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18. Eu tenho um segredo, pode guar


Fic: Heiresses Of Slytherin


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        Angel acordou com o vento gelado congelando suas narinas e arrepiando todos os pelos do seu corpo; abriu os olhos devagar e então se sentou, olhou em volta, tinha pegado no sono no sofá; seus pés descalços tocaram o chão, pode ouvir os passarinhos cantando do lado de fora da janela. Fechou os olhos novamente e se deixou envolver pelas lembranças da infância.


– Louise? Angel? – reconheceu a voz de sua mãe, no alto da escada que estava atrás de si mesma.
– Não Vanya, apenas Angel – ouvi uma voz máscula falar, não reconheceu; levantou do sofá e foi ao pé da escada. Lá estava sua mãe, descabelada e vestindo um vestido amarelo, cheio de flores, com um casaco azul por cima, tinha os pés descalços; como sempre acostumou as filhas.
– Filha... – falou baixa e rouca, abriu um sorriso – Suba aqui, venha – gesticulou com a mão e Angel subiu rápido, quando chegou ao topo, foi envolvida por um abraço carinhoso da mãe – Que saudade meu bebê.
– Desculpe interromper – só agora Angel avistará o homem ao lado de sua mãe – Sou Dr. Aurélio – o homem estendeu a mão para Angel, que cumprimentou e soltando do abraço da mãe.
– Linda não doutor? – Vanya passou a mão no rosto da filha, a mostrando ao medico – Eu disse que minhas filhas eram lindas – sorriu e se virou para Angel – E Louise, já está melhor? – o sorriso sumiu do seu rosto.
– Está melhorando aos poucos – Angel falou calmamente.
– Vanya, se nos da licença; eu preciso falar com Angel, em particular – Dr. Aurélio encostou-se aos braços da mãe da Angel, a levando até o quarto.
– Não de ouvidos a ele, eu não sou louca – Angel viu um riso um tanto doentio no rosto de sua mãe, antes que a mesma fechasse a porta do quarto.
– No meu escritório, por favor – O medico olhou pra Angel e então seguiram pelo corredor.
– O senhor tem um escritório aqui? – Angel estava confusa.
– A algum tempo já – entraram no escritório, um lugar bem iluminado, que continha além de uma escrivaninha; uma cama e um guarda roupa. O doutor se sentou em sua mesa e Angel na mesa da frente – A alguns messes, como a bruxa ótima em adivinhação que sempre fora, começou a ver agouros de morte e a, veja bem, sair de sua sanidade. Seu pai já não conseguia mais controlar a situação e resolveu me contratar. Devo dizer que as coisas pioraram depois que, meus pêsames, seu pai faleceu.
– Defina sair da sanidade – Angel falou calma e calculista.
– Começou a duvidar da realidade, ela previu a morte do seu pai; que apenas ignorou o fato.
– Algo mais interessante? – Angel sabia que os pais tinham muitos segredos sobre o passado e já que a mãe não estava sã, poderia ter deixado escapar alguns;
– Várias coisas, tenho aqui um relatório – Entregou uma pasta vermelha amontoada de papeis – Isso é uma copia que poderá ficar com você.
– Ótimo, porque Louise vai quere-las – Angel pegou a pasta – Agora, por favor, poderia me contar as coisas mais graves, o estado dela e o que vamos fazer?
– Tudo está mais bem escrito ai – Apontou para a pasta, mas depois de ver a cara de Angel resolveu falar – Bom, o estado dela não é nada bom; sua mãe sabe demais sobre tudo e está começando a se isolar da sanidade, por não aguentar mais. Os momentos de clareza se tornaram mais raros com o tempo; o que temos que fazer é viver assim e esperar que isso melhore ou se degenere.
