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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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5. Novas Alianças


Fic: Duas Verdades Finalizada.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O silêncio não foi quebrado nem quando as cadeiras se arrastaram e os poucos que estavam sentados se levantaram para ir embora. Como que por telepatia eles decidiram que resolveriam aquilo apenas depois, tudo era muito confuso e estavam realmente cansados.


Porém, quando Harry levantou a cabeça do bilhete irritante de Hermione percebeu que alguém tinha ficado pra trás. De certa forma aquilo não o surpreendeu muito. Durante toda aquela reunião excêntrica ele tivera a impressão que Zabine tinha algo a lhe dizer.


- Volte a se sentar. – E apontou a cadeira onde o rapaz estivera.


- Obrigado. – Mas a boca de Blás parecia não querer obedecer a urgência de seu cérebro desesperado.


- O que é importante saber e que os outros não poderiam compartilhar? – Harry, muito contraditoriamente, confiava em Blás. Por tudo que ele fizera por Hermione através daquele espelho e pelo carinho genuíno que ele parecia sentir por ela.


- Ok. Bem.. Draco.. ele. Draco descobriu sobre Eliz, quero dizer, que é filha dele. Antes que perca a calma, não contei, Hermione me fez prometer. Ele apenas começou a usar aquela cabeça loira dele. Mas esse não é o verdadeiro problema. – Harry se levantou passando as mãos no cabelo já tendo sim, perdido toda a sua calma. Não queria ter que lhe dar com Draco Malfoy naquelas circunstâncias.


- O que é o problema então? – Ele perguntou suspirando, de costas para o outro.


- Narcisa Malfoy.


- Quê? – Ele teve que se virar para Blás mais uma vez.


- Andrômeda. A senhora Tonks é muito fragilizada e Narcisa soube usar isso ao seu favor. Tirou dela toda a história de Draco e Herms. E claro, Elizabeth. – O menino que sobreviveu se jogou em sua cadeira completamente desanimado.


- O que a senhora Malfoy representa nessa história?


- Ela quer sumir com Draco, o que pra você acredito não ser problema. Mas ela está disposta a ir mais longe. Ela quer sumir também com qualquer prova de que algum dia um Malfoy nasceu mestiço, ou mesmo um Black, ao menos um que não seja seu descendente. – Blás estava pálido com que acabara de dizer.


- O quê? Mas.. eu.. eu realmente achei que..


- Narcisa é egoísta Potter. Ela ama exclusivamente a ela e Draco. E se ela acredita que Eliz e Hermione podem prejudica – lo ela fará tudo que pode para impedir. Temos que encontrar Hermione antes dela, porque acho que algo na guerra a fez perder o pouco de juízo que tinha. A diferença dela pra aquela vaca da Bellatrix é que é mais contida, apenas isso.


- Vamos atrás de Astória Greengras imediatamente Zabine! – os dois se levantaram juntos, focados em apenas descobrir onde Hermione Granger estava.


 


Já era Fevereiro e a neve já não castigava tanto mais. Não pensou que seria tão fácil assim estar ali, mais uma vez, mas foi. E que incrível. Tudo estava em seu devido lugar. Menos as lembranças, menos as pessoas, as vozes e os sorrisos.


Hogwarts era a mesma, mas jamais seria igual. O Salgueiro Lutador perdera muitos ramos e galhos. A Sonserina estava mais acima do que era, pois a antiga fora parar no fundo do Lago.


Faltava o canto de uma fênix, e com certeza faltaria um discurso na noite seguinte, quando os alunos voltassem. Faltava Harry Potter para irrita-lo, e até os Weasley deixaram um vazio. Mas o principal é que faltaria ele e ela. Nenhum dos dois voltaria para aquele Castelo. Ele só estava ali para... fugir.


- Senhor Malfoy, por favor, me siga. – Ah, essa sim mudara. Envelhecera ainda mais, e como se fosse possível, estava mais do que amarga. Talvez a morte teria sido um presente para Minerva, mais um que a vida não quis lhe dar.


