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0. Prólogo


Fic: Tramas - Você fala que gosta, mas eu sei que ama


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hugo Weasley observava Melisandre Nott dançar provocativamente. Ele sabia que ela fazia aquilo para ele. Sabia que todos aqueles movimentos nos quadris e nos braços, mesmo com tantos garotos ao redor dela, eram exclusivamente para ele.


Melisandre balançava seus longos cabelos negros de um lado para o outro. Sua blusa rasgada grudava em seu corpo suado e dava a ele uma perfeita visão do mesmo. Vários outros garotos a comiam com o olhar, mas ela nem dava importância.


Ela era um ano mais velha e tinha fama de “papa-anjo”. Cada vez que ela lançava um daqueles olhares, Hugo perdia a cabeça. Aquela garota queria enlouquece-lo, isso sim, e não fazia questão alguma de esconder suas intenções. Isso não o incomodava, nem um pouco.


Hugo se levantou e foi para junto da morena. Colou seu corpo atrás do dela e dançou no mesmo ritmo. Melisandre sorriu orgulhosa e virou a cabeça para trás, roçando sua boca no rosto dele. Ela continuava rebolando, sendo guiada pela mão do ruivo em sua cintura. Virou-se e o beijou gulosamente.


Ele sorriu em meio ao beijo. Conhecia muito bem o gosto de Mel, mas sempre se surpreendia do mesmo jeito. Hugo sentiu a sua mão descer involuntariamente – ou não – e a puxou para mais perto de si.


Melisandre podia ter passado horas dançando e bebendo, porém não cheirava mal. Pelo contrário, ela tinha aquele cheiro especial. Aquele cheiro só dela.


Eles trocaram um olhar confidente e se afastaram da multidão. Algumas pessoas davam uns amassos em um canto e outras vomitavam. Uma típica festa do chamado “lado negro de Hogwarts”, maioritariamente formado por Sonserinos, mas normalmente liderado por um Grifinório, Hugo.


Ninguém ia àquele lado do castelo, nem mesmo os professores. Ficava além das Masmorras e tinha fama de amaldiçoado. Bobagem, o Lado Negro pensava.


Fora do alcance de qualquer aluno, Hugo prensou-a contra a parede e beijou seu pescoço, dando-a um gosto de seu próprio remédio de provocações.


– Já falei pra você não fazer isso comigo... – Ele disse com a sua voz rouca.


– Diz que não gosta quando eu danço só pra você – Ela arranhou a nuca do parceiro, como sabia que o excitava – Anda fugindo de mim, senhor Weasley?


– Só ocupado... – Ele tentou beijá-la novamente.


– Você não parece ocupado para a Hillary.


Ele se afastou um pouco e arqueou as sobrancelhas.


– Está com ciúmes, minha princesa? – Ele beijou o pescoço dela, fazendo fechar os olhos e arquear a cabeça – Sabe que não precisa – Ele beijou novamente – Eu sou seu.


– Já ouvi isso antes – Ela murmurou, mantendo a pose.


– Mel... O que aconteceu com a minha garota? Hein?


– Eu não sou sua, Hugo Weasley – Ela mentiu, ambos sabiam disso – A proposito, não me chame de Mel. Não sou doce.


– É o que você acha – Sua voz não passava de um sussurro, mas ainda era alta, devido ao silêncio da madrugada. Dizendo isso, lambeu o rosto dela.


– Nojento – Ela resmungou, mas não relutou mais às caricias do garoto. Ah, como ele sabia usar aquelas mãos...


***


– Hey – Hugo correu para alcançar a garota.


Ele a puxou pelo braço para um lugar mais afastado. Melisandre não objetou.


– Sentiu saudades, bebê? – Ela perguntou com uma voz cheia de segundas intenções.


Hugo a olhou com certo ódio no olhar.


– O que? Vai querer presente de Natal atrasado? – Ela se aproximou com segundas intenções, mas o ruivo se desvencilhou da sonserina.


– Você ficou com o meu primo? – Ele perguntou cerrando os dentes.


Melisandre estreitou as sobrancelhas e o olhou meio incrédula. Afinal, desde quando ele se importava com esse tipo de coisa?


– Talvez... – Ela ainda não entendia aonde ele queria chegar, então revirou os olhos – É o ultimo ano dele, precisava de uma boa despedida para ter boas lembranças da escola.


