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5. Revelações


Fic: Amor, tempo e destino: três coisas que podem mudar uma vida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Heero me olhava com um olhar frio e assassino. Sirius entendeu rápido a situação, o que foi uma sorte.


- Estou esperando no final do corredor, srta Engels. Não se esqueça que McGonagall quer vê-la - afastou-se.


- Heero...


- Yue, pra você!


- Ok, Yue. Podemos conversar amanhã?


- Claro – com um tom de deboche – “Seu querido” professor está te esperando.


- Não. É McGonagall que quer me ver.


- Vou fingir que acredito. Amanhã conversaremos, então. Mas prepare-se... – deixou a ameaça no ar.


Sinceramente, não me importava com Yue. Segui pelo longo corredor e logo encontrei Black.


- É ele que é seu namorado, não é? – perguntou-me enquanto andávamos.


- Sinceramente? Não sei. Se ele não acabar, acabo eu!


- Você o ama?


- Não. Amar só amo... – ponderei por um instante.


- Ama?


- Você – sussurrei sorrindo levemente em seguida – E você? Já amou alguém? – minha voz voltou ao normal.


- Só duas pessoas. Você e a Dark.


- Quem é Dark? – fingi-me de interessada. Óbvio que saiba que era ela.


- Uma namorada antiga – ele se fechou.


- O que aconteceu com ela?


Morrer ela não tinha morrido ou não estava aqui, afinal, eu sou ela.


- Chegamos – era óbvio que não queria tocar no assunto.


Minhas pernas começaram a tremer, sabendo o que me esperava. Sirius me abraçou forte, querendo me passar segurança. Meu coração batia mais rápido. Não sei se era por estar nos braços de quem amava ou se era por causa de minha conversa com Minerva.


- Vai dar tudo certo – ele beijou minha testa.


- Você realmente nunca me amou, como disse?


- Eu te amei e ainda te amo – ele sorriu de leve – Conversaremos sobre isso depois.


Entrei com o coração mais leve. Minerva estava de cabeça baixa. Quando entrei, ela levantou o olhar. Aquele olhar severo que só ela possuía, que tinha o poder de controlar seus alunos.


- Srta Engels – engoli em seco, sabendo o que me esperava – Por onde andava?


- Por Hogsmeade – falei o primeiro lugar que me veio a cabeça.


- Hogsmeade? Acha realmente que não revistamos cada centímetro quadrado de Hogwarts e Hogsmeade? – engoli em seco mais uma vez, tentando achar um meio de sair dessa encrenca.


– Por onde andava? – repetiu a pergunta.


Mesmo que dissesse a verdade, ela jamais acreditaria. Que usei um vira-tempo e estava passeando por Hogwarts de 1977? Será que ela acreditaria? Com certeza, não.


- Só porque vocês não me acharam não quer dizer que não estava lá. E como podem saber se fiquei num único lugar todos esses dias? – acho que consegui desarmar a defesa de McGonagall.


Seja como for, ela decidiu acreditar em minha história ou fingir que acreditava nela.


- Sabe a gravidade da situação em que se meteu?


- Claro que sei – tentei esvaziar minha mente ao máximo, para (pelo menos) tentar impedir que Minerva descobrisse a verdade através da legilimência.


- Serei obrigada a expulsá-la se transgredir os limites da escola mais uma vez. E a srta está de detenção.


Esperei que ela terminasse de fechar o meu caixão, mas isso não aconteceu.


- A grifinória não vai perder pontos?


- Quer que perca?


- Não – apressei-me em dizer.


- Então srta Engels, é melhor cuidar com suas atitudes, de agora em diante.


Suspirei aliviada. Sai da sala e encontrei Black a minha espera.


- Como foi?


- Bem... – sorri.


Nossos dedos estavam quase se entrelaçando quando ele parou de repente. Remus havia encostado Sabinna numa parede e a beijava ardentemente.


- SABINNA LESTRANGE BLACK! – bradou Sirius.


Com o susto, eles se soltaram.


- Pai!?


- Sirius!?


- Você tem idade para ser pai dela! – pulou em cima de Lupin.


Tive vontade de lhe dizer poucas e boas. Vi Sabby correr, provavelmente a procura de Dumbledore.


- Expelliarmus! – as varinhas voaram para minha mão – Expelliarmus! – tornei a executá-lo, afastando Black do amigo – Petrificus Totalus! – imobilizei-o.


- Kammy?! Você voltou?


- Não. É o meu fantasma. – eu o fiz rir.


- Obrigado. Só que agora o Sirius vai ficar bravo com você – disse Remus aliviado.


- Com ele, eu me entendo.


Remus se afastou. Dei um toque com a minha varinha, fazendo o moreno voltar ao normal.


