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19. Grifinória contra Lufa-Lufa


Fic: Harry Potter e a revolta dos duendes


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os alunos rapidamente se levantam na intenção de proteger Harry, exceto os da Sonserina que permanecem imóveis apenas observando. Hagrid que estava sorrindo maldosamente para Griponk, desvia a atenção olhando feio para bruxo e a professa McGonagall dá um sorriso cético em resposta.


 


- Receio que não Sr...? Diz ela com um certo ar de desprezo quanto ao pedido do bruxo.


 


- Gildomar Burkonovick, Chefe supremo da Confederação Internacional de bruxos. Escolhido numa votação realizada com todos os ministros da magia do mundo. Fala o bruxo com ar imponente.


 


- Entendi, diz Minerva, - mesmo assim receio que vossa... Ela para novamente como se buscasse a palavra correta para a ocasião, - vossa excelência (diz a palavra com uma risada contida no canto da boca) não poderá fazer isso, visto que não recebi nenhuma ordem direta do Ministro da Magia da Inglaterra.


 


Ao dizer isso os capangas que se encontravam atrás de Burkonovick dão um passo a frente ameaçadoramente, em resposta os professores de Hogwarts se aproximam da diretora, o bruxo parecia que iria falar algo quando a porta do castelo novamente se abre e o grupo do E.D. aparece surpreendendo a todos. Neville, Jorge, Angelina, Ana Abott, Dino Thomaz, Simas, Cho Chang, Rony. Todos empunhando uma varinha e olhando para Harry como se esperasse uma ordem. Burkonovick se assusta com a chegada dos jovens e olha ameaçadoramente para MaGonagall.


 


- O que significa isso diretora? Diz ele.


 


A diretora não esperava a chegada dos membros da E.D. e fica em silêncio por alguns segundos tentando entender a situação, quando Harry se levanta e caminha na direção da porta de entrada, todos olham espantados para ele. Hermione, Gina e Luna, seguem-no até ficarem na frente dos membros da E.D. McGonagall olha para Harry e sinaliza entendendo a situação.


 


- Esse grupo, diz a diretora, - defendeu Potter do ataque efetuado em conjunto pelos duendes e bruxos, se não fosse por eles três de meus alunos estariam mortos e vários desses bruxos e duendes estão presos dentro do Ministério para interrogatório.


 


- Mentira! Grita o professor Griponk, mas é forçado a se sentar por Hagrid que o empurra para a cadeira sinalizando silêncio para o duende.


 


Burkonovick oberva a situação surpreso e olha para os outros bruxos que o seguiam sinalizando para que ficassem quietos, afinal estavam em minoria dentro dos domínios do castelo.


 


- Mas porque esse grupo segue Harry Potter para todos os lados que ele vai? Pergunta Burkonovick sinicamente. Será que ele está se achando tão famoso que precisa de capangas?


 


- Sr. Burkonovick, começa a diretora não dando atenção as palavras do bruxo. - Não sei qual a sua intenção em vir a minha escola interrogar meus alunos vítimas de um atentado e ainda por cima, sem a permissão do Ministro da magia, e sem mencionar que o senhor não tem nenhuma autoridade para investigar os ocorridos dentro da Inglaterra nem de qualquer outro país e muito menos aqui em Hogwarts. Como já lhe disse, não darei a permissão, portanto peço que o senhor e seus capangas se retirem de minha escola, já que está atrapalhando a normalidade de nossas atividades.


 


Ao ouvir isso, o bruxo ficar vermelho e amarra a cara para McGonagall, olha para os lados como se procurasse uma resposta e observa os professores e o grupo da E.D. olhando atentamente, todos com a varinha em punho, embora com as mãos apontadas para o piso. Ele faz um breve aceno com a cabeça e dá meia volta levando com ele sua equipe esbarrando em Harry e nos demais membros da E.D. A diretora se aproxima de Harry e de seu grupo acompanhada com os demais professores, Burkonovick para e vira-se para Harry.


