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13. Degrau 6 - Dele


Fic: ESCADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Escada

Autora - Ubiquirk
Tradução - Clau Snape
Beta reader – FerPorcel
Degrau Seis – Dele

31 de Agosto, 08:35 da noite

Eu não estou muito certo do que eu tenho para fazer neste corredor em particular nesta hora do dia. Sua localização não está nem perto da vizinhança dos meus aposentos ou dos estoques de Poções que eu deveria estar catalogando e organizando.

Por favor, devo pelo menos me dar a cortesia da honestidade.

Eu tenho andado por horas, tentando acalmar um excesso de energia alimentada pela raiva.

Eu não estou nada mais calmo do que antes.

Lançando azarações enquanto eu sigo, tenho sucesso em limpar os corredores de fantasmas desagradáveis e quadros de espectadores irritantes.

Então, Nick Quase Sem Cabeça aparece diante de mim.

Grifinório.

Eu preparo uma azaração especialmente torpe, que deve levantar o equivalente de bolhas espectrais de uma espécie dolorosa, mas ele se lança em torno de uma esquina.

Meus passos se apressam, mas sou parado em minha diligência por uma colisão com um corpo menor. Um aroma sutil flutua sobre mim que minha mente pode finalmente identificar:lima doce. É um aroma que eu também reconheço num nível primitivo.

Granger.

Eu coloco minha varinha no bolso apressadamente, de repente ansioso para ter minhas mãos desocupadas. Quando ela tropeça ligeiramente com o impacto, meu instinto inicial é de firmá-la, e eu agarro seus bíceps. Dentro de um segundo, a raiva que eu combati a maior parte do dia me oprime, e meus dedos a apertam mais em reflexo.

Eu quero sacudi-la até que ela deixe aquele pateta, Weasley.

Eu quero fodê-la até ser a única coisa que ela vê, sente, conhece.

Um recuo de dor cruza as feições dela, e eu a empurro para longe em aversão. Mas é uma aversão dirigida a mim, e eu dou as costas para ela numa tentativa de recuperar a compostura.

Que encantador. Machucá-la como se ela fosse alguma fã de Comensal da Morte apaixonada por dor e humilhação. Ela certamente voará dos braços do Weasley para os seus.

Idiota.


A voz dela infringe meu devaneio sombrio. – Como você ousa me assaltar fisicamente?

Minha resposta é tanto automática quanto automaticamente sarcástica. – Se eu me recordo corretamente, a última vez que estive fisicamente com você dificilmente foi um interlúdio que poderia ser considerado como um assalto.

– Eu não quis dizer se… Eu não quis dizer o incidente da escada, seu idiota. Eu quis dizer agora!

– Eu peço desculpas, Profª. Granger. Eu não tinha idéia que meros cinco segundos das minhas mãos numa área totalmente vestida e não sexual da sua pessoa se qualificava como assalto.

– Dói para caramba, seu bastardo!

Meu sarcasmo defensivo me abandona com a confirmação das minhas preocupações. – Então eu verdadeiramente peço desculpas, Profª.Granger.

– Olhe para mim. Diga isso olhando para mim.

Eu luto pelo controle que necessitarei evidenciar e viro com a aparência de falta de pressa, assegurando momentos extras de tal preparação.

Como sempre durante nosso encontro recente, o rosto dela está corado, a respiração rápida. Minha ereção se agita.

Droga, eu quero essa mulher.

Enquanto meu rosto manifesta serenidade, meu desejo apesar de tudo encontra uma maneira de escapar com a fala. – Você quer que eu fale com você, você quer que eu olhe para você, mas não quer que eu lhe toque. Eu acho você dolorosamente hipócrita, Profª. Granger.

– Hipócrita? Como você ousa dizer que pedir para conversar de uma forma civilizada sem maltratar é hipocrisia? Não é nada mais do que o comportamento respeitoso adequado a um colega.

– E isso é tudo o que nós somos, Profª. Granger, colegas? – Eu começo meu avanço sobre ela.

– É claro que isso é tudo o que somos. Você está com a Tonks; eu estou com o Rony. O que mais poderia haver entre nós?

O que, mesmo?

