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6. Capitulo Seis


Fic: De repente, pai - Cap 08 ON - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Espero que voces super mega gostem do capitulo!!
Adaptei-o com todo amor e carinho!! ;D

Não esqueçam do review, hein?! *--* 

Beijs. 

***---***
       
    Ao retornar ao escritório, Draco já não deixava transparecer a discussão que tivera com Hermione. Blaise, dois policiais e dois especialistas estavam mexendo nos sofisticados equipamentos de última geração destinados a rastrear as ligações dos seqüestradores.


 


- Já era tempo. - disse Blaise. - Está tudo preparado.


 


            Draco meneou a cabeça discretamente e aproximou-se da escrivaninha. Os homens o fitavam com cautela. Estavam monitorando os aparelhos, preparados para agir prontamente.


 


- Algum problema? - perguntou Draco, sentando-se.


- Não. - respondeu o assistente. - Já restringimos as ligações a um certo código de área, mas, para ter certeza de que isso funcionará, precisaremos de mais tempo.


- Tem de funcionar. Falhas significam pânico e pânico significa risco. Não vou arriscar a vida da menina, entenderam?


 


            O telefone começou a tocar. Na sala, todos ficaram imóveis. Draco quieto em sua poltrona, as mãos tensas, cravou os olhos nos dois especialistas. Dois toques. Três. Parecia uma eternidade. Quatro. Um dos profissionais fez um aceno de cabeça e Draco pegou o aparelho.


 


- Malfoy - anunciou.


- Ah, boa noite, Sr. Malfoy. - A voz macia e pegajosa soou em todos os fones de ouvido. - Espero que já tenha resolvido seu problema de caixa...


 


            O dia mal nascera quando Draco entrou no quarto de Hermione para acordá-la suavemente. Viu-a sentar-se na cama, assustada. A respiração ofegante, o coração disparado.


 


- O que houve? - ofegou, instantaneamente alerta.


- Terminou, Hermione. - ele murmurou, a voz calma. - Sua filha está salva.


- Salva? - Hermione piscou, os olhos incrédulos observando cada movimento do marido. - Tem certeza?


- Sim. - ele confirmou.


- Oh, Deus! - Ela levou as mãos trêmulas aos lábios. Seus olhos, ainda cansados de toda a tensão, tornaram-se brilhantes com as lágrimas de alívio. - Onde ela está? Onde está Ciça, Draco?


- Eu a levarei até a criança assim que estiver pronta para viajar - prometeu Draco.


- Como: Me levar até Ciça? Ela não está aqui? - Hermione indagou, apavorada. - Eles a ma... machucaram?


- Não. Ela está bem, está a salvo. Agora tome. - Colocou nas mãos de Hermione uma caneca com chá quente. - Beba e então vista-se. Pretendo partir dentro de meia hora. Estará pronta até lá?


- Claro que sim.


- Muito bem. - Ele se levantou e apressou-se na direção da porta.


- Draco!


- Sim?


- Obrigada!


- Meia hora - ele repetiu, deixando-a só novamente.


 


            Depois de banhar-se e trocar-se, Hermione estava preparada para partir. Draco já a esperava à porta de entrada. Observou-a descer, com um terninho de linho cru e uma camiseta marrom. Não se maquiara. Raramente se maquiava. E seus cabelos, penteados para trás, estavam presos com uma tiara de couro marrom.


            Nada muito sofisticado, como a Hermione que ele conhecera. Voltara a ser a garota de gostos simples. Draco, em contraste, assumira novamente a postura autoritária, em sua calça de linho cor de tabaco e camiseta de gola olímpica branca. Armani, ela adivinhou, lembrando-se de que o guarda-roupa do marido tinha muitos costumes daquela grife.


 


- Onde está Blaise? - indagou Hermione, procurando o assistente de Draco.


- Precisou cuidar de outros negócios. – respondeu Draco friamente.


           


            Um Lamborghini foi trazido por um dos vários empregados que Draco havia trazido. O motorista saiu e deixou a porta do motorista aberta. Draco deu a volta no carro e abriu a porta do passageiro para a esposa sentar. Por mais que relutasse admitir, Hermione sentiu o coração acelerar ao ver Draco, ali, ao lado da porta do luxuoso carro esperando-a entrar. Hermione sorriu ao entrar no carro. Era impossível não sentir-se, novamente, aquela garotinha completamente maravilhada e apaixonada pelo sensual Draco Malfoy.