 


- Afinal, o que é esse grupo de capangas? Pergunta.


 


Harry pensa na resposta e constata dizer que era o Exército de Dumbledore não tinha sentido, já que o ex-diretor estava morto e esse nome não causaria o impacto devido por não ser conhecido. Então teve uma ideia que faz seu rosto brilhar, ao formar o que ia dizer ele levanta a cabeça e olha firme para o bruxo.


 


- Este é o grupo que lutou contra Voldemort há dezoito anos e ainda este ano ajudou a derrotá-lo e seus Comensais da Morte. O grupo que se levantará todas as vezes que a arte das trevas tentar dominar o mundo, essa é a Ordem da Fênix, conclui Harry decididamente.


 


Burkonovick toma um susto ao ouvir a frase, procura palavras e simplesmente vira-se deixando todos para trás.


 


- Como assim Ordem da Fênix? Pergunta Hermione.


 


- Me veio na mente, diz Harry. – Queria causar um impacto maio, diz com um sorriso no rosto.


 


- E conseguiu, diz Rony que sorria, junto com Neville e os demais membros, a diretora e os professores se aproximam do grupo e os alunos meio que comemoram a situação.


 


Após isso, houve certa normalidade na escola, as lições de casa voltaram se tornar cada vez mais intensas, afinal os N.I.E.M.S. se aproximavam e Harry tinha que terminar o ano com boas notas se quisesse galgar a carreira de auror. O fato da Ordem da Fênix ter retornado agitou ainda mais o grupo, novos alunos tentaram ingressar, porém Hermione achava melhor não absorver membros muito jovens, os da Sonserina estavam cada vez mais ariscos contra Harry, principalmente depois que derrotaram a Corvinal no quadribol, pois passaram a torcer abertamente para a Lufa-Lufa que também vencera Corvinal e se caso vencessem a Grifinória decidiria contra a Sonserina no último jogo. Embora com todos os problemas, Harry passara a treinar arduamente com a equipe e nas vésperas do jogo, no dia do jogo estavam todos reunidos no salão principal. A equipe da Grifinória tomara o café da manhã reunida, todos com suas vestes vermelhas do time e conversavam animados, afinal, era disparada a melhor equipe da escola e se tudo ocorresse dentro do normal deveriam vencer bem a Lufa-Lufa, embora Harry sempre insistisse que deveriam respeitar o adversário.


 


A hora do jogo chegou e as equipes entram no campo que estava lotado, de um lado uma massa vestida de vermelho que contrastava com a massa amarela que ficava do outro. Fazia um frio intenso, camadas de neve cobria o verde do campo, além disso, chovia bastante o que dificultava a visão, Harry como já tinha experiência com essas condições de tempo, tratou de enfeitiçar os óculos para que este repelisse a chuva e assim melhorar um pouco a visão, Olívio Wood chama os dois capitães, e Harry e capitão da Lufa-Lufa, Mike Bonson que estava também no último ano apertam as mãos até de uma forma cordial.


Luna se sentara na cadeira e começa a narrar o jogo:


 


- Está um dia muito bonito, tudo muito branquinho e as equipes já montam em suas vassouras, precisam ter cuidado com a temperatura baixa para não pegaram a virose dos isuanites, a propósito...


 


- Luna! O jogo! Grita a diretora Minerva que desta vez se sentara bem atrás de Luna, provavelmente para evitar que ela se desviasse do assunto principal como da outra vez.