– Ainda falta um tempo para ele se formar.


Um sorriso sacana chegou aos lábios da morena. Ela se aproximou enquanto Hugo ia para trás, até bater de encontro com a parede. Melisandre arranhou de leve o pescoço dele e roçou seus narizes, conseguia sentir sua respiração entrando em sua boca, mas fez questão de continuar encarando nos olhos.


– Está com ciúmes, Huginho? – Ela sussurrou, provocando-o como o mesmo tinha feito antes do Natal – Sabe que não precisa – Ela selou seus lábios de forma delicada e se afastou para encará-lo com um sorriso orgulhoso.


– Só não queria que você fosse mais uma das vadias de James. Não você.


Ela revirou os olhos novamente.


– E desde quando eu sou só mais uma para alguém? – Ela o beijou – Hein? – Hugo não respondeu, um pouco mais calmo, enlaçou a cintura da morena e a abraçou forte contra seu peito.


Vendo que seu amante continuava tenso, ela se afastou.


– Mas e aí, como foi o seu Natal?


Hugo fez uma careta e se apoiou na parede para sentar no chão. Melisandre se sentou a sua frente e deitou em seu ombro, esperando pela sua resposta, um pouco arrependida por ter puxado logo esse assunto, mas talvez fosse melhor tentar seguir outro rumo de conversa.


– Uma bosta. Como sempre. – Hugo sabia que Mel não se contentaria com aquela resposta, então respirou fundo e começou a mexer no cabelo dela antes de continuar – Passar o Natal com a minha família é só mais um jeito de ficar vendo os meus primos dizerem como eles são populares e como as garotas morrem por eles – Ele falou a ultima parte meio a contragosto – Ah, sem contar com a minha irmã se agarrando e babando em cima daquele Malfoy que se acha só porque está na Grifinória e é amigo de um Potter. Ele nem é da família! Não sei por que eu tenho que aguentar ele.


– Eles podem ser irritantes, mas ainda são a sua família.


– O que você quer dizer? – Ele tentou olhá-la nos olhos, mas Melisandre insistia em olhar para frente – Como foi o seu Natal, Mel ?


– Não me chama de Mel – Ela sussurrou e abaixou a cabeça.


Melisandre já tinha mencionado vez ou outra que desde que a mãe bruxa morreu, seu pai trouxa não suportava a filha e tinha horror à magia.


– Vocês brigaram? – Ele perguntou meio envergonhado por reclamar tanto.


Ela não respondeu de ímpeto.


– Já ouviu falar na Marca do Demônio? – Ela não esperou por uma resposta – Na antiguidade, para descobrir se a pessoa era um bruxo ou não, eles a perfuravam com uma agulha até achar a tal marca. Depois de um tempo, a pessoa para de sentir dor. Quando esse ponto chega, dizem que é o lugar onde o demônio tocou – Melisandre respirou fundo – Ele disse que eu não podia comemorar uma data sagrada sendo que estava mancomunada com o demônio. Eu, obviamente, neguei. Disse que uma coisa não ligava à outra. Disse que existe bruxaria do bem e magia negra, e que não praticava nada maldoso. Já ele, disse que era tudo a mesma merda e disse que podia provar que eu tinha sido tocada pelo demônio. Eu o desafiei e... – Ela engoliu em seco – Ele me prendeu em uma cadeira e esticou o meu braço. Pegou um fósforo e queimou a ponta de uma agulha.


Melisandre não continuou. Hugo se perguntava como ela podia ser tão forte. Podia perder a cabeça fácil com o seu pai, mas ainda o amava. Sabia que a morena não se sentia assim com o seu pai, nem de longe. Por isso usava o sobrenome da família de sua mãe, os Nott, a qual era proibida de ver pelo pai.


Ela cruzava os braços fortemente contra o peito, Hugo segurou em cada um de seus pulsos e desenrolou seus braços. Tirou o casaco que ela usava. A blusa era uma daquelas largas que ela rasgava, então não cobria praticamente nada. Lá estavam. Várias e pequenas cicatrizes que não estavam ali antes do Natal.


– Quando eu parei de gritar, ele me olhou como se dissesse “não falei”? Então me bateu. Disse que a dor me faria arrepender-me dos meus pecados.


Hugo não disse nada. Não tinha nada a dizer. Ele admirava a força de Melisandre. Ele admirava tudo nela.

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