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10. Natal - parte 1


Fic: Line Up - Femmeslash, CAP 10 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Estava sentada na varanda da casa dos Weasley, gorro na cabeça, luvas e cachecol. Virou uma página do livro que lia quando uma bola de neve atingiu seu ombro.

- Ai! – Ela reclamou. – Vai molhar o livro!

- Larga isso, Hermione. É fé-ri-as – Rony pronunciou cada sílaba da palavra lentamente, como se estivesse ensinando algo importante.

Os Weasley tinham organizado uma batalha de bolas de neve e construído dois grandes fortes. De um lado, os gêmeos Weasley e Bill. Do outro, Harry, Ginny, e Ron. Charlie não conseguira voltar da Romênia para o natal e Percy estava, assim como ela, lendo. Entretanto, ele fora mais esperto e escolhera ler no conforto quentinho do interior da casa.

- É, Herms, vem ajudar. Estamos perdendo aqui. – Ginny olhou para o irmão com a cara feia. Ao que parecia, ele havia se desequilibrado e caído em cima da pilha de bolas que ela passara os últimos minutos construindo.

- Um anão daria mais trabalho de vencer que vocês! – Fred gritou.

- Um anão manco. – Jorge especificou.

- E cego. – Fred completou, enquanto Jorge lançava uma bola de neve na ruiva, atingindo-a bem na testa.

Os gêmeos deram um high five antes de começarem a rir e se munirem de mais bolas.

Harry lançou um olhar suplicante pra ela, vendo como o rosto da namorada tinha ficado completamente rubro e seus olhos tinham se transformado em fendas perigosas.

Hermione soltou uma risadinha antes de guardar cuidadosamente o livro e se juntar aos amigos.
 


Quando já havia tomado banho e estava seca e aquecida novamente, a menina achou que finalmente conseguiria terminar sua leitura. Até que seu celular tocou. Com certa preguiça, ela esticou o braço para alcançar o aparelho na mesa de centro da sala.

Quando ela mirou a tela, teve quase certeza que seu coração pulou uma batida. Não havia nome que identificasse quem estava ligando, mas ela não havia esquecido aquele número. Não achava que pudesse esquecer. O celular continuou a tocar, até que ela respirou fundo e atendeu.

- Alô?!

- Hey, Granger. Beleza?

- Greengrass. – Se obrigou a responder com a boca seca. – Por que você me ligou?

- Ah, tudo beleza, então. – Uma risada irônica do outro lado da linha – O lance é... eu ganhei esse Audi de natal. Não sei se você lembra, tirei minha carta há alguns meses. Acontece que eu nunca conduzi sozinha na cidade, e acabei parando no seu bairro. Então eu pensei: Ha!, já que eu estou aqui, bem que eu poderia ligar praquela velha conhecida minha e, sei lá, tomar um chocolate quente. Sei que você não é muito fã de café e de chá que não seja caseiro. O que me diz?

Hermione ouviu a outra tagarelar naquele tom-ah-tão-casual. Tão ensaiado, na sua opinião. Um nó se formou na sua garganta. Qual era o problema de Daphne?! Fazer aquela ligação soar despretensiosa e tomar um chocolate quente como se nada tivesse acontecido?! Qual era o problema de Daphne?

- Greengrass... – Balançou a cabeça com desaprovação, mesmo sabendo que a outra não poderia ver. – Não estou em casa. Meus pais tiveram que fazer uma viagem urgente para o interior. Uma prima distante da minha mãe faleceu. Estou passando o natal com os Weasley. Astoria não te contou?! – Então Hermione usou o seu próprio tom-ah-tão-casual. Sabia muito bem que as irmãs não estavam nos seus melhores termos ultimamente. Sabia muito bem que ela tinha pelo menos um pouco a ver com isso. Então odiou a escolha do tom.

- Ah. – Daphne não conseguiu disfarçar a decepção em sua voz. – Não. Não contou, não.

Silêncio.

- Olha, Granger... Foi mal pela ligação. Foi uma péssima ideia.

