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16. A volta de Tom Riddle!


Fic: viverei por você


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Draco estava sentado em uma arvore próxima ao lago quando Lupin e Harry se aproximaram.
_Tá tudo bem Draco? – perguntou o maroto, se sentando ao lado dele, desde o dia da visita a Hogsmead que o garoto estava distante.
_Esta. – respondeu ele distante.
Harry e Lupin se entreolharam. Draco olhou para a varinha em sua mão.
_Mas, Lupin o fato do Sirius estar vivo, ele é meu pai... Só que...
_O que? – perguntou Harry.
_Ele conhece você Harry, sabe que você é afilhado dele, mas a minha mãe não teve tempo de contar a ele que eu sou filho dele, e se ele estiver vivo...
_Você não queria que ele estivesse vivo, é isso? – perguntou Lupin.
_Não, é claro que quero, mas e se ele não gostar de mim? – perguntou Draco limpando uma lagrima que teimou em cair, ele já ouvira historias sobre o maroto, e claro que ele se encatara com o pai, mas se ele estivesse vivo, a única coisa que saberia era que Draco era um Malfoy e não um Black, e inimigo dos pais de Harry, de Harry, e dos próprios Black. _Ele pensa que sou um Malfoy... – respondeu Draco por fim, Snape havia chegado perto essa hora.
_Oras Draco, já falei a você que ele se orgulharia do que você esta fazendo. – Harry e Lupin se viraram rápido.
_Você não gostava do meu pai Snape. – respondeu Draco. _Quem pode me responder se ele irá gostar de mim ou não, é o Harry ou o Lupin.
_Conhecia o Sirius também, devo dizer que nunca fui fã dele ou do Potter, mas uma coisa tenho que admitir, tanto um como o outro seriam apaixonados pelos filhos, o Potter amou o Harry por isso se pos na frente de Voldemort e morreu com Lílian, o Sirius teria feito a mesma coisa.
_Concordo com você Snape. – disse Lupin. E Harry olhou de boca aberta para Snape, ele estava defendendo seu pai e seu padrinho? Nossa a guerra havia deixado todo mundo louco mesmo.
_Por que não vai procurar à senhorita Loovegood, Draco? Acho que ela gostaria da sua companhia.
_Não estou sendo boa companhia para ninguém. – respondeu Draco baixando os olhos, Snape se abaixou em frente a ele.
_Draco, escute... Quando sua mãe me convidou para ser seu padrinho prometi que cuidaria de você, e espero estar cumprindo bem meu papel, não posso dizer que entendo tudo o que você esta sentindo, por que não sei, mas ficar se remoendo, chorando triste por uma coisa que nem se tem certeza ainda, seria idiota, nós temos uma guerra para vencer e lembre-se do que prometeu a Narcisa. – falou Snape.
Harry abriu a boca novamente, Snape era padrinho de Draco, e parecia gostar do garoto como Sirius gostava dele. Harry resolveu se manifestar.
_O Snape tem razão Draco, ele é meu padrinho, honestamente eu vou gostar muito se ele estiver realmente vivo apesar de me perguntar o porquê ele não ter aparecido ainda pra gente, mas não há uma certeza quanto a isso, só quem poderia dar essa certeza a você, seria Rony, Hermione eu e Lupin que o vimos na forma de um animâgo.
_Eu também o vi, Harry. – disse Snape.
_Ah é, acho que você tem que aproveitar, vai se divertir, a Luna estava no campo de quadribol procurando você, vai ficar com ela, ela te fará se sentir melhor, eu sei o que estou falando, por que sei o que sinto quando estou com Gina.
Draco acabou concordando e saiu, deixando Lupin, Harry e Severo para trás.
-Professores preciso falar com vocês, principalmente com você Snape. – disse Harry.
_O que foi Harry parece preocupado. – disse Lupin.
_E estou eu vou atrás do Rony e da Hermione, a gente se encontra daqui à uma hora na sala do dumbledore. – Harry saiu à procura dos amigos.
