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4. Raiva


Fic: Harry Potter e o Enigma Olimpiano - AVISOOOO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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(Harry)


 


Eu estava realmente furioso com a cena que havia presenciado, quero dizer, como meus melhores amigos poderiam me trair de forma tão dolorosa? Já podia sentir os céus se fechando e uma tempestade se formando, não era como se aquilo fosse minha culpa, mas desde que virei um “filho” de Zeus os céus refletiam o meu humor e acredite se depender da minha sorte os dias nublados e chuvosos irão vigorar neste acampamento.


   – Harry! – Ouvi meu nome sendo chamado abaixo de mim, eu sabia quem era e definitivamente não queria vê-la, por isso, havia escolhido o alto daquela arvore, porque pensei que ali seria o melhor refugio, mas eu certamente deveria saber que não se pode esconder-se de Hermione Granger. – Harry, eu sei que esta ai! Quer por favor, descer aqui e me explicar o que foi aquilo? – Gritou ela se referindo a cena do lago, eu sem sombras de duvidas não sabia como explicar aquilo, então seguindo um raciono logico, ou não, decidi que o melhor a fazer era ignora-la, não posso falar de sentimentos que não entendo, especialmente agora que eles regem os céus.


Depois de um tempo me chamando ela acabou por desistir, acho que ela esta furiosa, pelo menos agora ela sabe como eu me senti vendo aquela cena ridícula, o simples pensamento fez com que um trovão ressoa-se ao longe.


– Sabe você não deveria deixa-la tão furiosa, cara! – Falou Percy aparecendo próximo a arvore me causando certo susto, céus! Ainda bem que estou bem firme ou certamente teria caído.


– Vá embora, Jackson! – Falei com o máximo de calma que eu pude, afinal o que há de errado com as pessoas que não compreendem quando um cara quer ficar sozinho?


– Hey! Estou aqui apenas porque tanto você quando Hermione parecem chateados... Que tal me falar oque aconteceu com vocês? – Perguntou ele, pela suas bochechas vermelhas e o fato dele estar evitando me olhar eu poderia dizer que ele esta sem graça.


– Só me deixe sozinho.... Por favor! – Pedi em um suplico, afinal por mais que eu estivesse com raiva dos meus outros amigos não era justo descontar em Percy. Ele pareceu entender, pois logo foi embora em seu Pégaso, Blackjack.


Já estava de noite e eu não tinha a menor pretensão de sair dali, foi quando escutei os galhos da arvore se movendo, logo uma cabeleira loira apareceu, suspirei, qual o problema com todo mundo?


– Vá embora, Annabeth, por favor! – Falei sem ao menos olha-la.


– Quer saber, Potter! Você não é o dono desta arvore! – Respondeu ela de maneira petulante, juro que se não estivesse tão nervoso poderia até ter sorrido.


– Eu desejo ficar sozinho. – Disse novamente em uma tentativa vã de conseguir a almejada solidão.


– Ótimo! Eu também. – Falou ela, o que me fez virar para olha-la, ao contrario do que eu esperava, Annabeth não estava me olhando com um sorriso, ela simplesmente estava encostada em no tronco, quase deitada, olhando para o céu, com uma expressão pensativa. Suspirei e passei eu mesmo a olhar o céu, as nuvens densas impediam que as estrelas aparecessem, assim é melhor afinal ver as estrelas poderia me deixar triste, já que elas sempre me trouxeram lembranças sobre Sirius.


– Sabe que esta sendo um idiota, né? – Disse ela depois de um tempo, quase me sobressaltei, pois havia me esquecido que ela estava ali.


– Na verdade não, esclareça-me, oh sabia Annabeth, o motivo pelo qual sou tido como idiota. – Perguntei com a voz carregada de sarcasmo.


– Vou ignorar o seu sarcasmo, bruxo, pelo seu próprio bem. – Respondeu ela ainda fitando o céu. – Eles são apenas amigos...


– E dai? Acha que eu me importo? – Perguntei elevando o meu tom, afinal ela não tinha nada a ver com aquilo, sequer tem o direito de opinar.


– Tenho certeza que se importa, afinal um dia tão lindo tornou-se um dia tempestuoso, apenas porque você tirou conclusões precipitadas. – Replicou ela de modo firme. Aquilo me deixou com raiva, ou melhor, trouxe a tona toda a raiva que eu havia passado o dia tentando me livrar, quem ela pensa que é para julgar o que eu vi e o que eu não vi?


– Eu sei o que eu vi, acredite-me não foi precipitado, aquilo iria acontecer mais cedo ou mais tarde. – Falei e um trovão ressoou bem próximo de onde estávamos.


