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5. CAPITULO CINCO


Fic: Reescrevendo a história :D


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO CINCO


As aulas já haviam terminado, os alunos se dirigiam aos jardins para aproveitar o fim de tarde, o grupo do futuro junto com o do presente também estavam no jardim quando um tigre prateado apareceu na frente deles.


Vão para a sala precisa, agora. — Falou o tigre com a voz de Harry (adulto), no minuto seguinte ele já havia sumido, James olhou para a irmã que ficou cabisbaixa.


— Provavelmente já iremos embora. — Falou James dando de ombros e se levantando logo em seguida, indo em direção do castelo.


— Conheça seu cunhado e seu mau humor frio. — Falou Al para a namorada, a ajudando a se levantar, a única coisa que ela fez foi sorrir.


— Porque ele é assim? — Perguntou Lysa confusa, já que ela nunca vira James daquele jeito.


— Eu acho que ele não quer voltar, afinal quem gosta de ir para um lugar onde é ignorado pela pessoa que corre atrás? Talvez ele goste daqui porque suas amigas não estão aqui para te influenciar a ficar contra ele. — Falou Lice.


— E porque elas fariam isso? Elas já saíram com eles. — Constatou Lysa.


— Você é mulher, mas mesmo assim parece não entendê-las. — Falou Cath que estava com os olhos fechados, escutava toda a conversa deitada no colo do namorado.


— O que esta querendo dizer? — Perguntou Lysa.


— Suas amigas já saíram com o James, o que elas menos quere é que alguma menina tenha mais sucesso com ele, mais do que elas mesmas tiveram, saber que ele esta apaixonado é uma ameaça para elas mesma. — Explicou Cath apreciando os poucos raios de sol que batiam em seu rosto.


— Vamos para a sala precisa, Cath. — Falou Felipe para a namorada que bufou e começou a se levantar com a ajuda do loiro, junto do namorado ela foi para o castelo e provavelmente direto para a sala precisa.


Não demorou muito e varias pessoas já tinham se levantado e ido para o castelo, ficando apenas Lysa, Roxanne e Lorcan.


— Eu acho que você deveria tomar a iniciativa para ter algo sério com o James. — Falou Roxanne para a loira antes de se afastar da mesma.


— Eu concordo. — Falou Lorcan surpreendendo a irmã.


— Eu achei que você o odiasse, como de uma hora para a outra muda de idéia? — Perguntou Lysa para o irmão que primeiramente deu de ombros, ao ver o irmão olhar para trás, Lysa achou que ele não fosse responder, mas ele não se moveu, apenas voltou a olhar para ela.


— Talvez eu saiba como é estar apaixonado e quanto isso é embaraçoso. — Falou Lorcan fazendo com que a irmã risse.


— Você apaixonado Lorcan? Desde quando? — Perguntou Lysa se divertindo com a situação, como era apenas ela e ele, ele não tinha irmão com quem desabafar e não fazia isso com ela, nunca em toda sua vida o ouviu dizer que estava interessado em alguma garota, muito menos o ver com alguma garota que não fosse da família, ele sempre fora fechado, não era muito de falar, poucas vezes o virá em uma conversa longa, começava a imaginar como ele seria com alguma garota.


— Isso não vem ao caso, mas é que eu imagino que eu estou tão surpreso com esse novo sentimento quanto ele, e você se fazendo de difícil não deve estar sendo fácil para ele. — Falou Lorcan.


— Mas Lorcan, ele é um galinha, não da valor a mulher alguma. — Falou Lysa.


— Também não costuma se arrastar por nenhuma, coisa que ele faz por você na frente de todo mundo. — Falou Lorcan fazendo com que a irmã começasse a pensar.


— Não vai mesmo me dizer por quem esta interessado? — Perguntou Lysa para o irmão que negou com a cabeça — Eu não consigo lhe imaginar com alguma garota.


— Porque não? — Perguntou Lorcan.


— Como você deve ser? Paciente? Carinhoso? Rápido demais? Safado? — Perguntou Lysa para o irmão que ficava com as bochechas rosadas.


— Digamos que eu tenho o meu jeito. — Falou Lorcan sorrindo e dando de ombros.


— Sei, não tem nada para me contar? — Perguntou Lysa.


— Não Lysa, eu não tenho nada para lhe contar, não sou do tipo que sai por ai dizendo como é que eu fico com alguma garota, prefiro guardar isso em minha cabeça. — Falou Lorcan.


— Se você esta dizendo. — Falou Lysa.


— Ainda mais porque eu acho que você não vai gostar dos meus métodos. — Falou Lorcan rindo enquanto ajudava a irmã a se levantar e assim eles seguiram para o castelo e depois para a sala precisa.


 


A sala precisa estava cheia de varias pessoas do futuro e do presente, toda a família Weasley estava lá, incluindo os do futuro, os marotos também estavam lá na companhia de suas parceiras, apenas Regulo estava afastado com Dorcas.


— Você não me parece muito bem. — Falou Dorcas.


— Sirius descobriu sobre a gente. — Falou Regulo virando seu rosto para ela, os dois estavam encostados na parede, um do lado do outro e com a reação de Regulo seus rostos ficaram a centímetros de distancia.