– E, quanto às finanças; o senhor já deve saber que eu e Louise somos encarregadas por tais agora – Angel falou, seu pai tinha deixado para trás uma herança com qual poderiam viver até as próximas duas gerações da família, sem trabalhar – Já que a sanidade da minha mãe não está nada bem, mas já que o senhor está aqui, quero que continue assim, será que podemos? – e depois de algum tempo, se resolveu com o doutor, que não se importaria em trabalhar para a família Duerre quanto tempo precisasse.
– Só mais uma coisa senhorita Duerre – o doutor falou antes que ela saísse – Tome cuidado, ele quer vocês.
Angel nada falou, apenas bateu a porta com força; ele não dissera nada que Angel não soubesse, mas ouvir aquilo em voz alta a incomodou; queria Louise, como nunca. Resolveu ir para o quintal, se sentar no imenso jardim e para sua sorte acabou pegando no sono;
– Angel – a garota acordou em um pulo, tinha sentido mãos frias em seus ombros e ouvido seu nome, mas quando abriu os olhos, não tinha ninguém em volta, já havia anoitecido, ela tinha dormido um sono profundo durante o dia todo, hesitou em levantar; com a sua varinha na mão. Até que viu uma sombra saindo da grande porta de entrada da mansão branca, gelou por alguns segundos, até que a sombra, chegando mais perto foi tomando forma.
– Achei você – era a voz e silhueta de sua mãe – Acordei agora pouco, os remédios me fazem dormir muito – ela chegava cada vez mais perto – Venha, vamos jantar – parou no meio do jardim e Angel se levantou, ambas foram para grande sala de jantar, como tudo naquela casa; grande, vazio e triste.
Os empregados serviram a comida, Angel pode quase sentir saudade do jantar em Hogwarts, não fosse por sua mãe falar de coisas animadas e de repente:
– A onde está Arthur ele não vem para o jantar? – Parou de comer e se virou para uma das empregadas que estava parada ao lado da mesa – Que belo marido mal educado eu arrumei, uma de nossas filhas finalmente em casa e ele me fica até tarde no trabalho;
– Mãe... – Angel falou baixo, quase que assustada.
– O que? Não me venha defender seu pai, já não bastam todos esses empregados, que eu pago serem contra mim e acharem que eu sou louca. Seu pai é assim meu amor, não tem amor muito menos respeito por essa família, você não vê? Como eu pude me perder e me deixar cair nessa armadilha? – Sua mãe estava quase exaltada, algo em sua garganta a impedia de falar alto, Angel agradeceu por isso, odiava pessoa escandalosas – Dezenove anos! Eu tinha apenas dezenoves anos quando me casei com o homem que destruiu minha vida, roubou meu dinheiro, meu poder – Ela abaixou a cabeça, tinha lagrimas nos olhos;
– Mãe, a senhora... – Angel encostou sua mão na dela.
– NÃO! Eu não aguento mais, a onde está esse homem? Ele vai morrer se não vier para casa, eu avisei, mas ele nunca me ouve – Ela se levantou bruscamente, fazendo a cadeira cair atrás de si e derrubou tudo da mesa, com a mente.
– Mãe – Angel levantou junto, se desviando das coisas que voavam pela sala, sua mãe saiu andando para sala, aos berros e Angel foi atrás, tentar controla-la.
– Eu só queria filhos... E ele nunca me deu –ela sentou-se no grande sofá, com as mãos no rosto.
– Como não mãe? Aqui estamos nós... Eu e Louise, suas filhas – Angel se abaixou aos pés da mãe, não por pena; ou por emoção, apenas por curiosidade para saber mais sobre a verdade.
– Já se fazia cinco anos, cinco anos em um casamento infeliz e tudo que eu pedia, suplicava era uma filha – Vanya perdeu o foco nos olhos, parecia estar perdida em seus próprios pensamentos.
– E então você engravidou? – Angel sentara no chão, segurando a mão da mãe.
– E então; ele chegou, tarde como sempre – Ela abriu um meio sorriso – Era um homem ocupado desde sempre, isso que dá casar com homens mais velhos, não? Eu era uma apenas uma garota, condenada a um homem de negócios... – As lagrimas embaçavam sua fala –Ele parou no pé da cama e me disse “tenho uma surpresa; duas na verdade” e conjurou um bercinho... E lá estavam, duas coisinhas pequenas e imóveis; tão brancas quanto à neve, uma ruiva e uma morena.
