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1. Capitulo Único


Fic: Apenas uma noite... SM - One


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tudo agora parecia tão vazio. Tão sem cor. Todas as cores que ele conhecia associava a ela. Azul, a cor de seus olhos, Amarelo, sua alegria, rosa, seu quase pouco romantismo, branco, sua pureza de alma, verde, sua esperança e roxo, seu jeito diferente de ser. Mas todas essas cores agora, haviam ido embora, ela havia ido embora. Havia sido há dois meses e ele sentia como se houvesse sido ontem. “Apenas uma missão" ela disse, uma missão que ele não queria que ela fosse. Se ele soubesse... Mas não sabia, não tinha como saber. Ele a deixou escapulir, deixou que ela fosse embora e agora doía tanto. Nem mesmo a vida parecia fazer tanto sentido.


Sirius olhou para a cama e sentiu milhares de lembranças bombardeando sua mente. E então, como se fosse possível, ele se sentiu mais triste ainda. Marlene Mckinnon não havia sido apenas mais uma garota em sua vida, ela havia sido a sua garota. Tudo começou em Hogwarts, os dois eram amigos, ficantes, parceiros e qualquer outro tipo de irmandade que poderiam ter. Marlene era da sua turma, da sua casa, da sua vida. Era o tipo de garota que conquistava as pessoas apenas com um sorriso. Com ela não havia meio-termo, ou era ou não era.


Marlene tinha os olhos mais lindos do mundo –na opinião de Sirius –azuis com o mar, era engraçada e levava a vida numa boa. Todos queriam estar perto dela, era tão cativante...Sirius mesmo demorou para perceber o que sentia por ela. A morena com os olhos azuis mais lindos do mundo e uma grande determinação arrancou suspiros dele, logo dele, que um dia jurou jamais se apaixonar por alguém e quebrou essa promessa assim que conseguiu entendê-la.


Todos os dias com Marlene, eram especiais.  Os últimos tempos estavam sendo tristes, mas os dois estavam juntos. Marlene o confortava o deixava mais leve, menos preocupado, fazia com que esquecessem dos problemas. A ultima noite que tiveram juntos foram alguns dias antes do triste acontecimento. Ele havia voltado de uma missão alguns dias antes e ela não sabia ainda que missão iria pegar. Um dia qualquer de setembro.


A porta do quarto de Sirius estava fechado. Ele estava deitado na cama de maneira displicente. Havia acabado de acordar, tivera pesadelos horríveis com ela. Odiava sonhar com essas coisas, a guerra estava o fazendo paranoico. Olhou para o teto e sorriu “Vamos viver mais” havia sido escrito com letras coloridas. Era uma das obras de Marlene, mesmo estando arrasada com a guerra ela tentava fazer as pessoas sorrirem, boa parte de sua família estava sendo ameaçada. O Clã Mckinnon não era mais o mesmo, mas sua força parecia tornar tudo tão mais fácil.


Sirius interrompeu a linha de seus pensamentos quando algo entrou em seu quarto rapidamente e se jogou em cima dele na cama. Nem ao menos teve tempo para sentir-se ameaçado. Assim que ela se jogou ele sentiu o cheiro dela. Era algo parecido com amêndoas e primavera. Ele nunca saberia a que exatamente Marlene cheirava, mas ele amava ficar ao lado dela senti o perfume dela, abraçá-la, era um sentimento tão novo que às vezes quando os amigos perguntavam algo sobre o romance dos dois o maroto apenas dava de ombros, não tinha explicação para todo aquele sentimento que ficou tanto tempo adormecido em seu peito.


-Lene! –ele fingiu censurá-la e ouviu a boa gargalhada da morena.


-Estava com saudades –ela disse saindo de cima dele e se aconchegando em seus braços –Peter me disser hoje que você havia voltado –ela falou sorrindo.


-Eu estava morrendo de saudades de você –o rapaz disse se virando para ela e a puxando para mais perto. Sorriu maliciosamente e Marlene tocou seu rosto, o puxou para mais perto ainda.


-Eu vim te fazer uma surpresa –ela sussurrou e ele segurou sua cintura delicadamente.