— Como? — Perguntou Dorcas sentindo sua boca ficar seca, estavam próximos demais.


— Ele foi falar comigo mais cedo, e entrou no meu quarto, a cama estava bagunçada, acho que ele imaginou que eu tivesse dormido com alguém, e depois juntou o fato de que eu sou próximo demais de você. — Respondeu Regulo.


— Você ao menos poderia ter dito que não estávamos junto. — Falou Dorcas.


— Sabe que eu sou um péssimo mentiroso. — Falou Regulo para ela que suspirou longamente — Mas mudando de assunto, sabe do porque de estarmos aqui? — Perguntou Regulo a olhando atentamente, os cabelos loiros com poucos cachos, os olhos cor de mel.


— Lily teve a capacidade de pedir ao Harry para que ele fale mais de si para ela, então a esposa dele nos explicou que ele não é muito de falar sobre seu próprio passado, então ele concordou que iria nos mostrar a vida dele. — Falou Dorcas.


— Mostrar? Como? — Perguntou Regulo para ela que encolheu os ombros, como um sinal de que dissesse que não sabia — Vamos mais para o fundo, se não o Sirius vai ficar olhando para a nossa cara toda hora. — Falou Regulo seguindo para o fundo da sala, eles puderam ver alguns adolescentes, entre eles Harry (adolescente) e sua namorada.


— Não acha que esta na hora de todos saber sobre a gente? — Perguntou Dorcas se encostando em uma outra parede, alguns metros do lado esquerdo estava a porta de entrada.


— Eu não me incomodo com isso, e você? — Perguntou Regulo ficando ao lado dela.


— Não, mas confesso que é divertido a forma que você fica assustado quando alguém quase vê a gente junto. — Falou Dorcas rindo se lembrando de uma vez que Regulo quase havia caído ao se afastar dela com brusquidão, já que tinham ouvido alguém por perto e que era Lene.


— O que você queria? Você que deu a idéia de ficarmos sem ninguém saber, eu estava apenas cumprindo o que você havia pedido. — Falou Regulo apenas dando de ombros.


— Me diga uma coisa Regulo, você se preocupa comigo? — Perguntou Dorcas.


— É claro que me preocupo, estamos juntos, não estamos? — Perguntou Regulo para ela que antes de responder sorriu largamente.


— Sim, estamos juntos. — Falou Dorcas rindo.


— O Sirius vai ficar nos seguindo pelo resto da vida. — Falou Regulo olhando para longe, onde Sirius apareceu ao lado de Lene, ele pode ver o irmão os olhar entre intervalos.


— Que tal fazermos uma surpresa para ele? E para os outros também. — Perguntou Dorcas se colocando de frente para o moreno, ela observou o modo como ele ficou confuso, seu cabelo ao invés do de Sirius não tinha cacho algum, era liso, mas um pouco bagunçado até, não como o de James ou Harry, algo mais diferente, como se ele mesmo fizesse aquilo, então ela se lembrou que ele tinha mania de mexer nos cabelos, passar a mão nos mesmo.


— Qual a sua idéia? — Perguntou Regulo.


— Você ao menos poderia ficar na minha altura? — Perguntou Dorcas para ele que instintivamente levantou uma de suas sobrancelhas, como se perguntasse o que ela iria fazer, ele se recompôs e separou seus joelho, deu um passo a frente e depois se encostou na parede, fazendo com que assim ele ficasse na altura dela — O que vai fazer Dorcas?


— Nada ué, só iremos divulgar a todos que estamos juntos. — Falou Dorcas se colocando entre as penas do morena, uma de suas mãos foi para o peito dele, enquanto a outra para nuca dele, mexendo nos poucos cabelo que seu dedo indicador alcançava, e com o dedão ela começou a passar por um pequeno espaço do pescoço dele.


— Tem certeza disso? — Perguntou Regulo colocando suas mãos na cintura da loira, começou a enrolar um dos cachos entre os dedos, o sentindo deslizar.


— Eu não tenho problema nenhum quanto a isso, e você? — Perguntou Dorcas.


— Não, é claro que não. — Respondeu Regulo.


— Ótimo. — Falou Dorcas antes de segurar a camisa dele com força e o puxar, no segundo seguinte seus lábios se juntaram e os dois já estava de olhos fechados, um beijo lento foi iniciado, apenas aquilo bastou para que varias pessoas virassem na direção deles e os olhassem chocados, Regulo puxou a loira pela cintura para mais perto de si e ela fez o mesmo com ele pelo pescoço.


— Isso é novidade. — Falou James (avô) que estava vendo o casal se beijando, ele olhou para a esposa, iria perguntar se ela sabia de alguma coisa, mas ao ver o olhar chocado dela percebeu que não.


— Não parece ser o tipo de coisa que começou hoje. — Falou James (neto).


— O que quer dizer? — Perguntou Gina (adulta) para o filho, depois que havia ido atrás do marido, ela voltou para a sala precisa no momento em que ele disse que havia pedido para todos irem, ele havia alegado querer ficar sozinho antes de começar a mostrar sobre sua vida, ele queria ficar sozinho para assim pensar no que estava prestes a fazer.


