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6. Surpresas


Fic: Amor, tempo e destino: três coisas que podem mudar uma vida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Senti meu mundo desabar. Eu não podia estar grávida do Sirius, simplesmente não podia. Ele era o pai da Sabby. Meus amigos nunca iriam me perdoar.


- Eu sei que é difícil...


- Não conte nada pros meus amigos.


- Mas você precisa de apoio.


- Garanto que não vou ter apoio se eles souberem – eu estava triste – De quantas semanas estou?


- Seis – ela deu um meio-sorriso, deixando-me sozinha com meus pensamentos.


Resolvi fazer as contas. Então foi no dia do meu aniversário. Não imaginava que uma coisa dessas poderia acontecer. Com tantos problemas pra resolver, ainda arrumei um complicado demais pra se lidar.


Como estava perdida em pensamentos, não percebi a aproximação de Sirius.


- Como você está? – sua voz demonstrava certa preocupação, mas não era a doce e serena voz que eu estava acostumada ao ouvi-lo falar.


Virei-me devagar em direção a voz.


- Por que está me tratando assim?


- Se você ama seu namorado sonserino eu não tenho culpa.


Uma pequena escorreu pelo meu rosto.


Ao ver o meu estado, ele deixou a máscara de frieza cair.


- Você está bem? – era o tom em que eu estava acostumada a ouvir, mas naquela hora, não queria ele ao meu lado.


- Deixe-me sozinha.


Ele estava esperando todas as respostas, menos essa.


- Vou ter que te expulsar ou você vai por livre e espontânea vontade?


- Se você não me quer aqui, quer dizer que você não está bem e que não quer que eu saiba o motivo.


- O motivo é você. Por isso não quero você aqui – não era inteiramente mentira.


Virei o rosto não querendo encará-lo. Estava chorando e não queria que ele visse. Black me conhecia como ninguém, com exceção do James e da Lily talvez, melhor que meus amigos. Ele não podia desconfiar da verdade.


- Por que não quer me encarar? – ele virou meu rosto em sua direção – O que você está escondendo tanto?


Meus olhos estavam cheios de lágrimas. Nossos rostos estavam próximos, próximos demais. Fui salva pela entrada de meus amigos na enfermaria.


- Kammy?


O susto fez com que nos separássemos. Percebi que Sabinna me olhava com ódio.


- O que você... – era Harry que falava.


- Eu estou bem e não me pergunte mais nada.


Um silêncio constrangedor tomou conto do ambiente, que foi quebrado por Madame Pomfrey.


- Você está liberada. – ela sorriu em minha direção.


Levantei-me da cama rapidamente e senti minha cabeça dando voltas. Caminhei pela porta e quase esbarrei na pessoa que entrava.


- Você ainda não está boa – percebi que era a voz de Luna.


- Eu estou ótima.


Quem dera isso fosse verdade.


- Se continuar assim, você vai acabar perdendo muito mais do que imagina.


Todos olhavam para ela sem entender nada, como se ela estivesse falando coisa com coisa.


- E um dia você vai perceber como isso é verdade – ela abriu espaço para mim – Quando precisar de ajuda, eu estarei aqui – ela me disse num tom baixo, somente para eu ouvir.


Sussurrei um obrigado e sai da enfermaria. Graças a Merlin minha tontura passou e seguimos todos para o castelo.


A noite começava a cair. Assim que cheguei ao dormitório feminino, viu que Mione me encarava preocupada. Sabinna passou reto, sem me dirigir uma palavra e se trancou no banheiro.


- O que você tem?


- Eu não me alimentei direito, só isso – sorri de leve, apesar de não ter a menor vontade de sorrir.


- Você não deveria deixar tão claro seus sentimentos. A Sabinna finalmente percebeu o que todos já sabiam, que você ama o Sirius.


- E deveria esconder meus sentimentos? – estava cheia de ter que esconder nossa relação – Por que não posso amá-lo? Tenho que deixar todas as pessoas que eu amo por conveniência? – as lágrimas escorriam pelo meu rosto.


