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4. Cap 4


Fic: NC-16 VINGANÇA - Dramione by LandaMS cap 9 e 10 on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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                                                              Quatro

Olhou-se mais uma vez no espelho. Estava impecável. Mas era como se não estivesse. Parecia ser sempre um quebra cabeça com muitas peças discrepantes.


 Ergueu as sobrancelhas tentando se conformar que não havia mais nada que arrumar na sua vestimenta.


Apesar disso quando desceu os degraus de sua casa para atender a porta assim que a campainha tocou, não fugiu do espelho gigante do hall de entrada. Tocou de novo os cabelos soltos e alisou a blusa e a saia justa ao corpo tentando desamarrotar alguma ruga inexistente... Suspirou profundamente antes de abrir a porta.


_Boa noite.


 A voz sedutora chegou aos seus ouvidos e ela não conseguiu evitar dirigir-lhe um sorriso.


 Sentiu até seu sangue correr mais rápido nas veias.  Efeito dos batimentos do coração terem acelerado.


_Boa noite, sr. Malfoy.        


Ela deu passagem para que ele entrasse e ele andou como um felino prestes a abocanhar sua presa.


_Está muito mais bela essa noite, senhora.  – Hermione sentiu-se derreter diante do elogio.


Mas aquelas palavras bonitas não eram o único agravante para seu estado.


O perfume, o olhar, a voz, o modo como ele a abordou e se aproximou foram fatores agravantes para a loucura que a fez querer arrastá-lo diretamente para o quarto. Entretanto se conteve. Era uma dama e não perderia a compostura.


_Obrigada. – Agradeceu de forma suave.


 Tentou distrair-se ao fechar a porta. Mas quando se voltou para encará-lo ele estava tão próximo que levou um susto e deu um passo para trás encostando-se a porta.    


_Passei o dia todo pensando em você. – Confessou a queima roupa.


Hermione sequer percebeu o calor do corpo dele se misturar ao seu, apenas sentiu aquela pressão gostosa que ele fazia contra seu corpo e o hálito mentolado entrar por suas narinas.  


Embora tenha se surpreendido com a revelação ela não deixou transparecer.


_Sinto-me lisonjeada, sr. Malfoy... – ele tentou roubar-lhe um beijo, mas Hermione não permitiu, tomando controle da situação e do próprio corpo. – Mas acho que nosso jantar está esfriando.


 


Enquanto falava ela desviava do corpo dele e se encaminhava para a sala de jantar.


Draco virou-se para ela e sorriu. Enfiou as mãos no bolso disfarçando o pequeno volume entre as pernas.


Ele sabia que ela iria jogar um jogo muito perigoso. – Pensou.  Mas e daí? Draco sabia que ira ganhar de qualquer forma mesmo. Afinal ele era o rei no jogo da sedução.    


_É claro. Estou realmente faminto.


 Hermione desconfiou que ele não fez referência somente ao cheiro apetitoso  do jantar em cima da mesa.


 _Espero que não se importe que eu mesma lhe sirva, mas achei desnecessário contratar um garçom.


_De maneira nenhuma. Adorarei ter somente sua companhia.


 Ele rodeou a mesa e colocou a garrafa em cima do tampo de vidro.


 _humm,Shantulssy 1836, primeira safra bordô francesa.


_Além de bela, entende de vinhos?


_Aprendi a reconhecê-los com meu pai. Ele era um exímio apreciador.


Draco sorriu e sentou-se logo após dar-lhe esta mesma cortesia. Mais uma vez Hermione sentiu-se uma princesa.


 


(***)


 


Do outro lado da cidade Pansy Parkinson jogava com tudo o aparelho de celular contra a parede do quarto enquanto o som de um grito enfurecido ecoava pela casa vazia.


Mais uma ligação com a mesma voz eletrônica do outro lado.


Este numero não existe.  


 


Onde ele estaria que não atendia suas ligações? Logo de manhã conseguira a proeza de escutar sua voz mesmo que aborrecida ao telefone que a secretária da agência lhe passara no dia anterior.


Como ele ousava desligar o telefone na cara dela daquela maneira? Mas ela não iria desistir não. Ela não era mulher disso. Ainda mais agora que descobrira depois de ligar para a antiga secretária e tirar essa informação dela com um pouco mais de dinheiro com quem ele havia passado a noite anterior.


E ela, aquela socialite sem sal não iria roubá-lo dela. Hermione Granger Weasley que a aguardasse, pois o dela estava guardado.