– Mãe, o que? – Angel ficara sem palavras, de repente tudo rodou, se sentiu feliz por estar sentada, porque poderia jurar que cairia se estivesse em pé o foco voltou aos olhos de sua mãe.
– Seu pai já chegou? – ela olhou para os olhos da filha.
– ELE MORREU! – Angel gritou, se afastando dela; que começara uma crise nova de choro, no mesmo instante o doutor Aurélio desceu as escadas correndo.
Tudo ficou escuro e um grito de dor foi a ultima coisa que Angel ouviu. Quando abriu os olhos, percebeu que estava em seu antigo quarto, o seu escuro; cheio de estrelas que era o teto.
– Finalmente Angel – era a voz de Vanya, sua mãe. Ela segurava sua mão, sentada em uma cadeira ao lado da cama, Angel se sentou na cama, lentamente; a mão de sua mãe estava fria e ela parecia normal – Me desculpe por ontem – ela falou sincera.
– O que foi exatamente; aquilo? – Angel tentou não ser grossa, mas sem sucesso.
– A verdade – sua mãe falava em um tom baixo, calmo e sutil.
– Como assim a verdade? Você estava fora de si, louca... O que exatamente foi à verdade? – Sua mãe tinha uma cara triste, era algo frágil e facilmente quebrável. Angel sempre tivera nojo de sua fraqueza, mas ao final tinha dó de sua vida cruel. Tinha sido obrigada a se casar cedo com um homem mais velho, o qual ao menos se importava com ela. Lembrava dela chorando depois do ocorrido quando elas eram crianças, quase achou que ela sentiu a mesma dor que ela e Louise; quando torturadas.
– Vocês não são minhas – ela segurou forte a mão da filha – Minhas vocês são; só não vieram de mim, mas não existe um segundo nessa vida, que eu não amei vocês – e as lagrimas caíram de seus olhos. Angel teve vontade de se distanciar dela; não suportava essa fraqueza.
– E você nunca se interessou em saber, quem são nossos pais verdadeiros? – Angel perguntou; não estava surpresa, era como se a vida toda estivesse preparada ou apenas esperando isso.
– Não; eu perguntei a seu pai. Ele sabia, mas nunca me disse nada; sempre dizia que eu tinha o que queria e se continuasse a perguntar tiraria de mim – ela deu um meio sorriso.
– Eu tenho nojo de você – Angel falou tirando sua mão da de sua mãe e se distanciando dela.
– Mas... – Vanya tentou retrucar.
– Chega, já basta pra mim. Estou cansada disso tudo; de toda a mentira e hipocrisia da qual essa casa sempre foi rodeada; eu estou indo embora e acredite, é pra nunca mais voltar – Angel se levantou da cama, calçando os sapatos; sua mala estava em cima da escrivaninha – E faça-nos um favor? Deixe-nos em paz até que eu resolva tudo isso.
– Você não vai contar isso pra Louise, vai? – Vanya se levantou em desespero da cadeira.
– Obvio que vou, acha que ela merece isso? Continuar vivendo na mentira que vocês criaram? – Angel riu ironicamente – Eu tenho amor a ela, ao contrario de vocês. Mas, eu acho que você conseguia ser pior que o meu pai... Digo Arthur; ele pelo menos nunca nutriu ou tentou algum sentimento por nós.
– Não faça isso, não conte a Louise; você vai inverter os fatos; eu não posso perder vocês – Vanya segurou sua mão com força.
– Você perdeu Louise quando deixou Arthur nos mandar embora da França e quanto a mim, você nunca teve – Falou jogando o pó de flúor; o qual tinha pegado em sua mala, as chamas verdes subiram pelo seu corpo e quando abriu seus olhos, estava em Hogwarts.

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