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10. Capítulo X


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— Pelo amor de Deus! — Hermione murmurou, ao acordar, assustada. — Dez e meia!
Sete minutos depois ela descia a escada, amarrando os cabelos em um rabo-de-cavalo, trocada e de banho tomado. Irrompeu na cozinha e encontrou Agnes, Harry e Sarah sentados à mesa, bebericando chá.
Os três assustaram-se com a entrada brusca. Harry e Sarah cumprimentaram e sorriram. Agnes levantou-se e caminhou foi até o fogão. Sarah foi bastante efusiva, o que não era costume.
Sarah Hart, viúva, viera trabalhar em Grangerwinds há vinte anos. Logo depois de seu marido ter-se suicidado com um tiro e ela ficar com três adolescentes para criar. Red Hart trabalhava em Grangerwinds, como uma espécie de faz-tudo e o haras era uma empresa bem menor. Jane tivera pena de Sarah e criara para ela um cargo de secretária e supervisora, embora, na época, Sarah nem soubesse datilografar.
Aos cinqüenta e sete, Sarah ainda não era a melhor digitadora do mundo. Como também não era grande apreciadora de homens. O sorriso brilhante daquela manhã demonstrava que Harry já fizera a sua parte.
A pontada estúpida de ciúme fez Hermione decidir que evitaria Harry durante o dia. Além disso, não seria uma patroa confiável para Grangerwinds, se não pudesse esquecer de que ele a submetera à sua vontade machista.
Ela voltara para a própria cama às três horas. Não era para admirar que houvesse dormido como uma pedra.
Mas e ele? Seria uma máquina ambulante? Não demonstrava o mínimo cansaço.
Sentado, tomava chá e sorria para ela por cima da xícara, totalmente repousado e descontraído. O prato vazio e utilizado a seu lado denunciava que ele já estava acordado há algum tempo. Envergava o mesmo jeans da véspera e um moletom verde no mesmo tom dos olhos.
— Alguém deveria ter-me acordado — ela não se dirigiu a ninguém em particular, ao sentar-se.
— Harry achou que você merecia um descanso — Sarah explicou.
Depois de preparar uma caneca de café instantâneo sem açúcar, Hermione encarou-o.
— Verdade?
Harry ergueu ligeiramente as sobrancelhas e ela foi arrastada de novo à cama dele e aos prazeres dali oriundos.
Para ser sincera, ela nunca experimentara um orgasmo daqueles. Conhecia apenas uma semelhança pálida com o que acontecera.
A diferença residia certamente em fazer amor com o homem amado e experiente. Harry correspondia aos sonhos de Hermione, mesmo que ela os temesse. Ele exigia, mas dava de si. Dominava, sem ser egoísta. Sensual antes de tudo, infinitamente terno e coercitivo de maneira gentil. Fora muito fácil fechar os olhos e fingir que ele a amava. Nenhum homem poderia ser mais carinhoso e nisso consistia sua maior sedução.
Entretanto, não podia esquecer que ele não a amava ou acabaria vítima da própria estupidez. Já seria terrível o bastante submeter-se a ele como uma escrava do amor, durante todas as noites de sua estadia!
— Você teve um fim de semana bastante atribulado — ele comentou, sem deixar de fitá-la. — A viagem a Sydney na sexta, as corridas no sábado e a volta, no domingo. Depois, uma "longa noite" para ajudar à parturiente. Achei que estaria exausta.
Ela não gostava de jogo de palavras nem de interpretações dúbias.
— Tem razão, eu estava mesmo. Mas hoje é segunda-feira, um dia de trabalho normal. Você já perguntou a Sarah tudo o que queria saber? Ela deve ter-lhe informado sobre a situação real.
— Já comentamos a respeito, não é Sarah?
— Ah, sim. Se Harry pretender uma história detalhada de cada cavalo, levará o dia inteiro. Grangerwinds tem mais de sessenta éguas reprodutoras. Além dos três garanhões, dos animais de um ano e dos cavalos que Jane arrendou para as corridas.
— Não se preocupem — Hermione avisou. — Ficarei ocupada o dia inteiro, circulando por aí com Ned. O que não falta aqui é trabalho, não é, Agnes?
Agnes levantou os olhos dos ovos mexidos com torradas que fazia para o café usual de Hermione.
— É verdade. E por falar em Ned, ele esteve aqui agora pouco à sua procura. Eu disse que você iria encontrá-lo depois do café e ele avisou que estaria na cocheira de reprodução.