Pansy Parkinson não gostava nada de dividir o que ela achava que devia ser só seu e Draco Malfoy – ao ponto de vista dela – tinha que ser só seu.


 Já havia se livrado de duas concorrentes, Hermione Weasley era mero grão de poeira em uma montanha de areia no deserto.


_Não vai ficar com ele Hermione Weasley.


 Jurou para o horizonte escuro e cheio de luzes visto de sua janela no décimo primeiro andar de um dos condomínios mais elegantes da cidade.


 


(***)


           


O Shantulssy 1836 estava pela metade, e tanto Hermione quanto Draco queriam que continuasse onde estava.


Ele levantou-se e deu a volta na mesa afastando a cadeira para que ela pudesse se levantar. Ela deu um último gole em sua taça e depositou-a no tampo da mesa.


_Obrigada.


Hermione tentou ignorar a presença dele até estar mais confiante, mas ele parecia fazer de tudo para que ela vacilasse…


 O clima de sedução era tão forte que Hermione sequer conseguia encará-lo sem corar violentamente.


 Ela estava começando a sentir-se uma idiota perto dele. Respirando fundo e tentando arrumar uma maneira de se mostrar mais confiante. Não que ela não fosse. Estava certa até demais de que era, mas Draco Malfoy fazia qualquer mulher perder a compostura se estalasse os dedos. Queria muito entender que tipo de magnetismo ele exercia sobre ela. Será que com as outras ele tinha esse mesmo poder? Pensar nisso a fez não querer pensar mais. Afinal ele era apenas um acompanhante de aluguel e ela não tinha nenhum direito sobre ele. Draco poderia fazer o que bem entendesse.


_Você gostaria de beber mais alguma coisa?... Um café talvez?


Draco sorriu. Aquilo a fez tremer por dentro.


_Não. Muito obrigado. – Hermione o encarou agora. – Mas tem algo que quero provar desde o momento em que cheguei aqui.


Hermione sentiu-se arrastada até o corpo másculo. Suas mãos se apoiaram nos bíceps por cima da camisa branca que ele usava e sua unha vinho contrastou com o tecido.


Draco aproximou o rosto do dela mirando demoradamente sua boca rosada pelo batom.


_Tenho sua permissão senhora?


Hermione não conseguiu responder, mas o gesto involuntário que sua língua fez ao passar superficialmente pelos lábios foi um convite irrecusável.


O gosto do vinho descendo por sua garganta enquanto o tomava na taça de cristal disposta ao longo da mesa de jantar jamais se compararia ao gosto misturado dos lábios dela.


Hermione tinha um beijo viciante e ele passou a madrugada e o dia inteiro esperando para saboreá-lo. Nem o telefonema indesejado e a discussão com sua chefa fizeram-no parar de pensar nela e na noite que tiveram juntos.


Só quando o pulmão de ambos exigiu ar, é que as bocas se desgrudaram.


Hermione sentiu-se tonta, mas de um jeito muito bom.


E essa sensação só aumentou quando sentiu ele lhe tocar o pescoço. Fechou os olhos novamente e apreciou o carinho.


 As mãos de Draco subiram de sua cintura direto para os botões da blusa dela e começaram a soltar um por um.


_Espero que tenha atendido meu pedido. – A voz dele saiu abafada pelo contato de seus lábios com o pescoço dela.


_Sim. – Ela respondeu simplesmente.


Ouvindo uma resposta positiva ele tirou o último botão do caminho e desceu a peça de roupa pelos ombros delicados dela.


Afastou-se um pouco e admirou a lingerie.


O espartilho preto com detalhes em branco e uma renda muito delicada adornando uma parte aqui outra ali, moldava-se perfeitamente ao corpo esbelto da mulher.


 Ele ainda não tinha visto o resto, mas sua imaginação começou a funcionar assim que ela abriu a porta para que desse passagem para que ele entrasse em sua casa. Aquelas meias pretas fizeram-no viajar. E a cada segundo que passava ele queria, porque queria descobrir o que ela escondia debaixo daquela blusa e daquela saia justa.


Outro sorriso desconcertante e Hermione sequer teve tempo de apreciar.


A boca dele a envolveu de maneira voluptuosa e atrevida.


Hermione se entregou.


Ao poucos a saia que ela usava não mais escondia o restante de suas roupas íntimas. Agora o conjunto de lingerie estava bem visível e isso enlouqueceu Draco.