Ao ver a porta do carro fechar-se, uma série de pensamentos começaram a tomar conta da cabeça de Hermione com incrível velocidade. Com o problema resolvido, a atenção de Toni concentrava-se novamente nos negócios. E ela, por quanto tempo ainda mereceria a atenção de Draco?


 


- Onde está Ciça? - indagou, quando Draco deu a partida. - Quanto tempo levaremos para chegar até ela?


 


            Ele a mirou com os olhos sonolentos, Hermione ofegou, a respiração ficou travada no peito. Lembrou-se da maneira como Draco a beijara, a amara... Como a fizera perder a razão. Não! Recusava-se a recordar a noite anterior! Aquilo não poderia voltar a acontecer! Não existia mais o casal Draco e Hermione. Isso era passado, assim como ele fizera questão de deixar claro que o amor deles também era.


 


- Muito tempo. Teremos que viajar com o jatinho, porque sua filha está na Alemanha.


 


            Hermione arregalou os olhos castanhos.


 


- Como Ciça foi parar na Alemanha? – Hermione sentiu o corpo estremecer.  Ciça fora levada para tão longe e ela não pudera fazer nada. Viu que Draco não iria responder. Respirou fundo, não podia se exaltar.- Eu não peguei nada para uma viagem tão longa! E meu passaporte! Eu não estou com os meus documentos.


- Já providenciei tudo. Peguei seus documentos no cofre há poucos instantes e sua mala está no bagageiro. – Draco acelerou. – Arrumei sua mala e a da menina. Não há com o que se preocupar.


- Você está me dizendo que abriu o meu cofre enquanto eu estava dormindo? - ela protestou.


- Acho que vale lembrar que o cofre é meu. - ele a corrigiu, com uma ponta de ironia na voz.  – Meu cofre, minha casa.


 


            Hermione ignorou a afronta.


 


- Em que lugar da Alemanha encontra-se a minha filha?


 


            Depois de hesitar, ele respondeu, estreitando os olhos:


 


- Ela está em Munique, com o meu pai.


 


            Com Lucius! Hermione retesou-se, alarmada. Seu instinto materno lhe deixando tonta. Seus maiores temores pareciam tomar contorno. Seu coração falhou, a respiração não veio. A sensação de sufocamento começou a tomar conta de seus sentidos.


- Eu... – Hermione respirou profundamente, buscando todo ar possível. – Eu sabia que seu pai estava por trás de tudo isso! Eu juro para você, Draco, quero ve-lo morto caso ele, ou qualquer outro capanga dele tenha tocado em um fio de cabelo de Ciça! Ele não passa de um...


- Pare. - ele a interrompeu, apesar do tom controlado, Hermione viu o velocímetro do carro aumentar.


 


            Ela respirou fundo.


 


- Não posso acreditar que você está protegendo-o. Como pode? Mesmo depois dele tê-lo usado como marionete?


- Fique quieta, Hermione! Do contrário, farei isso à força. – os dedos de Draco agarraram o volante com mais força.


- Eu odeio você!


 


            Draco parou o carro no acostamento abruptamente.


 


- Eu avisei você. - ele murmurou, colando os lábios nos dela num beijo brutal, destinado a acabar com a postura desafiadora. Entretanto, além da punição, no beijo havia uma intimidade que fez Hermione estremecer, lutar para não ceder à sedução. - Foi você que pediu.


 


            Ela afastou-se bruscamente, passou as mãos na boca desafiadoramente. Draco riu e voltou a dirigir, o velocímetro aumentando rapidamente. 


 


- Não me lembro de ter pedido um beijo seu, Draco!


- Ora, ora vejo que ficou abalada com meu beijo. - ele observou, um sorriso sacana em seu rosto.  – Será que a controlada Hermione precisa de um homem? Será que a princesa ficou muito tempo trancada na torre? Talvez o aperitivo de ontem a tenha lembrado como isso lhe faz falta...


- Agora me diga, Draco, como você pode ter tanta certeza que a torre ficou trancada? - ela o desafiou, recusando-se a intimidar-se, como no passado.


 


         Os olhos cinzas faiscaram perante o desafio.


 


- Você só se esqueceu de um detalhe, Hermione: Eu protejo o que é meu. – Draco acelerou um pouco mais, ultrapassando os retardatários com facilidade. – A mantive sob vigilância. Posso te afirmar, com propriedade que nenhum homem se aproximou de você.


- Você tem razão. Mas há uma falha nessa sua frase: Devo lembrar-lhe que meu carceireiro aproximou-se de mim. - ela retrucou, escarnecendo. - Nem você conseguiu manter suas mãos afastadas de mim.