Mione não sabia o que fazer, ela nunca tinha me visto nesse estado.


- O Rony está te traindo com a Lilá.


Nunca pretendi contar dessa maneira.


- Ele não faria isso e você sabe disso.


- Eu vi com meus próprios olhos. Eu não inventaria uma mentira só para te magoar.


- É claro que não – Lilá se meteu na conversa – Eu nunca trairia sua confiança, Mione, seria incapaz disso.


- É claro que não – disse Sabinna da porta do banheiro – Conhecemos o caráter da Lilá e do Rony, já o seu.


Aquilo fora a gota d’agua.


- Acabou nossa amizade, Black – estava respirando com dificuldade, devido à raiva que sentia – E a nossa também, Granger – percebi que seus olhos estavam brilhando de lágrimas, em nenhum momento dos nossos sete anos juntas eu havia chamado-a de Granger – Por que se fossem minhas amigas de verdade acreditariam em mim. É uma pena que meus únicos amigos verdadeiros eu não posso ver mais – as lágrimas escorriam lentamente pelo meu rosto.


- E quem são seus amigos verdadeiros?


- Isso não é da sua conta, Patil.


Fechei o cortinado e lancei todos os feitiços de proteção ao meu redor, não queria ninguém por perto.


Peguei um pergaminho e comecei a desabafar.


 


 


É estranho como nossa vida pode mudar de uma hora pra outra. Como o destino pode ser traiçoeiro. Tudo estava perfeito. Iria acabar com o Yue, voltar com o Sirius e cumprir a promessa que fiz a Lily e de repente meu mundo vira de cabeça para baixo. Descubro que Rony está traindo a Mione e ela decide acreditar nele do queem mim. ASabbynão quer me ver ao lado do Black e ele pensa que eu amo o Yue. Como tenho vontade de virar uma assassina e acabar de vez com ele.


Pense, pense no seu filho. Ele não pode nascer numa prisão. Eu estou sozinha e não tenho ninguém pra me ajudar, ninguém, como tinha vontade de voltar no tempo...


 


 


Uma luz acendeu em minha cabeça. Eu fui uma idiota, uma completa idiota. Eu ainda tenho os meus amigos. Peguei o único artifício que poderia me ajudar e usei-o.


Quando tudo parou de girar, eu me encontrava no mesmo lugar, se não soubesse que tinha usado o vira-tempo, poderia pensar que não tinha saído do lugar.


Abri o cortinado e encontrei as meninas ainda dormindo. Como sentia falta delas. Vi Alice se mexer na cama e o medo tomou conta de mim. Ainda estava com minha aparência verdadeira. Saquei minha varinha e fiz os feitiços habituais para mudar minha aparência.


Precisava ver os meninos e encontrar a Lily. O primeiro lugar que pensei foi o dormitório deles, afinal não era lua cheia, então eles deveriam estar lá.


Foi o que fiz, mas assim que abri a porta cautelosamente, tomei um susto, pois três deles ainda estavam acordados. Sirius, Remus e Peter viraram os olhares rapidamente para a porta assim que ouviram o barulho.


Sirius correu para a porta e me abraçou. Ele me encostou na parede em seguida e me beijou. Como sentia falta dos seus toques, dos seus beijos. Senti um calor subindo pelo meu corpo, mas tivemos que interromper o contato, ao ver que Remus nos chamava a atenção.


- O motel mais próximo daqui é a... a... a....


Comecei a ri bem baixinho.


- Já entendemos, Remus – o moreno olhava emburrado para o monitor.


- Onde tá o Prongs? – perguntei ao sentir sua falta.


- Saiu com a ruivinha – o loirinho sorriu.


- Você sabe onde? – perguntou Black.


- No lago.


Pad deu um sorriso maroto e começou a me puxar para fora do quarto.


- Aonde vocês vão?


- Não é do seu interesse, Wortmail.


Sirius continuava a me puxar. Somente reconheci o lugar, quando ele abriu a porta, era a Sala Precisa.


- Entra – ele estava sorrindo.