— Certo. — Hermione tomou um gole do café quente, apreensiva. — Ele disso a que veio?
— Não. Mas não me pareceu muito contente.
— O que ele estará fazendo lá? Quero dizer... o período das chuvas ainda não começou.
— Talvez um vazamento na cobertura — Sarah deu um palpite. — O telhado é bem velho. A maioria deles tem inclusive o do escritório.
— Eu sei disso. Deus permita que possamos fazer alguma coisa a respeito, logo, logo. Harry, se o investidor decidir a nosso favor, quanto tempo acha que teremos de esperar pelo dinheiro?
— Não muito. Ele terá de vender algumas ações e participações acionárias, mas isso não leva mais de alguns minutos.
— Bom, nesse caso, quanto teremos de esperar para que você dê o sinal verde? Mas antes que me responda, sei que ficará satisfeito em ver que Grangerwinds é uma empresa com potencial para lucros futuros. Confirme isso com o que Sarah irá apresentar-lhe. Além do que você poderá ver, por sua conta. Como eu lhe disse antes, cercas em mau estado e vazamentos não querem dizer nada. Em um haras, não é o que tem mais valor. Estou falando da propriedade em si e dos animais. E quanto a isso, não ficamos devendo nada a ninguém.
— Levarei todos os dados em conta. Não precisarei de muito tempo. Depois do relatório de Sarah, gostaria de conversar com seu contador. Talvez você pudesse marcar uma reunião para amanhã. Assim eu passaria o resto da semana "sentindo" o lugar, vendo como as coisas acontecem de um ponto de vista mais pessoal. Em geral, quando se trata de investimento, eu confio bastante em meu instinto e não só em fatos e cifras. Eu diria que no próximo final de semana, eu me darei por satisfeito. De uma maneira ou de outra.
"Sentir o lugar... Ponto de vista mais pessoal?", ela perguntou-se o que estaria nas entrelinhas daquelas frases. A que tipo de satisfação ele se referia? Se ela o recompensasse na cama, ele recomendaria o investimento? Seria isso?
Hermione não esperava um comportamento tão vil de um homem que honrara as dívidas do sócio, mesmo sem ser responsável por elas. Mas tinha de convir que homens não fossem confiáveis em matéria de sexo e ego.
Quanto a ela... Seria um martírio resistir ao apelo de Harry. Logo, podia estar segura de que não perderia o investidor. E isso a deixou com um sabor desagradável na boca. Ah, mas não devia ser isso. E se fosse?
Uma coisa era certa. Ela não brincava em serviço e faria qualquer coisa para salvar Grangerwinds.
Uma batida na porta traseira sacudiu-a dos pensamentos.
Era Ned, bastante preocupado.
Embora tivesse apenas quarenta e quatro anos, a vida ao ar livre sob o sol da Austrália deixara seu rosto vincado.
Hermione alarmou-se. Ned não era homem que se afligisse por bobagens e seu estilo era lacônico, bem adequado no manejo com cavalos difíceis.
— O que é Ned?
— Temos um problema sério com um dos garanhões, patroa.
Ele também tratara Jane de "patroa" e Hermione gostava disso. A maioria a chamava só pelo nome.
— Qual?
— Goldplated.
"Oh, não..."
— Ele não está doente, está?
— Não é isso.
— O que é então?
— É melhor ver pessoalmente.
Ela arrastou a cadeira para trás.
— Eu vou com você — Harry ofereceu-se.
— Está bem.
Não havia como manter em segredo as razões da presença de Harry no haras, embora Ned não precisasse saber da extensão real das dívidas.
— Ned, esse é Harry Potter. Ele é um perito em finanças e veio de Sydney com a finalidade de encontrar um sócio comercial para Grangerwinds. Você sabe que temos tido problemas de caixa ultimamente e terá de acostumar-se a vê-lo por aqui nesta semana. Harry, este é Ned Meggit, capataz do haras.
— Prazer em conhecê-lo, Ned. — Harry estendeu a mão.
— Da mesma forma. — Ned ficou impressionado com o forte sacudir de mãos. — Conhece alguma coisa sobre cavalos?
— Eles dão coices de um lado e mordem com o outro? — Harry brincou.
Ned virou-se para Hermione.
— Ele não parece um camarada sofisticado da cidade, embora tenha a pronúncia de um. O que talvez também...
Depois do comentário enigmático, Ned saiu, seguiu pelo caminho que passava pelas roseiras, em direção ao haras propriamente dito.