Ela era realmente de tirar o fôlego e ele apreciava muito isso.


Num impulso Hermione se viu presa a parede de um dos cantos da sala de jantar.


Draco devorava seu pescoço, enquanto ela tentava –sem sucesso- controlar o próprio corpo.


Entretanto as mãos dele passeando por sua cintura e costas, sequer permitia que ela tivesse um pouco de coerência do que estava acontecendo.


_Você me enlouquece Hermione. – Ele soltou contra a pele dela.


Ela soltou o ar com força antes de ter a boca capturada novamente.


Com um movimento rápido Hermione sentiu sua perna esquerda sair do solo e agarrar-se ao quadril dele.

Draco a puxou para mais perto e uma de suas mãos apoiaram-se na parede.


Libertou a boca dela e enquanto buscava o ar, ele admirava seu rosto rosado e sua boca molhada pelo beijo.


 



 


_Podemos ir... para o quarto? – Falou enquanto respirava com dificuldade.


 Ela acenou com a cabeça concordando.


 Antes de subirem ela apanhou as roupas no chão e seguiu na frente puxando-o pela mão. Embora estivessem com as mãos entrelaçadas, Draco sentiu-se agraciado com o pequeno desfile. O andar dela era gracioso e o sorriso que ela lhe lançava de vez em quando era hipnotizante.


Ao longo do caminho ele roubou-lhe três ou quatro beijos, e foi assim que adentraram o quarto. As bocas grudadas uma na outra enquanto as mãos dele desciam atrevidas por seu bumbum.


Agora os dedos dela atreviam-se a vasculhar embaixo da camisa dele. Draco arrepiou-se com o contato.


Ajudando-a desabotoar a peça ele a fez se sentar no colchão. As mãos dela desceram sedutoras pelo peito definido dele até o cós da calça.


Ele mesmo jogou a camisa no chão.


Curvando-se ele arrebatou a boca dela novamente.


_Posso te fazer carinho? – Sussurrou baixinho perto do ouvido dele.


 A pergunta o pegou de surpresa, nenhuma outra mulher sequer pediu permissão para tal ato. Elas sequer diziam aquilo de maneira educada. Todas tinham um vocabulário chulo.


Ele adorava mulheres de atitude, mas a cada segundo Hermione se tornava cada vez mais surpreendente.


_Pode fazer o que quiser senhora. – Encarou-a. – Sou todinho seu.


Hermione sorriu timidamente enquanto ele se levantava.


Respirando profundamente Hermione levou as mãos trêmulas para a fivela do cinto dele.


 Segundos depois a Box branca descia, revelando sua ereção completamente rígida,


Involuntariamente a língua da mulher percorreu os lábios. Draco deu aquele sorriso de lado que para qualquer outra pessoa mostraria arrogância ou prepotência, mas para ele era um sorriso de triunfo. Sabia que era gostoso, mas deixava que os outros pensassem isso. E Hermione acabara de dizer sem palavras o que ele já esperava.


Timidamente ela passou a mão na barriga dele enquanto tomava coragem para abocanhar aquilo tudo. Abrigou a ponta sensível dentro da boca e percebeu ele jogar a cabeça para o alto como se agradecesse a gentileza. O gesto impulsionou-lhe maior confiança e então ela alojou o restante do órgão sexual dele dentro da boca. Como a cavidade bucal dela conseguiu, nem ela mesma soube responder, também, como não saberia responder como ele lhe cabia entre as pernas. Mas o importante é que ele se alojava inteirinho dentro dela.


Usou e abusou do poder recém descoberto e Draco se viu a beira de um abismo pronto para se jogar.


Ela o sugou fortemente e ele teve que se afastar para não causar nenhum “acidente”.


 Hermione interpretou de outra forma.


_Desculpe – limpou o canto da boca com a mão. – Machuquei você?


_Não – foi sincero. – Mas acho que chegou minha vez de te dar prazer.


 Ele disse ajeitando-a na cama para que pudesse despi-la.


Enquanto a vislumbrava sobre a cama ele se desfez dos sapatos, das meias, da calça e da Box branca.


Hermione admirava calada enquanto ele lhe fazia aquele pequeno strip tease – mesmo ele não tendo consciência do que ela pensava.


 Deitou-se sobre ela completamente nu.


Aproveitando-se da fragilidade e entrega dela, ele usou todas as artimanhas que sabia para levá-la ao paraíso. Enquanto sua língua trabalhava fortemente entre as penas dela ele ouviu com satisfação seu nome ser pronunciado pelo menos umas três vezes.