Hermione ouviu uma buzina ao fundo e suspirou. A culpa de repente varrendo qualquer outro pensamento racional. Um copo de chocolate quente. Em nome do espírito natalino. Não machucaria ninguém. Ela até conversaria com a loira depois. Astoria não ficaria chateada, talvez até agradecesse. Talvez isso até ajudasse as outras duas a reconsiderarem a situação toda.

- Espera. – Disse antes que Daphne desligasse. – Por que você não passa aqui? Tem como você anotar o endereço? Não está dirigindo agora não, né?

- Estou. Mas pera aí um segundo que eu vou encostar.

Engoliu o sermão. Não ajudaria em nada agora.

- Pronto. Pode falar. E antes que você diga alguma coisa, eu estou usando um fone para celular, ok?! Não estou dirigindo com ele na mão.

O sorriso que se abriu no rosto de Hermione não era um bom sorriso. Daphne a conhecia. Conhecia tão bem que doía.

Ela passou o endereço e subiu as escadas, o livro nas mãos. Entrou no quarto de Ginny, onde a ruiva cochilava. O Sr. e a Sra. Weasley tinham ido ao supermercado fazer as compras para o jantar de natal dali a três dias. Harry e Ron estavam jogando xadrez na sala de jantar, Percy estava enfurnado em seu quarto, e os outros Weasley estavam sabe-se lá onde.

Guardou o livro. Pegou um casaco, sua bolsa e colocou um cachecol.

Achava bom que a outra estivesse dormindo. Uma Ginny com sono era uma Ginny que não fazia muitas perguntas.

- Hey... Gin. – Hermione se curvou na direção a ruiva, balançando delicadamente seu ombro.

- Anhmmmm... – A ruiva gemeu e fez uma careta, abrindo minimamente os olhos. – Que foi?!

- Vou dar uma saída, ok? Não demoro pra chegar, acho.

- Tá bom, tá bom... – A garota respondeu sonolenta, virando-se na cama para ficar de costas para Hermione.

- Vou pegar sua chave, tudo bem?

- Tanto faaaaz. – Ginny grunhiu.

Com uma risadinha, Hermione pegou a chave na escrivaninha da garota e desceu rapidamente as escadas. Passou sorrateira pela sala de jantar, mas os meninos não se viraram, concentrados no tabuleiro em cima da mesa. Preferia assim. Evitar todos os questionamentos. Não queria responder onde estava indo, muito menos com quem estava indo.

Esperou no portão por alguns minutos, até que um carro cinza brilhando de limpo estacionou exatamente ao seu lado. A janela do banco do passageiro abriu, e Hermione viu Daphne sorrir para ela e fazer o sinal para que entrasse.

Entrou, sentindo imediatamente o cheiro de carro novo. Seus olhos percorreram o interior do veículo detalhadamente, evitando o contato visual com a outra. Foram do câmbio automático para o aquecedor ligado e para moderno som que tocava uma rádio qualquer, parando no GPS ao lado do volante. A prova final da mentira de Daphne. “Acontece que eu nunca conduzi sozinha na cidade, e acabei parando no seu bairro.” – a desculpa esfarrapada retumbou na sua cabeça. A garota ao seu lado pigarreou, acompanhando seu olhar, provavelmente pensando a mesma coisa que ela naquele momento.

O carro finalmente entrou em movimento.

- Tudo bem com você? – Daphne perguntou com o olhar fixo no trânsito.

- Sim. – Hermione respondeu, mantendo os olhos à frente também. – Sim. E com você?

Pela sua visão periférica, enxergou a morena dando de ombros.

- Tem algum lugar que você prefere?

- Tem uma Starbucks umas quatro quadras pra frente. Podemos parar lá.

- Ok.

O resto do caminho foi feito em silêncio. Em determinado momento, Hermione mirou apreciativamente as luvas pretas que a outra usava, imaginando quanto custaram e onde ela havia comprado.
Daphne conseguiu um lugar realmente bom para estacionar. Deram sorte que outro carro estava saindo de uma vaga logo em frente ao café.