-Pode ter certeza que foi a melhor surpresa de todas –ele disse ao beijá-la.


Marlene pousou uma das mãos no pescoço de Sirius e a outra bagunçando os cabelos do maroto. Ele lhe mordeu levemente os lábios e ela não conseguiu reprimir um pequeno gemido. Ele a puxou para cima e a equilibrou em cima dele. Marlene aprofundou o beijou e Sirius deixou-se ser beijado por ela. O beijo deles era nada menos que explosivo, intenso como a personalidade dos dois, uma vez uma velha senhora presenciou um dos beijos do casal e se retirou do local ultrajada. Depois de algum tempo, mordidinhas, beijos suaves e intensos Marlene se separou dele e levantou da cama.


-Ei Lene... –ele a chamou um tanto indignado e ela riu –vem cá Leninha...


-Nem vem Sirius, eu disse que tinha uma surpresa. Levanta daí –ela falou o puxando pelo braço –vamos sair daqui.


-Ei, pra onde vamos ?


-Qual parte do “Eu vim te fazer uma surpresa” que você não entendeu ?


-Está bem –ele resmungou como um menininho que pede algo aos pais, mas não é atendido. Marlene foi até ele sorrindo.


-Você vai gostar muito –Ela disse e ele se animou logo.


Alguns minutos depois eles estavam saindo de casa.Marlene usava um sobretudo vermelho por cima da calça jeans e da blusa clara. Sirius usava um casaco marrom uma calça de cor parecida e uma blusa por baixo. Os dois andavam pelas ruas como apaixonados de mãos dadas, sorrisos maiores que os sonhos e uma satisfação enorme. Sirius já havia perguntado uma porção de vezes a Marlene onde eles estavam indo, mas ela não disse.


Ela parou assim que chegaram no Parque de São Bernardi. São Bernardi era um parque trouxa que Marlene amava, Sirius sorriu ao ver onde haviam chegado.  Se sentia bem por estar ali, de um certo modo aquele lugar o ajudou a estar com ela, mais perto dela. Quando Dorcas morreu foi ali que ela se enfiou. Marlene e Lily eram as melhores amigas de Dorcas, havia sido tão perturbador para Marlene, ela estava em uma missão quando recebeu a noticia, depois daquela noite ela e Sirius ficaram mais juntos ainda. O namoro se tornou algo mais profundo, até mesmo para o entendimento dos dois.


-Aqui! –ela disse apontando para um arvore qualquer e fazendo com que mais uma vez naquele dia Sirius saísse de seus pensamentos.


-Minha surpresa é uma arvore ?


-Não! É o que tem dentro dela –ela disse e Sirius riu, Marlene então pronunciou algum feitiço desconhecido para o maroto e a arvore se abriu.


De lá de dentro Marlene tirou um pequeno frasquinho. E o deu a Sirius, a arvore se fechou outra vez e ele olhou em volta, por um momento achou que todos haviam visto aquilo, mas só os dois haviam visto . Marlene ficou esperando que ele abrisse e ele o fez. Sirius aspirou o cheiro que tinha no pequeno frasco e fechou os olhos, quando abriu encontrou os olhos de Marlene o olhando como se esperassem uma resposta. Ele foi até ela e a abraçou, foi mais que uma abraço. Sirius ergueu Marlene no ar, mesmo com os protestos dela para colocá-la no chão.


-É o melhor perfume do mundo –ela disse –ele se torna o cheiro do que você mais gosta no mundo, o que você sentiu ? –ela perguntou, mas ele não respondeu. Havia sentido o cheiro dela, aquele cheiro que ele nunca sabia distinguir.


-Não sei identificar –ele disse rapidamente e ela sorriu –e você ? Qual cheiro sente ? –Marlene não disse apenas o beijou, Sirius cedeu seus lábios a ela prontamente. Ele a abraçou e mais uma vez a tirou do chão, Marlene passou os braços pelo pescoço dele, tamanha empolgação dos dois que Sirius deu alguns passos para trás e os dois caíram.