A seguiu pelos corredores até chegarem a estatua de gárgula onde ele sabia estar a escadaria para a diretoria. Ela sussurrou alguma senha idiota e os degraus se moveram para eles.


Estivera naquela sala apenas uma vez, quando ainda tinha 11 anos e fora relatar a Dumbledore que não vira nada que tivesse atacado Harry Potter durante a detenção deles na Floresta Proibida no primeiro ano. O que era uma mentira deslavada.


O lugar agora lhe parecia menor, mas o que o incomodava mais é todos aqueles quadros o observando. Inclusive o de Snape, com aquele olhar sempre gelado. Soube pelo jornal que ele só estava ali graças a um pedido pessoal de Potter Herói.


- Pode se sentar senhor Malfoy. – Nem percebera que agora diretora da escola já havia se sentado e o estava encarando mal humorada.


- Obrigado.


- Bem, deve estar se perguntando o porquê da minha necessidade em falar com o senhor.


- Na verdade estou sim, mas foi uma ótima hora para conversar. – Ele percebeu que ela não o compreendeu, e pelo enrugar profundo da testa devia estar achando que ele estava zombando dela. Mas o que Minerva nem sonhava, é que ele estava há dias tentando descobrir uma maneira de fugir de sua mansão na França, lugar que a mãe o levara e o mantinha preso sutilmente. Aquele convite, que soava como uma ordem, não podia ser negado, nem mesmo por Narcisa, já que eles eram obrigados a sempre prestarem conta de onde estavam e o que estavam fazendo para o Ministério. Não aparecer para a diretora de Hogwarts poderia soar suspeito.


- É coisa séria senhor Malfoy. – Mcgonagall disse seca.


- Eu tenha certeza disso.


- Bem, na verdade, eu apenas estou aqui como intermediária, foram outras.. er.. pessoas que pediram para falar com você. – Agora ela parecia desconfortável. Draco a olhou desconfiado.


- Que pessoas?


- Uma delas fui eu jovem Malfoy. – Por um segundo Draco achou que tinha morrido, ou que tinha dormido e estava sonhando. Era a voz de Dumbledore a suas costas. Um frio correu sua espinha e ele teve medo de se virar.


- Ele está ali em cima, a sua esquerda. É o quadro maior. – Então ele soltou o ar que nem tinha percebido ter prendido. Claro, que estúpido, o quadro.


- Se aproxime, por favor. – A voz de Dumbledore continuava melodiosa e profunda como sempre fora, mesmo naqueles últimos instantes na Torre. Ele chegou perto o tanto que podia. Aquela noite ainda estava muito viva em sua memória, e ele sentia vergonha duas vezes. Por estar lá e por estar lá e não conseguir fazer o que tinha que fazer.


- Eu.. não.. – Mas sua voz resolvera sumir naquele instante e Draco não parecia capaz de articular uma vogal que fosse. Percebeu Snape revirar os olhos no quadro mais a direita, perto da porta.


- Não se aflija tanto, não há motivo para isso. Vou tentar ser breve com você porque realmente estamos um tanto apressados. Soube que estava na França com sua mãe, e que, pelo que foi observado, você andava bem caseiro. – Dumbledore havia se inclinado mais em sua cadeira pintada. Os oclinhos na ponta de seu nariz torto. Tudo aquilo deixava Draco muito perdido.


- Eu.. acredito.. como assim observado? – Estava se sentindo muito idiota ali.


- Estávamos preocupados com você e fomos te procurar nos lugares óbvios. – Mas não foi Dumbledore que o respondeu, e sim uma voz vinda de trás dele. Se virou rapidamente para encontrar Blás, ao lado de Astória e.. oh Merlim, Potter!


- O que toda essa palhaçada significa? – A confusão estava dando lugar a raiva.


- Precisávamos te tirar daquela casa sem Narcisa o seguindo ou impedindo Draco. Potter teve a idéia de te chamar oficialmente, mas isso teria que ser muito explicado no Ministério.


