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2. O Primeiro Encontro


Fic: Uma Semana Com Meu Melhor Amigo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cassia Eller - Mudaram as Estações





Capítulo 2 : O primeiro encontro.



Mudaram as estações, nada mudou.
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu, está tudo assim, tão diferente.
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre
Sem saber que o pra sempre, sempre acaba.
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou. Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem.
Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está. Nem desistir, nem tentar, agora tanto faz...
Estamos indo de volta pra casa




Hermione enviou sua carta confirmando o “encontro” e Harry logo lhe respondera informando quando e onde deveriam se encontrar.
Ele estaria no Ministério da Magia da França, ministrando uma palestra para outros aurores. Hermione se sentiu orgulhosa. Nunca duvidou do talento e da força de liderança de Harry. No entanto, pensava se o amigo havia mudado, e quanto dele estava diferente. Mais do que tudo, se perguntava quanto dela mesma ainda havia nele.

**

Hermione passou a noite inquieta em sua cama. Estava nervosa. Parecia uma adolescente e se envergonhava dessa atitude.
“Ora Hermione, já chega! É apenas o Harry, seu melhor amigo! Pare de agir feito uma adolescente boboca, você tem 27 anos! Agora deite já essa cabeça no travesseiro e durma!” – ralhou consigo mesma.
Já se passavam das três da madrugada e ela ainda se debatia sobre a cama, o que não ajudava a melhorar seu estado de espírito, já que na manhã seguinte deveria aparatar direto em Paris, e temia errar uma vez que nunca esteve naquela cidade.

Ela levantou as 6h00min da manhã, muito embora tenha passado toda a noite acordada.
Estava indignada consigo mesma e ainda não era capaz de entender o porquê de sua mente agir daquela forma.

Arrumou as ultimas coisas em sua mala. Levaria pouco ainda que temesse passar vergonha por seus trajes simples na poderosa Paris.
Desceu a fim de tomar seu desjejum, mas não obtivera muito êxito nisso também. Parecia haver um nó em sua garganta, algo que a impedia de ingerir mais do que um suco de laranja.

Próximo da hora de sua partida fez as ultima recomendações a elfa (remunerada é claro) que ficaria cuidando de seu apartamento. Pegou suas coisas, e saiu.
Já fora do edifício deu uma ultima olhada ao seu redor, como se para registrar na memória aquela ultima vista, já que só regressaria ao passar de uma semana.

E com um nervosismo há muito tempo não sentido, se pôs a caminhar até uma estreita ruela semi-deserta, de onde desaparatou.

Surgiu em um beco já em Paris. Sentiu-se perdida, nunca estivera lá. Na verdade ela pouco saiu da Inglaterra durante toda a sua vida. Não por falta de oportunidades, mas por uma decisão própria. Era por alguma razão, muito ligada as suas raízes.
Enfiou a mão no bolso da calça jeans e tirou a ultima carta de Harry onde ele lhe informava o endereço do Ministério da Magia da França.

Seguindo corretamente as descrições, Hermione levou pouco mais de 20 minutos para encontrar.
Tratava-se de um prédio de bela estrutura trouxa. Para chegar ao Ministério ela deveria ir até o elevador e seguir para o “andar” 171.
“Bela combinação de números”, pensou com um sorriso maroto nos lábios.
Sentiu os olhares das pessoas ao seu lado sobre si, e avaliando seus próprios trajes, imaginou o que passava em suas cabeças.

A porta do elevador abriu revelando um longo salão, de pisos verdes e rosa e vidraças escuras, que mal permitiam a entrada de luz no ambiente. Pessoas, muitas pessoas circulavam pelo local, a maioria em trajes elegantes e finos, o que a fez pela segunda vez no dia, maldizer sua simplicidade.
Havia também um grande balcão a um canto, de onde se lia os dizeres “Réception”
Ansiando pelo encontro e por uma chance de sair rapidamente daquele prédio, se dirigiu ao tal balcão.

- Oui, Puis-je vous aider? _ perguntou a atendente.

Hermione a encarou por alguns instantes, tentado buscar em sua mente uma palavra em francês, qualquer uma que pudesse ajudá-la naquele momento.

- Eu não falo sua língua. _respondeu atrapalhada.

- Sim, perdoe-me senhorita. Em que posso ajudá-la? _ indagou numa pronuncia quase perfeita, e Hermione olhou-a admirada. “Preciso aprender um segundo idioma” _ ponderou.

- Eu... Eu gostaria de ver Harry Potter.

- Ah sim, o Sr. Potter, está na sala do auditório. Basta seguir o corredor adiante e virar na primeira esquerda. A palestra começará dentro de poucos minutos. – informou formalmente a recepcionista, apontando o corredor que Hermione deveria seguir.

Era estranho chamá-lo assim... Sr. Potter, para ela, sempre foi Harry, apenas Harry.
Hermione seguiu o caminho recomendado, e logo viu uma imponente porta de madeira, com entalhes em toda sua extensão, onde se lia “Auditoire”.

Seu coração batia rapidamente, e ela era incapaz de coordenar sua própria respiração.
Bateu à porta, que foi imediatamente aberta por um intimidador segurança. Hermione olhou bem para o homem que abrira a porta, esperando que a qualquer momento ele partisse pra cima dela, porém ele apenas fez um gesto reverente e indicou uma fileira de assentos para onde ela deveria se encaminhar.

- Obrigada.

