Aqui esta o capitulo como prometido, quanto ao momento da Luna com os pais do mesmo jeito com o Neville, ele vai acontecer sim, mas nao por enquanto!
Ariana tinha acabado de entrar no escritório do irmão que nem mesmo havia percebido sua presença, ele olhava para o nada e parecia pensar em algo, se lembrava das vezes em que ele brigava com ela por entrar em lugares sem pedir licença ou pedir permissão.
— Sabe, eu estava conversando com algumas pessoas e eles te chamando de Dumbledore nem parece que esse é seu sobrenome e não o nome, acha que eu devo deixar de chamar você de Alvo ou Alvinho para te chamar de Dumbledore? Ou diretor? — Perguntou Ariana fazendo com que um leve sorriso aparecesse no rosto de seu irmão, ele apenas segundos depois deixou seu olhar ir até sua irmã, ela via que ali tinha um brilho diferente das vezes em que o vira quando estava morta.
— Não acha que eu já estou velho demais para ser chamado de Alvinho? — Perguntou Dumbledore a observando se sentar a sua frente — Estava conversando com quem? Já fazendo amizades?
— Mais ou menos, Clarissa me deu algumas dicas de como fazer amizades e estou treinando, estava conversando com um menino chamado Colin, ele é muito divertido, diz que quer ser um bruxo tão poderoso quanto você e Harry Potter. — Respondeu Ariana sorrindo.
— Conversava muito com Clarissa então? Ela me disse mesmo que te conhecia. — Falou Dumbledore.
— Ela disse que se sentia um pouco mais confortável por estar dando esses conselhos para mim, mas se sentia triste por não poder dar a Luna, eu fico feliz pela volta dela, acho que seria estranho se eu voltasse e ela ficasse por lá. — Falou Ariana comovendo o próprio irmão — Você nunca sai desse escritório? E em que estava pensando?
— As vezes vou dar uma volta pelo jardim durante a noite, quanto aos meus pensamentos, o que acha de ir ao bar do seu outro irmão? Já esta na hora, não acha? — Perguntou Dumbledore para a irmã que assentiu levemente.
— Mas só se você me prometer que vai se acertar com ele hoje mesmo, não quero ser o tipo de pessoa que por ter a família separada tem que passar dias na casa de um e outros dias na casa de outro, quero minha família unida, ou o que restou dela. — Falou Ariana para o irmão que suspirou.
— Você sabe muito bem que o problema não é comigo e sim com Aberforth é impulsivo e nunca me escuta. — Falou Dumbledore.
— Talvez seja porque quando você era adolescente não o tratava da maneira certa, não era legal o que você fazia, o nosso primeiro amigo tem que ser nosso irmão e com você não foi assim, se aproximou de uma pessoa ruim e não acreditou na gente quando tentamos avisar. — Falou Ariana fazendo com que seu irmão abaixasse a cabeça enquanto ouvia suas palavras.
— Não precisa ficar me lembrando daquilo Ari, seu que faz muito tempo, mas eu ainda me lembro de cada detalhe que me atormenta até hoje, acha que eu fico feliz por ter meu nariz quebrado pelo meu próprio irmão? Por nunca mais depois da sua morte nos darmos bem? — Perguntou Dumbledore para sua irmã que suspirou.
— Vocês nunca brigaram na minha frente, mas eu ouvia do mesmo jeito e me senti ainda pior vendo vocês brigando naquela noite, já esta na hora de se resolver. — Falou Ariana mais uma vez.
— A única pessoa que pode impedir de fazer ele não me jogar um feitiço no momento em que me ver na porta da casa dele é você, você é a única pessoa no mundo que pode impedi-lo de fazer alguma coisa contra qualquer pessoa que o perturbe ou que ele não goste. — Falou Dumbledore.
— Falando desse jeito parece que esta falando da pior pessoa do mundo, ele não é assim, apenas ainda não conseguiu passar por cima do que aconteceu comigo. — Falou Ariana — Agora vamos, se levanta que vamos até a casa dele, falando nisso você por acaso tem casa própria ou fica aqui na escola o ano inteiro?
— E porque eu deveria ter uma casa? A escola é minha vida. — Falou Dumbledore.
— Você fala isso porque brigou com seu próprio irmão e não tinha mais família para te visitar, agora vamos logo. — Falou Ariana segurando na mão de seu irmão e o puxando para o lado de fora do escritório, ele riu de sua pressa.
— Estou velho demais para correr. — Falou Dumbledore sorrindo.
— É estranho, acho que algumas pessoas no meu lugar pensariam que é estranho ver seu irmão já como um idoso sendo que a ultima vez que o viu não era nem mesmo um adulto, mas continuo vendo aquele adolescente, independente de sua aparência. — Falou Ariana enquanto andava pelos corredores do castelo, como não conhecia o lugar muito bem, Dumbledore ditava o caminho para a saída daquele lugar que para ela era um labirinto — Mas vamos mudar de assunto, eu vou ter que vir pra escola?