- Ok... e desde quando Potter e vocês são amigos, Blás? Não estou tanto tempo fora, estou?


- Não seja tão estúpido Malfoy. – Harry andou um pouco mais para o meio da sala nervoso.


- Potter..


- Não, vocês não vão brigar. Lembre-se do motivo de estarmos aqui! – Astória dissera enérgica e todos olharam para ela, que corou na hora.


- Por que estamos aqui? – Draco perguntou aquilo que estava em sua cabeça desde que recebera o “convite” de Hogwarts solicitando a sua nobre presença.


- Por você obviamente. E claro, Elizabeth e Hermione. – Draco teve que se virar de novo para encarar Dumbledore no auge da sua morte, tranqüilo.


- Quê?


- Harry me procurou a uns dois dias extremamente aflito. Me contou o que se passava e que não sabia qual a solução para tantos conflitos. Eu disse que também não sabia, mas que você precisava estar presente nessa discussão, afinal, é a sua família, não é? – E sorriu, o ex diretor sorriu feliz. Draco ficou ainda mais pálido e sem fala.


- Olha só Malfoy, sua mãe está a caça de Hermione e Eliz. E pelo que sabemos não é para chama-la de netinha querida. Temos que acha-las antes disso. – O loiro teve vontade de matar Harry pelo simples fato de falar com ele.


- Minha mãe não quer nada Potter!


- Por favor Draco, você sabe que isso é verdade!


- Astória, como se meteu nisso tudo? – Ele gritou.


- Eu já disse que te amo não já? – Ela respondeu no mesmo tom, ficando vermelha e com lágrimas nos olhos. Blás se aproximou dela.


- Não posso entender como duas garotas tão legais podem gostar de você. – Draco simplesmente socou o rosto de Harry com toda a sua força e desprezo. Não o suportava mais um segundo.


- Malfoy! – Minerva abriu a boca enfim e correu para seu eterno protegido que sangrava o nariz e indicava que queria revidar.


- Deixem de ser patéticos vocês dois e resolvam logo essa porcaria. Eu ainda preciso dormir. Passei mais de 20 anos da minha vida sem ter um sono descente. Me deixem em paz na minha morte. – A voz profunda e áspera de Snape calou até as respirações agitadas.


- Senhor Malfoy, Harry só quer o bem delas, assim como acredito que seja o mesmo que o senhor.


- O que estou fazendo aqui Dumbledore? – Não estava ali para ouvir mais elogios a Potter.


- Você vai até ela e por fim a essa história mal contada. Se resolvam, e acabem com isso. – Draco se virou mais uma vez para Astória que parecia completamente recomposta.


- Essa é a solução de vocês? Eu ir atrás de Granger e propor ficarmos juntos, felizes para sempre?


- Essa é a idéia. – Blás respondeu prático.


- E alguém já pensou aqui que talvez, apenas talvez, eu não queira? Ou ela, quem sabe, já até que fugiu? Ou nós dois? Alguém se lembrou de perguntar isso?


- Não precisamos perguntar, isso é óbvio! – Potter voltou a falar.


- Obvio pra quem?


- Pra todo mundo, menos vocês dois! Por Deus Malfoy, pare de complicar as coisas. – Draco esfregou os cabelos extremamente nervoso.


- Por que não vai você?


- Porque eu não sou capaz de traze-la de volta e nem sou o pai da filha dela.


- A única coisa que trará Hermione de volta é você. – Blás falou se aproximando dele. – E você sabe disso melhor do que nós todos.


- Ninguém se lembra dos meus sentimentos? Do quanto sofri por ela? E ela apenas me esqueceu. Teve uma filha e...


- Sua filha Draco!


- Que ela esqueceu de me contar! Não é? Optou por mim, me privar de ter uma filha! De ser amado por uma criança! De estar com elas... – Ele se ajoelhou chorando compulsivamente. Enfim colocara para fora todas aquelas magoas.