E quando ela alcançou o primeiro orgasmo da noite, ele ainda não se sentia satisfeito com isso. Beijou-a, fazendo-a sentir o próprio gosto. E quando Hermione percebeu Draco já havia se enterrado dentro dela até o final.


Automaticamente seus delicados joelhos abraçaram as maravilhosas laterais do corpo masculino enquanto sentia ele ir cada vez mais para o fundo de seu corpo.


 Gemeu alto quando ele começou a se mover.


 Os gemidos e suspiros aumentaram gradativamente à medida que ele ia com mais velocidade.


Os movimentos eram coordenados por ele e também por ela. As posições eram de como um acordo entre os dois e ambos pareciam saber qual agradava mais.


Encaixados de uma maneira que pudessem estar encarando-se, Draco atacou o pescoço dela como um vampiro faminto. Ela subia e descia num ritmo quase que descontrolado.


 Com estrelas piscando diante dos olhos Hermione caiu para trás no colchão enquanto sentia desencaixar-se dele. Alucinado, Draco derramou-se no ventre dela, enquanto forçava um movimento de penetração com a própria mão.


Respirando, mais calmamente ele despojou o corpo ao lado dela no colchão e ficou encarando-a enquanto ela voltava ao ritmo normal.


Com os olhos fechados, Hermione sentia as deliciosas sensações causadas pelo pós-coito e aquilo era como um bálsamo para seu corpo carente de sexo. Afinal a mais de dois anos que não permitia ser tocada pelo marido, enquanto isso, ele se saciava todas as noites com qualquer vadia que se oferecesse.


_Tudo bem? – Draco perguntou deslizando o dedo pelo braço dela.


Mesmo com a pele suada, ele podia sentir a suavidade.


Hermione abriu os olhos rapidamente. Esquecera que ele ainda estava ali, deitado em sua cama.


Virou o rosto na direção dele e disfarçadamente jogou um braço sobre o corpo tentando cobrir os seios.


_Tudo. Eu... Estava apenas me acalmando.


Draco sorriu de lado. Aquele sorriso já estava deixando ela viciada.


_Posso fazer uma pergunta senhora?...


_Hermione. – Ela o corrigiu.


_Desculpe... Hermione. Porque mudamos de quarto esta noite?Achei que quisesse continuar sua vingança.


Ela ficou quieta por bastante tempo e ele respeitou seu silêncio.


_Achei que devia conhecer meu quarto. – Foi a explicação simples que ele recebeu.


_Eu gostei. Achei muito mais bonito que o outro.


Hermione riu e levantou-se. Colocou os pés para fora da cama e alcançou um robe no cabideiro. Vestiu-o e enquanto amarrava o laço Draco se ajoelhou na cama sem se importar em cobrir sua nudez.


 _Aonde vai? – Pegou-a pela cintura e a puxou-a para junto de si. Devido a posição de ambos, Draco ficou menor que ela.


 _Lá embaixo. Estou com sede.


_Promete que não demora? – A pergunta saiu mais manhosa do que ele pretendia.


Hermione achou bonitinho o modo como ele exigiu sua volta.


_Prometo. Mas se você continuar me abraçando, acredito que posso demorar mais aqui do que lá na cozinha.


_Isso é bom.


Hermione sequer pensou no que estava fazendo, apenas inclinou um pouco o corpo e o beijou como já havia feito muitas vezes com seu marido. A diferença é que Draco não era seu marido. Era um... O que ela era mesmo?


Não importava no momento. O importante é que ele a desejava muito mais que seu atual marido.


 


(***)


 
 


O jato particular alugado pousou na pista, e logo uma mulher muito elegante descia os degraus e caminhava até o carro último tipo estacionado. O chofer estava a sua espera. Minutos mais tarde o carro saia do pátio do aeroporto direto para as ruas charmosas de Paris.


Ela sequer se importou em olhar o caminho que seguiam, pois já conhecia muito bem aquela parte da cidade. Afinal, passava mais tempo em Paris do que em Londres, onde mantinha residência fixa.


O carro rodou pela cidade até estacionar em frente ao hotel cinco estrelas. Houve uma certa dificuldade em atravessar para a garagem devido ao acumulo de fãs e torcedores que residiam em frente a entrada principal.


Depois de passar pela recepção pedir as informações necessárias e ameaçar com que fizesse o recepcionista ser demitido, ela conseguiu o que queria.