— Eu estou querendo dizer que pelo que vejo não é a primeira vez que eles ficam, quer dizer, essa é a minha opinião. — Falou James (neto) dando de ombros.


— E desde quando você entende de algo assim? — Perguntou Harry (adulto) aparecendo do nada — Há é, eu havia me esquecido de como você sabe como é estar com alguém diferente todos os dias.


— O que eu posso fazer né? Eu não sou muito de casar com a primeira que já passou por minhas mãos. — Falou James (neto).


— Que bom que você pensa assim, porque eu fiz isso, a primeira que passou por mim eu casei, e essa é a sua mãe. — Falou Harry (adulto) com o único propósito de irritar seu próprio filho, o moreno mais velho segurou a mão da esposa e saiu de perto de todos rindo.


— Como eu tenho vontade de matar esse homem. — Falou James (neto) dando um passo em direção de onde seu pai havia ido na companhia de sua mãe, mas antes que pudesse dar o terceiro passo ele foi segurado por alguém e puxado para trás.


— Fica quietinho aqui, James. — Falou Al puxando o irmão para o seu lado.


— Eu por acaso fiz algo tão ruim a ponto de merecer o castigo de ficar segurando vela para você e para sua namorada? Eu vou dar uma volta por ai. — Falou James (neto) saindo de perto do irmão, ele andou por um bom tempo até ser puxado novamente, ele já iria xingar quando viu que a pessoa que o segurara era um pouco baixa demais para ser seu irmão, e bem mais delicada.


— Oi. — Falou Lysa.


— Oi, algum problema? — Perguntou James.


— Eu só queria conversar, você não parece estar muito bem. — Falou Lysa.


— É que meu pai sempre aproveita os poucos minutos de conversa comigo para me irritar. — Falou James dando de ombros.


— O que aconteceu dessa vez? — Perguntou Lysa.


— Não, não é nada, deixa isso pra lá, sobre o que quer conversar? — Perguntou James interessado no que ela falaria, ela olhou em volta pensando em como começaria.


— Porque você é tão estranho? — Perguntou Lysa.


— Estranho? Como assim? — Perguntou James.


— Vamos para os fundos. — Falou Lysa segurando na mão dele e o puxando, abrindo caminho entre as pessoas para que assim eles pudessem passar.


— Eu não estou lhe entendendo. — Falou James se encostando em um pilar no canto da sala, ela ficou a alguns passos longe dele.


Eu que não lhe entendo, você de uma hora para a outra fica triste, seu humor muda drasticamente, eu vi o jeito que você saiu do jardim, estava triste porque uma hora iremos embora, mas porque? Porque você não quer ir embora? — Perguntou Lysa.


— Eu estou cansado do futuro Lysa, estou cansado de ser o motivo de fofoca da escola inteira, eu gosto daqui, as pessoas nunca conheceram os erros que eu cometi na escola, na minha família, eles nunca ouviram falar do idiota que eu era, eu apenas gostei daqui. — Falou James dando de ombros.


— Mas você não pode ficar, sabe disso, nem deveríamos ter vindo, é contra as leis mágicas, imagino o que pode acontecer se você ficar aqui. — Falou Lysa.


— Mesmo se eu quisesse, meus pais nunca deixariam. — Falou James.


— É claro que não, que mãe concordaria em voltar para casa e deixar o filho para trás? As pessoas sentiriam falta de você, e eu tenho certeza que você sentiria a falta deles. — Falou Lysa.


— Da minha família sim, da escola não. — Falou James.


— Pare de falar assim James, a escola não é tão ruim. — Falou Lysa.


— É, a escola não é ruim, o ruim é as pessoas que estudam lá, nessa época existe tantas pessoas sinceras, já no futuro... — Falou James.


— Nessa época existe tantas pessoas ruins, já no futuro não. — Falou Lysa — Você não tem que pensar apenas em si mesmo, mas também nas pessoas que tem em volta de você, sua família.


James se aproximou da loira, a segurou pelos ombros e girou seus corpos, a encostando no mesmo pilar que antes ele estava escorado, observou os olhos azuis dela olhar para ele como se estivessem petrificados.


— Eu penso em você... Mas você não pensa em mim, sabe todas as vezes que eu tento fazer algo para lhe abrir os olhos parece ser a mesma coisa, eu do dois passos a frente, mas sempre que isso acontece você da um passo para longe de mim, estávamos ido tão bem. — Falou James aproximando seu rosto do dela.


Lysa estava pronta para dizer alguma coisa quando ouviram algo cair e se quebrar, eles olharam na direção que havia visto o barulho e perceberam que todos também haviam visto, James se afastou da loira.


— Espero que gostem. — Falou Harry (adulto), ele havia deixado cair um pequeno frasco de vidro no chão, o liquido meio que prateado pareceu se espalhar cada vez mais, até ir até uma parede e tampá-la por completo, como se o liquido tivesse se esticado pela parede, na opinião do pessoal do futuro parecia a tela gigante de cinema, logo em seguida Harry (adulto) foi em direção da porta, mas antes de sair se virou na direção de todos — Me desculpem se será divulgado algo particular de vocês, mas não se preocupem, só tem pessoas confiáveis aqui, na sala.