E então pela primeira vez Hermione olhou o lugar onde estava. Era uma sala imensa, com o piso de madeira lustroso, um pequeno palco à frente e centenas de cadeiras dispostas em fileiras organizadas, todas cheias.
Na verdade só havia um lugar vazio, na ultima fileira. Todos ali se encontravam muitíssimo bem vestidos, e exalavam uma aura de poder e satisfação. Não havia um único barulho na sala, Hermione era capaz de ouvir a própria respiração. Todos com os olhos compenetrados no palco à frente.
“Droga, porque Harry não me avisou que eu deveria comparecer com vestes sociais.” Foi a primeira coisa que veio a mente dela naquele momento. Hermione estava com uma calça jeans e uma blusa branca de manga ¾, e é claro, uma mala na mão. Ela se sentia ridícula, e seu rosto ardeu em vergonha.
Encaminhou-se para o único lugar vazio e sentou-se.
Foi então que ela notou. No palco à frente, vestido de forma impecável, numa postura rígida e segura, estava Harry.
Hermione entrou em choque. Seus olhos pregados na figura a sua frente “Por Mérlim é ele?”
Se fosse, definitivamente não era o Harry que conhecia. O Harry com quem ela passou anos de sua vida, era um garoto magricela, de óculos, e totalmente tímido. Ele jamais falaria de maneira tão eloqüente diante de tantas pessoas. Porém o homem que se mostrava a ela agora era muito mais alto do que ela se lembrava, e emanava uma aura de charme e masculinidade quase irresistíveis. Hermione se sentiu desesperadamente tentada a sair daquele lugar, mas por alguma razão, suas pernas não lhe respondiam. Ela parecia petrificada. Olhou para o jovem sentado ao seu lado, esperando encontrar em seu rosto a mesma expressão de surpresa, porém ele parecia normal. Ele a olhou em resposta, e murmurou com entusiasmo “- Ele é brilhante não acha!?” voltando rapidamente seus olhos pra frente. Hermione apenas balançou a cabeça em concordância.
A palestra durou pouco mais de uma hora, mas ela nada foi capaz de ouvir. Sua mente girava e se perdia. “Como ele pôde mudar tanto assim? Tão maduro, tão vivido, tão brilhante... O que ele ainda quer com uma pessoa patética como eu? O que eu tenho a falar pra ele? Não vivi nem metade de todas as aventuras que ele viveu!” Os olhos de Hermione ardiam, e um nó formava em sua garganta, mas ela não choraria, não ali, não diante de tanta gente. Ela poderia não ter o luxo e o glamour de todos que estavam ali, mas ela ainda tinha orgulho.

A palestra acabou ao som de aplausos, e muitos foram até Harry cumprimentá-lo pelo brilhantismo das palavras. Ela gostaria de fazer o mesmo, mas agora percebeu que não escutara uma única palavra do que ele dissera.
“Talvez ele não tenha me visto... ainda dá tempo de sair daqui.” Pensou desesperada, mas então os olhos de Harry a focalizaram.
Ela pôde perceber ele pedindo licença aos que estavam próximos e caminhando de maneira firme em sua direção.

Seu coração disparou novamente.
Ela finalmente levantou, pegou sua mala, e começou a caminhar rapidamente em direção a porta.

- Hermione. _ ouviu-o chamar. Até a voz dele estava diferente, mais forte, mais máscula.

Ela parou. Seu coração prestes a sair pela boca. Virou-se lentamente e encarou mais uma vez aqueles olhos verdes. Sentiu as pernas fraquejarem, e não soube como, conseguiu manter-se em pé.

- Olá Harry. _ Respondeu num suspiro. Na verdade, ela tinha planejado abraçá-lo nesse momento, dizer o quanto ele estava diferente, o quanto a palestra dele foi maravilhosa, ainda que não tivesse absorvido nenhuma palavra, e como sentira saudade ao longo de todos esses anos. Mas agora que estava diante dele as palavras lhe fugiam.
Passaram-se alguns segundos, onde eles apenas se encaravam.

- Você está magnífica. _ rompeu ele.

Ele poderia ter mudado muito, mas os olhos ainda eram os mesmos. Ele ainda tinha o mesmo olhar doce e amigo que Hermione se lembrava de contemplar na adolescência.

- Obrigada Harry, você também está. Foi incrível sua palestra. Ficou muito feliz de ver que está realizando seus sonhos. _ respondeu-o sinceramente, ainda que sua voz fosse falha e sua conversação rápida.

Ele apenas sorriu, e Hermione se pos a imaginar se ele suspeitava que ela na verdade, não ouviu nada do que dissera.

– Acho que o meu trabalho por aqui acabou. Você... Sairia comigo?

- Claro! Eu adoraria. _ disse-lhe consciente de que sua face corara. - Estou mesmo me sentido um peixe fora d’água aqui. Todas essas pessoas em suas veste elegantes e eu... _disse apontando para o próprio corpo.

Ele a olhou de maneira terna antes de responder:
– E você é a mais linda de todos os presentes.

Ela voltou a corar, e ele tomou-a pelo braço, dirigindo-se a saída.

- Sr. Potter _ chamou-lhe alguém

- Sim?

- O chefe do departamento de aurores gostaria de falar com o senhor.

Harry buscou os olhos de Hermione instantaneamente.

- Tudo bem Harry, pode ir.

- Tem um barzinho logo do outro lado da rua, me espere lá, eu não demoro, isso é uma promessa.

Hermione assentiu com a cabeça. Harry ainda a olhava meio desapontado, então num gesto inesperado, inclinou seu rosto na direção da jovem e a beijou no rosto.

- Não desista de mim minha menina _ sussurrou em seu ouvido, sorrindo antes de partir.

Hermione ficou estática vendo o amigo se afastar. Sem dúvida alguma, esses oito anos haviam transformado seu amigo. E agora, lhe restava saber que outras surpresas ainda a aguardavam.




**

N/Nina: Eu não sei absolutamente nada de frânces. As frases e palavras que estão no capítulo, eu busquei na internet. Se vocês encontrarem algum erro, por favor me avisem para que eu possa corrigir.
Beijos
;***

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