– Como pode ter tanta certeza? – Indagou ela olhando em meus olhos. Por alguns instantes foi assim cinza no verde, aqueles olhos cinzentos me perturbavam, olhos que pareciam ver tudo, olhos que sabiam de tudo, olhos tão cinzas quanto às nuvens de tempestade que eu criei.


– Porque eles se amam. –Soltei em um suspiro, aquilo pareceu deixa-la surpresa, a julgar por seus olhos arregalados.


– Como pode ter tanta certeza? – Voltou a perguntar desta vez de uma forma mais gentil, não sei ao certo como contar aquilo, mas sinto que preciso colocar pra fora, senão irei explodir, por isso, tomo folego antes de contar-lhe que sempre foi assim, Rony pertencia a Hermione e vice-versa, não era fácil dizer aquilo, mas era necessário, ao final Annabeth me olhou com ternura e tocou meu rosto. – Não sou eu quem deve lhe dizer se ela gosta ou não de você, ou mesmo se gosta do Rony, somente Hermione tem o poder para isso, então acho que vocês deveriam conversar, a amizade de vocês é muito especial para acabar por causa de mal entendidos. – Dito isto ela voltou seu olhar para o céu e desta vez sorriu, segui seu gesto e pude perceber que as estrelas e a lua brilhavam destacando-se na noite escura, somente agora eu pude perceber que a paz retornara ao meu coração.


Acabei por me perder naquela sensação, por isso, somente depois de muito tempo notei que Annabeth voltara a observar as estrelas com uma expressão pensativa.


– O que houve? – Senti-me na obrigação de perguntar afinal, ela havia me ajudado há poucos instantes.


– Nada. – Resmungou ela, ao que estreitei os olhos, não, não, não a garota insistente não vai fugir de mim assim tão fácil.


– Vamos diga logo! Sabe que pode confiar em mim! – Falei meio sem paciência, pude perceber que ela corou.


– Esta bem... – Disse ela. – Se Percy souber de uma palavra do que eu disse aqui você será um bruxo morto. – Ela falou aquilo tão seria e ameaçadoramente que acabei engolindo em seco e assentindo. – Sei que você sabe sobre Luke e sobre o beijo do verão passado... o problema é que eu estou extremamente confusa com isso tudo Luke me procurou, pediu para que eu me juntasse a ele, por um instante eu pude ver o meu Luke não Cronos, agora tem Percy e o nosso beijo, não sei o que fazer com relação a isso, são tantas probabilidades e em nenhum dos meus cálculos o resultado final é satisfatório.


– Annabeth... – Comecei ainda tentando processar o que me foi dito afinal ela despejou tudo como se fosse uma avalanche. –Com relação ao Luke eu não sei o que posso dizer sem parecer tendencioso, pois não o conheci, mas tenho certeza de que para cativar alguém como você ele devia ser um cara no mínimo formidável, mas me pergunto se o que você sente não é apenas uma afeição fraternal, quer dizer, você o conheceu no pior momento da sua vida.


“Sua mãe a guio até ele e Thalia, ele a protegeu e cuidou de você, então possivelmente você viu as garotas dando em cima dele e sentiu ciúmes, um ciúmes que nunca havia sentido antes, um medo da perda, dai levando-a a falsa sensação de amor romântico, posso estar errado, mas esta é minha opinião sincera.


Antes mesmo de concluir pude perceber que grossas lagrimas manchavam seu rosto, aquilo me apertou o coração, mas não havia nada que eu pudesse fazer para minimizar sua dor.


– Eu sinceramente não sei, Harry! – Foi tudo o que ela foi capaz de balbuciar, por isso sem pensar muito, coloquei os braços em volta dos seus ombros de maneira desajeitada.


– Quanto a Percy e o beijo de vocês, acho que você não é a única confusa, embora no caso dele não seja pelos sentimentos em relação a você, ele esta mais para não saber como proceder nesta situação, afinal Percy não quer magoa-la, principalmente por não ter certeza dos seus sentimentos... E por ultimo, nem tudo na vida são cálculos e probabilidades, as vezes vale a pena correr os riscos, mesmo com tudo contra, você tem que conquista a sua felicidade, tem que batalhar por ela, porque se viesse fácil seria altamente tedioso, não? – Ela acabou por rir da ultima parte e aquilo foi um alivio. Logo ambos desceram da arvore e cada qual foi para um lado, ambos se preparando para enfrentar as adversidades e batalhar por suas felicidades.

N/A: Capitulo curtinho :/ 

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