- Tenho o direito legal. Sem falar no direito moral.


- Direito legal? Moral? – Hermione riu com descaso. – Há três a princesa foi astuta o suficientemente astuta para jogar as tranças e deixar o amante secreto subir. - ela replicou, sentindo uma satisfação única.


 


            Draco apertou o volante com mais força, os nós dos seus dedos ficando brancos. Hermione conteve a respiração, sabia que havia ultrapassado uma linha perigosa. Para sua surpresa, Draco relaxou sobre dedos que estavam sobre o volante.


 


- Não posso negar: Voce mudou, Hermione. Jamais falaria comigo dessa forma a três anos.


- O que você esperava? Eu fui obrigada a crescer e me fortalecer. Você me descartou. – lembrou ela.


- Você levou um amante para sua cama - ele observou injustamente.


- E você simplesmente me ignorou.


 


Draco tirou os olhos da direção para fitar Hermione, havia muito mais que rancor em seus olhos.


           


- Então você não nega que me traiu?


- De que adianta? – ela deu ombros - Você se recusa a acreditar em mim.


- Vai negar a presença daquele homem em seu quarto?


- Eu jamais neguei que ele estivesse lá. Só neguei ter desejado a sua presença.


- Não vejo onde está a diferença.


- Não vou me dar ao trabalho de explicar para você a diferença. Será um esforço em vão, e preciso me poupar. Nesse momento, a única coisa que me importa é Ciça.


- Meu pai não seqüestrou a sua filha. Resgatou-a. Ou, pelo menos, coordenou tudo, para que isso fosse possível. No momento, a menina está dormindo em segurança, sob a proteção dele. E em breve vou fazer você engolir cada palavra maldosa que usou para se referir a ele. Entendeu?


 


            Hermione entendeu. Era outra vingança. Mais um motivo para puni-la, mas dessa vez, não iria baixar a cabeça. Se fosse preciso, iria até o inferno para provar quão culpado Lucius podia ser naquela história.


 


- Eu espero poder fazer das suas palavras as minhas, Draco. – ela o desafiou. – Ficarei exultante em provar cada palavra “maldosa” que eu usei para me referir ao seu pai.


 


            Não houve resposta por parte de Draco, e a castanha não se importou. Sabia que o havia atingido ao desafia-lo.


            Draco podia acreditar no que quisesse a respeito do pai, mas o simples fato de Ciça estar na Alemanha, com Lucius, era sinal suficiente de que o velho patriarca tramara tudo aquilo. A única coisa a qual Hermione não conseguia entender era o motivo que levará Lucius a sequestrar a pequena Ciça.


            O jatinho particular dos Malfoy aterrisou ao meio-dia no aeroporto de Munique. Depois de taxiar, parou distante do terminal de desembarque. O oficial da alfândega foi recebê-los e Draco, com o rosto cansado, apesar de ter dormido durante toda a viagem, entendeu-se com o homem.


            Hermione não pôde deixar de sentir pena. Quarenta e oito horas antes ele estava em Nova York. Depois cruzara o Atlântico, resolvera aquela crise e então voara mais alguns milhares de quilômetros até a Alemanha.


 


- Vamos. - ele disse, segurando-a pela cintura.


           


Aquele toque deixou os sentidos de Hermione em alerta. Ela tirara o casaco ao entrar no avião e agora se arrependia. Era penosa a sensação daqueles dedos próximos de sua pele.


            Imaginava se Draco teria razão ao comentar que precisava da companhia de um homem. Depois que se separara de Draco, não tivera tempo para pensar em relacionamentos, estava ocupada demais se cuidando para que a gravidez fosse o mais tranquila possível, e depois estivera totalmente voltada para Ciça. Agora ali, no aeroporto, sentindo a mão de Draco apertar sua cintura firmemente, pensou que talvez um homem houvesse feito alguma falta durante aqueles 3 anos.


            Era um dia típico de verão na Alemanha. O ar quente e seco, o sol a pino, que ficaria presente até as 8 ou 9 horas da noite. Um carro já os aguardava próximo ao avião, uma limusine branca e resplandecente.


            Draco abriu a porta do carro, para Hermione entrar e logo em seguida sentou-se ao lado dela. Partiram no mesmo instante, e durante todo o percurso não se falaram. Em alguns momentos, a tensão entre ambos era quase palpável. Hermione franzio o cenho ao contemplar os longos bosques verdes, com suas arvores muito altas. Não sabia como Draco reagiria ao primeiro encontro com Ciça, que considerava a prova viva da traição.