Depois de ter falado isso ele saiu, Gina (adulta) saiu em direção do marido, não queria ver aquilo, ou melhor, ela não precisava.


Enquanto todos olhavam para a tela, as primeiras imagens que apareceram foi de Harry em sua infância, mas nada acontecia, a não ser cenas em que ele sempre estava sozinho, em varias e varias situações, na escola, na rua de casa e até mesmo na casa dos tios, pelo que puderam ver ele estava sempre sendo ignorado, Lily sentiu seu peito se apertar ao ver como foi a infância de seu filho, depois a imagem se dissolveu e dessa vez o mostrava andando por uma rua extensa, seus tios andavam na frente, conversando alegremente enquanto ele estava  mais atrás, apenas os seguindo, mas se ele não dissessem poderiam imaginar que o menino estava sozinho, andando pelo mesmo caminho que a família a frente apenas por acaso, Rony (adulto) arregalou os olhos ao ver uma grande família passar do outro lado da rua, pode reconhecer sendo a sua própria, o menino na cena que era Harry observou a família passar, todos sorridentes, pelos olhos verdes do moreno puderam ver a tristeza em seus olhos, e não precisavam perguntar do porque da tristeza, era obvio que ele estava triste por não fazer parte de uma família daquele jeito.


O menino na cena ficou olhando tanto para a família que passava que a única menina o olhou e sorriu para ele, acenando para ele, Harry ficou surpreso com aquilo, afinal as pessoas normalmente o ignoravam, mas mesmo assim um sorriso se formou em seu rosto, e não se contendo ele acenou para a menininha que sorriu, ele iria fazer alguma coisa quando foi pego de surpresa pelo tio que o segurou peço braço com força, quando ele foi olhar novamente para a família ela já tinha sumido e o sorriso sumiu de seu rosto.


Meu nome é Rony, Rony Weasley


— Hermione Granger.


As vozes foram ouvidas no momento em que eles haviam se conhecido no trem. Como se tivesse feito um vídeo com tudo o que havia acontecido na vida escolar de Harry começou a aparecer imagens onde ele ria descontroladamente na companhia de Rony e Hermione, na cena seguinte tudo ficou em silencio, Harry, Rony, Hermione e Neville corriam pelos corredores de Hogwarts desesperadamente, de repente eles estavam em uma sala, fechando a porta atrás de si.


Hermione (adulta) sentiu seu rosto empalidecer.


No momento em que as três crianças se viraram se depararam com o cão de três cabeças começaram a gritar e no segundo seguinte já haviam saído da sala fechando a porta com dificuldade, a cena mudou novamente e Harry sorria largamente com um pomo na mão, olhando em volta para o campo de Quadribol que gritavam histericamente pela vitória da Grifinória, a cena mudou novamente e dessa vez mostrava o confronto que Harry, Rony e Hermione tiveram no fim do ano, ao caírem no Visgo do Diabo, voando atrás da chave, jogando a partida de xadrez de bruxo gigante.


Molly (avó) sentiu seu coração se apertar ao ver seu filho cair no chão desacordado.


A imagem seguinte foi a que Hermione desvendava o enigma das poções e logo em seguida Harry confrontava com Quirrel que tinha Voldemort atrás da cabeça, viram Voldemort propor trazer Lily e James de volta e como o menino havia destruído o adversário, viram a alegria que toda a Grifinória havia tido ao ganharem a taça das casas e por fim daquele ano viram a alegria de Harry ao ganhar o álbum de fotos dos pais.


Depois disso todas as cenas passaram como um flash, a forma maluca como Harry e Rony voltaram para a escola no ano seguinte, a divulgação de que a câmara secreta foi aberta e por breves momentos viram como Harry foi tratado depois que ouviram ele falar em Ofidioglosia, viram a reação dele e do melhor amigo ao saber que Hermione havia sido atacada, observaram a cena que mostraram Dumbledore ser afastado de Hogwarts e logo em seguida deles indo para a floresta proibida, do ataque de aranhas que ocorreu no segundo ano e logo em seguida a forma como eles haviam desvendado o enigma do monstro da câmara, viram também como os dois entrar na câmara na companhia do professor de defesa contra as artes das trevas, Lily mais uma vez sentiu seu coração bater mais rápido ao ver o sofrimento que Harry havia passado, fugindo daquele monstro enorme, de como ele havia sido atingido pela presa de basilisco e por ver que ele quase morrerá por causa do veneno, e como sempre viram a alegria de toda Hogwarts ao ver a volta de Hagrid.


A próxima cena passou muito rápida, em um minuto viram Harry transformar a tia em um balão, logo em seguida ele quase ser atacado por um cão enorme que sabiam ser Sirius, e não demorou muito e ele já estava no vagão do trem,  ouviram eles conversar, sendo que um homem dormia ao lado, a invasão dos Dementadores e até mesmo ouviram o grito de Lily, que significava a pior memória que Harry tinha, viram a forma como o menino tratou o hipogrifo e a felicidade que ele sentia ao voar em cima da criatura, não demorou muito e a cena já estava no fim do ano de Harry, eles já estavam de frente para o Salgueiro Lutador, viram como Rony havia sido levado a força para dentro do túnel escondido debaixo da arvore, a cena pulou para o conto de Remo, escutaram cada palavra com bastante atenção, viram Harry atacar Snape e depois a transformação de Remo, observaram a forma como Harry e Hermione salvaram Sirius e por fim a felicidade que Harry havia tido ao ganhar permissão para poder ir visitar Hogsmeade.