— Acho que sim, mas no seu caso é complicado. — Falou Dumbledore.
— Porque? — Perguntou Ariana confusa.
— Quantos anos você tem? — Perguntou Dumbledore sorrindo para ela.
— Eu tenho 14. — Respondeu Ariana.
— Bom, daqui pra frente você vai ter que seguir sua vida e pra isso terá que estudar, você vai ter que se empenhar mais nos estudos para conseguir aprender tudo o que perdeu nos anos anteriores, acho que seria melhor colocar você logo no ano de acordo com sua idade, mas pra isso você terá que fazer uma prova para comprovar que você sabe o suficiente para estar nesse ano. — Explicou Dumbledore para a menina ao seu lado que fez uma leve careta.
— E você vai me ajudar? — Perguntou Ariana com os olhos brilhando de expectativa.
— Talvez, mas não fique achando que apenas porque eu sou o diretor que vou diminuir as suas obrigações. — Avisou Dumbledore a menina que riu.
— Mas também não precisa aumentar as minhas obrigações. — Falou Ariana para o irmão que assentiu em concordância, após aquele pequeno dialogo ela começou a explicar como eram feitos seus treinamentos, disse também que a morte fez bem para ela que por causa desse fato ela não teve mais que presenciar suas brigas e que ela não tinha mais crises de descontrole e que Lúcifer a pedia para se lembrar dos seus irmãos quando precisava se defender.
— Eu sempre quis estudar e entender o que acontecia com as crianças quando a magia se manifesta sozinha. — Falou Dumbledore.
— Como assim? — Perguntou Ariana confusa, haviam acabado de passar pelas portas do castelo e se dirigiam aos portões da escola, em meio ao caminho algumas pessoas observavam os dois com confusão em seus olhares.
— Eu gostaria de saber se um adulto poderia fazer com que essa mesma manifestação aconteça, imagine que uma pessoa está em apuros e estivessem sem a varinha, com a ajuda desse tipo de magia ela poderia se salvar sem muito esforço. — Explicou Dumbledore a menina que assentiu como se pensasse no exemplo que ele falara.
— Não é fácil e sei disso porque fiz isso varias e varias vezes, é muito difícil porque fazer isso é como se acabasse com nossas energias, você não estava na sala precisa quanto o Potter deixou a mostra suas memórias, não é? — Perguntou Ariana para seu irmão que negou com a cabeça.
— Infelizmente eu não pude ir. — Falou Dumbledore.
— Pois então, eu vi que em alguns momentos a magia de Harry Potter acaba se manifestando sozinha e isso o salva muitas vezes, ele parece ter pratica com isso, o que acha de conversar com ele para esclarecer esse fenômeno que acontece com freqüência na vida dele? — Perguntou Ariana para Dumbledore que pensava na hipótese.
— Mas o que exatamente aconteceu com ele? — Perguntou Dumbledore.
— Eu não sei ao certo, mas o filho dele mencionou algo sobre ele conseguir conjurar um raio, eu vi uma cena em que isso aconteceu e não me pareceu algo que precisava do uso da varinha, aquela moça também, a Helena Black, eu não sei porque, mas acho que ela tem uma magia diferente dos outros, talvez porque ela tenha tido um ensino diferente. — Falou Ariana para o irmão que sorriu diante da determinação de sua irmã quanto a ajudá-lo.
— Diga-me Ari, o que pretende fazer no futuro? — Perguntou Dumbledore.
— Gosto de ajudar as pessoas. — Falou Ariana sorrindo.
— Você tem vontade de ajudar pessoas que passaram pelo mesmo sufoco que você? — Perguntou Dumbledore a ela que assentiu depois de poucos instantes.
— Mas desde quando eu morri sempre via algumas pessoas que passavam pela mesma coisa que eu e também percebi que existem poucas possibilidades para ajudar essas pessoas e ver que estou de volta me faz querer ir a procura dessas pessoas para ajudá-las. — Falou Ariana com um brilho diferente no olhar que mostrava a todos que ela tinha uma determinação e uma vontade enorme de ajudar pessoas que um dia poderia ter sofrido tanto quanto ela.
Dumbledore pensou na vontade da irmã e guardou em sua memória que a ajudaria a satisfazer aquela vontade, mas não a ajudaria de uma forma que algumas pessoas pensassem que ele estava dando moleza a irmã, a ajudaria de uma forma que ela utilizaria todo seu esforço.
O resto do caminho eles falaram de bastante coisa, o mais velho falava de tudo o que mudou depois da perda da menina, não muito tempo depois eles já estavam de frente para o bar de seus irmãos, no momento em que pararam na soleira da porta da casa de Aberforth, Dumbledore sentiu a vontade de dar meia volta e adiar a briga que com certeza teria com o irmão, mas não poderia fazer isso já que Ariana o impediria de ir embora sem que ele se acertasse com o irmão mais novo.