Entrei e encontrei um quarto em vários tons de azul, minha cor favorita. Uma cama de casal estava no meio do quarto. Logo uma música chegou aos meus ouvidos.


 


Eu quis dizer


Você não quis escutar


Agora não peça


Não me faça promessa


 


Era a nossa música. Eu me virei e percebi que Sirius estava cantando.


 


Eu não quero te ver


Nem quero acreditar


Que vai ser diferente


Que tudo mudou


 


Você diz não saber


O que houve de errado


E o meu erro foi crer


Que estar ao seu lado bastaria


Ai Meu Deus, era tudo que eu queria


Eu dizia o seu nome


Não me abandone


 


Eu estava com lágrimas nos olhos. Aproximei-me do moreno e o abracei.


- Eu te amo.


 


Mesmo querendo eu não vou me enganar


Eu conheço seus passos


Eu vejo seus erros


Não há nada de novo


Ainda somos iguais


Então não me chame


Não olhe pra trás


 


Você diz não saber


O que houve de errado


E o meu erro foi crer


Que estar ao seu lado bastaria


Ai Meu Deus, era tudo que eu queria


Eu dizia o seu nome


Não me abandone


Jamais


 


- Eu também te amo. Você não imagina a falta que você me faz.


- Imagino, por que é a mesma que você me faz.


- Por que não fica aqui comigo, pra sempre?


- Eu não posso.


- E depois diz que não me abandona.


- Eu não te abandono e você sabe disso – eu acariciei seu rosto de leve, gravando cada detalhe daquele momento – Vai chegar um dia em que iremos nos ver todas as horas, todos os minutos.


- E quando esse dia vai chegar? – ele encostou sua testa na minha, e pude sentir sua respiração em meu rosto.


- Não sei.


Não pude resistir a ficar mais um minuto sem seus toques. Beijei-o com todo o amor e carinho que sentia por ele. Nossas línguas ávidas exploravam cada canto da boca um do outro. Senti-o puxando o nó de minha gravata para baixo.


Estava sem fôlego. Nós separamos em busca de ar e ele aproveitou o momento para tirar minha gravata. Vi meu cachorrinho aproximar-se novamente, mas ao invés de me beijar, ele começou a abrir os botões de minha blusa, revelando meu corpo, encoberto somente pelo sutiã.


- Você é perfeita, sabia? – ele beijou meu pescoço, enquanto suas mãos acariciavam minhas costas por baixo da blusa.


Encolhi-me em seus braços. O pescoço era meu ponto fraco. Ele aproveitou o momento para puxar as mangas da blusa e finalmente tirá-la.


- O que você pretende fazer? – entrei no seu jogo e abri os botões da camisa dele lentamente.


- Te fazer minha.


- Eu já sou sua – disse com a voz sensual e tirei a camisa que ele vestia, deixando seu corpo trabalhado a mostra.


- Eu sei – disse ele próximo ao meu pescoço e fazendo-me arrepiar novamente – Mas adoro te fazer minha.


Suas mãos desceram para minhas coxas e erguei-me no ar, fazendo-me enlaçar as pernas em volta de sua cintura.


Ele encostou-me na parede e começou a beijar o meu pescoço.


- Por que você adora me prensar contra a parede, hein?


- Por que é legal te sentir entre eu e a parede.


Ele tirou meu sutiã. Somente pude perceber seu olhar malicioso, antes dele me fazer sentir amada novamente. Ele me levava as nuvens. Primeiro beijou meu pescoço, foi descendo em direção ao ombro, mordiscando-o levemente.


Senti uma onda de prazer envolver meu corpo, a medida que Sirius descia o rastro de beijos e agora estava em meus seios. Não conseguia pensar em nada nem sentir nada, há não ser o prazer imenso que ele me fazia sentir naquele momento.


Dormi abraçada aquele que tanto amava.


Quando abri meus olhos, encontrava-me entre os lençóis.


- Espero que tenha gostado da recepção.


Virei-me e o encontrei sorrindo.


- Melhor não podia ser.


- Acho melhor a gente voltar, antes que o Remus pense que te seqüestrei.