Hermione avisou Agnes de que o café teria de esperar e pegou o chapéu castanho de caubói pendurado perto da porta. Harry deixou Hermione passar à frente e seguiu-a, depois de soltar a porta de tela de arame.
— Você parece uma peona com esse chapéu. E muito sexy, por sinal.
Ela parou.
— Harry, vamos combinar uma coisa. Deixe os elogios para dentro de quatro paredes. Eles são ótimos para o ambiente. Torno a repetir que, do lado de fora do quarto, eu sou apenas uma cliente de negócios para você. Desta vez, ficou bem claro?
— Cristalino. — Ele demonstrou não gostar do comentário.
O que não a incomodou. As coisas não poderiam ser sempre como ele queria que fossem.
— Ótimo. — Ela apressou-se atrás de Ned, com Harry nos calcanhares.
Do largo caminho de cascalho até o estábulo de reprodução podiam ver-se, à esquerda, os grandes cercados onde ficavam as éguas e as pastagens, à direita. O dia estava ensolarado, mas ainda não aquecera. As noites no vale eram mais frias de que em Sydney e o ar de inverno demorava a esquentar.
Hermione andava depressa e nem sentia o frio. O que a atormentava era a culpa. Por que falara com ele daquele jeito?
Ela o amava e, embora ele ignorasse o fato, não poderia deixá-lo aproveitar-se disso. Porém Harry não era tolo e sabia que ela não resistia ao menor apelo. Ela gemeu, ao lembrar-se, mais uma vez, do que ocorrera na noite anterior.
Ela entrou correndo no galpão e quase trombou com um estranho ao lado de Ned.
— Oh! — ela se espantou e ambos se entreolharam, analíticos.
Era um homem de estatura média, olhos negros, pele bronzeada e cabelos grisalhos. Aparentava ser bem mais moço de que a idade real e vestia jeans e jaqueta de couro, pretos. Para quem gostava do tipo, era um homem bonito e interessante.
Hermione pensou imediatamente em Tonks. Ela o contrataria de imediato, se ele estivesse à procura de um emprego.
— Quem é você? — ela foi brusca. — Ned, você não sabe que não podemos contratar nenhum homem no momento?
— Senhora, meu nome é Remus — ele falou, com a pronúncia cantada dos irlandeses. — Remus Lupin.
— Hermione Granger. — Ela aceitou a mão estendida.
— Eu sei quem a senhorita é. Não vim à procura de emprego. Vim para vê-la.
— A mim?
— Ele tem algumas notícias que não lhe agradarão — Ned explicou, aborrecido. — Sobre Goldplated.
Hermione espiou Harry, por sobre o ombro. Ele estava encostado no anteparo atrás dela, observando e escutando. Depois se voltou para seu interlocutor.
— Então é melhor falar logo.
— Talvez a senhorita não queira que as novidades se espalhem. — Remus fitou Harry.
— Não se preocupe com Harry. Ele terá de saber, mais cedo ou mais tarde.
— Como queira. Sinto muito pelo que vou dizer, mas todas as éguas supostamente cobertas por Goldplated no seu primeiro período foram inseminadas artificialmente. Ele recusou-se a cobri-las.
Hermione sentiu-se congelar.
— Como é que sabe disso?
— Eu trabalhei lá naquela ocasião. Fui tratador de Gold Fever no ultimo período.
— O irmão de Goldplated?
O homem anuiu.
— Eles usaram o esperma de quem? — ela perguntou, apavorada.
— De Goldplated mesmo. Mas a menos que tenha havido uma mudança radical nele, não cruzará também este ano.
— Oh, Senhor.
— Quando Remus me contou, não pude acreditar — Ned resmungou. — E resolvi fazer uma experiência. Amarrei uma das fêmeas no cio aqui no galpão e trouxe Goldplated. Mal cheirou a fêmea, ele ficou furioso. Nunca vi nada igual. A pobre ficou apavorada e tive de tirá-la daqui. Tenho de confessar que também fiquei com medo. Deixei-o ficar sozinho até ele acalmar-se, para ver se era o local que o irritava.
Então fora por isso que Jane comprara Goldplated por uma pechincha, Hermione refletiu desesperada. O que poderia fazer? O haras até já mandara fotos dos atuais garanhões aos interessados, para garantir-lhes de que eles pagariam pelo que adquirissem.
Harry bateu-lhe nas costas.