Foi para o quarto ao lado do dele.


Sequer desfez as malas. Do jeito que estava, dispensou os funcionários e logo em seguida saiu.


382.


Olhou o numero e prestando um pouco mais de atenção, ouviu vozes e risos vindo do outro lado da porta.


Ele com certeza estaria acompanhado. Mas seja quem quer que fosse ela a expulsaria


e exigiria dele uma atitude.


Bateu na porta e esperou.


 Os risos continuaram e ela bateu de novo. Desta vez mais forte.


Dez segundos depois a porta se abriu e ele começou dizendo:


_Não pedi nada...


Mas calou-se assim que viu que não era nenhum funcionário do hotel.


_Boa noite senhor Weasley. – Cumprimentou-o adentrando o quarto dele como se fosse a dona.


Ela ignorou o fato dele estar enrolado no lençol e de ter uma prostituta nua em sua cama.


 A moça se cobriu rapidamente.


A cena era surreal para o casal que fora pego completamente desprevenido.


_Quem é você e quem te deu permissão para invadir meu quarto?


_Mande a moça sair e eu lhe explico tudo. – Ela disse inabalável indo se sentar elegantemente em uma poltrona perto da janela.


 Porque iria se abalar? Tinha um objetivo.







 


Draco Malfoy.


Foi ele que a fizera se deslocar de Londres até a França para falar com Ronald Weasley: o famoso jogador.


Ronald passou a mão no cabelo. Estava começando a ficar irritado, já que ela o fizera perder a excitação.


_Olha moça...


 _Senhora Parkinson. – Corrigiu-o imediatamente.


_Muito bem, senhora Parkinson. – Disse o nome dela de forma arrogante. – Por que a senhora não fala logo o que quer e logo em seguida me deixe em paz?


_O que tenho para lhe dizer, senhor Weasley – também usou o mesmo tom que ele usou para falar seu nome. – Diz respeito a sua mulher...


Ela deixou o restante do assunto pairando no ar. E viu com satisfação ele ficar sério.


 _Saia daqui.


 Parkinson ergueu as sobrancelhas, imaginando que aquilo teria sido para ela, mas quando viu ele olhar para a prostituta, sentiu um certo vigor por saber que tinha conseguido sua atenção.


Minutos mais tarde, quando a prostituta, devidamente reembolsada, por não ter concluído seu trabalho saiu, Pansy se viu sozinha com o jogador.


 _ Muito bem senhora Parkinson. O que tem a me dizer a respeito de Hermione? – Disparou assim que trancou a porta atrás de si.


Parkinson se levantou e caminhou sedutoramente para perto dele.


_Só vim lhe dizer que... Bem, que enquanto o senhor viaja a trabalho, – Ronald percebeu o sarcasmo na voz dela ao pronunciar aquelas palavras – sua querida e estimada esposa se diverte com um modelo de aluguel.


_Modelo de aluguel? Que história é essa? – ele indignou-se.


Achando tudo aquilo mais do que satisfatório ela agiu de forma “inocente”. Passou a unha bem feita no peito nu dele e seguiu com o olhar o caminho que fazia pelos músculos bem trabalhados enquanto continuava seu relato.


_Acho que ela se sentiu um pouco carente e resolveu se vingar do senhor, por passar tanto tempo fora de casa.


 Ronald acompanhou o movimento da mão dela e sentiu seu baixo ventre formigar. Afinal Pansy Parkinson era uma mulher realmente atraente.


Antes que ela chegasse ao lençol amarrado em seu quadril Ronald, agarrou a mão dela.


_Eu e minha mulher estamos nos separando. Ela pode fazer o que quiser.


 _Mesmo que seja em sua própria casa?


Ronald franziu a testa.


_O que realmente quer senhora Parkinson?


Sabendo que não conseguiria a ajuda dele sem abrir o jogo, ela resolveu fazê-lo.


_Muito bem, vou lhe explicar.


Dez minutos mais tarde, Ronald cruzava os braços na frente do peito fazendo ressaltar ainda mais seus músculos.


_Então é por isso que você viajou de Londres até aqui? Para que eu desse uma “dura” nesse cara e fizesse com que ele fosse correndo para os seus braços?


_Isso mesmo.


_E o que eu ganho com isso?


Ela sorriu tendo certeza que já conseguira o que queria.


_O que o senhor desejar.