Já no ano seguinte eles viram Harry se tornar um campeão tribuxo e como seu ano foi difícil, como ele sofrera com a perda do amigo Rony que o deixou de lado pensando que ele havia mentido, viram o esforço dele em todas as tarefas e por ultimo o confronto entre ele e Voldemort, viram a morte de Cedrico.


Já na próxima memória foi diferente, ao invés de começar direto na escola começou aparecendo ele no mundo trouxa sendo atacado por vários Dementadores e logo em seguida puderam ouvir a carta dizendo que ele havia sido expulso, depois apareceu o resgate que a Ordem havia feito e em seguida o julgamento do garoto, observaram como ele ficou estranho o ano escolar dele e como ele estava sendo tratado injustamente, viram também os treinos da Armada e o momento em que Umbridge descobriu tudo e a quase prisão de Alvo Dumbledore, todos riram ao ver a revolução dos gêmeos Weasley e a forma como eles deixaram o castelo, como se estivessem vendo a mente de Harry eles viram Sirius sendo torturado e o momento em que Harry foi pego tentando sair do castelo.


A maldição cruciatus vai soltar sua língua. — Falou Umbridge na tela.


Mas é ilegal. — Falou Hermione que estava sendo segurada por um dos alunos da Sonserina.


O que Cornélio não vê, Cornélio não sente. — Falou Umbridge segundos antes de levantar a varinha em direção de Harry, ela estava pronta para executar a maldição da tortura quando Hermione e interrompeu, mencionando a arma secreta de Dumbledore, viram os Centauros levar Umbridge ao ouvi-la os insultar, em segundos a imagem mudou e eles viram o duelo que aconteceu entre os alunos e os Comensais da Morte e logo em seguida a aparição de Sirius e com eles toda a Armada de Dumbledore.


Sirius viu sua própria morte na tela e como seu afilhado havia sofrido com aquilo.


As pessoas que sempre quiseram ver o duelo de Alvo Dumbledore contra Voldemort ficaram maravilhadas, afinal não é todo dia que se vê o duelo entre duas pessoas tão poderosas, mas ao verem Harry sofrer por ter o corpo quase possuído por Voldemort os fizeram sentir uma pequena dor, ver um adolescente sofrer era o mesmo que ver uma criança sofrer.


A imagem mudou novamente, mostrando Dumbledore ir buscar Harry na rua dos Alfeneiro e a divulgação do testamento de Sirius Black para Harry e seus tios, a forma como os dois adultos ficaram impressionados com aquilo, afinal ninguém imaginaria que um menino de dezesseis anos ficasse rico de uma hora para a outra, viram Dumbledore aparatar e Harry ser levado junto.


A maioria vomita na primeira vez. — Falou Dumbledore se referindo a aparatação.


É, agora eu sei porque. — Falou Harry com a pele do rosto pálida, todos pensaram que a qualquer momento ele fosse vomitar, mas ele logo se recompôs e foi seguindo o diretor que andava pelas casas idênticas do que parecia ser uma pequena vila, os viram entrar em uma casa que estava muito bem destruída e acharam que a qualquer momento algo de ruim pudesse acontecer, mas a única coisa que houve foi Slughorn voltar a ser um homem, já que ele estava disfarçado em poltrona.


Todos que conheciam o método de Slughorn para se aproximar de pessoas que teriam um grande futuro sabiam que ele ficaria muito interessado em Harry, e não ficaram surpresos ao ver Dumbledore quase ser deixado de lado, já que o antigo professor de poções estava mais interessado com o menino, puderam ver a oferta que Dumbledore havia feito ao professor, o chamando para lecionar em Hogwarts, e também perceberam que ele só havia aceitado porque Harry estaria lá.


A cena mudou mostrando Harry e os Weasley andando pelo beco diagonal, observaram o trio ir atrás de Draco que foi até a Borgin e Borkes, depois disso a cena mudou novamente, mostrando o trio estando no trem a caminho da escola, de como ele quase voltara para Londres por ter sido petrificado por Draco e como Tonks havia achado ele, a maioria das imagens mostrava Harry no escritório de Dumbledore, sempre conversando sobre Slughorn e a memória que ele mesmo modificou, viram que o ano de Harry foi bom e ao mesmo tempo ruim.


Todos riram ao ver Harry olhar ciumento para Dino e Gina, riram mais ainda quando viam Hermione e Rony tentar fazer ciúmes um para o outro e que o resultado disso sempre sobrava para Harry.


Já que não podemos ir com quem queremos, poderíamos ir junto, como amigos. — Falou Harry para Hermione.


Droga porque eu não pensei nisso? — Perguntou Hermione para si própria.


Com quem você vai? — Perguntou Harry.