— Vamos logo. — Falou Ariana batendo na porta com os nós dos dedos, com aquele pequeno movimento ficou claro para Dumbledore que ficaria difícil de dar meia volta, ela ficou ao seu lado, mas quando Aberforth abrisse a porta não conseguiria vê-la, apenas Dumbledore.
E foi o que aconteceu, logo depois de Ariana bater na porta novamente Aberforth apareceu ao abrir a porta, ele ficou olhando para Dumbledore por alguns segundos como se não pudesse acreditar que ele estava ali, no momento em que o diretor pensou em dizer alguma coisa ao dono do bar o mesmo tentou fechar a porta, mas parou ao ver seu irmão colocar a mão entre a porta e o batente, ele mesmo não gostando do irmão não iria machucá-lo, já não eram mais adolescentes.
— Talvez você vá gostar dessa visita. — Falou Dumbledore para o irmão que franziu as sobrancelhas antes de abrir a porta por completo e dar as costas para o irmão como se assim desse passagem para ele entrar, Dumbledore mesmo sendo um homem discreto não pode deixar de reparar na casa do irmão, quando pequeno tinha vontade de morar em uma mansão digna de uma família puro sangue e pensar que hoje em dia um simples escritório era sua casa e que seu irmão talvez vivia mais feliz ali naquela casa simples, atrás de si Ariana foi entrando também reparando em cada detalhe.
— Que brincadeira é essa Alvo? — Perguntou Aberforth ao ver Ariana aparecer de trás do irmão mais velho, estava angustiado desde a noite passada com o sumiço da irmã no grande retrato, não se lembrava de nenhuma vez em que ela tinha sumido e ficado tanto tempo sem voltar e ver alguém parecido com sua irmã depois de tanto tempo ter aceitado que ela nunca mais voltaria era como se alguém estivesse brincando com seus sentimentos.
— É por isso que vim aqui, aconteceu algumas coisas no mundo mágico e...
— Como a liberdade que deram a Sirius Black? Mesmo que não tenha saído nos jornais é uma coisa que todo mundo já sabe, mas não me venha com desculpas, isso não é possível. — Falou Aberforth.
— Eu também achava isso. — Falou Dumbledore.
— Ela é apenas parecida com Ariana, nossa irmã era apenas uma criança quando faleceu e você me traz uma adolescente muito parecida com ela? O que espera com isso? Que eu lhe perdoe? — Perguntou Aberforth com palavras duras dirigidas ao irmão mais velho que suspirou e olhou para Ariana que parecia incentivá-lo.
— Da pra se acalmar? Você não me deixa falar. — Falou Dumbledore suspirando enquanto esperava que seu irmão falasse mais alguma coisa, mas para seu espanto ele continuou em silencio como se tivesse respeitado seu pedido, aproveitando que Aberforth estava em silencio o diretor se sentou em uma poltrona qualquer enquanto Ariana se colocava de frente para o quadro que sabia ser dela, mesmo estando morta as pessoas que tinham quadros no mundo real não eram eles que comandavam os mortos, era como se existisse duas pessoas com a mesma alma, uma ficava no quadro e a outra no mundo dos mortos. Dumbledore começou a explicar a história desde o começo da leitura e como tudo resultou na volta de muitas pessoas que por causa de Voldemort ou por causa de uma fatalidade cruel haviam sido mortos.
— Isso não justifica nada, você trouxe a menina errada Alvo, ela não é nossa irmã, Ariana era uma criança. — Contestou Aberforth.
— Foi Lúcifer que...
— Quem é Lúcifer? — Perguntou Aberforth interrompendo a adolescente.
— Digamos que é ele quem cuida dos mortos, imagine que existam três mundos, os que estamos agora que é o dos vivos, o céu que quando uma pessoa morre pode escolher ir para lá e o mudo em que eu fui, ele é junto com o dos vivos, a única diferença é que podemos observar os vivos, mas nunca nos perceberiam. — Explicou Ariana para seu irmão do meio que assentiu como se tivesse entendido — Bom, a decisão foi de Lúcifer em me deixar me tornar uma adolescente, já que quando morremos não envelhecemos mais, mas como eu era uma criança e com todos aqueles problemas ele deu um jeito de fazer com que eu continuasse crescendo, mas imagine que aqui se passavam 10 anos e por lá se passavam apenas 1, é por isso que eu ainda sou adolescente, porque se os tempos fossem os mesmos eu já estaria tão velha quanto vocês, por toda a minha vida de adolescente eu treinei para tentar controlar a minha magia e consegui isso, quando não estava treinando sempre ficava observando você e o Al, eu fico triste por vocês terem ficado de uma maneira pior do que já eram na época que morávamos juntos, nenhum dos dois foi culpado pela minha morte, foi um simples acidente, e não venha me dizer que se Alvo não tivesse conhecido aquele garoto isso nunca teria acontecido porque eu acho que a minha morte fez bem para o Alvo. — Falou Ariana surpreendendo aos dois com suas palavras — Olha só para o nosso irmão, quando eu estava viva ele só pensava em governar o mundo e colocar os trouxas para baixo de nós e isso era uma coisa horrível, olha como ele esta hoje, deu a oportunidade de um simples garoto licantropo de estudar em Hogwarts, tenta cuidar de um menino que perdeu os pais quando era um simples bebê, quando é que iríamos imaginar que ele acabaria desse jeito? Pensávamos que ele seria um homem egoísta e que só merecia ser punido por seus pensamentos maldosos.