- Escute, ela fez o que parecia ser melhor para você, ao menos o que ele julgava ser.


- Não.. Blás.. não acredito. Ela fez aquilo que era mais fácil pra ela. Não a culpo, eu talvez teria feito o mesmo. – Ele se sentou no chão começando a ter raiva e vergonha por estar chorando daquela maneira na frente de Potter e Snape.


- Resolva isso com ela então Malfoy, mas apenas, resolva. – Harry estava mais calmo. Agora acreditava que aquele ser tão odiavel realmente amava Hermione, algo admirável.


- Não me diga o que fazer Potter!


- Pare de ser tão mimado Draco. – Astória se aproximou dele e estendeu a mão. – Vem. – Relutante ele aceitou o apoio e se levantou um pouco mais calmo.


- Eu encontra-la não é sinal de paz.


- Mas é um ótimo começo. – Dumbledore voltara a falar.


- E a minha mãe?


- Não se preocupe. Quando ela perceber que está demorando mais que o normal você já estará longe.


- Mas ela virá aqui atrás de mim Dumbledore.


- E eu estarei a aguardando.


- Vamos logo com isso. Greengras. – Potter se afastou e foi para perto da lareira. Astória apertou a mão de Draco de encontro a dela.


- As proteções de Hogwarts já foram reativadas, não há como aparatarmos nem usar chaves de portal. Pela lareira vamos até o Ministério onde Potter conseguiu uma chave para o Ministério do Brasil, que por sorte fica no Rio.


- Mas... espere.. você vai comigo?


- Vou até certo ponto. Estou habituada com o mundo trouxa, algo que você não está. Granger vive como trouxa lá. Vou te indicar o caminho, mas terá que seguir sozinho. – Draco a abraçou e sussurrou em seu ouvido.


- Você não merece isso Astória. – Ele não pode ver, mas ela sorriu.


- Mas eu preciso. Vamos logo. – E o puxou para onde as labaredas verdes tinham acabado de engolir Blás.


 


 


A chuva fina já era algo que estava acostumada, afinal Londres era uma cidade que garoava bastante também.


A verdade era que aqueles meses passaram muito mais rápido que aquelas gotas preguiçosas do começo de tarde. Sentada em frente a sua janela do pequeno apartamento com um livro esquecido em sua perna esquerda, Hermione refletia em como o tempo pode ser relativo.


Sentia uma falta absurda dos amigos. De Hogwarts e da sua família. De Draco. Mas parecia que tinha sido ontem que a guerra havia acabado. Que perdera o rumo da sua vida, que perdera a coragem.


Mas a questão é que já era novembro mais uma vez. E ela sabia que ou ela tomava uma atitude ou ela ficaria naquela realidade paralela pra sempre, e sinceramente, Hermione já não sabia mais qual era a melhor, ou a pior.


Se mudara para São Paulo, conseguira suas aulas, um apartamento razoável. Fizera amizades interessantes e descobrira um mundo bruxo no coração daquela capital. A vida era corrida, mas era boa. Elizabeth aprendia uma palavra nova a cada dia, e já andava para todos os lados, o que na verdade, era um problema.


E havia Pedro. Aquele rapaz que a ajudara tanto, um amigo, que a cada dia que passava se tornava mais intimo. Um frescor na sua vida, nos seus dias cinzentos, um socorro inevitável nas madrugadas de febre de Eliz, nas gripes, nos domingos entediantes, exatamente como aquele. Aliás, onde ele estava naquele domingo que ainda não tinha aparecido?


Foi então que ela percebera que passara praticamente a manhã inteira de domingo sentada naquela poltrona meio surrada em frente a janela da sala. E lembrou que Pedro não estava ali porque na noite passada ele tentara lhe beijar e ela se esquivara dizendo que não podia, talvez pela décima vez. E então ele lhe respondera que estava cansado de tantas reticências e mistérios e que talvez já fosse tempo de voltar para o Rio.