            Viu a casa ao longe, à beira de um enorme lago, no momento que fizeram uma curva. Sentiu o peito apertado ao ver os grandes muros de tijolos vermelhos cheios de trepadeiras floridas, as varandas em vários níveis, todas de frente para o enorme lago.


            O carro começou a subir pelo único acesso à casa. Era um túnel natural, ladeado de árvores, que se elevava até os fundos da mansão. O lugar era maravilhoso, muito retirado, idílico. As paredes pintadas de tijolos e as janelas em madeira escura destacavam a tranquilidade dos campos.


            O automóvel parou e o motorista buzinou. Hermione conteve a respiração. Percebeu que Draco a fitou, mas procurou ignorá-lo. Aquele lugar maravilhoso fora o cenário de todos os seus pesadelos.


            “Ciça”, ela disse a si mesma. “Pense apenas em Ciça!”


            O carro parou. O motorista saiu e apressou-se em ajudá-la a descer. Uma porta-balcão escura se abriu para lhe dar passagem. Hermione retesou o maxilar e moveu as pernas trêmulas. Uma cigarra cantou preguiçosamente, escondida em alguma árvore.


            Nenhum outro som. Nada. Sem pensar, ela buscou a mão forte de Draco enquanto entravam na penumbra fresca do interior da casa. Tudo era tão familiar! Os belos quadros nas paredes, a elegante combinação de móveis escuros e polidos com ornamentos delicados, os vasos com flores...


            E lá estava a governanta de cara fechada, parada alguns metros adiante. Em alguns dos seus desejos mais secretos, enquanto morava ali, era demitir aquela mulher que havia ajudado a tornar sua vida um inferno.


            Nenhuma criança veio saudá-la. Hermione fitou Draco, os olhos ansiosos. Ele se adiantou e conversou com a governanta em tom baixo. Em seguida, voltou-se e segurou a esposa pelo braço.


 


- Por aqui. - disse, o rosto tenso, fazendo com que ela o seguisse pela porta em forma de arco que levava a uma das várias escadas de pedra.


           


A mansão fora construída em vários níveis. Na parte de baixo, ficava a área de serviços: cozinha, garagem e acomodação dos empregados. Ali também se situavam as salas de visitas, onde a família se divertia. O piso seguinte era destinado inteiramente ao império Malfoy, com escritórios equipados com o que havia de mais moderno. Um andar acima ficavam as suítes, sob o piso que abrigava a área mais informal, com piscinas, televisões e o terraço com jardim que levava ao lago.


            Enquanto caminhava, Hermione sentia as pernas enfraquecidas. Revivia lembranças que preferiria manter enterradas em algum canto secreto da mente. Era as lembranças de uma linda suíte, de uma enorme cama com dossel e de um homem nu deitado sobre os lençóis brancos imaculados. Um homem que adorava ficar ali, observando-a caminhar pelo quarto, que adorava vê-la pentear os cabelos, passar creme na pele e...


 


- Hermione? - Ela parara. Não percebera isso até ouvir o próprio nome. Draco a fitava com certa curiosidade. - Por aqui.


 


            Ela o seguiu. Em silêncio, chegaram ao nível das suítes. Draco parou diante de uma delas, como se estivesse tomado fôlego para o que estava por vir. Hermione também conteve a respiração.


            A porta se abriu e ela entrou. Ficou completamente paralisada ao ver a cena.


         Diante de uma das portas deslizantes de vidro temperado, havia um homem. Os cabelos estavam mais grisalhos do que ela conseguia se lembrar, o porte imperial reduzido a nada. Aconchegada a seu peito, uma garotinha com fralda e um vestidinho de algodão branco. A cabecinha castaha acomodava-se no ombro do homem, e os bracinhos rodeavam-lhe o pescoço.


            Hermione gelou. Sua filha nos braços de seu pior inimigo! Suas pernas bambearam, e sentiu tudo rodar. Lucius a olhou, e Hermione entendeu tudo que havia naquele olhar, que um dia exalava poder, agora a única coisa que via-se a tristeza de alguém que havia visto a morte de perto.


 


- Não!


 


            Hermione se aproximou, cambaleante e viu, as mãos de Lucius rodearem sua pequena, num ato de posse. Controlou-se para não arrancar Ciça de uma vez dos braços daquele homem  que era seu único inimigo.


 


- A menina só ficou tranqüila em meu colo! - Lucius exclamou, triunfante. Um sorriso tomando o seu rosto enrugado. - Veja como está agarrada a mim, veja!


- Não!