 Nessa hora ela se afastou dele e se sentou na cama. Passando a mão pelo lençol.


_O que eu desejava, acabou de sair por aquela porta.


_Posso recompensá-lo por isso.


_É mesmo? Como?


Pansy nunca foi uma mulher de pudores. Sempre fez o que quis desde criança.


Ela levantou-se e ficou de costas para ele. Sua mão foi direto para o zíper do vestido e quando Ronald percebeu a roupa dela deslizava pelo corpo magro até o chão.


Do lado de fora um casal de idosos passava pelo corredor e de repente pararam em frente o quarto 382. Barulhos escandalosos vinham de dentro do quarto.


O homem parou com cara de safado e a mulher indignada com os gritos arrastou o marido o mais depressa possível dali. Reclamando da pouca vergonha dos jovens de hoje em dia. Dentro do quarto Ronald Weasley e Pansy Parkinson transavam feito animais no cio.


 


(***)


 


Entretanto, a milhares de quilômetros dali, Hermione estava sentada em uma das poltronas olhando pela janela as poucas luzes que ainda continuavam acesas na rua. Uma xícara de chá quente lhe fazia companhia, já que Draco Malfoy havia ido embora meia hora antes e lhe deixara. 


Ela tentava desviar os pensamentos dele, mas estes sempre voltavam com força total.







Era como se ele estivesse ali. Era impossível não pensar nos beijos dele. Naquela mão acariciando sua pele e no jeito possessivo que ele lhe apertava contras o corpo, nas palavras provocantes que ele sussurrava em seu ouvido enquanto se arremetia com violência contra suas coxas.


Ela piscou os olhos com força para espantar os pensamentos insanos da noite que estava quase no final e só percebeu que apertava a xícara com força entre os dedos quando estes começaram a doer.


Levantou-se um pouco preocupada.


Só no passado permitira pensar em um homem assim.  E não havia sido muitos. Tirando os namoricos que tivera na adolescência – aos quais não teve momentos íntimos – e Collin Creevey que durou dois anos, o único que tirava seus pensamentos de órbita fora Rony. Mas agora outras ficavam sonhando com o seu ex- marido.


 Sim, porque quando Ronald voltasse da França a primeira coisa que iria fazer era pedir o divórcio. Querendo ele ou não. Estava cansada dessa vida. Estava cansada de tudo que vinha acontecendo.


Estava na hora de dar um rumo pra sua vida. Iria ser feliz... E quem sabe Draco Malfoy pudesse fazer parte disto tudo? Sentia apenas angustia pelo seu pequeno príncipe que com certeza iria sofrer quando descobrisse, mas ela daria um jeito. Ela sempre dava um jeito para tudo. Sempre fora assim desde criança. Não mudaria agora.


Seus pensamentos voltaram para Draco Malfoy.  


 Mesmo em meio as angústias de seu coração, seu corpo achava um espaço para colocar ele no centro de tudo.


_Meu Deus! O que ele fez comigo? – Pensou desesperada.


Mas lá fundo ela já sabia.


 


 


Continua...

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Comentários: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Diênifer Santos Granger em 09/12/2013

Ameeeeeeeeeeeeeeei! Rony e Pansy ARGH QUE NOJO! kkkkkkk

Nota: 5

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Enviado por Landa MS em 30/07/2013

Valeu lindaaa. Sua opnião é sempre bem vinda.

Nota: 1

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Enviado por M R C em 29/07/2013

esse draco é absurdoooo !! delirantemente sedutorrr. Me seguuura! ahahahaha
essa fic é um afrodisíco Landinha.
e realmente, do jeito que ele está encantando por ela, daqui a pouco é ele quem vai querer pagar...

pansy e rony. casal clássico nas dramiones da vida. sempre achei interessante, e no contexto dessa fic ficou ótimo a junção dos dois.

ansiosa pro proximo
beijos       

Nota: 5

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Enviado por Landa MS em 29/07/2013

Ok. Mas acho que vai deixar de ser sexo pago a partir do cap que vem. Draco já está encantado.

Nota: 1

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Enviado por RiemiSam em 29/07/2013

Mal vejo a hora de saber o que o Draco pensa ou sente a respeito disso tudo. Por que ele não é indiferente a Herms. Sinceramente me comove a situação da Herms. Ela tem tudo pra ser feliz e fica atrelada a essa poita (ancora) do Rony. Gostaria de vê-la mais disputada. Ela merece mais do que sexo pago. 

Nota: 5

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