Você me acha bonita mesmo sem nenhuma maquiagem,


Você me acha engraçada quando conto uma piada errada,


Eu sei que você me entende então eu deixo as paredes caírem, caírem


Sirius olhou nos olhos dela por algum tempo e então os dois caíram na risada. Marlene saiu de cima dele, vendo que os dois estavam chamando atenção no parque e então deitou na grama.  Ela amava aquilo, amava Sirius, amava estar com ele. Sirius foi o único garoto em quem confiou, ela sabia que muitos garotos haviam ficado com ela apenas pela beleza, mas ele ria da maioria das piadas idiotas dela, dizia que ela era linda logo quando acordava e sempre foi tão sincero com tudo.


-O que está pensando Mckinnon ? –ele sussurrou no ouvido dela a fazendo arrepiar.


-Em tudo –ela disse olhando para o céu. Os dois estavam deitados na grama do parque olhando para as nuvens, debaixo da sombra daquela arvore tudo parecia tão fácil...


Antes de você me conhecer eu estava bem mas


As coisas estavam pesadas, você me trouxe à vida,


Agora, em cada fevereiro, você sempre será o meu namorado, namorado


Sirius olhou para Marlene como se quisesse ler sua mente e então depois colocou as mãos atrás da cabeça e fechou os olhos. Marlene se aconchegou nele, passou um dos braços pela cintura dele e colocou a cabeça em seu peitoral. Algumas pessoas passavam e os olhavam, um rapaz sentiu uma imensa vontade de tirar foto do casal, ele achou tão bonito...Mas os dois não notaram isso, estavam imersos em seus pensamentos.


 


***


Coincidentemente, ou não, os dois pensavam na mesma coisa : O dia em que se conheceram Marlene era uma pequena menina de cabelos negros, olhos azuis e uma grande carisma. Havia conhecido uma loira animada , Dorcas Meadowes, e uma doce ruiva. As três pareciam amigas de berço, até para a mesma casa foram. Foi no salão comunal que ele a viu pela primeira vez, foi ali que ele a notou. A garota estava cercada de pessoas, ao seu lado a ruiva e loira também se divertiam com os novos colegas de turma.


Lily ainda estava se acostumando aquilo tudo e já achava incrível. Marlene e Dorcas eram de famílias bruxas e sabiam muito sobre o mundo bruxo. Entre conversas e risos muitos foram subindo. Até que só sobraram eles dois. Ele havia se despedido dos amigos porque queria ficar mais um tempo ali, sabia que logo no dia seguinte receberia um berrador mais que ameaçador e queria se preparar psicologicamente para tudo isso. Foi quando notou que a garota o olhava.


Vamos fazer de tudo esta noite


Sem remorsos, apenas amor


Nós podemos dançar, até morrer


Você e eu, seremos jovens para sempre


-Sirius Black –ele falou de longe e ela riu –não que você tenha perguntado, mas...


-Eu sei quem é você –ela disse sorrindo –filho mais velho dos Black, eu o vi no beco diagonal, minha mãe me mostrou –ela disse e ele deu de ombros.


-Estou em desvantagem...Não sei quem é você, não sou tão observador assim –ele disse e ela se levantou. Foi até ele e estendeu a mão.


-Marlene Mckinnon –ela falou e ele riu.


-Eu sei quem é você! Irmã do Touchen –Touchen Mckinnon era um ótimo jogador de quadridol da época.Todos os garotos se espelhavam nele e queria saber mais sobre o rapaz que estava dominando no quadribol –te vi no jornal com ele. Parecia mais baixinha –ele disse Marlene revirou os olhos.


-Está ficando tarde Black, eu vou subir, até depois –ela disse, mas então ele segurou sua mão delicadamente.


-Fica ? É que eu estou tentando em preparar para os berradores que receberei amanhã –ele disse e ela riu. E aquele dia foi o começo, não só de uma grande amizade, mas também de um grande amor.


***


Você me faz sentir como se eu estivesse vivendo um sonho de adolescente


O jeito que você me excita


Eu não consigo dormir vamos correr e


Nunca olharemos para trás, jamais olharemos para trás


 -Aquela ali me lembra você – Marlene abriu os olhos e sorriu ao notar que estavam no parque, Sirius estava olhando para o céu. Apontando para uma nuvem que mais parecia uma borboleta.