Quando saíram do carro, não pôde evitar analisar Daphne. A garota estava ridiculamente bonita. Vestia um vestido de cashmere roxo, uma meia calça tão grossa que poderia ser confundida com uma calça. Botas pretas até quase o joelho, e um sobretudo - também preto - aberto, as amarras da cintura caídas ao lado do corpo da menina, conseguindo deixá-la com um ar arrumado-porém-casual. Os cachos negros perfeitamente comportados apesar do clima. Hermione passou a mão pelo próprio cabelo, consciente de que estava mais armado que o normal.

A garota passou a frente, deixando a porta aberta para ela. Hermione curvou os cantos dos lábios e entrou na Starbucks. Penduraram os casacos e Daphne passou novamente a frente.

- Um Latte de baunilha com leite de soja venti, e um chocolate quente tall. – Olhou para ela como se procurasse confirmação.

- Isso. – Murmurou. Aquele era o mesmo pedido que costumavam fazer. Até mesmo o tamanho.
Quando Greengrass abriu a bolsa para pegar a carteira, ela fez o mesmo.

- Não... não, Granger, eu pago.

- Não, claro que não. Posso pagar pelo meu próprio pedido.

- Hermione. – Daphne suspirou. – Eu te convidei, por favor...

Talvez fosse o “por favor”, seu primeiro nome ou até a familiaridade da situação, mas Hermione assentiu. Sempre que iam ao Starbucks, ou a qualquer outro lugar, tinham a mesma discussão. Ela acreditava piamente que deveriam dividir a conta, enquanto a outra sempre insistia para pagar tudo sozinha. Dizia que dinheiro não era problema para ela. E podia não ser, sabia, mas em determinadas situações isso ia além de ser um gesto gentil da parte de Daphne, e se transformava em uma tentativa de ter o controle.

E era somente nessas situações que Hermione concordava em fazer as vontades da garota. Porque ela sabia o quão fora de controle a vida dela podia ser. Pais ausentes, drogas, inseguranças quanto ao futuro e aquela velha autossabotagem tão típica de Daphne... Então ela deixava a menina pagar a conta. Para que a morena, apenas por um segundo, pudesse sentir que tinha as rédeas da situação. Embora Hermione suspeitasse que a garota nunca conseguisse isso totalmente. Nem nunca conseguiria.

Esperaram as bebidas chegarem antes de encontrarem uma mesinha pequena no fundo do café. Um silêncio aterrador se manteve, enquanto cada uma se dava conta da estranheza daquilo tudo. Hermione ainda tentava entender porque diabos estava ali parada, realmente agindo como se os últimos meses não tivessem acontecido, ou como se tivessem sido bem menos piores do que foram. Porque fingir que foram melhores era outra coisa completamente diferente. Era impossível, até.

- Entãaao... – Tomou um gole da sua bebida, não conseguindo mais aturar aquele silêncio, aquele desconforto palpável. – Um Audi, é? – Sorriu, tentando quebrar o gelo.

Daphne sorriu.

- É, um Audi A5 2.0... você sabe como meus pais são. Sempre tentando comprar amor e essas coisas. Pelo menos dessa vez eles compraram bem. – Então ela riu amargamente.

O sorriso de Hermione escorregou e ela suspirou com um ar de preocupada.

- Não, tá tudo bem. Não é grande coisa. – Daphne disse antes que a outra pudesse falar qualquer coisa e deu de ombros.

A verdade é que ela estava acostumada. Estava até feliz que os pais conseguiram acertar direitinho o que ela queria. Não poderia estar mais contente com o carro novo. Observou Hermione baixar os olhos para o próprio copo, a testa franzida.

- Sério. Não é grande coisa.

Daphne encontrou o olhar de Hermione. Aqueles olhos castanhos pareciam tão transparentes para ela. Eram como duas grandes lagoas de emoção. Tão, tão intensos.

- Como você está de verdade, Daphne?