Ele esbarrou em uma pessoa, e estava com tanta pressa que caiu por cima desta.
_Ah, Harry me desculpe. – era Cho Chang.
_Ah me desculpe você Cho. – disse Harry se levantando e dando a mão para ajudar a garota.
_Obrigada. – respondeu ela, dando um beijo estalado no rosto do garoto bem próximo a boca, Harry percebera alguém vendo a cena, e viu um cabelo vermelho sair correndo por outro corredor, Harry se soltou de Cho e disparou atrás dela.
_Gina, espera. – Harry corria para alcançar a esposa. _Gina pelo amor de Merlim para de correr.
Gina não queria ouvir o que o idiota do Potter tinha pra falar. “Como fui burra”, “ele só queria deixar aquela maldita herança no nome dos Weasley por que achava que devia nos pagar por qualquer coisa”. Ela chegou ao quadro da mulher gorda.
_Abre logo. – disse ela, a mulher gorda a encarou.
_Sem senha não entra. – respondeu ela voltando a olhar as unhas.
_Tá. Hipógrifos Saltitantes.
A mulher gorda sorriu.
_Sinto, mas a senha mudou ontem à noite.
_Droga.
Harry chegou ao corredor escorregando, Gina o viu.
_Gina espera. – disse ele correndo para alcançá-la, antes de atravessar o retrato da mulher gorda.
_Bem então. Varinhas de alcaçuz.
A mulher gorda sorriu. E abriu passagem para a garota.
Rony estava deitado nas pernas de Hermione enquanto essa lia, ele se levantou ao ver a irmã.
_Gina veio nos visitar?
_Não. – respondeu a garota grosseiramente. _E diga ao seu amigo que morri.
Ela subiu as pressas para o dormitório se trancando lá, Rony e Hermione se olharam sem entender, Harry entrou logo em seguida.
_Rony cadê a Gina?
_Lá em cima.
Harry foi tentar subir, mas as escadas se transformaram num escorredor e ele caiu de volta.
_Que droga sou o marido dela! – disse ele nervoso.
_Harry o que esta acontecendo? – perguntou Hermione.
Harry respirou fundo, que droga de ruiva teimosa que não deixava ele se explicar. Ele se sentou na sua poltrona favorita precisava conversar com os dois amigos, contar tudo, e aquela era a hora. Contou a eles de sua quase certeza da gravidez da mulher, o que fez os dois pularem no pescoço do amigo, contou sobre Voldemort e que o vira através dos olhos de Gina, e sobre Cho.
_Harry a Gina deve estar querendo te matar. – disse Hermione.
_Valeu Mione! – respondeu o garoto, a mais de uma hora Gina estava trancada no dormitório feminino. _Estou preocupado, o estado dela é...
_Delicado? – perguntou Rony. _Harry a Gina esta grávida não com uma doença grave.
Harry baixou os olhos, então a porta do dormitório se abriu e a garota desceu com os olhos inchados e vermelhos, sinal de que havia chorado, ela se aproximou dele e ele se levantou.
_Gina.
Antes que ele pudesse continuar, Gina o esbofeteou, Rony fez uma careta e Hermione pos a mão na boca.
_Seu idiota, pretensioso, imbecil. Você estava brincando comigo o tempo todo, não é? – ela esmurrou o peito do marido, e Harry a segurou tinham plena consciência de que algumas pessoas estavam olhando a cena com curiosidade, Gina continuava.
_Gina, por favor... – Harry estava tentando manter-se calmo, só que aquela cena de ciúmes na frente de todos estava deixando ele mais emburrado do que deveria, Gina continuava tentando esmurrá-lo.
_Você me usou. – disse ela.
_Eu nunca fiz isso! – agora os dois gritavam.
_Não? E o que eu acabei de ver Potter? Me solta você esta me machucando. – disse a garota olhando as mãos do garoto em seu pulso.
