos poucos Harry foi sentindo Cedrico penetrá-lo, coisa que ele fazia muito calmamente, com toda a paciência, agora os gemidos de Harry misturavam-se entre um prazer e dor desconhecidos.

Logo Harry se acostumou Cedrico começara a se movimentar dentro do garoto, que se sentia deliciosamente invadido. Cedrico segurava no ombro do garoto, dando uma impressão de total controle sobre ele, seus urros e gemidos agora eram misturados, intraduzíveis, mais compreensíveis, alguém que os ouvisse alguém que os visse alguém que soubesse da situação, saberia que aqueles jovens, nesse exato momento, faziam amor...

Um beijo na testa, em sinal de carinho, um toque suave nos lábios em sinal de amor. Os corpos ainda estavam juntos pelo suor, e apesar de não estarem mais fisicamente ligados, algo muito mais forte os unia agora. Era uma coisa tão bonita, e tão inexplicavelmente forte, que rejeitava palavras, quaisquer que fossem.

- Eu te amo... – surgiu, livre, tranqüilo, certo e verdadeiro. Simplesmente fugiram dos lábios de Diggory, lábios esse que provaram a melhor das tentações, o mais louco dos pecados e aventuras. O amor, o gosto de um mundo apaixonado. Era tudo completo, nada faltava, eles ali, abraçados, beijando-se era suficiente, ninguém se importava se o mundo acabaria ou não...

- Eu também... – Harry não resistiu de beijá-lo mais uma vez, mesmo depois de tanto o fazê-lo, sempre algo novo se misturava ao seu gosto, Diggory era sempre inovado, sempre perfeito, sempre único. Não sabia por quanto tempo ia estar nessa felicidade completa, nesse amor inexprimível... Mais que seja eterno enquanto dure...

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N/A: Nossa fazia mto tempo que eu não postava aki.
Bem ai está.
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