- Se você fizer isso mais uma vez, eu juro...


- Jura o quê? Se a Sabinna o ama, deixei-a ser feliz com ele. Ou vai querer a infelicidade de sua filha?


- Claro que não. Mas se a situação fosse inversa, ela ia se meter.


- Você nunca deu ouvidos a ninguém, por que ia começar agora?


- Ás vezes você me lembra a Dark.


- Então espero que ela tenha sido boazinha – ele riu com minha resposta.


- Ela era demais. Alguém como ela nunca vou encontrar – ele mergulhou em seu passado, voltando à realidade logo em seguida – Vamos? – ele pegou na minha mão, fazendo-me sorrir internamente.


Caminhamos de mãos dadas em direção ao salão comunal da grifinória. Ele acariciava meus dedos, ainda com nossas mãos entrelaçadas. Só nos soltamos quando estávamos em frente ao retrato.


- Pastéis de banana – o retrato se abriu.


- Kammy?! – Hermione, Sabinna e Gina correram pra me abraçar.


- Calma! Tá tudo bem.


- Tudo bem? Você sumiu por uma semana! Como pode estar tudo bem? – explodiu Sabinna.


- Estando, oras!


- Afinal, por que você e o papai brigaram?


- Isso é assunto meu e da Kammy – interrompeu Sirius – Mais uma vez, desculpe-me?


- Só se você aceitar o romance da Sabby com o profº Lupin.


Minha amiga se abriu em sorrisos para mim.


- Tá, tá – ele me puxou para seus braços, abraçando-me forte.


Dessa vez, foi Sabinna quem fechou o rosto.


Nossas bocas estavam tão perto. Foram atraídas como se fossem imãs. O contato entre nossos lábios tornou-se inevitável. Sua língua invadiu minha boca. O beijo era profundo e intenso. Ele me pressionava contra seu corpo, fazendo-me sentir sua excitação tão evidente naquele momento. Empurrei-o levemente, separando os corpos.


- Pai?! – a morena demonstrava irritação.


- Se você pode “namorar” o Remus, por que não posso beijar a Kammy?


- Porque ela é minha amiga, além disso, você ama a mamãe.


- Não, não amo a Bellatrix – ele sussurrou tão baixo que se eu não estivesse do seu lado não teria ouvido sua próxima frase – Eu amava a Dark, não a Bella.


Sabia que parte do impulso de beijar-me era para irritar a Sabby, porém não conseguia sentir raiva dele.


- Então por que se envolveu com ela?


- Coisas passadas – era evidente que não queria tocar no assunto – Já está tarde. Vocês terão aula amanhã – ele estava quase rente ao retrato quando se virou – Todos os professores aceitaram seus trabalhos, Kammy, inclusive o Ranhoso, mas só até amanhã.


- Obrigada por avisar. Boa noite, professor Black.


Eu precisava fingir, oras. Embora minha vontade fosse lhe beijar-lhe os lábios.


- Você não está pensando em se envolver com meu pai, ou está? – interrogou Sabinna irritada.


- Claro que não! – respondi com um sorriso.


Eu não estava pensando. Eu já me envolvi, é diferente.


Subimos para o dormitório. As três me perguntando o motivo da briga, mas recusei-me a responder.


Assim que chegamos ao dormitório, Lilá e Parvati correram pra me abraçar, sendo que Patil já estava de saída, provavelmente para encontrar o Simas.


Peguei minha camisola e fui para o banho. Deixei a água escorrer livremente pelo meu corpo. Ao que parecia, consegui unir o James e a Lily. Só faltava terminar com o Yue. Aos poucos, meus pensamentos se voltaram para Black.


Fechei os olhos e fique imaginando como seria se ele estivesse comigo. Provavelmente, faria-me mulher mais uma vez.


Sai do banho depois de uma hora. Apressada constantemente por Sabinna, que não parava de bater na porta.


- Pronto, estressada! – falei assim que abri a porta.


- Não irrita! – Black entrou no banheiro, irritada.


Somente Hermione se encontrava no dormitório.


- Tudo bem, Mione?


- Claro – ele sorriu fracamente, escondendo a verdade.


- É claro que não. Fala a verdade.


- Você sabe que eu gosto do Rony, né? – somente afirmei com a cabeça. – Pois bem, acho que o Rony desistiu de mim. Ele tá estranho, diferente. Não me trata como antes – acrescentou como se respondesse a pergunta que eu pretendia fazer.


- É que você nunca admitiu que gosta dele. Fica difícil ele investir.


- Você sabe como o Rony é. Ele é grosso, insensível...


Sorri ao ouvi-la falar assim. Já vi esse filme antes.


- O que foi? – ela estranhou meu sorriso.