-Não lembra não –ela disse rindo –é uma borboleta Sirius...


-Mas eu lembro de você quando vejo borboletas! –ele disse como se fosse o argumento mais concreta do muito.


 -Por quê ? –questionou uma Marlene muito curiosa.


-Você é tão leve que às vezes eu sinto que você pode voar. Você é colorida, mesmo quando está usando cores neutras. Você é apaixonante e intensa, ama flores e acha que o céu não é o limite. Você é tão solta, tão viva que eu sinto que estar com você é uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida. Você é a melhor coisa que eu posso dizer que foi minha...


-Não! –Marlene falou e então sorriu –eu sou sua. E vou continuar sendo, sempre, sempre e sempre. –ela sorriu.


Ela não disse o tão clássico “eu te amo”, entre eles era quase impossível ouvir isso. Marlene havia dito apenas uma vez a ele, Sirius havia ido para a ala hospitalar e estava desacordado há uns dias, ela havia chorado tanto que a primeira coisa que falou quando ele acordou foi isso. Nunca mais repetiu isso a ele, mesmo sabendo de toda sua alma que o amava, Sirius só havia dito “eu te amo” aos marotos, seus amigos, seus irmãos.


Meu coração para quando você olha para mim,


Apenas um toque agora, baby, eu acredito


Isto é real, então, dê uma chance e


Nunca olhe para trás, jamais olhe para trás


 


Marlene se levantou e Sirius a imitou. Os dois começaram a andar, apenas andando, Sirius a trouxe para mais perto enquanto andavam, sentiu um solavanco forte em seu coração.Sempre se sentia assim quando Marlene estava por perto, no começo James o zoava tanto por isso, mas com o tempo, por algum motivos que o próprio Sirius desconhecia, ele parou de perturbá-lo. 


Não pense que essa historia é apenas sobre sentimentos não ditos, momentos de silencio e um casal apaixonado, pois não é, é sobre algo mais profundo. Dizem que a amizade e o amor andam de mãos dadas, dizem que quando se é amigo da pessoa que ama você é mais feliz. Sirius e Marlene se sentiam assim. Não precisavam de tantas palavras, precisavam apenas das mãos entrelaçadas, sorrisos bobos e amor que os unia, que era tão bom ou maior que a própria amizade.


***


Nós dirigimos para Cali e ficamos bêbados na praia


Fomos para um motel e construímos um forte com os lençóis.


Eu finalmente encontrei você minha peça que faltava no quebra-cabeça


Eu estou completa


Depois do parque eles haviam ido para a casa de Marlene. O lugar era pequeno e aconchegante. Janelas grandes, com cortinas claras. Por todo aquele lugar ele sentia o cheiro dela. Só haviam dois lugares que ele se sentia realmente em casa, o primeiro deles era a casa dos seus pais de coração, Os Potter. E o segundo era a casa de Marlene. Ela não morava mais com os pais, achava uma forma de segurança para eles, por ser auror , tinha medo de que por sua causa algum deles sofresse, era o maior medo dela.


Agora na casa dela Sirius conversava animadamente com Marlene enquanto ela preparava um pouco de chá e fazia alguns biscoitos para os dois. Marlene era ótima cozinheira, Sirius sempre brincava com ela, dizia que quando a guerra acabasse ela seria sua cozinheira pessoal. Marlene , nessa ocasiões, sempre o mandava parar de sonhar com o futuro e se focar no presente. Marlene era tão Marlene, que ele sentia que se apaixonaria por ela um milhão de  vezes se fosse preciso, não havia mulher no mundo como ela.


Alguns minutos depois eles estavam comendo os biscoitos que ela havia feito. Sirius não se cansava dela, aquele sorriso, os olhos, o corpo, o coração, as conversas ... Tudo com ela sempre seria mais que especial. Quanto o chá e os biscoitos acabaram os dois continuaram conversando na sala, alguns beijos aqui, carinhos ali e os dois estavam deitados no sofá.