 


            Hermione ofegou, negando ao homem o direito de ter algum sentimento por Ciça, pela neta à qual negara o direito de conhecer o amor do próprio pai. Como aquele homem podia vangloriar-se? Fora ele quem havia negado a Ciça tudo o que havia de mais importante na vida.


            Pressentindo a proximidade da mãe, a garotinha agitou-se no colo do avô e ergueu a cabecinha sonolenta. Fitou a mãe com os olhinhos cinzas luminosos, suspirou e simplesmente estendeu os braços.


            Hermione inclinou-se, tirou a filha do colo de Lucius e abraçou-a ternamente. Ciça enrolou-se como um feto no colo da mãe, aconchegando-se em seu peito, os bracinhos entre os seios de Hermione. A garotinha respirava profundamente, sentindo e registrando o cheiro da mãe.


            Ninguém se moveu. Ninguém falou. Ninguém nem mesmo chorou. Hermione simplesmente fechou os olhos. A emoção que sentia era tão profunda que nem transparecia no rosto pálido. Ciça estava em seu colo, sã e salva. 

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Comentários: 14

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Enviado por Inaê Martins em 02/05/2013

Nossa, estou adorando a fic! Como pode o Lucius ainda ter a coragem de pegar a filha da Hermione? Depois de tudo o que ele fez... ele praticamente impediu que a menina tivesse uma família mais extensa que a mãe!! Mega ansiosa para o próximo capítulo! Posta logo, por favor!!

Nota: 5

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Enviado por sonimai em 29/03/2013

li denovo esse cap,a parte do encontro das duas é lindo,posta pleaseeeeeeeeeeeeeeee

Nota: 5

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Enviado por Geandra Alecrin Ferreira em 24/03/2013

Muitooo boa !!!!
Posta logo por favorrr 

Nota: 5

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 22/03/2013

Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais! *-*
Lucio PRECISA contar ao Draco o que ele fez! Ele PRECISA! 

Nota: 5

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Enviado por Anna Malfoy em 04/03/2013

ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Amei isso

Comeicei a ler a fic essa semana, espero que vc atualize logo, amei mtoooooo. Muito lindo cada detalhe. vc escreve mto bem =)

Nota: 5

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Enviado por Bsgp em 25/02/2013

Ótima historia, a cena final ficou muito emocionante.

Nota: 5

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Enviado por MiliBiz em 23/02/2013

Parebéns pela fic, com certeza é uma história formidavel simplesmente perfeita sem contar que fica ainda melhor pelo fato de ser DRAMIONE. Adorei a Hermione nessa fic forte, determinada, corajosa, estavel e bem o Draco continua sendo o Draco, viril, astuto, imponente, ele exala poder. E o Lúcios com certeza esta aprontando algo. Estou louca para o Draco parar de ser cabeça dura e ver que a Ciça é mesmo filhaa dele.. 
Parabéns novamente pela fic. 

Nota: 5

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Enviado por M R C em 23/02/2013

uuuauu ! essa historia  é apaixonante.
esse draco impassível que nao acredita que ela nao o traiu e que a filha é dele é de dar raiva....!! hahahaha
mas to achando envolvente a relação deles...
ele lutando contra o orgulho pra nao quere-la de volta...fofo!
to intrigada com isso ai do lucius estar com a meninaa !! ainda bem que ja a encontraram...
ui ui ui =]
amandooo isso aqui
beijios       

Nota: 5

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Enviado por Hermione Black Malfoy Riddle em 23/02/2013

To loca pelo proximo ta muito bom

Nota: 1

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Enviado por sonimai em 22/02/2013

cara,será verdade que foi o pai do Draco que fez tudo,se for verdade,quero tanto que o Draco descobra.....estou com nojo desse Lucius,e do Draco tb,hehehe

Nota: 5

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Enviado por Landa MS em 22/02/2013

Essa cena final ficou muito fofa. Amei mesmo cada linha.

Nota: 1

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Enviado por Gabriela-15 em 22/02/2013

Estou amando essa adaptação, quero que Draco pague por tudo que fez para Mione.

Quando vem o próximo ?

Nota: 5

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Enviado por MaisQuePleura em 22/02/2013

Está muito boa a adaptação. São quantos capítulos ao todo?
Quando ele descobrir, ela vai dar um gelo nele né?!
Tô com muita raiva do Draco dessa fic.
Beijo 

Nota: 5

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Enviado por ANA CAROLINA COSTA ANDRADE em 21/02/2013

Estou simplismente amando a adaptação....
Mal posso esperar pelo proximo....
to amando cada capitulo... 

Nota: 5

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