É uma surpresa, mas você não pode ir com qualquer uma, ta vendo aquela menina, é a Romilda Vane, ela esta tentando fazer uma poção do amor para você. — Falou Hermione ficando de costas para a menina que estava na outra extremidade da biblioteca, Harry olhou impressionado para ela.


Sério? — Perguntou Harry.


Ei, ela só esta interessada porque acha que você é o eleito. — Falou Hermione estalando os dedos na frente de Harry, o fazendo deixar de olhar para a menina atrás dela.


Mas eu sou o eleito. — Falou Harry sorrindo, mas no momento em que o sorriso apareceu no rosto dele, Hermione bateu o jornal que segurava na cabeça do moreno —Tá bom, parei, eu vou convidar alguém que eu goste, alguém legal.


A cena mudou novamente e junto de Harry estava Luna, passou pela cabeça de todos que a loira estava bem bonita.


Mas Luna Scamander que assistia tudo com o marido do lado ficou vermelha com aquilo, tinha passado tanto tempo que ela não lembrava daquele dia com tantos detalhes.


Então foi assim a sua adolescência, Luna Scamander. — Falou Rolf com a esposa com as costas apoiadas no seu peito, ele passou a mão em volta da loira antes de falar aquilo.


Controla o ciúmes ai em dono. — Falou Luna sorrindo para ele, enquanto colocava suas mãos por cima das do marido.


Todos gargalharam mais uma vez quando viram Hermione fugir do seu par e muito mais ainda quando ele vomitou nos pés de Snape, e o modo como Harry tentou sair de fininho, mas não deu certo, ouviram a conversa de Draco e Snape e eles pensaram da mesma forma que Harry, que o professor de poções estava tentando ajudar Draco, a imagem mudou novamente mostrando Harry na toca quase sendo chantageado pelo novo Ministro para que o garoto dissesse os planos de Dumbledore e depois eles já estavam no castelo novamente, viram Harry ficar de castigo com Snape, tendo não poder jogar a ultima partida de Quadribol e como ele e Gina ficaram juntos depois do jogo, mas depois de já ter Gina ao seu lado o moreno continuou com a missão de conseguir a memória original de Slughor, mas ele não estava tento muita sorte, até tomar a poção sorte liquida que havia ganhado no começo do ano, todos viram a forma que ele conseguiu a memória do professor de poções e também ouviram a história do peixinho Francis, depois de tanto esforços eles descobriram o que tinha na memória e também que Dumbledore pedira ajuda para Harry pra assim conseguir pegar a próxima Horcrux, a próxima cena não teve som algum.


Rony ficou confuso com aquilo, era do dia em que Harry iria atrás da Horcrux e por isso deixara o resto da poção sorte liquida para os dois amigos e para a namorada, aquilo fora bem eficaz, na verdade.


A cena mudou novamente mostrando Harry e Dumbledore em uma caverna completamente escura, viram a forma como Dumbledore fez para entrar na parte escondida da caverna e também eles atravessarem o lago dentro do pequeno barquinho e tudo o que aconteceu depois, o diretor tomando a poção e parecendo ter alucinações, Harry o forçar a beber a poção e logo depois ao tentar pegar água no lago as criaturas inferis o levarem para baixo d’água até Dumbledore conseguir voltar ao normal e executar um feitiço de fogo que era como contra atacava aquelas criaturas, pouco tempo depois eles já estavam na Torre de Astronomia, todos ficaram confusos ao ver Harry ser petrificado de repente e ser escondido pela capa da invisibilidade, antes que Dumbledore pudesse dizer algo Draco Malfoy apareceu na torre com a varinha em punho, apontando para o diretor que parecia calmo, se não tivessem visto o modo como ele ficou não pensariam que era o mesmo homem que havia tido alucinações.


Todos puderam ver o medo em Draco e quando Dumbledore foi tentar ajudá-lo o menino o desarmou, o que foi um choque para todos, afinal muitos pensavam que não seria fácil desarmar Alvo Dumbledore, ouviram toda a conversa entre o diretor e o aluno e logo em seguida os comensais aparecerem de repente, mais uma vez houve a discórdia de quem mataria, mas antes que alguém pudesse fazer Snape apareceu e ouviu o diretor pedir por favor, mas ele não pode dizer mais nada, já que o professor o atingiu com uma maldição da morte em cheio que caiu da torre.


Lily sentiu uma dor no peito ao olhar aquela cena, seu amigo parecia tão relutante em matar, mas mesmo assim o fez.


No momento em que todos os comensais desceram da torre Harry foi atrás deles, nos andares abaixo parecia haver uma guerra, existia varias e varias pessoas duelando, podiam identificar alguns membros da Ordem da Fênix e o resto era adolescentes da escola mesmo, Harry seguiu os comensais da morte até a casa de Hagrid que começou a pegar fogo com o feitiço de Bellatrix.


Revide, seu covarde revide. — Gritava Harry para Snape que apenas se virou e viu o garoto em seu momento de fúria, o garoto nem mesmo dera importancia para a casa de Hagrid que estava pegando fogo, era evidente que a única coisa que ele queria era matar Snape, ele executou um feitiço na direção do professor que se protegeu com uma facilidade incrível, mas não revidou.