_Não solto, e você vai comigo pra casa, lá a gente conversa não quero uma platéia inteira, sabendo da nossa vida.
_Sua vida Potter eu não vou pra lugar nenhum com você! Vai chamar a Cho.
_Deixa de ser infantil Gina.
_Eu não sou infantil, o que você acharia se me visse recebendo um beijo do Dino como você recebeu da Cho.
Agora tinha sido a gota da água, Harry ficara com os olhos mais esverdeados de raiva só por imaginar a cena, ele pegou Gina pelas pernas de uma maneira que ela ficasse no ombro direito dele.
_Não vai por bem, vai por mal.
_Me põe no chão Potter. – disse ela esmurrando as costas do garoto.
_Depois que chegar em casa eu coloco Potter.
_Não me chame de Potter, Potter.
_Ah é teu sobrenome, e enquanto você me chamar assim eu também vou te chamar assim.
_Harry você pode derrubá-la. – disse Hermione preocupada com a amiga, que estava vermelha de raiva, Harry olhou Hermione também vermelho de raiva da mulher.
_Eu não vou derrubá-la e encontramos vocês na sala do Dumbledore daqui à uma hora, digam para os outros nos esperar. – Harry olhou por cima ignorando os protestos da ruiva, que estava em seu ombro, nem Harry sabia da onde ele tinha tirado tanta força tinha plena consciência de que tinha que tomar cuidado por que ela estava grávida, Gina estava detestando aquela posição e esmurrava as costas do marido, ele saiu sobre os protestos dela e os olhares de todos assustados, o quadro da mulher gorda se fechou.
_Mas o que você esta acontecendo aqui? – perguntou a mulher gorda.
_Ah Cala a boca! – responderam os dois.
_Me põe no chão Harry eu não vou a lugar algum, me solta.
E Gina sentiu o que menos esperava com a mão esquerda livre Harry deu um tapa em suas nádegas, não havia sido violento tinha sido até engraçado se ela não estivesse tão furiosa com ele como estava, mesmo assim a garota deu um saltinho assustada.
_Só em casa foguetinho, lá eu te coloco no chão.
E Harry saiu a levando pelo corredor, Gina esperneou gritou, e claro atraiu os olhares de Hogwarths inteiro para eles.
_Continua foguetinho. – disse Harry agora ele já estava se divertindo, vendo que não tinha outra saída, ela se deixou levar, quando entraram na sala precisa ele a pos no chão, e ela novamente foi pra cima dele.
_Seu idiota. – gritou ela começando a esmurrá-lo novamente, e Harry a segurou com força, nem ele estava acreditando que ia fazer aquilo. Ele segurou os pulsos da garota.
_Guinevré chega! – Harry gritara o que chegou há assustar um pouco Gina, ele a puxou para a cama sem se importar se estava a machucando, ele fez com que ela se sentasse.
_Eu não estava tendo um caso com a Cho. – começou ele.
_Sério? – ela perguntou tão sarcástica que Harry não agüentou avançou em cima da mulher e Gina até se assustou um pouco, Harry chegou bem próximo a ela.
_Com medo foguetinho? – perguntou.
_Eu não tenho medo de você. – respondeu ela, desviando o olhar, pra ser honesta estava com um pouco sim, a face esquerda de Harry estava vermelha pelo tapa que ela lhe deu e ela tinha certeza que a hora em que tocou no nome de Dino, tinha atiçado Harry mais do que deveria.
_Mas deveria ter. – disse ele antes que Gina pudesse dizer qualquer coisa, Harry capturou os lábios da menina, o beijo se tornava tão intenso, no começo Gina tentara protestar só que Harry intensificava cada vez mais o beijo, ele se deitou por cima da mulher, e Gina acabou cedendo começou a acariciar a nuca do marido, ela começou a tentar tirar a capa de Harry, e ele teve que parar.
_Gina não agora não. Apesar de eu querer muito. Mas precisamos ir temos que falar com Dumbledore.