Seu lábio inferior começou a tremer e ela teve que beber um gole do seu café fumegante. Queria dizer a verdade. Queria conseguir desabafar. Estava tudo uma bosta.

- Estou na mesma.

A outra suspirou.

- Daphne... por que estamos aqui? Quer dizer... por que esse convite?

Ela tomou mais um grande gole de café. Aquelas perguntas... tinham que ser sempre tão complicadas? Não poderiam apenas sentar e conversarem um pouco? Não podiam apenas aproveitar a companhia uma da outra? Teve vontade de rir. E de chorar. Talvez rir e chorar ao mesmo tempo.

Não, não poderiam fazer nenhuma daquelas coisas. Graças a ela, estava tudo fodido pra valer. Tipo, realmente fodido. Machucara tanto Hermione, e agora ela estava com sua irmã.

Aquela não fora uma boa ideia mesmo... mas ela só queria não se sentir tão imensamente sozinha o tempo inteiro. Poderia ter ligado para Ginny... entretanto, isso era lógico demais. Fácil demais. Ela era Daphne Greengrass e sempre tinha que ir para as coisas mais fodidamente fodidas.

Que merda!

Se ela apenas soubesse como estava arrependida. Claro que não havia muitas opções, mas porra... como estava arrependida.

- Não sei, Hermione. Não sei. Eu só... desculpa, ok?! Por tudo. – Sentiu os olhos arderem e abaixou a cabeça. – Eu... sei que não posso reparar a situação. Eu fui uma filha da puta. Todo esse tempo... desculpa.

A mão da outra alcançou a sua, e ela desejou não estar usando luvas.

- Você me fez mal, Daphne, muito mal. Mas sabe... – Hermione apertou sua mão, e ela virou seus olhos marejados em direção aos dela. – Aprendi que tenho que deixar isso ir, até mesmo para que eu consiga seguir em frente. Já passou bastante tempo, e já passou da hora de eu te perdoar. E eu te perdoo. A questão é: você se perdoa?

Então ela começou a chorar. Chorar muito. As lágrimas escorrendo pelo seu rosto sem reservas. Ela, se perdoar? Quase podia ouvir os diabinhos em sua cabeça rindo do absurdo disso. Mesmo que não tivesse tido escolha, nunca se perdoaria por perder a garota.

A mão de Hermione não deixou a sua, até que as lágrimas aos poucos diminuíram.

- Você precisa se perdoar eventualmente, sabe. – Hermione disse baixinho. – Até porque... parece que vou estar na sua vida por um tempo.

Os diabinhos riram de novo e a imagem da garota a sua frente beijando sua irmã apareceu em sua cabeça.

Não mais chorava.

- Então, seus pais estão no interior... – Fungou, forçando-se a mudar de assunto.

- Sim... Me ofereci para ir com eles, claro... Mas minha mãe disse que era besteira eu passar meu feriado assim... que eles só estavam indo por obrigação.

- Entendi.

- Como vai ser seu natal?

Soltou um risinho irônico.

- Uma puta hipocrisia, claro. A família inteira se junta na minha casa para jantar, e eu, Astoria e meus pais fingimos ser uma família feliz e unida. Sem nenhum tipo de problema.

Hermione encarou-a em silêncio.

- Mas o ano novo vai ser bom. Acho que vou a uma balada aqui em Londres mesmo. Meus pais vão viajar ou algo assim.

Mais silêncio.

- E o seu?

- Com os Weasley também. Acho que Astoria vai passar comigo.

- Ah. – Sentiu como se vários cubos de gelo fossem empurrados goela abaixo, queimando, causando uma leve ânsia. – Legal.

Hermione suspirou.

- O que você tem feito?

Daphne pensou por um segundo. O que ela tinha feito? Bom, tinha se drogado, se cortado, chorado até dormir, e trepado de vez em quando.

- Nada demais. Minha vida já foi melhor. – Riu. – Sinto falta do balé às vezes. – Era verdade. – Mas acho que fiquei tempo demais sem praticar.