Harry estava tão concentrado nas reações de Snape que nem viu Bellatrix executar um feitiço em sua direção que o acertou em cheio, o fazendo cair de costas no chão, Snape repreendeu Bellatrix a fazendo seguir caminho com os outros comensais que adentraram na floresta.


Snape ficou algum tempo observando Harry se contorcer no chão antes de conseguir se equilibrar e se levantar um pouco, o professor estava de costas andando quando Harry executou o feitiço Sectumsempra, o homem se protegeu mais uma vez, mas atingiu o garoto com mais um, o jogando para longe de onde ele estava antes.


Lily fechou os olhos e o encostou no peito de James, o feitiço pareceu ser tão forte e isso destruía seu coração, muitas vezes se sentirá horrível por ver Snape e James brigando brutalmente e ver o filho e o homem que poderia voltar a ser seu melhor amigo era horrível do mesmo jeito, até mesmo pior, porque Harry sofria com aquilo, e não era do jeito sentimental, e sim dor física.


Quando viu que Harry não conseguiria mais se levantar Snape se aproximou do garoto e ficou o observando, ele se remexia na grama, provavelmente por dor.


Você ousa me atacar com o meu próprio feitiço? Sim, eu sou o príncipe mestiço. — Falou Snape para o garoto que mexeu a cabeça de um lado para o outro, antes de seguir seu caminho Snape chutou a varinha do menino para longe, e ele ficou ali, observando a casa de Hagrid pegar fogo até o meio gigante aparecer e o levar nos braços para Hogwarts, observaram toda a cena que mostrava Dumbledore caído perto de Harry que havia ido até lá perto do corpo, todos os alunos e funcionários levantarem as varinhas, fazendo com que a marca negra se desfizesse do céu escuro.


A cena mudou novamente e por alguns segundos mostrou o funeral de Dumbledore para logo em seguida mudar, mostrando Harry, Rony e Hermione na torre de Astronomia, viram a menina abrir o medalhão e pegar um pequeno papel que tinha dentro, a viram estreitar os olhos para conseguir ler o que parecia ser a letrinha miúda.


Todos que sabiam que fora Regulo que havia escrito aquilo o olharam, o mesmo parecia não se importar, parecia querer apenas estar com Dorcas, pelo olhar dele, Sirius percebeu que ele não estava nem ai para o que estava sendo mostrado.


A primeira vez que Regulo Black aparece na grande aventura de Harry Potter. — Falou Dorcas sussurrando para o homem que a abraçava, ele apenas bufou.


Já não basta ele ter passado por tristeza demais, não precisava saber a forma como morri. — Falou Regulo sussurrando e dando de ombros logo em seguida, a loira se virou e o abraçou.


Se ele não soubesse, não estaria aqui comigo. — Falou Dorcas o sentindo beijar sua testa levemente e a acariciar na cintura.


Foi a única sorte que tive. — Falou Regulo colocando um fim na conversa, a sentiu o abraçar com mais intensidade e encostar a cabeça em seu peito, provavelmente estaria escutando seu coração, ele sabia que quando a loira fazia isso era porque queria apenas sentir sua companhia.


Ao Lorde das Trevas


Sei que a muito estarei morto quando ler isto,


Mas quero que saiba que fui em quem descobriu seu segredo.


Roubei a Horcrux verdadeira e pretendo destruí-la assim que puder.


Enfrentando a morte na esperança de que, quando você encontrar um adversário a altura, terá se tornado outra vez mortal.


R.A.B


— Porque não colocou R.A. Black? — Perguntou Dorcas.


— Ficaria na cara que era eu, precisava de um nome que me deixava inominável, que não fizesse Voldemort ir atrás de pessoas que eu amava, o que não era muitas, já que eu era bastante sozinho. — Falou Regulo.


— Mas no bilhete, você queria que ele soubesse que era você. — Falou Dorcas.


— Tecnicamente o que eu disse a segundos atrás não foi verdadeiramente o motivo para eu não colocar meu nome, a verdade era que eu naquela época ainda me preocupava com a reputação da minha família, já bastava um dos filhos querer ser herói, se alguém descobrisse o medalhão, não saberia que era eu, apenas pessoas próximas da minha família, talvez eu tenha tido a esperança que alguém descobrisse, principalmente Dumbledore e tendo Sirius do lado dele, eu queria que meu irmão me reconhecesse no bilhete, mas ele nunca chegou perto do medalhão, pelo que eu soube. — Falou Regulo.


— Mas porque exatamente quer que ele saiba que era você? — Perguntou Dorcas confusa.


— O erro de alguém que se acha forte demais é sempre subestimar as pessoas a sua volta e sempre achar que tem as melhores pessoas ao seu lado, nunca perceber que esta sendo enganado, eu queria que Voldemort sentisse o gostinho de saber que não se é o homem mais poderoso do mundo, queria que eu fosse quem o fizesse sentir esse gostinho amargo. — Falou Regulo.


— Snape enganou Voldemort por toda sua vida. — Falou Dorcas.