Gina o viu se levantar, e puxá-la pela mão o beijo dele parecia ter penetrado nela de um jeito que ela nem se lembrava mais porque estava com raiva dele.
Quando chegaram em frente a gárgula, Harry pediu pra que Gina esperasse, ele lá fora.
_Não saia daqui de jeito nenhum. – e deu outro beijo na mulher que quando ele a soltou ela precisou se escorar na parede. Harry entrou Lupin, Severo, Hermione, Rony e Dumbledore o esperavam, Harry resumiu o que viu já que Rony e Hermione haviam adiantado o assunto.
_Peça a senhora Potter para vir até aqui Harry. – disse Dumbledore.
Ele foi até a esposa.
_Harry o que esta acontecendo? - ele deu um beijo na testa da garota.
_Vai ficar tudo bem Gina, a gente precisa conversar com você.
E Gina então viu Hermione, Rony, Lupin, Snape e Dumbledore os olhando, o ultimo conjurou uma cadeira pra ela se sentar.
_Senhora Potter. Honestamente acho você jovem demais para chamá-la assim.
_Agradeceria se me chamasse de Gina Dumbledore.
O velhinho sorriu.
_Gina, por acaso você se lembra do que Tom. – Gina estremecera. _O que Tom fez a você, no seu segundo ano.
_Acho que ele usou a maldição imperius não foi? – perguntou ela.
_Lembra-se se ele lhe lançou algum outro feitiço.
_Eu não me lembro de nada diretor, nem sequer sei como aticei o basilisco contra aquelas pessoas. – disse a garota baixando os olhos. _Por que diretor? – perguntou voltando a encará-lo.
_Temos fortes indícios Gina, de que Voldemort poderá usá-la para chegar a Harry novamente. - Gina olhou para o marido assustada.
_E como posso ajudar? – perguntou ela.
Foi Lupin quem se manifestou.
_Queremos usar a Legilimência com você, mas precisamos que se concentre no diário Gina, você consegue.
Gina acenou positivamente com a cabeça.
_Harry por segurança, você esta com sua capa da invisibilidade? – perguntou Dumbledore.
_Estou.
_Isso pode demorar, qualquer coisa vocês voltam embaixo da capa, e vejam bem quero que os dois me prometam isso.
E os dois assentiram.
_Hermione e Rony voltaram escoltados por Lupin e Severo, se alguém perguntar estavam cumprindo uma detenção.
Os dois também assentiram.
_Podemos começar? – perguntou Dumbledore para Gina. Ela olhou Harry, Hermione e Rony, que sorriram como para dar uma força. Gina acenou com a cabeça. Lupin apontou sua varinha.
_Legilimens!
Lupin começou a ver a mente de Gina, Gina arregalou os olhos e Lupin parou totalmente vermelho.
_O que foi? – perguntou Harry.
_O motivo pelo qual a gente se casou.
_Ah... Bem. – Harry também ficara sem graça e Rony e Hermione começaram a rir.
_De novo Lupin, por favor. – disse Gina.
_Se concentre. – pediu ele. _Legilimens!
E agora ele via Gina acionando o basilisco, Tom falava com ela, via o que ela escrevia no diário, Tom aparecera novamente.
_Se algo der errado... Ninguém verá. – e uma fumaça branca avançou por mais que Gina quisesse ajudar não conseguia, estava pálida, e suava frio Harry se aproximou da esposa.
_Voldemort usou algum feitiço Dumbledore, mas não tem como se saber o que é. – disse Lupin,_Ele conseguiu alterar a memória.
Dumbledore sorriu.
_Gina se importaria de começar a treinar Oclumência com Snape.
A garota balançou a cabeça negativamente.
_Por hoje chega professor, eu vou levar minha mulher. – disse Harry vendo o estado da garota.