-Eu quero –ela sussurrou em seu ouvido. Sirius sentiu um arrepio quente percorrer seu corpo.


-Mas Leninha...


- Apenas mais uma noite em nossas vidas, então vamos vivê-la, antes que seja tarde demais.


- Lene... –Sirius quis brincar um pouco com ela, mas viu o olhar de Marlene sobre ele. Não disse mais nada.


Vamos fazer de tudo esta noite


Sem remorsos, apenas amor


Nós podemos dançar, até morrer


Você e eu, seremos jovem para sempre


Sirius a beijou ferozmente. Marlene deixo-se cair em cima dele. Suas mãos agora seguravam o rosto de Sirius de maneira carinhosa. Marlene parou o beijo e começou a desabotoar a própria blusa, o olhar dela e de Sirius estavam conectados, quando ela tirou a blusa e a jogou longe e logo depois abriu o fecho do sutiã e também o jogou longe o maroto a puxou pela nuca roubando mais um beijo. Invadiu sua boca com intensidade, deu algumas mordidinhas nos lábios da morena e passou a outra mão pelas costas dela.


Marlene tateou com as mãos a camisa dele. E mais uma vez parou o beijo para tirar a camisa do moreno pela cabeça. Passou a mãos pelos cabelos negros – e agora totalmente bagunçados –de Sirius. Sirius inverteu as posições e ficou por cima dela. Se abaixou um pouco e beijou o colo de Marlene. Ela estava mais entretida em tentar abrir os botões da calça jeans dele. Quando finalmente conseguiu abrir,teve toda ajuda de Sirius para se livrar da calça. Agora só de cueca Box ele distribuía beijos pelo corpo de Marlene. Marlene fechou os olhos quando sentiu Sirius tocar sua pele, era como se o fogo queimasse a sua pele, ele passou a mão pelos seios dela lentamente, acariciando, apertando e às vezes beijando seus mamilos turgidos.


Marlene não aguentou e o puxou para cima, tomou conta de seus lábios com volúpia. Sirius se espremeu no sofá apertado deitando-se em cima dela.Colando seu peitoral nos seios firmes da sua morena. As mãos dela passeavam por seu corpo. Até chegar ao seu membro rígido, Marlene gemeu ao sentir a excitação de Sirius e o moreno gemeu quando as mãos macias de Marlene tocaram seu sexo, de maneira forte e delicada ao mesmo tempo. Ele mal conseguia respirar de tanto prazer, Marlene respirava com dificuldade também, apenas de ouvir os gemidos de Sirius em seu ouvido enquanto ela o masturbava.


Você me faz sentir como se eu estivesse vivendo um sonho de adolescente


O jeito que você me excita


Eu não consigo dormir vamos correr e


Nunca olharmos para trás, jamais olharmos para trás


Quando sentiu que ele ia gozar ela parou, sobre os protestos dele. Sirius pegou Marlene no colo e ela passou as pernas pela cintura dele ele a segurou pela cintura enquanto caminhava com ela em direção ao quarto. Durante o percurso eles foram trocando beijos e palavras carinhosas. Quando chegaram ao quarto dela, ele a depositou carinhosamente na cama. Marlene sorriu e sentiu-se a pessoa mais especial do mundo. A forma com que ele a tratava, era tudo tão perfeito que às vezes ela tinha medo de que acabasse. Medo que ele a esquecesse ou que simplesmente tudo desse errado.


Sirius subiu na cama e Marlene se ajoelhou sobre ela. Os dois começaram a se beijar de maneira carinhosa, ele segurou sua cintura e a puxou para mais perto, ela começou a acariciar as costas dele e sussurrar coisas sem nexo, Sirius fez com que ela se deitasse, Marlene se soltou dele colocou as mãos para cima e fechou os olhos. O moreno desceu um pouco e começou a desabotoar os botões da calça jeans dela. Puxou delicadamente e começou a retirá-la. Marlene amava que ele a tocasse, se sentia tão mais amada. Quando ele a olhava era como se o mundo pudesse acabar, pois ela o teria ao seu lado.