Sorrimos um para o outro e começamos a nos vestir rapidamente. Queríamos voltar à torre da grifinória antes que nossos amigos acordassem.


Porém, assim que entramos no salão comunal, percebemos oito pares de olhos inquisitores, perguntando aonde teríamos ido.


- Sala Precisa – respondi antes que qualquer um deles verbalizasse a pergunta.


- E o que vocês estavam fazendo lá?


- Acho que isso não te diz respeito, Prongs – cortou Sirius.


- O cachorrinho ficou irritado – provocou James.


- E o bambi tá se roendo de curiosidade.


- Cervo, cervo, cervo.


- Veado, veado, ou será vIado? – agora era Black quem provocava.


- Você me paga, cachorro fedorento.


James correu atrás de Sirius, que ainda provocava, e nós caímos na gargalhada.


Passei o final de semana com eles. Riamos, brincávamos. Ao lado deles nem percebia que tinha problemas sérios a resolver. Eles me faziam completamente feliz, felicidade que no presente nem chegava perto daquela que eles proporcionavam.


Era minha última noite ao lado deles. Fizemos uma grande festa no salão comunal, com comidas e bebidas.


Aventurei-me a tomar hidromel e não me arrependi. A festa acabou somente as duas da manhã. Queria que minha despedida fosse perfeita. Levei Sirius para a sala precisa e fiz com que aquela noite fosse inesquecível.


Quando finalmente voltamos a torre da grifinória, eram quatro da manhã e teríamos aula no dia seguinte. Foi um custo para nos tirar da cama de manhã. Consecutivamente, nos atrasamos para o café.


- Por que se atrasaram tanto? – perguntou Lily curiosa.


- Sono, oras – respondeu Black de mau-humor.


- Dormisse mais cedo, Padfoot – respondeu Remus calmamente, como se ignorasse o mau-humor do outro.


- Quando você vai, Dark? – perguntou James, que tomava o suco de abóbora na mesma calma que se encontrava Lupin.


- Assim que o café acabar.


Todos os olhares se viraram para Black, esperando que o mesmo reclamasse, porém isso não aconteceu.


- Quando você volta, amor? – perguntou Sirius tranquilamente.


- Mais rápido do que você imagina – sorri, lhe dando um selinho.


Meu olhar recaiu na mesa da sonserina e dessa vez na tive dúvidas, era Lestrange do outro lado da mesa.


Assim que acabou o café, todos os alunos se dirigiam as aulas, aparentemente somente eu corria para a torre da grifinória. Sentei-me na cama da Lily e retirei o vira-tempo das vestes, voltando ao presente.


Assim que tudo parou de girar, pude perceber que os encantamentos que havia lançado foram fortes o suficiente para permanecer até agora. Retirei todos os encantamentos e me dirigi para a aula de Feitiços, mas antes que chegasse lá, Minerva interrompeu meu trajeto.


- Por onde a senhorita andava? – sua voz ecoou pelo corredor, chamando a atenção de todos.


- Estive em meu dormitório todo esse tempo – respondi sem vacilar.


- Acha realmente que vou acreditar nessa mentira?


- Pergunte as minhas companheiras de quarto se elas me viram sair de lá.


Por essa McGonagall não esperava. Nenhuma delas tinham me visto sair, até porque não tinha saído de lá, somente usei o vira-tempo.


- Você está liberada, deve ir a aula agora.


Não esperei um segundo convite para sumir de suas vistas.


Naquela aula com o profº Lupin pude perceber que não tinha mais amigos. De algum jeito, todos sabiam da minha discussão com Mione e Sabby. Rony ficou bravo comigo por ter contado seu segredo. E Harry tomou suas dores. Já as meninas nem preciso falar.


A noite, me encontrava sozinha no salão comunal. Agora só tinha pergaminhos pra desabafar.


 


 


 


Acho que nasci na era errada. Por que não podia ter nascido na era dos marotos? Iria conviver mais com Lily e James, não ia me meter em tantas encrencas e acima de tudo ia ser muito mais feliz do que sou aqui.