- Falando assim, você parece a Lily.


- Quem?


- Uma amiga minha.


Dizer a verdade não ajudaria. Exigiria muitas explicações. Explicações que eu não estava a fim de dar. Abracei-a fortemente. O que minha amiga mais precisava no momento era um ombro amigo e não sermões. Quando Sabinna saiu do banheiro, ela estranhou ao nos ver assim. Mione apertou ainda mais abraço. Percebi que ela estava chorando. Comecei a fazer cafuné em sua cabeça para acalmá-la. Sabinna aproximou-se e nos abraçou sem dizer nada. Amigas verdadeiras entendem-se sem a necessidade de palavras.


- Não fique assim – ouvi Sabinna dizer.


- Eu amo vocês, sabia? – ouvi Mione dizer num fiapo de voz.


- E nós te amamos – respondi, ainda a abraçando.


Depois de um tempo, Mione se acalmou e começamos a jogar conversa fora.


Segundos, minutos, horas e dias se passaram. Faltavam duas semanas para o Natal. Naquela noite, fui pegar meus pergaminhos de anotações e encontrei alguns a mais.


 


Kammy...


 


Reconheci a letra de James. Meu coração começou a bater descompassadamente.


 


Como você não tem nos visitado muito, resolvemos deixar esta lembrança para você.


Espero que ai esteja tudo bem. Que você não tenha encontrado dificuldades.


Da próxima vez, não demore tanto.


Te amo loirinha, nunca se esqueça.


Se cuida!


 


Meus olhos brilharam de felicidade. Seguida a este, encontrava se um bilhete de cada um dos meus amigos, inclusive Sirius.


 


Amor...


Espero que esteja tudo bem com você. Não agüento mais as saudades. Volta pra mim?


Sei que nunca te disse, mas... Eu te amo!


Nunca me esqueça viu?


Beijos


 


- Ele me ama. Ele me ama... – repeti isso algumas vezes.


A tentação de voltar ao passado era grande. Retirei o vira-tempo do pescoço. Fiquei olhando para ele um longo tempo. Coloquei-o de volta no pescoço e fiz o que não deveria. Usei-o.


Quando tudo parou de girar, percebi que ainda estava no dormitório feminino. Só que em 1977.


Ao meu lado estava Lily. Ela parecia um anjo dormindo. Levantei-me de sua cama e sai em direção ao salão comunal. De lá, encaminhei-me para o dormitório masculino, a fim de encontrar Black.


Abri a porta o mais silenciosamente que consegui. Fui direto para a cama de Sirius. Abri o cortinado e tive a mais bela visão.


Ele estava sem camisa. Seu peitoral, trabalhado pelos longos anos de quadribol, estava à mostra. Deitei ao seu lado e acabei por acordá-lo.


- Sou eu – sussurrei ao ver que ele iria gritar.


- Dark... – ao reconhecer a voz, ele me abraçou fortemente – O que você faz aqui?


- Vim matar as saudades que o meu cachorrinho tava de mim.


- Então você leu o bilhete? – ele subiu em cima de mim, impedindo-me de fugir.


- Por que pergunta se sabe que sim.


- Queria ouvir da sua boca.


Ele não esperou eu responder. Beijou-me ardentemente sem se importar com as conseqüências. O ar a nossa volta foi ficando cada vez mais pesado, chegando ao ponto que não consegui mais me segurar e me entreguei de corpo e alma. Acordei na manhã seguinte envolta nos lençóis.


- Bom dia, meu anjo - virei-me para o lado e o encontrei sorrindo.


- Bom dia bebê.


- Deixe-me adivinhar: Você vai ter que ir?


- Antes eu tomo café com você.


Ele abriu seu mais lindo sorriso e me beijou apaixonadamente. Pegou minhas roupas e começou a me recompor. Fiz o mesmo com ele, só que o provocando. Quase fiz com que ele me possuísse novamente. Nossos amigos já se encontravam no salão principal. Sendo assim, seguimos para lá. Todos ficaram espantados ao me encontrar tão cedo.


- Dark... Quando você apareceu?


- Ontem à noite.


Todos olharam para Sirius. Virei-me para ele e sorri cúmplice. Ele devolveu o sorriso e me deu um selinho. Assim que acabou o café, voltei, correndo para o presente. Teria aula com o Seboso e infelizmente não poderia perder. Cheguei à sala no último minuto.


- Trabalhos... – sussurrou Snape, em seu tom letal.


Esperava claramente que eu não tivesse feito os trabalhos atrasados. Percebi os olhares espantados de meus amigos em cima de mim. Obviamente eles estavam se perguntando como eu conseguira numa única noite, fazer todos os trabalhos pendentes, sendo que Poções era minha pior matéria.


