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2. Transformação


Fic: Salva-me veela


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Draco estava irado com os pais, mas mesmo assim acatou as ordens de Lucius e se sentou, bom só depois de derrubar uma das imensas paredes com livros ao chão.


– Draco, querido. Você leu este livro ou melhor as páginas explicativas sobre nossa “condição” Veela, já que também pode ser um. E bom como posso lhe explicar – disse Narcisa ao filho – Ele além de não dizer que existem veelas homens, também não contou coisas importantes para os machos saberem. – a mãe olha para o filho e para o pai, mostrando para que o mesmo continuasse a história iniciada.


– Filho, o que sua mãe quer dizer é que como o livro descarta a existência de veelas machos, ele não conta que os mesmos irão mudar, não muito, mas se tornaram perfeitos e bem essa parte é muito dolorosa, pelo que seu avô havia nos contado. – disse Lucius


– O que? Vocês estão dizendo que além de ser uma possível criatura estranha eu ainda irei sentir muita dor no processo???? – Irritado e irônico disse – Bom além de nosso sangue não ser tão puro como imaginava e sofrer uma doloroso dor em um processo que me tornará mais perfeito, pois claro sou perfeito não é mesmo. – disse rindo. – Não imagino coisa pior, sério. – Cansado de tanta novidade ele se jogou em uma das poltronas perto da lareira.


Narcisa e Lucius não sabiam como contar a ele que havia algo, digamos, pior, pois esse pior poderia matar seu filho.


– Draco – chamou Lucius e Narcisa em pé, se dirigindo a porta, pois sim, o filho iria matar alguém agora. Assim que ele se manifestou, demonstrando ouvir o que os pais diziam, o mesmo continuou – Há mais uma coisa e a mais importante, os veelas macho após a transformação tem uma companheira que será eterna, ela será escolhida por ele, não por você e bom digamos que os indícios que nos fizeram crer de verdade que você recebeu o sangue, foi quando algo diferente em seu primeiro e seguintes anos em Hogwarts que notei e Alvo também foi, que você sempre foi, digamos atraído por uma certa aluna ali. E se hoje a noite você se transformar, nós amanhã lhe diremos quem é a moça que desconfiamos ou melhor temos quase certeza.- Lucius terminou e disse com um aceno para sua esposa continuar, ambos na soleira da porta.


– E filho, o importante mesmo é que se sua companheira o rejeitar antes de seu aniversário, seu lado veela irá adormecer até seu aniversário de 18 anos, onde ali você morrerá.- Dizendo isso o casal saiu e fechou a porta rapidamente, porém não ouviram estrondo, gritaria, nada.... Apenas o silêncio na sala e assim decidiram abrir uma fresta para ver o que se passava ali dentro e só viram Draco ainda sentado olhando o fogo da lareira, como se assimilasse tudo. Eles sabiam era demais, mas tinham que avisar na hora certa.


Narcisa e Lucius sabiam que Draco se transformaria naquele dia e sabiam bem antes de Draco Entrar em Hogwarts quem era a sua companheira, pois em um dia, quando Lucius e Narcisa foram ao mundo trouxa, claro a mando de Lord Voldermort, levaram Draco junto, mas ao passar em uma tal “sorveteria” seu filho simplesmente parou e ficou olhando a menina ali, tomando aquela coisa estranha, olharam Draco maravilhado, encantado por ela e o viram se aproximar e conversar com ela, sua idade naquele dia era de apenas 5 anos.


 


FLASSBACK ON


– Oi. Tudo bem? – disse tímido e calmo, Draco calmo era anormal.


– Oi. – disse a menina sorrindo – Me chamo Hermione Granger e você? – ela perguntou


– M-e-eee chamo Dra-aaco– nervoso nem notou que estava gaguejando - me chamo DracoDraco Mlafoy. Posso sentar com você? – ele perguntou meio triste com medo dela negar.


Mas não ela apenas sorriu e acenou que sim, Lucius pediu para sua esposa ficar de olho que ele iria fazer o que foi ordenado por ambos logo, assim achariam uma solução tranquila para tirar o veela, que havia se manifestado em Draco, logo uma nascida-trouxa, pois era óbvio que sangue bruxo ela carregava, o casal sabia que só existia essa explicação, já que o veela se manifesta pela magia compatível.


Narcisa se aproximou e se sentou junto aos dois, a mãe da menina estava lá e conversaram um pouco, mais martelava na mente de Narcisa apenas uma coisa: Como tirar Draco de perto dela sem nenhum escândalo? Até que notou que a menina carregava em seu pescoço uma correntinha de prata com um pequeníssimo frasco. Quando perguntado a mãe de Hermione, foi lhe respondido que ao nascer eles colocaram um pouco do “cheirinho” de bebê dela ali, para que ela sempre soubesse que era amada desde o nascimento. Foi nesse instante que a ideia surgiu, com magia Narcisa fez aparecer em sua mão um colar idêntico ao da menina e com a mesma magia fez a troca e colocou o colar original como uma pulseira para Draco, assim ele iria embora e seuveela se sentiria bem. Dito e feito. Tudo ocorreu perfeitamente e ambos foram para suas casas.


FLASSBACK OFF


 


Infelizmente, ela e seu esposo por ordens do Lord deviam ensinar a Draco que nascidos-trouxas eram sangue-ruim, escória, algo que devia ser inaceitável ao mundo bruxo. Isso os matou pouco a pouco e quanto mais Draco falava mal dos nascidos, mais tristes interiormente eles ficavam ate que foi a gota d‘água, Narcisa não aguentou saber que seu filho havia chamado sua companheira de sangue-ruim no segundo ano em Hogwarts, claro ele não sabia, mas não justificava. Nesse dia ela desistiu de saber qualquer coisa relacionado a escola de Draco. Mas Lucius informava que cada vez mais estava pior a situação de ambos, pois agora Hermione Jean Granger odiava Draco Malfoy, seu companheiro, Narcisa via a cada momento seu filho ir em direção a morte sem nem ao menos saber. E a corrente, na transformação ela iria tirar dele, pois após crescido ele perguntou porque não podia tirar aquilo e os pais disseram que era herança de família, o convencendo que era algo importante e significativo, o que no fundo era. Seu filho iria morrer, na guerra ela sofreu, mas não tanto como estava sofrendo nesse momento e seu esposo sentia o mesmo, ambos subiram ao quarto e Lucius velou o sono de sua amada, que agora em diante não seria nem perto de normal.


 


Enquanto isso Draco ao ouvir as palavras de seus pais, congelou, não sabia o que pensar, eles tinham certeza, ele notará e eles também sabiam quem era sua companheira, como também sabiam que ela o renegaria. Quem era ela? Ele se pensava, deixou-se vagar por todos os anos em sua escola e sem notar passava a mão a correntinha da família que sempre esteve em seu pulso, pelo que ele lembrava desde seus 5 anos de idade, uma herança foi o que seus pais haviam contado, ele sabia que era mentira aquilo, mas a pulseira o acalmava e era o que importava. - “Quem seria minha companheira?” – pensou ele. Vou morrer, sei que vou, vi no olhar de minha mãe isso.” – ele disse triste.


Mas as badaladas começaram a soar e ele começou a se transformar, a dor veio e o fez desmaiar. – “melhor assim, não sentirei tudo direito” – pensou antes de cair na inconsciência. Aquilo duraria a madrugada inteira, preparado não estava, mas se tinha que suportar tudo, iria passar como um verdadeiro Malfoy.

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Comentários: 1

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Enviado por Luiza Snape em 24/04/2014

#continua

Nota: 5

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