— Como eu estou feliz por saber que meus irmãos pensavam isso de mim. — Falou Dumbledore irônico para os irmãos.
— Qualquer um pensaria ao ver você indo atrás daquelas malditas relíquias, você acredita que Ignotos e Antioco quis de todas as maneiras impedir que você encontrassem todas elas. — Confessou Ariana para Dumbledore que ficou surpreso com aquilo.
— Eles tentavam deixar as relíquias longe de pessoas que fariam coisas ruins com elas? — Perguntou Dumbledore.
— Eles faziam o possível, nem sempre dava certo é claro. — Respondeu Ariana dando de ombros — Mas vamos deixar isso de lado, eu estava falando com o Al e disse a ele que não quero ter que ficar indo de um lado para o outro para estar com um dos meus irmãos, quero estar com eles dois juntos comigo, quero poder ter uma casa em que eles estarão dormindo em seus quartos ao lado do meu, acordar de manhã e ver os dois lendo o jornal ou até mesmo discutindo por causa de uma coisa que não concordam com a opinião do outro.
— Você não entende, eu vi minha família se esvair aos poucos e na maioria das vezes foi por causa dele, no dia da morte da mamãe era para ele estar cuidando de você e simplesmente saiu de fininho para ir se encontrar com aquele garoto, quando você morreu era para estarmos em casa, mas ele queria sair com aquele garoto sendo que sabia que devia cuidar da gente...
— Você nunca foi iludido na vida? Para de ser cabeça dura, imagine que se eu não tivesse morrido e como as coisas estariam agora, o mundo poderia estar um caos, estaríamos nós dois sofrendo nesse mesmo mundo, isso se eu já não tivesse me suicidado por causa do descontrole de magia. — Falou Ariana fazendo com que como sempre os dois prestassem atenção em suas palavras, por um momento eles ficaram em silencio até que Dumbledore em um leve movimento estendeu a mão para o irmão que ficou a olhar pensando se devia ou não, olhou para sua irmã e ela assentiu em um leve movimento de cabeça, soltando um fraco suspiro por estar contrariando as suas decisões durante toda a vida, ele estendeu a mão até a do irmão e assim a apertou em um aperto forte, aquilo era o suficiente por enquanto, não era como se eles fossem se abraçar tendo feito as pazes, ainda estavam relutantes um com o outro.
— Eu tenho que voltar para o castelo e se não me engano Remo quer falar comigo, deve ser algo importante você vai... — Dumbledore não terminou de dizer, mas soube que ela entendera que sua pergunta era se ela iria ficar ali.
— Vou, acho que não fará mal passar um dia fora do castelo. — Respondeu Ariana indo até o irmão mais velho e o abraçando fortemente e é claro sendo correspondida — Boa noite.
— Boa noite. — Falou Dumbledore para os dois irmãos, mas Aberforth apenas assentiu, no momento em que Dumbledore saiu por afora Ariana correu para abraçar o irmão do meio que estava em pé, talvez ele não sabia o que pensar, fazer e até mesmo falar com sua irmã que estava de volta, talvez ainda fosse algo novo demais para ele, mas aquele abraço foi o suficiente para deixá-lo relaxado.
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Os adultos do futuro esperavam para que Dumbledore aparecesse para o jantar e assim o iniciasse, depois da refeição eles iriam embora porque sendo adultos eles trabalhavam no dia seguinte, o diretor acabara de chegar e colocara-se na frente da mesa dos professores, como se um feitiço de silencio tivesse sido executado o salão ficou em um completo silencio enquanto esperavam que Dumbledore começasse a dizer suas costumeiras palavras antes do jantar ser servido.
— Temos duas novidades para essa noite, por causa da leitura os alunos estão um pouco atrasados, principalmente os do quinto ano que farão provas de N.O.Ms, as aulas de defesa deles precisarão ser mais intensificadas e por isso algumas vezes por semana vocês terão mais aulas que estará centralizada em duelos e pratica, já que após o quinto ano a pratica será mais precioso em suas vidas, tudo já esta combinado com os professores sobre essa mudança e a outra novidade é que o Prof. Remo Lupin esta de volta definitivamente. — Falou Dumbledore olhando para Remo que estava sentado junto dos professores, o professor franziu o cenho na direção do diretor enquanto recebia as palmas dos alunos e de seus amigos pelo seu retorno, até mesmo os alunos da Sonserina chegaram a aplaudir. O licantropo estava confuso por Dumbledore ter dito que ele havia voltado definitivamente já que nem mesmo ele sabia disso — Já estou me resolvendo com os seus pais sobre a volta do nosso querido professor de defesa, alguns deles podem temer pela vida dos seus filhos, o meu acordo com Remo foi que eu mandaria uma carta a cada um dos seus responsáveis explicando que toda a transformação do nosso professor receberá cuidados do Ministério e de profissionais em animagia como os Srs. Black e Potter. — Falou Dumbledore indicando James e Sirius que se olharam confusos, era impressão deles ou Dumbledore estava colocando eles em confusão? Mesmo que já tivesse feito aquilo varias e varias vezes.