- Você sempre pode voltar. Você não está fora de forma. Lembra daquela vez que eu te peguei praticando?! - Hermione sorriu.

Daphne riu. Sim, se lembrava. A outra entrara em seu quarto na escola sem avisar, já que costumava ter a chave. No início ela não viu, tão concentrada estava na música. Mas quando avistou Hermione ali, olhando-a de boca aberta, teve certeza de que toda a cor fugiu de seu rosto, e ela tacou um travesseiro na garota, envergonhadíssima. Hermione tacou de volta. Logo estavam em uma verdadeira guerra de travesseiros, lençóis, cobertas, e o que mais encontravam que não machucasse ao lançar na outra.

- É, acho que sim. – Mas não pensava realmente em voltar. As feridas vermelhas em sua perna eram um belo de um impedimento. – E o que você tem feito?

- Na real? – Hermione ergueu uma sobrancelha. – Lido. Hoje participei de uma guerra de bola de neves. – Soltou uma risadinha e revirou os olhos. – Aaahhh... e tenho visto vídeos de gatos no Youtube, também.

Daphne riu. Tipo, riu verdadeiramente. Uma risada gostosa saiu pela sua boca, porque aquela resposta era tão, tão, tão Hermione. E ela sentia muita falta de respostas como aquela.

O resto do climão que havia subitamente sumiu. Conversaram sobre tudo e coisa nenhuma, mas tomaram muito cuidado para não entrarem em assuntos complexos demais, ou delicados demais. Os copos vazios estavam abandonados na mesa.

Depois do que pareceu umas duas horas, o celular de Hermione vibrou.

E, ao olhar a garota sorrir ao ler e responder o que deveria ser uma SMS, seu coração afundou. Provavelmente era Astoria. Astoria. Sentiu raiva. Muita raiva. Levantou-se.

- Acabei de lembrar, Hermione... preciso passar no shopping e comprar um presente para um amigo secreto que estou participando. – Mentira.

A outra se levantou.

- Claro, claro. Já está ficando tarde também.

Pegaram seus casacos e caminharam em silêncio até o carro.


No caminho de volta, Daphne fingiu mexer no rádio, soltando um comentário ou outro sobre as músicas que tocavam.

Quando estacionou na casa dos Weasley, travou. Deveria falar alguma coisa? Será que um beijo na bochecha da garota seria apropriado?

- Bom... isso foi... divertido. – Hermione sorriu. – De verdade. Senti falta disso. Desse seu lado.

- Desse meu lado humano? – Ela sorriu irônica. No lugar da vadia sem coração, quis completar.

- É. – a menina riu. – Desse seu lado humano. Feliz natal, Daphne. – A garota colocou a mão em seu ombro levemente. Abriu a porta do carro e sorriu uma última vez antes de sair.

Ela ficou olhando-a entrar na casa antes de sacar o celular. Agora que Hermione se fora, a raiva retornou com força total. Teve esse impulso súbito... Esse impulso de ter ao menos uma, uma coisa que pertencesse à Astoria. De macular, tomar, ao menos uma coisa.

- Draco?! Você está em casa? Ótimo, estou passando aí.

Desligou o celular e arrancou com o carro.






Yô, parece que foi ano passado que eu passei por aqui... HAHHAA, ok, não me atirem pedras pela piada retardada.
HAHAHA
Enfim, A-TU-A-LI-ZEI! Podem parar de me cobrar no Facebook! HAHAHAHAHA 
Mentira, podem cobrar, coloquem vergonha na minha cara.

Cara, sei que quase todo mundo odeia a Daphne - incluindo minha beta, Beatriz Potter, que se referiu a ela como "irritantemente autovitimizada" - mas eu não consigo evitar! Eu adoro as camadinhas dark e fodidas que ela tem por trás do exterior de vadia fria :) HAHAHA

Apesar de uma recente e acalorada conversa que tivemos no grupo femme no Facebook (se vc não está lá, corre pra falar com a MiSyroff que ela te adiciona com prazer!), vou pedir comentários pra esse capítulo... então, por obséquio, me deixem um comentário?! HAHAHA 

E TAMBÉM, vou divulgar minha recente - e flopada - fic nova. Chama "Senhas" e é obviamente femmeslash: 
http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=45021

No mais, vejo vocês na parte 2 do capítulo dos feriados de fim de ano!
BJBJ!
 