Hermione suspirou. Por isso precisava tomar uma atitude. Até sua vida paralela estava a ponto de se quebrar e isso não podia ser um bom sinal. Mas por enquanto ela iria apenas ver o que a filha estava aprontando tão silenciosa em seu quarto.


Elizabeth gostava de assistir desenhos matinais e poderia ficar um dia todo por conta disso. Mas não era o que ela estava fazendo. Na verdade, ela estava sentada no chão, e em volta dela dezenas de fotos e papeis. Ela descobrira a caixa que Hermione cuidadosamente escondia debaixo da cama. A caixa que há quase um ano não abria.


- Eliz... – Sua voz saiu fraca, mas a pequena ouviu e olhou pra ela parada na porta. A garota, que a essa altura tinha os cabelos loiríssimos sorriu pra mãe sacudindo uma foto de Harry em sua mão gordinha.


- Moxo oruja. – Hermione teve que sorrir e se ajoelhar perto da filha.


- Sim...É o moço do Profeta, ele se chama Harry Potter. – E pegou a imagem sorridente do amigo em Hogwarts. Se não falhava sua memória, aquilo tinha sido no sexto ano.


E viu todas aquelas fotos que ela escondera de si mesma por todo aquele tempo. Gina, Ron, Blás, Luna.. Uma rara com vários colegas da Grifinória. E tinha um recorte de jornal, que parecia Draco. Era de quando saíra a noticia de seu pai preso em Azkaban. Tão orgulhoso e tão triste na imagem.


- Chola. Tiste. – O dedinho brando riscou a imagem em preto e branco e a pegou pra si. Hermione ficou paralisada. Elizabeth pegara a foto de Draco e o encarava. Parecia confusa e preocupada.


- Não.. er.. ele não está triste.. só cansado. E.. meu amor, já faz muito tempo, é apenas, uma foto. – Não sabia como explicar aquilo para uma criança tão pequena. E parecia que Eliz não conseguia compreender, porque ela encarava a foto em movimento sem querer piscar.


- Hermione?! – Ela virou rápido para ver Pedro olhando dela para Eliz e para as fotos espalhadas no chão. A intimidade chegara aquele ponto. Ele podia entrar em sua casa sem nem bater. Ele até tinha a chave.


- Pe..


- O que .. que.. o que é isso? – Ele avançou a distância da porta até os pés da cama onde ela e a filha estavam. Elizabeth continuava absorta a imagem de Draco carrancudo em preto e branco. Pedro encarava as fotos em movimento como se aquilo fosse a coisa mais absurda que já vira na vida, e talvez fosse.


- São.. bem... fotos.. eu acho. – Ela abaixou a cabeça e suspirou, o que ela diria? Como explicaria? Não tinha explicação.


- Fotos? Em movimento?


- Ti! – Eliz enfim o notara e movera os braços pra ele. Apesar de confuso ele sorriu e a pegou no braço. Notou que ela segurava um pedaço de jornal e o pegou da sua pequena mão. O sorriso desapareceu.


- Acho que há muitas coisas a serem ditas Hermione. – E ele entregou o recorte a ela. E ela entendeu. Pedro estava falando daquela imagem também. Estava falando daquele homem, aquele que chamara atenção tanto de sua filha, aquele que se parecia tanto com ela.


 


 


“-Não!


- Eu digo não! Ou você volta, ou quem vai sou eu! Eu não quero mais isso.. Não suporto mais...


- Mas...


- Não! Não está certo, não é justo. É um problema meu, e eu vou ter que resolver... eu vou... mas você precisa seguir sua vida.


- Draco..


- Astória.. Está aqui há quase dois meses comigo. Granger sumiu mais uma vez. E sabe de uma coisa? Sabe o que ela está conseguindo com isso? Me transformar.. transformar meus sentimentos... de novo.. mais uma vez.. e eu ainda não sei equalizar no que exatamente, apenas sei que estão mudando... Eu quero, preciso encontro-la, mas o motivo não é mais o mesmo... eu preciso sim, mas é pela minha filha. Astória, me escute, por favor. Volte pra Londres, viva a sua vida, e faça isso da melhor forma que puder. Nem que você faça isso por mim, mas faça.