_Esta bem Harry acho que você tem razão. – disse Dumbledore, Rony e Hermione saíram primeiro com Lupin e Snape, Harry saiu com Gina colocando a capa da invisibilidade sobre eles. Andaram em silencio por um tempo, Harry pegara um atalho por outro corredor, estava escuro ali e assim que eles chegaram, Harry encostou a esposa na parede retirando a capa.
_Assim esta melhor. – ele a beijou, e Gina correspondia, Gina parecia conhecer aquele corredor, foi então que se lembrou do sonho.
_Harry precisamos sair daqui. Você precisa. – disse ela, o coração aos saltos.
_Por quê? – perguntou ele se afastando um pouco, e antes que ela pudesse responder ele viu os olhos da esposa se revirar perderem o brilho que ele tanto amava e um olhar vermelho e mal o encarar.
_Saudades Potter? - escutou outra voz que saia da boca de Gina, mas não era ela, falando com ele, Harry se afastou.
_Voldemort?
Ela dera uma risada fria, que chegou a congelar os ossos de Harry não podia atacá-la, ia feri-la e ferir seu filho, ele viu Gina erguer a varinha e gritar.
_Crucio!
Harry caira com um baque surdo e logo em seguida uma explosão e gritos em outra parte do castelo se ouviu, Harry se levantou.
_Seu covarde, deixe-a em paz.
Gina sorriu de novo, dessa vez com muita maldade.
_Pobrezinha, quer saber como eu consiguo dominá-la? – perguntou Voldemort no corpo de Gina. _Por que eu sei como fazer para penetrar a cabecinha dela, - outra risada. _O diário deixava marcas Potter em quem escrevesse nele, contando seus maiores medos e segredos, era uma questão de tempo, para que eu encontrasse novamente minha súdita e se apoderasse do corpo dela.
_Gina, por favor... – Harry tentava chamar a esposa.
_Há ela não pode ouvir você, por que no momento em que ela escreveu no diário, o sangue dela me pertenceu, só eu consiguo te ouvir, e aonde esta todo o seu amor Potter? Vamos lute contra mim.
_Não! – disse Harry, não podia machucar Gina, nem seu filho, não era ela.
Gina gargalhou friamente.
_Crucio. – Harry caira com outro baque surdo no chão, enquanto a esposa ria friamente. _Vamos Potter, quero que todos vejam Gina matar o marido, por que estava louca. – e Voldemort gargalhou.
_Deixe-a em paz.
_Cala a boca Potter e agora ande, ou... – disse Voldemort apontando para o corpo de Gina a varinha. _Eu jogo a maldição Cruciatus nela.
_Não! Eu vou. – disse Harry se levantando, e pegando sua varinha, Gina não poderia se machucar ela perderia seu filho e era exatamente o que ele não queria, seguiu na frente com Gina o empurrando com sua varinha, às vezes ela lançava a maldição Cruciatus nele, Harry estava machucado todo arranhando, nem imaginou que quando chegasse ao salão principal encontraria o que estava vendo, muitos alunos estavam caídos no chão, à Ordem estava lutando contra comensais da morte, Rony, lutava contra Macnayr, Hermione contra Bellatrix, Lupin estava lutando contra o lobisomem Greyback, Snape duelava com Malfoy, e professores e alunos se revezavam duelando contra comensais, ele viu os Weasley, os gêmeos duelando com Dolohov e Yaxley, Neville, Luna e Draco não estavam ali, seu coração acelerou será que estariam mortos?
Ele sentiu dores cruciantes novamente, se contorcia sendo jogado logo em seguida para cima. Voldemort no corpo de Gina tinha lançado de novo a maldição cruciatus nele. Ele olhou para Gina, todos olharam para eles, e pararam suas batalhas. Dumbledore entrou no salão e olhou preocupado a cena Harry estava caído no chão enquanto Gina apontava a própria varinha para ele. Ninguém estava atacando apenas observavam a cena, Dumbledore olhou com tristeza para Harry não tinha dado tempo de salvar Gina, e Harry sabia o que tinha que fazer tinha que trazer Gina de volta.













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