“Tenho que agradecer a Lily” – pensei mentalmente. Quer apostar como eles vão me bombardear de perguntas.


Não deu outra. Assim que Snape deus as costas, um bilhete veio parar em minha mesa.


“Como você conseguiu?” – era a letra de Sabinna.


“Tenho meus métodos.” - escrevi no pergaminho e o repassei.


“Que métodos?” – dessa vez era Mione.


“Agora não importa. O que importa é que consegui fazer.”


Da próxima vez que o bilhete voltou, a letra era de Lilá.


“Responde vai. Ai você pode nos ajudar quando estivermos em apuros.”


Sorri com a resposta. Infelizmente não poderia ajudá-la. Antes que pudesse responder, a voz de Snape soou próxima.


- Hoje aprenderemos a preparar o Veritasserum. Conhecida como poção da Verdade – sua voz não passava de um sussurro, mas não perdemos uma palavra. Todas as suas aulas eram assim desde o primeiro ano – Podem começar.


Retirei da mochila a balança e os ingredientes e comecei a preparar a poção. No final da aula, Snape aproximou-se de meu caldeirão.


- Ora, ora, ora... – começou Snape, a fim de me criticar, porém ele não encontrou o que reclamar, pois minha poção estava no ponto em que deveria ficar.


Ele se afastou irritado, descontando em cima de Neville mais uma vez. Assim que saímos da sala, eles me bombardearam de perguntas.


- Pode se explicar! – estourou Sabinna.


- Não posso!


Não podia contar a verdade, todos iriam me condenar.


- Nós somos suas amigas! – Mione também queria explicações.


- Ok, ok... Minha amiga Lily.


- Lily Potter? – Harry olhou intrigado para mim.


- “Ferrou!” Não, Evans. “Merlim, me ajude! Não faça o Sirius ou o Remus aparecerem!” – estava quase implorando.


- Olá, galerinha. – Remus apareceu.


Enquanto todos o cumprimentavam, eu escapei.


- Ora, ora... – uma voz soou próxima de mim – Se não é a Engels!


- O que quer, Yue? – perguntei ao reconhecer a voz.


- Vou ser curto e direto. Se acabar comigo, eu conto pro colégio inteiro que você está com o Black!


- Isso é chantagem!


- Pode escolher – ele sorriu cínico e afastou em seguida.


Encostei-me à parede e deixe-me escorregar para o chão. Abracei meus joelhos. Tudo estava no escuro ao meu redor. Não via como poderia sair dessa situação, até que ouvi vozes próximas a mim.


- Rony... – era a voz de Lilá.


- Por que queria me encontrar?


Ele e sua incrível sensibilidade.


- Porque não decide quem você quer? Eu ou a Hermione?


- Não posso escolher entre vocês duas – ele acariciou o rosto da menina.


- Não posso viver assim – ela não fez nada pra impedir o contato – Sinto como se estivesse traindo a Granger.


- Mas você não tá – ele a abraçou.


 A luz do sol iluminou-os, de modo que eu podia observar cada movimento do casal. O ruivo puxou e a beijou. Coloquei a mão na boca para impedir que denunciasse minha posição. A Mione sofrendo e ele a traindo com Lilá! Eu não podia deixar a situação desse jeito, precisava fazer alguma coisa, qualquer coisa. Assim que se afastaram, levantei-me tentando recuperar o controle de meu corpo.


- Por que fugiu? Por onde... – novamente Sabby me enchia de perguntas.


- Eu não to bem, ok?


Ao ver a expressão no meu rosto, ela parou com o interrogatório.


- O que foi?


- Agora não! – abri a porta e entrei na sala de DCAT.


Assim que vi Black, sorrindo para a gente, senti uma vertigem. A tontura começou a tomar conta e me apoiei em Mione.


- O que foi? – ela me olhava preocupada.


- Eu estou tonta.


- Vocês vão ficar ai paradas esperando um convite especial. – ao ouvi-lo falar assim, sério e sarcástico ao mesmo tempo, como eu nunca tinha visto, a tontura aumentou e perdi a consciência.


Meus amigos me rodearam. Sirius observava a cena, estático, sem saber o que fazer. Antes que alguém se opusesse, Harry me levou para a enfermaria.


- Pode voltar para as aulas, sr Potter. – disse a enfermeira.


Sem escolha, Harry me deixou lá e voltou para as aulas. Acordei no meio da tarde e encontrei a enfermaria vazia.


- Que bom que acordou – ela sorriu.


- O que aconteceu?


- Você desmaiou.


- Isso eu sei. Quero saber o motivo de eu ter desmaiado.


- Bem... – ela estava sem jeito de continuar – Você está grávida!

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