 


- Então eu voltei Potter, eu... – Uma lágrima escorreu solitária e ela não se importou em limpar.


- Está tudo bem Greengras, você fez mais do que poderia. Do que deveria. – E ele realmente acreditava nisso.


- Draco não sabe mais onde ir. No hotel tudo que soubemos é que ela tinha um amigo, um tal de Pedro, mas nem sobrenome tínhamos. Bem, Draco lançou mão do Legilimens no recepcionista e vimos bem o rosto desse Pedro. Com essa imagem, eu busquei na internet alguma coisa. Não achei nada significante, mas descobri o sobrenome da família, uma tal de Sodré. São ricos, e tem propriedades em São Paulo. Foi a última pista que deixei com ele. Draco iria pra São Paulo.


- Você me parece preocupada Greengras.


- Claro que estou. Ele sozinho, num mundo trouxa, com Narcisa em seu encalço?


- E o que você quer que eu faça?


- Aquilo que você possa fazer.


 


Quando chegou em casa Harry teve a grata surpresa de sentir cheiro de comida. Sinal de que Gina estava por ali. Seguindo pelo corredor e tentando não fazer barulho algum ele chegou até a cozinha e enlaçou a ruiva pela curva da cintura. Ela deu um pulinho de susto, mas logo se virou pra beija-lo brevemente.


- Adoro quando você aparece assim, de repente. – Gina sorriu.


- Eu adoro poder aparecer. – Ele a encarou e a ruga da sua testa se acentuou.


- O que há de errado Ginny? – A ruiva abaixou os olhos e se virou.


- Deveria ter algo Harry? – Voltou a mexer no cozido.


- Acho que já te conheço o suficiente para saber que há.


- Bem, e eu também te conheço. Por essa ruga no meio do seu nariz as coisas estão feias no Ministério, ou... Hermione? – Ela voltou a olhar para ele com o rosto preocupado.


- Vai mesmo querer me enrolar senhorita Weasley? – Ela lhe deu um sorriso doce e se sentou o convidando a fazer o mesmo.


- Não, mas antes quero saber de Hermione, por favor. Novidades?


- De certa forma. Greengras voltou, sem Malfoy. Ele a fez voltar. Mas conseguiram descobrir que um amigo que Hermione fez no Brasil pode a ter levado para São Paulo e muito provavelmente Malfoy irá para lá. O caso é que.. Draco Malfoy sozinho, em um país estranho, tendo que se passar por trouxa, atrás de Hermione.. ah.. isso não me parece uma combinação boa. Nem Astória acha, ela quer que eu faça alguma coisa. – Harry tirou os óculos e apertou os olhos. Gina o olhou por alguns segundos calada e então respirou fundo.


- Então você vai para o Brasil. – Ele abriu os olhos correndo e recolocou os óculos.


- Eu.. eu.. não disse isso! – A ruiva sorriu.


- Mas eu sei que é isso que vai fazer Harry. Alguém precisa intermediar Draco e Hermione.


- Blás poderia...


- Você não agüenta mais ficar aqui esperando por Hermione, Harry.


- Gina..


- Apenas precisamos fazer uma coisa antes de você ir. – Ela disse segura o interrompendo.


- Do que você está falando?


- Sei que noivamos e combinamos esperar  Hermione voltar para nos casarmos, mas acho que não poderemos mais esperar por isso Harry. Me desculpe. – Ela então ficou vermelha como raramente ficava. O rapaz se levantou preocupado e se ajoelhou perto dela.


- O que está acontecendo Gina?


- Eu...- Os olhos dela marejaram e uma lagrima escorreu. – Eu juro que foi sem querer. Eu me descuidei.. Eu... Harry vamos ter um bebê. – Então ele caiu de bunda no chão, porque suas pernas ficaram moles para sustentar seu peso abaixado. Ele a olhava de boca aberta. – