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18. Agüentando e deixando ir


Fic: SAVE ME - CONCLUÍDA


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3 Doors Down - Let Me Go

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One more kiss could be the best thing

One more lie could be the worst

And all these thoughts are never resting

And you're not something I deserve

In my head there's only you now

This world falls on me

In this world, there's real and make believe

This seems real to me

And you love me, but you don't know who I am

I'm torn between this life I lead

And where I stand

You love me, but you don't know who I am

So let me go

Let me go

I dream we head to what I hope for

Aand I turn my back on loving you

How could this love be a good thing

When I know what I'm going through

In my head there's only you now

This world falls on me

In this world, there's real and make believe

This seems real to me

And you love me, but you don't know who I am

I'm torn between this life I lead

And where I stand

You love me, but you don't know who I am

So let me go, just let me go

No matter how hard I try

I cant escape these things inside

I know, I know

But all the pieces fall apart

You will be the only one who knows

Who knows

And you love me, but you don't know who I am

I'm torn between this life I lead

And where I stand,

You love me, but you don't know who I am

So let me go

Just let me go

You love me, but you don't

You love me, but you don't

You love me, but you don't know who I am

You love me, but you don't

You love me, but you don't

You love me, but you don't know me...



3 Doors Down - Let Me Go (tradução)


Mais um beijo poderia ser a melhor coisa

Mais uma mentira poderia ser a pior

E todos estes pensamentos nunca descansam

E você não é algo que eu mereço


Em minha cabeça só existe você agora

Este mundo cai sobre mim

Neste mundo existem o real e "faz de conta"

Isso parece real para mim


Você me ama, mas não sabe quem eu sou

Estou indeciso entre essa vida que levo

E onde eu estou

Você me ama, mas não sabe quem eu sou

Então me deixe ir

Deixe-me ir


Eu sonho, nós em direção ao que eu espero

E eu me recuso a te amar

Como esse amor pode ser uma coisa boa

Enquanto eu sei pelo que estou passando


Em minha cabeça só existe você agora

Este mundo cai sobre mim

Neste mundo existem Real e "Faz de conta"

Isso parece Real para mim


Você me ama, mas não sabe quem eu sou

Estou indeciso entre essa vida que levo

E onde estou

Você me ama, mas não sabe quem eu sou

Então deixe-me ir, apenas deixe-me ir


Não importa o quanto eu tente

Eu não consigo escapar destas coisas por dentro

Eu sei, eu sei

Mas todos os pedaços se desmancham

Você será a unica a saber

Quem sabe


Você me ama, mas não sabe quem eu sou

Estou indeciso entre essa vida que levo

E onde estou

Você me ama, mas não sabe quem eu sou

Então me deixe ir

Apenas deixe-me ir


Você me ama, mas não sabe

Você me ama, mas não sabe

Você me ama, mas não sabe quem eu sou

Você me ama, mas não sabe

Você me ama, mas não sabe

Você me ama, mas não me conhece...

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Capítulo 18

Agüentando e deixando ir




- Rony sumiu.

Harry sentiu seu estômago embrulhar enquanto ouvia Hermione através da neblina de seus pensamentos confusos... Lembranças o invadiram e de repente a voz que ouvia em sua cabeça não era mais a de Hermione, mas a de Sirius.

- Harry, Aluado sumiu.

- Sumiu? – A voz de Gina o trouxe de volta ao presente e ele observou-a adiantar-se para Hermione, imediatamente esquecendo-se da discussão com Harry.- Vocês saíram juntos, como ele pode ter sumido?

Hermione desviou o olhar do de Harry e fitou Gina:

- Ele me pediu em casamento hoje à noite...

Os olhos de Gina arregalaram-se em surpresa e Harry podia ver as milhares de perguntas prestes a saltarem de sua língua.

- Gina, você pode pegar um pouco de chá para Hermione? - Harry pediu, apertando a mão de Hermione gentilmente.

- Chá? - Ela encarou Harry em confusão. - Rony a pediu em casamento e agora está desaparecido e você quer que eu faça um pouco de chá?

- Para Hermione. – Harry disse calmamente, lançando a Gina um olhar significativo. - Ela está soluçando e tremendo.

Gina o fitou por um momento antes de assentir:

- Volto logo.

Harry a observou desaparecer pela cozinha antes de voltar-se para Hermione:

- O que aconteceu?

- Eu não sei! – Ela puxou sua mão e enterrou na bagunça de cachos embaraçados ao redor dos ombros. - Em um minuto nós estávamos jantando, no outro ele estava me oferecendo um anel. - Ela parou, seus olhos umedecendo enquanto olhava para Harry. - Ele tinha um anel.

- Hermione. - Harry a segurou pelos braços para encara-la. - O que aconteceu então?

- Ele me pediu em casamento e só o encarei... Eu estava chocada. Honestamente, não esperava por isso pelo menos pelos próximos dois anos.

Harry suspirou alto:

- Você disse não, não é?

- Não! - Hermione chorou, afastando-se do abraço de Harry. – Eu disse sim. Eu disse sim e praticamente saltei a mesa até ele.

- Então por que ele sumiu? - Harry pressionou, observando-a andar impaciente mais uma vez. - O que aconteceu depois que você disse sim?

Ela escondeu o rosto nas mãos e balançou a cabeça:

- Eu contei a ele sobre Roma e nós discutimos e ele apenas... Partiu. Eu procurei por todos os lugares imagináveis...

Confuso, Harry sacudiu a cabeça:

- Roma? Por que diabos Rony ficaria magoado sobre Roma?

Hermione largou as mãos para o lado, de repente parecendo extremamente cansada:

- Eu vou para Roma, estudar feitiços avançados... É muito importante. E é muito limitado.

Roma... Hermione... Ida... Harry subitamente entendeu:

- Por quanto tempo?

- Dois anos. - Seu lábio inferior começou a tremer quando Harry a fitou.- Francamente, Harry, eu nunca o vi tão decepcionado antes.

- Você não contou a ele sobre isso? - Harry perguntou. – Você não me contou?

- Eu não queria contar a ninguém até ter certeza! - Sua expressão passou de infelicidade para descrença. - Você não está bravo comigo, está?

- Não. - Harry suspirou. - Estou feliz por você... Mas podemos retornar a isso depois. Preciso encontrar o Rony.

Harry tirou suas vestes das costas do sofá e as colocou rapidamente enquanto Gina adentrava o recinto com uma xícara de chá.

- O que está havendo? - Ela perguntou rapidamente, seu olhar passando de Harry para Hermione, então de volta para Harry. – Você vai sair?

- Tenho que encontrar o Rony. - Ele repetiu, fechando suas vestes rapidamente. Ele voltou-se pra Hermione. - Fique aqui com Gina.

- Não! Eu vou com você. – Ela insistiu, sua boca formando uma linha firme.

Harry reconheceu o olhar desafiante imediatamente e teria rido se não fossem pelos olhos lacrimejantes dela.

- Não. Você não vai. - Harry lhe disse antes de abraça-la fortemente. - Eu o encontrarei. - Ele sussurrou na ouvido dela quando ela começou a tremer. - Eu o encontrarei e o trarei para você, tá bem?

Hermione assentiu contra seu ombro, secando os olhos rapidamente quando ele se afastou e rumou para a porta.

Gina agachou-se para segurar a mão de Hermione gentilmente antes de oferecer-lhe o chá. Ela adiantou-se para Harry, que já abrira a porta para sair.

- Harry. - Sua mão agarrou o batente da porta quando ele virou-se para olha-la, a chuva começara a fustigar os cabelos sobre a testa dele.

- Rony ficará bem. – Ele disse baixinho.

Ela pareceu querer dizer algo, mas ela meramente assentiu antes de Harry virar-se e caminhar na chuva.

Ele ignorou a água caindo em suas costas e sacou sua varinha. Ele encarou a noite por um momento antes de sentir os olhos de Gina ainda nele, da porta. Ele virou-se para olha-la, seus olhos se encontraram antes de ele desaparatar.

Ele sabia onde Rony poderia estar. O único lugar onde Hermione provavelmente não o procurara. Harry entrou no Ministério da Magia e passou pelos processadores de varinhas e a checagem de vestes impacientemente antes de seguir para o Departamento de Reforço das Leis Mágicas. Estava tarde, mas os corredores ainda fervilhavam com atividade.

Virando o corredor, Harry abriu as portas das salas de Treinamento de Aurores e vasculhou uma por uma, tentando não permitir que o pânico o dominasse quando descobriu que estavam vazias.

Ao alcançar o fim do corredor, ele abriu as portas dos vestiários. Estavam escuros e silenciosos a não ser pelo ocasional barulho da água pingando do chuveiro.

- Rony?

Quando nada além do barulho lhe respondeu, Harry suspirou e virou-se para sair. Reparou repentinamente em um baixo ressoar de vidro nos pisos. Segurando a respiração, Harry voltou-se, segurando sua varinha na escuridão.

- Lumus. - Ele murmurou, um suspiro escapando rápido quando ouviu o som novamente. Harry fechou um pouco a porta enquanto caminhava entre os armários para o canto da sala. A luz iluminou um homem sentado no chão e encostado na parede, seus joelhos dobrados e um braço largado sobre o joelho enquanto o outro segurava uma pequena garrafa.

- Rony.

Rony ergueu o olhar para o de Harry, piscando contra a luz da varinha.

- Quer virar essa porcaria para lá?

Harry apagou a luz e sentou-se perto de Rony que lhe ofereceu a garrafa que segurava. Harry a pegou e tomou um rápido gole antes de devolvê-la. Não era Uísque de Fogo, mas uma coisa mais forte que fez Harry tossir alto enquanto o líquido queimava sua garganta.

- O que é isso?

- Alguma coisa que Simas me deu. – Rony estremeceu e pegou outra bebida. - Ele chama isso de Uísque D’água ou algo assim... Suponho que você não deve tomar no gargalo... Mas e daí?

- Parece merda. - Harry mencionou depois de encostar-se na parede. - Hermione está à sua procura.

A expressão de Rony continuou impassível enquanto ele encarava a parede à frente:

- Estou pouco me lixando.

- Ela está preocupada com você.

- Mesmo? - Rony colocou a garrafa no chão. - Deixe-a se preocupar.

- Rony...

- Você sabe o que mais me enfurece? - Rony interrompeu, apertando o gargalo da garrafa no punho. - Por quase quatro anos eu planejei meu futuro com ela. Desde a primeira vez em que a beijei no final do sexto ano, tudo foi sobre ela. - Seus olhos escureceram quando os ergueu para Harry. - Esse era meu maldito problema. Eu só pensava nela. Nunca em mim. Pensava sobre onde ela queria ir aos feriados, onde ela queria viver... Quantos filhos ela queria. Eu queria fazê-la feliz.

- Ela te ama.

- Ela ama os malditos livros e a varinha dela.

- Rony, você e eu sabemos que não é verdade. - Harry respondeu.

Rony balançou a cabeça antes de recostar-se na parede com uma risada áspera:

- Eu não sei mais.

- Ela quer casar com você, seu retardado. Ela disse sim.

- Ela quer casar comigo quando for conveniente para ela. – Rony disse raivosamente. – Ela prefere viajar para Roma por dois anos primeiro.

- Tenho certeza de que ela virá te visitar, Rony. Não é como se você não fosse vê-la mais. - Harry mensurou.

- Aposto que ela não te inteirou dos detalhes, não é? - Rony disse, ríspido, pegando a garrafa do chão. – Ela virá só nos Natais. Não vou ter um relacionamento que consiste em enviar a ela uma coruja duas vezes por semana.

Harry obrigou-se a controlar a impaciência que fervilhava dentro dele. Ele sabia que Hermione era a única pessoa capaz de tirar Rony do sério e às vezes discutir com Rony sobre Hermione era o mesmo que falar com a parede.

- Ela é a bruxa mais inteligente que conhecemos, Rony...

- Exatamente! - Rony levantou-se num salto e passou as mãos pelo cabelo. - Ela já é brilhante. Por que ela precisa viajar e aprender com algum... Clone da Trelawney?

Harry também se levantou, tomando a garrafa das mãos de Rony:

- É uma ótima oportunidade para ela.

- Não me diga que está do lado dela. - Rony gritou, pegando de volta a garrafa das mãos de Harry. – Não acho que vou agüentar se você estiver.

- Não estou do lado de ninguém! - Harry levantou as mãos em defesa. - Você está exagerando, Rony. Hermione te ama, mas sabemos que ela não seria feliz se soubesse que tinha capacidade de fazer mais que em Hogwarts, e não fez.

- Você quer dizer que ela não seria feliz sendo minha mulher. - Rony disparou, voltando a caminhar para a escuridão da sala.

- Eu não disse isso, pelo amor de Merlin! - Harry disse, correndo atrás dele. - Por que você simplesmente não vai com ela?

Rony parou e se voltou para a porta antes de abri-la com estrépito e apressar-se para a luz:

- Não vou largar o treinamento. Finalmente estou fazendo algo por mim mesmo. Finalmente estou me tornando alguém. Não vou desistir disso.

Harry não disse nada enquanto seguia Rony pela sala de treinamento. Ele entendia as razões de Hermione tanto quanto entendia as de Rony. Ele odiava sentir-se inútil quando se tratava de seus dois amigos. Esses sentimentos estavam geralmente reservados a Gina.

-Eu acho que você precisa conversar com ela. - Harry disse, finalmente, antes que Rony pudesse abrir a porta para o corredor.

Rony parou com sua mão na maçaneta e olhou para Harry. À luz, Harry podia ver que seu amigo estava mais pálido que o normal, fazendo suas sardas no nariz ressaltarem. Seus olhos azuis estavam inchados e cansados.

- Eu já disse a ela o que precisava dizer.

- E o que foi?

- Eu disse que acabou. – Rony disse baixinho, enrugando a testa, como se quisesse esquecer. - Eu disse a ela para ir para Roma ou ficar aqui comigo.

- Você deu-lhe um ultimato...

- Reconheço que dei. - Rony mensurou. – Ela me disse que eu estava sendo ridículo e não estava ouvindo a razão... Eu imaginei que ela tivesse feito uma escolha e então fui embora.

- Então, o que... Está acabado entre vocês dois, desse jeito?

Rony encarou Harry por um momento:

- Sim... Eu acho que sim.

Dor e revelação preencheram seus olhos enquanto ele digeria as próprias palavras.

Harry engoliu em seco, incerto sobre o que responder. Ele estava incrédulo e tentou concentrar-se em como a vida seria sem Hermione nela. Sem Hermione e Rony juntos. Simplesmente não fazia sentido para ele.

Rony abriu a porta para o corredor e esperou que Harry o seguisse:

- Você se importa se eu passar a noite na casa de Sirius?

Harry pensou em Hermione, que estava lhe esperando na casa dos Weasley:

- Eu... Eu não ligo... Por que?

- Hermione provavelmente está me esperando em casa. - Rony disse, segurando sua varinha nas portas da frente em inspeção. - Eu só não quero lidar com ela esta noite.

Harry estava em silêncio, mas concordou, tremendo levemente quando eles afastaram-se para a noite, a chuva os engalfinhando.

Quando eles aparataram para a casa de Sirius, Rony jogou-se no sofá em frente ao fogo que Harry imediatamente acendeu. Rony pegou a garrafa de Uísque d’Água e tomou um pequeno gole, fazendo uma careta antes de olhar para Harry.

- Você está certo, essa coisa parece merda.

- Posso te fazer um pouco de chá. - Harry ofereceu, franzindo as sobrancelhas quando Rony ficou de pé e foi para o escritório de Sirius.

- Chá? Não, obrigado... - Rony murmurou, colocando a garrafa de uísque na prateleira. - O que sempre nos faz sentir melhores?

- Você realmente acha que se embebedar vai fazer você se sentir melhor? - Harry perguntou, observando Rony beber no gargalo rapidamente.

- Por enquanto. – Rony replicou, colocando algo num copo antes de olhar para Harry. - Quer?

-Não, obrigado .- Harry observou enquanto Rony bocejava e se atirava no sofá, apoiando a cabeça contra o braço do sofá.

- Nunca vou toca-la novamente.

Harry desviou o olhar do fogo para Rony, que ainda estava com os olhos fechados. Suas palavras eram indistintas, mas Harry podia ouvir o cansaço em sua voz.

-Nunca vou beija-la novamente. – Rony continuou, uma mão esfregando com impaciência os olhos úmidos. – Você sabe o que isso significa?

Harry pensou com urgência em Gina. A essência dela. O gosto dela. Ele lembrou-se do sentimento opressor e violento de quando Gina o deixou aquela noite.

- Eu faço alguma idéia. - Ele respondeu, cuidadoso.

Quando Rony não respondeu, Harry levantou-se e pegou o copo do punho de Rony, colocando o copo silenciosamente na mesa. Sua cabeça virou-se quando Sirius entrou, segurando um monte de papéis. Ele fechou a porta com um pontapé e encarou Harry. Ele estava a ponto de cumprimenta-lo quando seus olhos recaíram sobre Rony no sofá.

-O que houve com ele?

-Eu acho que ele desmaiou. - Harry disse, virando-se para
Rony, que respirava pesadamente.

Sirius colocou seus papéis na mesa da cozinha e caminhou para a sala, analisando Rony:

- Aposto que bebeu muito.

Harry coçou a nuca e disse a Sirius o que tinha acontecido:

- Entre outras coisas... Olha, você se importa em carrega-lo para o quarto de hóspedes? Eu tenho que dar uma passadinha na casa dos Weasleys por um momento...

-Claro. - Sirius o olhou muito de perto. - Está tudo bem?

-Eu não sei. - Harry disse. – Te explico quando voltar.

Quando Sirius assentiu, Harry preparou-se para o aguaceiro, quando parou no pórtico. Tentando concentrar-se na Toca ao invés de no frio irrigelante descendo por seu pescoço e por suas costas, Harry fechou os olhos e apertou sua varinha.


Gina abriu a porta, afastando-se quando Harry entrou rapidamente e tirou os óculos, usando um feitiço secante com sua varinha. Ela o observou passar seus olhos dela para o sofá, onde Hermione estava encolhida e adormecida.

- Ela está bem?

Gina olhou por sobre o ombro para Hermione antes de assentir e voltar-se para Harry:

- Eu não deveria, mas dei a ela uma poção do sono. Ela soluçava tanto... E eu sei que ela não tem dormido bem por causa do trabalho... - Seus olhos perscrutaram os dele por respostas. - Onde está Rony? Eu tive que dizer a mamãe e papai que ele estava na sua casa quando eles voltaram...

- Ele está na minha casa. - Harry respondeu. – Eu o encontrei no Ministério.

- Como ele está? - Preocupação perpassou os olhos dela e Harry sentiu necessidade de abraça-la.

- Magoado, bravo... Ele passou rapidamente quando eu o levei para a casa de Sirius.

-Bem, tenho certeza de que tudo vai passar. - Gina disse, parecendo estar tentando convencer a si mesma, tanto quanto Harry. - Rony está exagerando. É uma coisa boa para ela... E são só dois anos...

-Eu não acho, Gina. – Harry disse, afastando-a gentilmente para o lado, sua voz mais baixa. – A cabeça de Rony parece muito bagunçada... Ele me disse que terminou com ela.

Gina suspirou e passou os dedos pela testa:

- Ele só está magoado... Ele acordará amanhã com a cabeça mais fresca.

-Talvez. – Harry disse, sua voz cheia de dúvida. – De qualquer forma, ele não quis vir para casa. Diga a Hermione que ele está bem assim que ela acordar, tá bom? Preciso voltar e explicar algumas coisas ao Sirius.

-Tem certeza de que não quer um pouco de chá? - Gina perguntou rapidamente. – Você deve estar com frio.

Harry a olhou da porta, onde a chuva tinha começado mais uma vez, inundando a propriedade... O tentando a voltar para dentro. Ele queria ficar, nem que fosse para passar só alguns momentos com ela antes de ir para casa explicar a Sirius o que tinha acontecido.

-Eu realmente tenho que voltar, no caso de Rony acordar. - Harry explicou, certo de ter visto um rápido relance de desapontamento nos olhos dela antes de ela concordar.

Ela o acompanhou em silêncio até a porta, erguendo seus olhos para os dele quando ele tornou a olha-la. Ela instintivamente alcançou um pingo d’água que começava a escorrer pelo rosto dele. Seus olhos se nublaram com o toque dela e ela afastou a mão abruptamente.

Antes que ela pudesse reagir, ele inclinou-se e a beijou gentilmente na bochecha. Ele sentiu um arrepio, e, por um momento, só por um momento, permitiu-se demorar-se e aspirar o perfume dela antes de afastar-se.

- Obrigado, Gina. - Ele disse baixinho, e, antes que ela pudesse responder, ele tirou sua varinha e desaparatou na noite.


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