– A Srta.Tonks e eu já não somos mais motivo de preocupação. – Eu pauso; uma expressão das mais interessantes acaba de cruzar o rosto dela, mas eu acho transitório demais para analisar. – Quanto a você e o Weasley, isso permanece por ser visto. Alguém poderia ter dúvidas, do jeito como está, a respeito da quantidade de satisfação que você obtém do seu relacionamento com ele.

– Você quer parar de tocar no assunto da droga da escada! Foi um acidente… um erro.

– Um erro? – Outro passo adiante.

– Sim, um erro. E um que eu não planejo jamais fazer outra vez.

Eu baixo a minha voz em resposta. – Jura?

Ela treme ligeiramente e responde quietamente, toda raiva anterior desaparecendo da voz dela. – Sim, juro.

Curvando na direção dela, eu pauso alguns momentos para partilhar do aroma dela antes de respirar na orelha dela:

– Eu não acredito em você.

O arrepio do corpo dela me diz tudo que eu preciso saber sobre o desejo dela, e eu pressiono contra ela.

Lentamente. Lembre como ela ficou molhada indo lentamente.

Eu permito somente o mais breve dos contatos no meu assalto inicial. Deslizando meus lábios da orelha para a boca dela, eu a provo momentaneamente três vezes. Meu pau pulsa contra o confinamento das minhas calças.

Enquanto eu a afasto, percebo que os olhos dela se fecharam, e uma parte perversa de mim os quer abertos. Eu não quero que haja nenhuma dúvida de que sou eu quem a beija. Uma vez que os olhos dela palpitam abertos, as pupilas dilatadas, eu arqueio para frente, prendendo o olhar dela com o meu. Enquanto nossos lábios se unem outra vez, eu controlo meu desejo desenfreado a fim de continuar beijando-a levemente – um jogo de fricção em pele bem vascularizada.

A ligeira exaltação dela enquanto eu deslizo minha língua sobre ela me faz rir quietamente. Como antes, a receptividade dela é deliciosa. Outro golpe, e a boca dela se abre para mim enquanto a língua começa a dançar com a minha.

Eu sou cuidadoso para manter a pressão provocantemente leve, e o meu controle dura até o momento em que ela agarra minhas vestes e puxa-me firmemente de encontro ao corpo dela. A perna dela levanta, e eu coloco minha mão sob ela para envolvê-la mais firmemente em torno de mim.

Merlin, como eu a quero envolta em torno de mim.

Os pequenos choramingos que escapam dela me impulsionam a uma atividade maior, e eu me encontro gemendo e esfregando-me nela – minha coxa no ponto crucial dela, minha ereção comprimida contra o estômago dela.

A pressão e a fricção contra o meu pau fazem com que eu jogue todo o cuidado pela janela. Eu ataco a boca dela, mordendo o lábio inferior e sugando a dor dele. Ela se junta ao assalto e empurra a língua firmemente sobre a minha. Nós balançamos junto num ritmo crescente que me deixa perto de ter um orgasmo enquanto meus sentidos estão desarmados.

O cheiro dela, o som dela, a sensação dela, o gosto dela...

Minha escalada em espiral é trazida de encontro a uma parada abrupta quando ela arranca os lábios dos meus, e as mãos que me mantinham apenas próximo forçam-me a para longe ao invés disso. Eu levanto uma sobrancelha, mas ela não diz nada – ela simplesmente fica ali, ofegando por entre lábios avermelhados por beijos com olhos arregalados travados nos meus.

Eu suponho que não sou único que está desarmado.

Meus lábios contraem-se num sorriso, e eu me movo para pressioná-los nela uma vez mais.

Outro empurrão, e ela foge corredor abaixo.

Maldição! Qual é a causa de tal reação?

Eu olho fixamente para o ponto onde ela desapareceu por momentos incontáveis, os punhos cerrados de raiva.

Trazendo lentamente minha respiração sob controle, tento abordar o problema racionalmente. Parece que está na hora de uma mudança de táticas. Eu terei que observá-la para determinar precisamente qual será o meu novo método.

Porque uma coisa é certa: eu a terei, sendo um erro ou não.

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