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Comentários: 7

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Mione03 em 21/02/2013

Oi Mila, sei que demorei, pode ficar brava comigo, mas estou aqui.

Já te disse, e repito, que não odeio a Daphne, eu realmente gosto dela e de todos os mistérios que ela possui, todos os segredos que ela guarda do seu passado e tudo mais, ela é um personagem tão complexo que só da vontade de apronfundar a leitura sobre ela. Você me fez ficar com vontade de saber sobre o envolvimento da Hermione e a Daphne, espero um dia ler uma fic sua com esse shipper.

A família Greengrass, principalmente as garotas dessa família, possuem tanto mistério e tantos segredos que é muito difícil mesmo não se envolver e se apaixonar pelas situações que eu leio por aqui. Adorei ver a Daphne tomar a atitude de procurar a Hermione para tomar um chocolate em pleno Natal, não achei que ela faria algo assim, só quero ver qual será a reação da Astoria quando souber disso.

Já disse e repito, você me viciou na fic desde o começo, então estou super ansiosa para saber como toda essa história vai desenrolar, se as irmãs Greengrass vão voltar a se relacionar melhor, se a Hermione e a Daphne vão se tornar amigas ou colegas novamente, se vão pelo menos voltar a ter mais conversas como essas, como vai ser o relacionamento da Hermione e da Astoria e como as duas vão gerir o mesmo quando a morena se formar.

Eu amei esse capítulo e para mim foi incrível ver um lado diferente da Daphne e poder ver um pouco de como a Hermione a enxerga. Muitas emoções vão rolar ainda, tenho certeza! Bom parabéns pelo capítulo, pela fic e até o próximo capítulo!


Bjos
mione03           

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Lai Prince Slytherin em 14/02/2013

Pronto! Agora você me fez shippar Hermione/Daphne! E o pior de tudo é que eu sei que ela vai acabar ficando com a patricinha pink flower ¬¬ AAAAaaaaaaaaaaaargh, porque, Milax, porque? D:

Hermione hipster [2] KKKKKKKKK

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por elen amanda em 30/01/2013

graças a Deus rs, por favor não pare de atualizar >.<

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Hufflepuffs Bitch em 29/01/2013

Eu não odeio a Daphne!
Na verdade acho que ela é minha favorita da fic T.T 
Adorei  capítulo, de verdade. Mas não sabia que a Hermione era hipster: Starbucks? hehehhe :P

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Rosário em 29/01/2013

<3 AMEI. eu nunca fui com a cara de dondoca mimada patricinha da tua Astoria, assim que esse cap pra mim foi hiper gostoso de ler, eu passei o cap todo torcendo pra Hermione se jogar na Daphne. Eu gosto mto da Daphne, ela tem uma humanidade tão real com todas essas maldades que ela faz. :3 DAPHMIONE JÁ!!!! 

Nota: 1

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:: Página [1] ::

Enviado por MiSyroff em 29/01/2013

Ah, e sim! Me adicionem pessoal ;) kkkkkkkkkk

https://www.facebook.com/MiiSyroff

E vou cobrar dona Mila, vou mesmo u.u 

E comentário é tudo de bom e pronto! kkkk 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por MiSyroff em 29/01/2013


Não sei explicar direito... Mas acho que porque está friozinho enquanto leio e quero muito ir fazer um café ou chá, algo quente, tudo me parecel incrivelmente real. Até mesmo os sentimentos.
Mas convenhamos Mila, que Daphne mais chata! Quando pensei que tudo ia ficar fofs ela vem e sente um "ódio mortal porque minha ex saiu, oh! que dó de mim" 
Que coisinha chata! kkkkkk


Mas, deliciosamente estruturada shauhsuahsuhas 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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