 


Olívio Wood lança a goles para o alto e Gina logo consegue tomar posse dela, a equipe da grifinória realmente era bem superior e trocava passes com certa facilidade, embora as condições de visibilidade não ajudavam em nada, Harry por sua vez, tomara voo sobre os artilheiros, e sempre tinha que se desviar dos balaços que eram lançados pelos batedores da lufa-lufa. Parecia que era a estratégia tomada por eles, dificultar a vida de Harry lançando balaços o tempo todo, e era uma tática que estava funcionando, Harry passara o tempo todo se desviando de balaços, praticamente não prestara atenção onde estava o pomo, até que irritado olha para Coote e grita: - Vocês estão deixando o balaço apenas para eles! Não estão vendo que estão me marcando. Cotte grita para Peakes avisando-o para dar mais atenção aos batedores da lufa-lufa. A estratégia dava certo em relação a Harry, mesmo com Cotte e Peakes dando mais atenção os batedores da lufa-lufa pareciam ter ensaiado bastante a jogada e sempre interceptaram o balaço primeiro, em contra partida os artilheiros jogavam livres e como a equipe da grifinória tinha uma qualidade muito superior o placar começava a ficar elástico, com apenas vinte minutos de jogo a equipe da grifinória já vencia a partida por setenta a dez quando Gina consegue fintar dois artilheiros e arremessar no canto esquerdo do goleiro da lufa-lufa.


 


- Oitenta a dez grita Luna animada, voltando a se distrair com aspectos climáticos, Luna insistia em falar sobre a tal virose dos isuanites, embora fosse sempre chamada à atenção aos berros pela diretora.


 


A partida seguia bem para grifinória, e Harry começara a torcer para que os artilheiros da sua equipe conseguissem abrir uma diferença maior do que cento e cinquenta pontos, assim não se preocupara mais com o pomo devido a marcação implacável dos batedores da lufa-lufa. Quando ele consegue visualizar algo que faz seu coração gelar, o apanhador adversário parte em disparada na direção contrária, Harry que acabara de se desviar de um balaço parte em disparada na direção dele, a distância era muito grande, Harry forçara a Firebolt para que esta voasse a toda velocidade, o apanhador da lufa-lufa começara a erguer a mão, embora Harry não conseguisse ver o pomo, tinha certeza de que o adversário estava muito próximo de alcançá-lo. Os batedores seguiam atirando balaços na direção de Harry que se desviava e retomava a direção, até Luna voltara a prestar a atenção no jogo dizendo: - Harry está fantástico, ninguém conseguiria desviar-se voando tão rápido, e ele está alcançando, dizia ela.


 


– E outro gol, grita a garota. São cento e cinquenta a dez para a Grifinória e o Harry alcança o Lucas Jimmel da lufa-lufa, quando...


 


Escuta-se um grande ahhhhhh na arquibancada geral com apenas um grito de viva no lado amarelo do estádio. Ao alcançar Jimmel, Harry acabara se distraindo ao avistar o pomo e fora atingido com um balaço no rosto no momento que o apanhador da lufa-lufa apanha o pomo de ouro. Harry caiu da vassoura e despencara do alto quando a diretora grita “Aresto Momentum” fazendo com que ele caísse lentamente no gramado coberto de neve. Todos correm na direção dele preocupados, Harry tenta levantar a cabeça, mas a dor que sentia era muito forte no pescoço e no nariz, a pancada provavelmente teria machucado a coluna e o nariz fora despedaçado, Gina ao ver o acontecido corre imediatamente na direção de Jimmel que descia da vassoura e era saudado pelos outros jogadores da lufa-lufa que embora olhassem preocupados para Harry não deixaram de comemorar a vitória.


 


- Está feliz agora! Grita a garota. – Você poderia ter matado ele!


 


- Não foi nossa intenção, grita um dos batedores que era do sexto ano.


 


- Não foi culpa dele Gina, diz Hermione que fora na direção dela puxando-a. – Temos que observar Harry, eles não fizeram nada de errado, apenas marcaram bem.


 


A diretora desce das arquibancadas e se aproxima de Harry junto com Hagrid.


 


- Temos que levá-lo para enfermaria, diz McGonagall


 


Logo ela aponta a varinha e conjura macas e suspende Harry sobre elas e o leva com ela para dentro do castelo. O time da Grifinória protesta, mas Wood dá a vitória para a lufa-lufa por cento e sessenta a cento e cinquenta.

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