Eles são uns amores de pessoas. As pessoas mais corajosas, sinceras, amigas, leais, compreensivas... Poderia passar o resto da minha vida ao seu lado que não me arrependeria um minuto. Quando esse sonho será possível? Talvez nunca, pois não poderia interferir no passado, mais do que já fiz.


 


 


Parei nesse ponto ao ouvir um barulho, mas não era nada. Subi para o dormitório, antes que me metesse em mais uma enrascada.


Faltava pouco para o Natal. Não tinha ânimo para passar esse ano em Hogwarts, ainda mais que eles vão ficar, então só me restava voltar pro olfanarto. Pouco antes da nossa visita a Hogsmeade, Mary-Kate possuía algo que vez meu coração gelar.


- Ainda bem que você está aqui – começou ela venenosamente ao me ver – Olha o que eu descobri, uma declaração do profº Black pra você – ela começou a ler em voz alta, chamando a atenção de todos que estavam perto, inclusive meus amigos.


 


Amor...


Espero que esteja tudo bem com você. Não agüento mais as saudades. Volta pra mim?


Sei que nunca te disse, mas... Eu te amo!


Nunca me esqueça viu?


Beijos


 


- Que brega – encerrou ela.


Pelo amor de Merlim, de Alá, de Odin, de Zeus, de todos os deuses e deusas, não façam o Sirius aparecer agora, ou ele irá descobrir toda a verdade.


- O que meus amigos irão dizer? – ela olhou sigficadamente para eles – Ela pegou o nosso pai, sabia, Black?


- Como assim nosso pai? – estranhou Sabinna e olhava surpresa para ela.


- Eu sou sua irmã gêmea, a outra filha de Bellatrix Lestrange e Sirius Black.


Todos olhavam estáticos diante dessa afirmação.


- Pelo menos eu não pego o pai do meu namorado – sorri marota com o trunfo que tinha nas mãos.


Percebi o olhar surpreso e assassino que a sonserina me lançou.


- Será que você não cansa de mentir?


- Será que você não cansa de omitir? Ou vai negar que pegou Lucius Malfoy?


Ela me olhava cada vez mais pálida e com mais ódio.


- Que feio! Ainda mais ele sendo seu tio!


- Ele não é meu tio. Ele só é o pai do Draco – ela procurou desesperadamente os olhos de Draco.


Sorri marotamente e venenosamente.


- Narcisa Malfoy, a mãe do seu queridinho namorado, é irmã da sua mãe. Ou ela nunca te contou que tinha mais duas irmãs?


- Quem iria querem ter duas irmãs como elas? – a voz de Bellatrix irrompeu no aposento – Uma idiota o suficiente pra se casar com um trouxa e outra burra o suficiente pra se casar com um Malfoy.


- E você uma mistura perfeita das duas pra se envolver com o Black.


E eu uma mistura perfeita ao quadrado por me envolver duplamente com ele.


- Continue com essas gracinhas e eu te mando por Saint Mungus como fiz com os Longbottom.


- Azare-me e você volta pra Azkaban – sorri marota, sabendo que isso a irritaria – Além disso, cuidado pra não encontrar o Neville.


- Você não sabe com quem tá brincando, bebezinha – a raiva corria forte nas veias da mulher.


- Sei sim, Black.


A ultima coisa que vi, foi Lestrange levantar sua varinha, pois no instante seguinte, cai estuporada. Quando acordei novamente, os alunos que iriam passar o natal fora do castelo estavam quase saindo.


Sai correndo da enfermaria, mas nem mesmo assim consegui alcançá-los. Parei no meio dos jardins decepcionada. Teria que passar o natal dentro do castelo, enfrentando todos os problemas que estava lutando pra escapar. Uma luz brilhou em minha mente.


Era a oportunidade perfeita. Pra fugir de meus problemas e rever meus amigos. Ainda mais que eles imaginavam que eu tinha voltado pro olfanarto. Mais uma vez, eu o usei, sabendo que não deveria ter feito isso.


Percebi que algo dessa vez deu errado. Não era a Hogwarts que eu estava acostumada a visitar.

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