Os alunos mais uma vez bateram palmas olhando para James e Sirius que continuavam confusos.
— Então vai trabalhar na escola? Achei que quisesse trabalhar no departamento de Auror. — Falou Lily (avó) para o marido que deu de ombros.
— Não é muito trabalhoso ajudar o Remo com isso, apenas uma vez por mês. — Falou James para a esposa que sorriu — Você só terá que passar uma noite dormindo sozinha.
— Bom, já que as noticias já estão ditas, podemos apreciar o maravilhoso jantar que foi preparado para a gente. — Falou Dumbledore fazendo um leve movimento com as mãos e assim toda a comida apareceu na mesa e as pessoas já começavam a se servir.
— Não seria bom acordar a Lysa para vir jantar? — Perguntou Rolf para a esposa que pensou um pouco e depois como se perguntasse a mesma coisa a Gina olhou para a melhor amiga que havia escutado a pergunta do seu marido e por isso negou com a cabeça.
— Deixa ela Rolf, a Lysa já deve estar bem grandinha e você sabe que quando ela vai dormir em horários estranhos é porque quer ficar sozinha, se ela quiser conversar com alguém vira até nós. — Falou Luna dando de ombros.
— Mas vamos voltar pra casa Luna, como ela vai vir atrás de nós? — Perguntou Rolf confuso.
— Ela ainda tem o Lorcan e qualquer coisa ela pode ligar pra gente. — Respondeu Luna colocando um fim na conversa, não gostava de mentir, mas omitir o fato de sua filha estar apenas dormindo na mesma cama que um garoto não iria fazer muita diferença no seu casamento, queria apenas que sua filha se resolvesse com o menino que em sua infância era seu amigo, quando se lembrava deles juntos brincando apenas uma pergunta se passava por sua cabeça “como eles foram ficar daquele jeito um com o outro?”.
— O que acha de amanhã mesmo a gente ir ver como esta a casa dos seus pais? Arrumar a bagunça que deve estar, quem sabe mudar alguma coisa? — Perguntou Lily (avó) para o marido que assentiu.
— Eu duvido que você fosse querer ir se o Harry não fosse ter aula durante o dia. — Falou James sorrindo para a esposa que sorriu e deu de ombros.
— Remo combinou de fazer aquela pequena aula com a Helena, não é? — Perguntou Lily para o marido que assentiu em resposta, ela estava um pouco ansiosa com o novo modo de magia que ensinavam no Brasil, ela sempre se perguntava se em todos os lugares eram diferente e saber que não a fazia se sentir na época escolar pronta para aprender alguma novidade.
— Ele esta muito ansioso. — Falou James olhando brevemente para o melhor amigo que conversava animadamente com Miguel, o menino fazia um gestos estranhos com as mãos e isso pareceu que ele estava falando do mesmo assunto que o casal Potter.
— Você também estaria se Harry ensinasse a você o que aprendeu nos livros do seu pai. — Falou Lily para James que negou com a cabeça ao olhar para Harry (adulto) que conversava apenas com a esposa, as vezes ele não parecia a mesma pessoa que aquele menino que conversava com o cunhado e com a melhor amiga, era como se ele se fechasse quando James (avô) estava por perto.
— O Harry é diferente, ele não é como a Helena que gosta de falar sobre as façanhas que faz com o que aprendeu no Brasil, ele gosta de guardar para si como se não quisesse ser diferente, ele quer ser normal, mas não consegue. — Falou James.
— Acha que isso é ruim? — Perguntou Lily preocupada.
— Não, nem pra nós e nem para os amigos dele, acho que ele pensou que depois da morte de Voldemort as coisas ficariam mais calmas e ele seguiria em paz, mas as vezes quando uma pessoa é diferente paz é a coisa que tem menos espaço em sua cabeça, acho que ele prefere pegar as preocupações das pessoas para si mesmo, é difícil cuidar de uma família que pode estar ameaçada a qualquer momento e ele sabe disso e pensar que alguma coisa pode acontecer de uma hora pra outra o perturba. — Tentou explicar James da melhor maneira possível.
— A família de qualquer Auror esta ameaçada, isso é um fato. — Falou Lily.
