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4. UMA ESCAPADA DA ROTINA


Fic: AVENTURAS EM HOGWARTS- Rony e Mione- Cap 59 e 60 ATUALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 4
Uma escapada da rotina

-Eu não acredito como nosso bebê é popular, Valter! Veja só até uma namorada arrumou!
-Eu na idade dele também era assim, Petúnia! As garotas se matavam por mim! Eu era tão parecido com o Dudinha!
Harry rolou os olhos nas órbitas, imaginando um Tio Valter de dezesseis anos, igual ao filho. Definitivamente, uma imagem a ser apagada de sua mente!
Sorrindo, entrou na cozinha e pôs uma panela sobre o fogo com água. Havia ainda um vestígio de cheiro de veneno nas paredes, e depois de limpar incontáveis roedores mortos de todos os cômodos, o cheiro tornara-se mais fraco.
Mas Harry não estava nem aí para isso. Dali a poucas horas, Hermione e sua mãe o tirariam dali ao menos por alguma horas.
Enquanto quebrava os ovos para a omelete de Tio Valter, Harry ouviu o barulho de um carro estacionando, então som de vozes e a companhia, recentemente adquirida, ser tocada. Um item que deixaria o Sr. Wesley apaixonado, sem duvida alguma.
Da cozinha, contendo a vontade de correr para a sala e abraçar a Sra. Granger por tira-lo daí, Harry ouviu um rápido dialogo entre as duas mulheres, e então seu tio entrou afobado na cozinha.
-Rápido, Harry, suba e chame Duda! Irão sair agora!
Para disfarçar o sorriso que mau continha-se em sua face, perguntou:
-Aonde vamos?
-Iram passear com a namoradinha do Dudinha! Vê se não atrapalha os dois, ouviu? Não quero saber de você se metendo com a menina, que é um doce de criatura e não precisa de um delinqüente como você para ofende-la!
Harry afastou os olhos para o chão, louco para saber a cara que o ‘doce de criatura’ faria se o ouvisse chamando-a assim. Hermione era ótima em tudo, porém definitivamente não era uma pessoa fácil ou afável. Bem pelo contrario, sua personalidade independente fazia dela uma pessoa bem decidida e firme.
Quase correndo, subiu para seu quarto e abriu a porta do quarto do primo, dizendo:
-Vamos lá, Duda! Você não quer perder a carona, quer?
Duda estava na frente do espelho repartindo os cabelos oleosos para o lado. Usava uma camisa branca com verde, em listras sobre um jeans de tamanho extraordinário. Harry quase riu. Se ele soubesse que nem mesmo um esportista culto e charmoso como Vitor Krum conseguira cativar Hermione, imagina seu primo!
-Ela é mesmo uma bruxa do mal, como disse?
Perguntou baixo e Harry surpreendeu-se pelo tom baixo.
-Oh, sim...Até eu tenho medo dela!
-Nossa!
É parecia que seu primo não perderia as esperanças. Bem, seria uma vingança e tanto se ele gostasse de uma bruxa. Quem sabe até se desse um neto aborto para seus pais! Sua tia Petúnia morreria de desgosto com certeza!
Com essa imagem na cabeça, Harry entrou e viu a Sra. Granger, com sua cabeleira castanha encaracolada, como as da filha, amarradas em um belo rabo de cavalo, roupas clássicas e aquele ar de classe que sempre a acompanhava. Hermione não tinha todo o charme da mãe, mas isso vinha com o tempo, pensou Harry.
Molly e Hermione estavam sentadas no sofá, como duas princesas dentro daquela casa de plebeus.
-Bem, nos já vamos. Sr. E Sra. DaDursley foi muito bom conhece-los. Trarei seus filhos às onze horas, sem falta. – a palavra filhos soou irônica, mas Harry duvidava que os DaDursley fossem capazes de entender nas entrelinhas.
Ao contrario de Hermione a sra. Granger era incapaz de ser indelicada com qualquer que fosse a pessoa, e era óbvio seu esforço em tratar bem os DaDursley.
Fora da casa, Harry ainda viu a expressão de orgulho dos DaDursley, como se finalmente tivessem tirado um peso dos ombros.
-Oh, Harry, como você está, querido? – perguntou a sra. Granger, após lhe dar um afetuoso beijo na face, e entrarem no carro. Ele sentou ao lado da janela, Molly a seu lado, com Duda entre ela e Hermione que ficara na outra janela.
-Estou bem, sra. Granger.
-Que bom! Sei como esses meses são difíceis para você, mas não se preocupe tanto, estamos trabalhando com a sua guarda. Meu marido andou conversando com o sr. Wesley para tomarmos algumas decisões sobre isso e... – pelo retrovisor viu Duda e lembrou-se de mudar de assunto – Veremos sobre isso depois, agora vamos passear um pouco, ok?
-A gente podia ir no “Dinner” não podia? Seria muito legal! – disse Molly.
-O que é o “Dinner”? – perguntou Mione.
-É um cinema aqui perto. Mas só abre mais tarde. – respondeu Harry.
-Porque não vamos tomar um café reforçado na sorveteria e depois eu os deixo na casa que alugamos, Mione? Você pode mostrar ao Harry o computador que seu pai comprou. – olhou para o garoto pelo retrovisor – Mione está apaixonada pelas matérias de bruxaria que encontrou na internet, não é Mione?
Hermione pareceu querer sumir pela janela. Os olhos de Harry brilharam alegres e sussurrou:
-O Rony precisava estar aqui pra ouvir isso! Internet não é coisa de trouxa?
-É, eu sei que é...Mas não dá pra fazer muita coisa nas férias... – parou antes de dizer bobagem.
-O que é trouxa? – perguntou Duda.
-Você. – disse Mione, olhando-o azeda, num duplo sentido – Você é trouxa, Duta. Um inacreditável trouxa!
-Mione! – ralhou sua mãe – Não esqueça que eu e seu pai também somos trouxas!
-Eu sei, mãe, desculpe... – suspirou, caindo contra o encosto do banco irritada.
Molly riu suavemente e pulou no banco, quando Duda se mexeu tentando ficar mais confortável. Estava bem apertado ali atrás por causa dele.
-Ai! – disse chateada.
Pelo retrovisor, a sra.Granger riu e dobrou outra esquina.







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