— Você pode processar os que lhe venderam o cavalo?
— Talvez. Mas um processo requer dinheiro e tempo. E é sempre arriscado, quando o oponente tem dinheiro. Os donos de Goldplated são bilionários.
— Então por que fariam uma coisa dessas?
— Eles não sabiam — Remus revelou. — Isso foi obra do responsável pela coudelaria.
— O que quer dizer com isso?
— Goldplated chegou à fazenda muito novo, neurastênico por causa da viagem. O camarada não lhe deu tempo para acalmar-se. Eu soube que Goldplated deu-lhe um coice da primeira vez em que tentaram fazê-lo cruzar. Talvez mais pela excitação, de que por outra coisa. O encarregado imbecil ficou irritado e deu-lhe uma chicotada.
— Está brincando!
— Infelizmente, não. Como se fosse possível ensinar os deveres de um haras a um cavalo jovem com um chicote! Não é de se admirar que o pobre animal perca as estribeiras ao chegar perto de uma égua no cio. Deve um ato reflexo, por medo de apanhar de novo. Pode procurar que encontrará duas marcas em sua fronte, bem no alto, embaixo do topete.
Hermione gemeu.
— Eles disseram que as cicatrizes vinham de uma vez em que ele se empinou nas raias de partida.
— Mas não foi isso. A senhora comprou um excelente garanhão jovem, mas que foi maltratado. Pessoalmente, acredito que ele poderá superar isso, o que deve requerer paciência e dedicação.
— Por que é que resolveu contar-me tudo?
— Eu me senti muito mal, quando soube que sua mãe comprara Goldplated. O nome dela é respeitado no meio dos criadores. Não me agradou pensar que ela fora enganada.
— Suponho que não seja mais o treinador de Gold Fever?
— Não. Eu mudo de emprego com regularidade. Ficar sempre no mesmo lugar me aborrece.
— Remus, você é bom mesmo com garanhões?
— Sem falsa modéstia, sou.
— Acha que pode fazer alguma coisa por Goldplated?
— Eu gostaria de tentar — ele admitiu, com um sorriso largo.
Ele era um homem muito bem-apessoado para a idade. Tonks iria adorar conhecê-lo.
— Então está contratado.
— Patroa... — Ned protestou —, você disse que não poderíamos empregar mais ninguém!
Ela pensava em dispor do próprio salário.
— Um a mais não fará muita diferença. — Ela virou-se para Harry. — Por outro lado, se não pudermos contar com a cobertura dele neste período, não teremos trabalho em Grangerwinds por muito tempo, não é?
— Receio que sim. Nem posso imaginar alguém investindo aqui, com uma nuvem negra pairando sobre esse animal.
— Nesse caso — ela ergueu o queixo —, temos de fazê-lo esquecer o trauma. Você acha Remus, que poderá operar um milagre em menos de um mês?
— Não se preocupe srta. Granger. Já tenho um plano em mente.
Por algum motivo desconhecido, Hermione confiou nele e até achou que seus olhos eram bondosos e inteligentes.
— Maravilha. — Ela sorriu. — Por favor, Hermione, apenas. Não usamos de cerimônias por aqui. Ned leve-o até o escritório e peça a Sarah que o registre como temporário. Remus, você pode dormir aqui ou, se quiser, em Queenswood.
— Prefiro ficar aqui.
— Então tenho de desculpar-me pelos alojamentos, Eles estão precisando de uma reforma urgente.
— Bem, também sou perito com o pincel — ele se ofereceu. — De fato, faço um pouco de tudo. Se precisar de mais alguma coisa, não se acanhe em pedir.
— É uma oferta muito generosa, Remus. Não a esquecerei. Mas a prioridade é Goldplated. Poderemos conversar mais tarde sobre o que pretende fazer com ele. Está bem?
— Para mim, está ótimo.
— Ah! Ned, leve Harry com vocês. Ele precisa falar com Sarah.
— E você? — Harry indagou.
— Vou terminar meu desjejum, ligar para o contador e milhões de outras coisas para fazer. Eu o verei no jantar, Harry. Tenha um bom dia.
"Até a noite, doçura", os olhos de Harry pareciam dizer. "Aí veremos quem é o patrão".


----->Décimo capítulo postado =D Esse último pensamento do Harry me soa mais como um "me joga na parede e me chama de lagartixa" sauhsuahsuauhsua... Comentem muuuuuito... Bjaum até o próximo capítulo... XD

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