— Você se lembra da memória? Acho que com toda aquela ação que aconteceu, dos dois duelos e tal, acho que as pessoas do mal não estão atrás dos Auror e sim atrás dele e ele sabe muito bem disso, Voldemort que é o bruxo do mal mais poderoso que existe morreu, mas isso não quer dizer que o mal acabou. — Falou James para a esposa.
— Mas eu acho que se ele fosse normal, o que na verdade ele é, coisas assim aconteceriam do mesmo jeito, James apenas o fato de uma pessoa querer o bem do mundo é o motivo para que alguém vá lá e faça alguma coisa com essa pessoa. — Falou Lily.
— E também acho que ele se preocupa bastante com os filhos dele, você ouviu o que o Lúcifer falou? O talento que o Harry tem, os filhos dele também vão ter e acho que isso o preocupa bastante, porque existe uma grande diferença entre você agüentar uma diferença em si mesmo e saber que seus filhos também vão ter que sofrer com isso, acho que ele vai tentar de todas as maneiras fazer com que os filhos dele não sofra tanto quanto ele. — Falou James.
— Você por acaso acha que isso nunca aconteceu com você porque morremos? — Perguntou Lily.
— Talvez todas essas mudanças tivessem a ver com o que meu pai deixou naqueles livros, vou tentar estudar isso. — Falou James para a esposa que assentiu, ela nunca o impedia de fazer alguma coisa que tivesse a ver com seus pais, mesmo que isso fizesse uma grande diferença nele, talvez como alguns talentos diferentes em magia — Mas pensando melhor, o Harry já viveu coisas que eu nunca vivi.
— Como assim? — Perguntou Lily confusa.
— Oras Lily, pelo que sabemos o Harry já concretizou duas profecias, pelo que eu entendi a magia dele se manifestava com uma facilidade incrível quando ele era pequeno e ele quando tinha 14 anos já estava treinando para participar de um duelo enquanto muitos meninos de sua idade faziam brincadeirinhas mudando água de cores, talvez os talento que ele tenha foram feitos para ser espalhado pelo mundo mágico começando por ele, por exemplo, o não foi um feitiço criado por alguém, foi o talento de alguém que depois de uma pessoa ter conseguido todo o mundo mágico começou a aprender, todo talento tem um começo e os que ele consegue devem ter tido um começo por ele. — Explicou James.
— É uma boa teoria. — Falou Lily colocando um ponto final na conversa.
No momento em que todos já tinham terminado seus jantares e apreciados a sobremesa Dumbledore se levantou novamente e fez com que tudo o que tinha na mesa sumisse, todos voltaram a olha-lo esperando que ele dissesse mais alguma coisa, mesmo que fosse um simples boa noite.
— Eu me esqueci de comunicar que conversei com os professores e pretendemos fazer um baile para comemorar as coisas ruins que conseguimos impedir com a ajuda de “ex alunos”. — Falou Dumbledore olhando brevemente para Harry, Rony e Hermione (adultos) — Esse baile esta providenciado para daqui uma semana, sim é algo repentino e daqui a pouco tempo, o baile será para toda a escola e não apenas por alunos acima do terceiro ano, mas é claro que tudo será feito para que todos possam usar, por isso garotos do sétimo ano, nada de bebidas proibidas, não preciso citar nenhuma porque sei que conhecem todas, e é claro que gostaria que os adultos colaborassem e dessem ao menos uma olhada principalmente nos mais novos e nos mais velhos, acho que o pessoal do terceiro ao sexto ano já sabe o que pode e o que não pode e respeitam isso.
— Isso ficou meio confuso, não era para os alunos do sétimo ano saber o que pode e o que não pode? — Perguntou Rony (adulto) em voz alta.
— Existem muitas maneiras de ser rebelde Sr. Weasley, alguns seguem o seu caminho, outros seguem outros caminhos que não serão aprovados na escola, só aviso que alguma confusão que envolver alunos do sétimo ano apenas implicará na formatura de vocês, desejo a vocês uma boa noite. — Falou Dumbledore pondo um fim em um dos seus longos discursos, após suas palavras os adolescentes foram se levantando e saindo do grande salão, os mais novos conversavam entre si felizes por finalmente participarem de um dos bailes da escola.
— E então Harry, com quem vai? — Perguntou Gina (adolescente) rindo pro namorado que fez o mesmo diante de sua pergunta.
— Esse ano bem que poderia ser diferente, ao invés de os meninos convidarem suas parceiras, porque não pode ser as meninas que convidam os parceiros? — Perguntou Harry (adolescente).
— Se fosse assim você estaria em uma grande encrenca. — Falou Gina.
— Então isso significa que você deveria me convidar logo, não acha? — Perguntou Harry (adolescente) abraçando a ruiva por trás, antes de fazer isso ele olhou em volta para ter certeza de que a qualquer momento um Weasley o jogaria no chão e pisaria em sua cara.
— Engraçadinho. — Falou Gina rindo.