Ele beijou a virilha dela assim que desceu mais um pouco a calça. Foi beijado o corpo dela como se fosse seu bem mais precioso, quando finalmente terminou de tirar a calça foi à vez da calcinha dela. Ele retirou lentamente e Marlene apreciou seu toque, era tão intimo e tão voraz, ele era delicado e forte, era intenso e calmo, extremos opostos, mas que fazia com que ela enlouquecesse, de todas as maneiras.


Meu coração para quando você olha para mim


Apenas um toque agora, baby, eu acredito


Isto é real então, dê uma chance e


Nunca olhe para trás, jamais olhe para trás


Sirius voltou um pouco e acariciou a virilha dela, beijou a pele quente e o sexo pulsante. Marlene gemeu alto quando ele a beijou, suas mãos estavam nos cabelos negros, ela empurrava os quadris para frente numa tentativa de fazer o orgasmo chegar mais rápido, mas ele não veio, Sirius parou assim que percebeu que ela gozaria. Voltou para os lábios de Marlene e a beijou lentamente, a morena retribuiu ao beijo. Sirius se levantou rápido e Marlene o viu despir a cueca. De maneira apressada e quase cômica.


Voltou para a cama e os dois se beijaram. Sirius olhou um pouco antes de penetrá-la. Marlene arfou quando o sentiu dentro de si, ela passou suas mãos pelas costas dele, às vezes o puxando, outras o arranhando. Sirius foi mais forte fazendo Marlene dizer algumas frases sem nexo. Os beijos, os carinhos, os gemidos, tudo parecia ser parte dos dois, o jeito com que Marlene amava inverter as posições com ele,o jeito com que ele fazia amor com ela, tudo eram apenas lembranças dos dois.


Eu vou fazer seu coração correr pelo jeans colado em minha pele,


Serei o seu sonho adolescente esta noite


Deixarei você colocar suas mãos em mim no jeans colado na pele,


Serei o seu sonho adolescente esta noite


Os dois chegaram ao clímax juntos. Sirius continuou por algum tempo ainda dentro dela. Quando saiu Marlene sentiu-se incompleta. Alguns minutos depois os dois tomaram um banho juntos, a base de beijos e carinhos. Marlene riu de alguma piada de Sirius e os dois voltaram para a cama. Marlene deitou sobre seu peito e os dois caíram no sono. Aquela noite Sirius sonhou coisas horríveis. Desesperado ele estava totalmente destruído, acordou chorando e Marlene o amparou.


-Me diz o que você sonhou Six? –ela perguntou com um aperto no peito, sentia medo da guerra, medo daquilo tudo era tão triste perder vidas daquela maneira...


-Eu... Foi só um pesadelo Lene –ele disse tentando não pensar no que havia sonhado. Marlene assentiu e então voltou a abraçá-lo. Os dois voltaram a dormir, Sirius dormiu com o cheiro de Marlene e o corpo dela colado ao seu.


Você, me, faz sentir como se eu estivesse vivendo um sonho de adolescente


O jeito que você me excita


Eu, não consigo, dormir, vamos correr e


Jamais olharemos para trás, nunca, olharemos para trás


Marlene olhou para ele dormindo e não conseguiu acordá-lo. Sabia que Sirius ia ficar chateado por ser deixado sozinho, ainda mais quando descobrisse que ela ia para uma missão. Ele havia dito que não a queria mais em missões. Mas ela queria lutar, por todos aqueles que não podiam lutar, pelos amigos dela, pela família dela, por Sirius e por ela. Era uma luta justa, ela pensou enquanto se vestia para voltar ao QJ dos aurores. Olhou para o moreno dormindo em sua cama, e sentiu uma lágrima cair.


-Eu te amo –ela disse anormalmente angustiada. Mesmo com tantas missões ela nunca havia sentido aquilo –eu te amo tanto Sirius –ela disse chegando perto dele, o moreno resmungou algo em seu sonho e Marlene sorriu, lhe deu um selinho e levantou. Precisar ir antes que perdesse a corajem.


Sirius acordou um tempo depois, procurou Marlene por toda a casa, mas não a achou. Ele havia ouvido a voz dela dizendo que o amava duas vezes, tentou dizer que a amava também, mas algo lhe prendeu no sonho, sentiu os lábios dela sobre os seus, mas nada fez também. Acordou angustiado, como se soubesse que algo ruim estava para aconteceu, e soubesse quando não a encontrou em lugar nenhum. Se vestiu rapidamente. Aparatou no QJ dos aurores e procurou por alguém, Remus e James estavam lá.


-James, Remus –ele disse cumprimentando os amigos –Mckinnon! –ele disse e os dois se entreolharam.


-Ela foi para uma missão...


-Como ? –Sirius já previa a resposta, mesmo assim sentiu raiva, não queria que ela fosse naquela missão, era egoísmo de sua parte querê-la só pra si, mas ele queria ser egoísta, não queria que ela tivesse partido.


-Sirius ela...


-Não quero falar com ninguém agora –ele disse quando saiu de perto dos amigos, Remus e James queriam ir atrás dele, mas Sirius não deixou.Precisava ficar sozinho, colocar a cabeça pra pensar.


***


Meu coração para quando você olha para mim,


Apenas um toque agora baby eu acredito


Isto é real então dê uma chance e


Nunca olhe para trás, não olhe para trás


-Sirius abre essa porta –James gritou do outro lado.


Sirius não abriu. Ele estava deitado no chão do seu quarto. Com milhares de fotos ao redor, algumas cartas, ele se sentia arrasado, haviam se passado dois meses ele ainda lembrava daquele dia. A principio ele sentiu raiva de Marlene, ele havia dito a ela que não fosse, mas ela foi. E ele a perdeu. Depois começou sentir raiva de si mesmo, porque não havia a protegido. Pior do que perder ela, havia sido o que o medibruxo havia dito a ele...


***


 


-Sinto muito –ele falou assim que Sirius perguntou como Marlene estava –eles não resistiram.


-Eles ? Eles quem... ?


-A Senhorita Mckinnon estava grávida de 5 semanas... –foi nesse momento que seu choro se tornou mais forte ainda –imagino que vocês não soubessem... –ele disse mais Sirius não prestou mais atenção no que o medico havia falado.


Remus e James chegaram pouco tempo depois e encontraram Sirius em um estado quase mórbido, ele não queria falar nada, o medico os explicou o que havia acontecido e eles se sentiram tão mal pelo amigo. Depois disse Sirius resolveu que não queria mais ficar perto de ninguém, se sentiu tão mal. E trancou-se então em casa, passou muito tempo sem comer, se não houvessem arrombado a porta do seu quarto ele continuaria lá.


***


 


-Sirius! –dessa vez era a voz de Remus do outro lado da porta. Ele levantou-se, sem um pingo de vontade e abriu a porta para os amigos.


-Você está destruído –James falou –Sirius , ela não gostaria que você ficasse assim...


-Mas ela me abandonou –ele disse sem olhar os amigos, ela foi embora e me deixou aqui...Eles me abandonaram!


-Marlene iria querer que você ficasse bem, que lutasse com todas suas forças, para que o mundo ficassem melhor sem esse... –Remus não falou o nome dele – Sirius, pela Lene!


-“Apenas mais uma noite em nossas vidas, então vamos vivê-la, antes que seja tarde demais” ,foi o que ela disse alguns dias antes de tudo acontecer, nossa ultima noite juntos. Se há uma pessoa que nunca esquecerei em toda minha vida com toda certeza do mundo, essa pessoa é Marlene Mckinnon. –Sirius disse isso aos amigos.


-Sirius estamos com você, não vamos trazê-los de volta, isso é impossível, mas estamos aqui, ao seu lado, como irmãos que sempre fomos, vamos lutar sempre ao seu lado sempre! –James disse e ele os olhou com os olhos cheios de lágrimas.


-Sim vocês são meus irmãos –ele falou – essa é uma das piores dores do mundo –ele falou –obrigada por estarem aqui comigo –ele falou e os dois foram em cima de Sirius para um abraço apertado. Não precisaram de mais palavras, apenas o abraço de três grandes amigos, irmãos!


***


Eu vou fazer seu coração correr pelo jeans colado em minha pele,


Serei o seu sonho adolescente esta noite


Deixarei você colocar suas mãos em mim no meu jeans colado na pele,


Serei o seu sonho adolescente esta noite


 


-Eu vim aqui. Dizer que sinto sua falta. Eu sinto tanto sua falta, quando você sorria para mim, o cheiro dos seus cabelos, seu cheiro, sinto falta das nossas conversas, das suas piadas. Do nosso amor, sinto vontade de voltar no tempo apenas para vê-la dormir. Se eu soubesse que seria tudo tão difícil ... Eu não queria que você fosse, sinto tanto que é minha culpa, nós íamos ter um filho...Ou uma filha. Se fosse uma menina seria tão parecida com você, determinada, inteligente, doce, eu ia fazer todos os garotos se afastarem dela apenas com o olhar... Se fosse um menino, seria um maroto, ele e os filhos do Remus e do James fariam uma nova formação dos marotos, porque eu duvido muito que o Peter vá ter algum filho um dia, e eles seriam ainda melhor que a gente. Receberíamos tantas, mas tantas cartas da diretoria de Hogwarts que eu aposto que você ia surtar, Minerva ia dar tantas detenções que ele superaria as minhas...Lene...Eu queria que você estivesse comigo, eu queria não ter que chorar sempre que abro aquela droga de frasquinho e sinto apenas o seu perfume. Queria não ter que mentir para todo mundo dizendo que estou bem quando não estou nada bem, fazem dois meses que você foi embora e levou minha alma junto, eu não sei se terei mais motivos para ser o Sirius Black que eu fui antes, porque esse Sirius antigo só sabia o que aprender com os marotos e com você, os marotos continuam aqui, mas você, você era a melhor parte de mim e eu nunca te esquecerei, nem mesmo quando eu morrer, acho que esse dia sim eu irei para sempre estar com você. Uma vez eu disse “Você é a melhor coisa que eu posso dizer que foi minha...” e eu estava certo. Nunca vou amar ninguém dessa forma, um amor que mexe tudo por dentro, que me faz querer rir, e que faz com que eu fique feliz, eu te amo. Mais do que todas essas convenções bestas e do que tudo nessa vida, eu apenas te amo e sei que nunca mais vou conseguir sentir isso por alguém. Espero que esteja em algum lugar melhor –ele disse fechando os olhos.


Não viu o ser de luz que o olhava de perto. Nem poderia ver, Marlene deixou que as lágrimas rolassem por seu rosto e o beijou. Um beijo que nunca poderia ser medido, de nenhuma maneira. Um beijo de despedida talvez ... Talvez um dia eles se reencontrassem e finalmente ficassem juntos. De uma coisa ela também tinha certeza, ela o amava, para sempre, nunca deixaria de amá-lo. Nem mesmo agora, que não estava mais viva ainda sentia aquele amor forte, que não era apenas uma paixão, algo de pele, era uma grande amizade e um grande – e infinito, ouso dizer – amor.


 


 


 


 


 


 N/a: Espero que gostem,quando eu ouvi a musica lembrei dos dois imediatamente. É a minha primeira - no caso Doce novembro é a primeira que eu escrevi - SM que eu posto, bem é isso , espero realmente que gostem.

Bjoos! 


 


 

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Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 02/04/2013

Obrigada flr *-* Fico feliz que tenha gostado. 
Beijoos! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Nat Moony em 30/03/2013

Cara, muito linda sua fic! Triste, mas muito linda! 
xD
 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 29/11/2012

*--------------------*
Bem fico feliz que tenha gostado flr, obrigada por comentar! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Marlene Mckinnon Black em 25/11/2012

OHH GOD, WHY ?
ESTOU CHORRANDO LITROS E LITROS *BUBU*
DUDE, QUE COISA MAIS PERFEITA, POR MAIS QUE SEJE TRISTE, ESTÁ SIMPLESMENTE PERFEITA
XOXO  

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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