— Sim, eu sempre soube que ele amava a Lily e que a qualquer momento deixaria a vida de comensal por ela, a única coisa que o fizesse mudar era ela e eu torcia para que ele mudasse, Snape é um homem bom, apenas não costuma se associar a muitas pessoas e muito menos confiar nelas. — Falou Regulo.


— Ele sempre foi chato comigo. — Falou Dorcas.


— Ele é chato com todo mundo, comigo ele apenas tem educação. — Falou Regulo rindo.


O casal olhou novamente para a tela, por sorte as pessoas tinham educação e estavam encostadas na parede, para assim deixar as pessoas de trás verem, incluindo o casal que ainda estavam abraçados.


A cena mudou novamente e mostrou Harry na casa de seus tios, ouviram os dois Aurores convencerem Valter e Petúnia a irem para longe da casa na companhia do filho e logo em seguida a Ordem aparecer para pegar Harry, todos riram quando Hermione pegou um punhado do cabelo de Harry e o colocar na poção polissuco e dar para todos que estavam ali, quer dizer, para quase todos, logo em seguida mostrou a transferência de Harry e a tragédia que foi isso.


Molly mais uma vez sentiu seu coração se apertar ao ver Jorge tão fraco por ter sido atingido por um feitiço perto da orelha, ou melhor, de raspão.


A imagem mudou novamente, só que dessa vez mostrou o casamento de Gui, o que deixou os Weasley um tanto quanto feliz, mas não durou muito, já que o comunicado logo veio e depois o desespero de todos em tentar fugir do casamento.


Observaram o trio andar por Londres, até o café onde foram atacados por comensais, depois da cena do duelo no café tudo pareceu passar rápido demais, já não mostrava mais a conversa do trio e sim o que eles passavam em busca do caminho para a destruição de Voldemort, as cenas eram rápidas, a maioria mostrava duelos e momentos em que eles fugiam de algum comensal, viram coisas horríveis uma atrás da outra, a invasão ao Ministério, como Rony ficará ao se machucar e logo depois a briga dos dois melhores amigos, sem contar a tristeza que se era estampado no rosto de Hermione, o passeio por Godric’s Hollow e o ataque da cobra Nagini, a cena havia mudado mostrando Harry seguir um patrono em forma de corça e encontrar a espada de Godric Gryffindor, mas quando o moreno foi pegar a mesma o medalhão que estava em seu pescoço quase o matou, mas o mesmo foi salvo pelo melhor amigo, a cena em que mostrava o ruivo destruindo o medalhão.


Uma alegria passou rapidamente pela sala precisa ao verem Hermione furiosa com Rony e a forma como ela quase o baterá por ter ido embora repentinamente.


A cena foi abruptamente para o dia em que Xenofilio havia os entregado, os que acompanharam a leitura sabiam que aquele fora o momento da história dos três irmãos e que por isso a parte fora pulada, indo diretamente para a floresta em que eles haviam aparatado, lugar onde os seqüestradores também estavam, não demorou muito e eles corriam pela floresta, mas não adiantou, pois foram pegos e levados para a mansão Malfoy.


(Autora aqui: Gente, eu sei que no livro é diferente, mas eu sempre amei aqueles momentos em que o trio estavam sendo perseguidos por comensais, e eu achei que faltou um pouco disso no livro e como teve no filme eu preferi colocar a versão do filme)


A cena na mansão Malfoy passou rápida, mas mesmo assim puderam escutar os gritos de Hermione e o desespero de Rony para pegar a amada, a tristeza veio logo em seguida ao verem a morte de Dobby, a imagem mudou novamente mostrando brevemente Remo mostrar a foto de Teddy.


O professor estava tão sorridente que fez com que os amigos que assistiam sorrissem também.


Viram pouca coisa que mostrava a estadia de Harry no chalé das conchas, não demorou muito e já mostrava o trio invadindo o Gringotes na companhia do duende e como ele havia os traído, todos ficaram espantados em vê-los fugindo com o dragão.


Ler e ver eram coisas completamente diferentes, e isso todos puderam constatar.


Vamos entrar no castelo.


Foi a única coisa que puderam escutar em uma cena que mostra o trio em uma outra floresta, já estavam acampados e tudo e pareciam também estar protegidos o suficiente para poderem descansar. As imagens seguintes pareciam vídeos mostrando slides que passavam rápidas demais, podiam ver e ouvir apenas algumas coisas e por fim tudo parou, no momento em que o duelo final entre Harry e Voldemort aconteceu.


Provavelmente Harry imaginou que não precisaria mostrar aquela sua aventura, já que haviam lido sobre ela, e mesmo que o pessoal que havia voltado a vida não tivessem lido poderia escutar a história por um dos Weasley ou até mesmo por Sirius.


(Autora aqui: Gente, eu sei que esse capitulo ficou muito enrolado, mas se vocês parassem para pensar, todo livro tem isso, principalmente da nossa adorada J.K Rowling, acho que é fetiche de todo escritor escrever um capitulo para enrolar, ou se não o motivo é a falta de criatividade mesmo, no meu caso o problema foi a criatividade, mas fiquem sabendo que no próximo capitulo as lembranças será melhores, será do futuro do Harry, sabem, momentos com o Teddy, com os Weasley, engraçado e até mesmo triste)


 

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