— Pois é né, primeiro baile como namorados. — Falou Lily (avó) aparecendo ao lado dos dois de mãos dadas com o marido, Harry ao ver sua mãe ao seu lado tratou de deixar o abraço que dava em Gina para ficar com ela apenas de mãos dadas, viu que a ruiva que segurava sua mão ficara com vergonha.
— Olha que eu danço bastante em Harry, vai ter que agüentar a dançar comigo a noite toda. — Falou Gina rindo ao ver a careta do namorado, sabia que ele não gostava muito de dançar, ainda mais depois de ter que dançar na frente de todos.
— Harry, amanhã vamos até a casa dos seus avós então vamos ficar o dia inteiro longe do castelo, tudo bem? — Perguntou Lily para o filho que assentiu.
— Chegamos. — Falou James parando na frente da parede que logo apareceria a porta, ele e a esposa ficaram observando Harry seguir um pouco inseguro até que a poucos metros de onde eles estavam, Gina parou o namorado.
— Vai dar um abraço na sua mãe. — Falou Gina sussurrando para o namorado, ela percebeu que ele não sabia o que fazer, estava meio perdido em ter os pais de volta, instantes depois que ela falou aquilo para o namorado ele voltou até onde os pais estavam e sem que a mãe percebesse a abraçou, Gina percebeu a surpresa da ruiva, mas pode ver o pequeno sorriso estampado em seu rosto, antes de se afastar por completo Harry deu um leve beijo no rosto da mãe.
— Boa noite. — Falou Harry por fim dando as costas ao casal mais velho que esperou que eles virassem o corredor, mesmo com algumas pessoas passando por ali Lily pode observar seu filho se afastar para ir dormir, começou a pensar que se ela não tivesse morrido, ele quando pequeno iria dormir com ela e com o marido, ela não pode deixar de rir imaginando que um dia seu marido reclamaria por um chute da criança.
Já no salão comunal da grifinória o pessoal do futuro e presente conversavam sobre que roupa usar no tal baile, as meninas conversavam principalmente sobre os vestidos, algumas diziam usar vestidos longos, outras diziam usar algo um pouco mais curto.
— E você Al, vai usar o que? — Perguntou Elliz para o namorado.
— Não estou com a menor vontade de usar trajes a rigor bruxos, são muitos exagerados. — Falou Al fazendo uma leve careta, a verdade era que nenhum dos meninos do futuro gostavam de usar aquelas roupas, quando iam a festas formais com os pais, suas mães deixavam que eles usassem ternos e smoking.
— Nós não vamos usar trajes a rigor. — Falou Felipe por si mesmo e também pelo irmão, Helena nunca pegou no pé deles por ser diferente, na verdade ela sempre incentivava que eles tivessem estilos e vontades próprias, só porque muitas pessoas iam com a mesma roupa não queria dizer que eles precisassem ser assim.
— Vai usar o que então? — Perguntou Cath.
— Como eu sou uma pessoa muito misteriosa, vou deixar você me ver apenas no baile. — Falou Felipe rindo.
— O mesmo vale para mim então, só vai ver meu vestido lá. — Falou Cath para o namorado que fez bico antes de sorrir mais uma vez.
— Mas eu ao menos consigo agüentar até lá, mas e você? — Perguntou Felipe para a loira, já até sabia a resposta mesmo que ela não tivesse feito isso — Vamos ir dormir? Amanhã tem que acordar cedo.
— Vamos. — Falou Cath se levantando com o namorado, os outros voltaram a conversar enquanto os dois subiam para o quarto da namorada, como sempre ele a levaria lá.
— Sabe que eu não consigo te ver como uma menininha de 15 anos? — Perguntou Felipe enquanto subia as escadas abraçado a namorada, ele estava pronto para imprensá-la na parede ao lado da porta quando ela segurou sua mão e a levou para dentro do quarto, fechando a porta atrás de si.
— Vou considerar isso um elogio. — Falou Cath se sentando na cama com ele ao seu lado.
— Quer que eu coloque você pra dormir? — Perguntou Felipe.
— Não, só quero um pouquinho de privacidade. — Falou Cath puxando o rosto do namorado para perto do seu e logo iniciando um beijo, aquela iniciativa da loira deixou Felipe surpreso, mas mesmo assim ele continuou o beijo, era agradável senti-la fazer carinho em seu pescoço e rosto, um simples e delicado carinho — Eu te amo. — Sussurrou Cath quando o beijo teve fim e Felipe começou a descer beijos por todo seu pescoço, ela não se agüentou e embrenhou suas mãos nos cabelos dele e o puxou fazendo com que ele parasse com os beijos e a olhasse nos olhos.
— Eu também te amo minha menina mulher. — Falou Felipe pensando em como poderia ser tão bom ter os cabelos puxados pela pessoa que amava, mas ele sabia no que aquilo daria e sabia que tinha que parar, mas antes que pudesse ela sentou-se em suas coxas e logo depois o empurrou na cama, fazendo com que ele se deitasse e ela ficasse curvada sobre si — Ainda não Cath.
— Eu sei, só me deixa te sentir. — Falou Cath de olhos fechados enquanto tinha a testa encostada na do namorado que estava de olhos abertos expressando sua confusão, mas logo entendeu e suspirou ao sentir as mãos dela adentrar em sua camisa e os dedos tatearem todos os cantos de seu peito — Dizem que é uma ótima sensação poder sentir o calor de um homem.
— Calor de que canto do corpo? — Perguntou Felipe quase entrando em desespero, a loira se mexia por cima de seu corpo e a parte principal do corpo da morena estava quase que sobre seu membro que logo ganharia vida, ele pode escutá-la rir diante de sua pergunta.
— Engraçadinho. — Falou Cath sorrindo e subindo a camisa dele até acima do peito, ela como sempre sendo observada por ele foi descendo o rosto para o peito dele e começou a distribuir beijos por ali, beijou toda a região do peito e foi descendo vagarosamente, quando estava próximo ao cós da calça ele a puxou para cima e depois a jogou deitada na cama e se sentou, colocando um fim em suas caricias, ela não pode deixar de rir — É tão ruim assim?
— O que? — Perguntou Felipe.
— Se sentir excitado. — Respondeu Cath.
— O problema não é me sentir excitado e sim o fato de que não vai acontecer, é melhor garantir que eu não fique animado do que começarmos algo sendo que não iremos terminar. — Explicou Felipe.
— Eu ainda não entendo. — Falou Cath.
— Você não se importa em estarmos falando sobre isso? — Perguntou Felipe, ela falava com tanta liberdade, como se estivesse tirando suas duvidas com a mãe, ou melhor amiga.
— Na verdade não, você é mais velho e eu gostaria de poder entender isso, eu já tive amigas mais velhas e elas falavam de uma forma que me faz querer entender poder sentir. — Falou Cath ficando de joelhos na cama e colocando as mãos nos ombros do loiro que logo entrelaçou suas mãos com as dela para que assim ela não o deitasse novamente.
— Sentir o que? — Perguntou Felipe mais uma vez confuso.
— Acho que algumas meninas da minha idade podem ter nojo, mas eu não. — Falou Cath soltando uma de suas mãos e a levando em direção mais baixa, Felipe voltou a segurar sua mão ao entender do que ela estava falando.
— Já entendi. — Falou Felipe.
— Mas então, você ainda não me respondeu. — Falou Cath.
— O que? — Perguntou Felipe mais uma vez.
— Se é ruim se sentir excitado. — Falou Cath o olhando nos olhos, ele identificou a curiosidade em seu olhar, era normal que ela tivesse suas duvidas e que tinha curiosidade em sentir coisas que outras pessoas falavam sentir.
Ela quase gritou quando foi deitada forçadamente com um empurrão e ele colocou um dos joelhos entre suas pernas fazendo pressão em sua intimidade.
— Senti algo duro? É a mesma coisa que me ter entre suas pernas quando estou excitado, mas outra coisa pode ficar duros também, só que no seu corpo. — Falou Felipe sussurrando enquanto colocava suas mãos por baixo da blusa dela e subia até os seios, posicionou cada uma das palmas das mãos por cima do sutiã que ele nem mesmo sabia ser a cor e em sincronia ele pôs mais pressão entre as pernas dela e apertou os seios com força a fazendo gemer — O que sentiu? — Perguntou Felipe se afastando por completo.
— Frustração. — Respondeu Cath bufando enquanto se sentava.
— Não, não estou perguntando o que você sentiu quando eu me afastei. — Falou Felipe rindo da namorada, ela parecia decepcionada.
— Me senti quente e uma vontade de querer algo mais. — Respondeu Cath o olhando nos olhos.
— Ficou quente onde? — Perguntou Felipe, mas ela não respondeu com palavras, ela olhou na direção da própria cintura, ou melhor, um pouco mais abaixo — Mais alguma coisa?
— Era como se eu só pudesse sentir onde você estava tocando, como se o resto do meu corpo estivesse dormente. — Respondeu Cath o vendo sorrir.
— Pois é, boa noite Cath. — Falou Felipe se aproximando e a beijando levemente nos lábios, ela ficou o observando sair do quarto e ao se ver sozinha começou a pensar em como pode deixar ele fazer aquilo, sendo que a segundos atrás apenas queria que ele continuasse, era como se sua sanidade voltasse quando ele estivesse longe, com um longo suspiro ela se jogou na cama e ficou sorrindo, não foi tão ruim, em meio aos seus pensamentos olhou para a cama de Lysa e estranhou que ela estivesse vazia, era para a amiga estar dormindo, mas os Potter tinham dito que ela estava mesmo, tinha alguma coisa ali e ao lembrar que Harry e Gina tinham mentido soube que ela não estava em perigo, entrando na mentira de Harry, Cath pegou a varinha e com um aceno fechou as cortinas, assim ninguém mais perceberia que ela não esteve ali.
Espero os comentários de vocês!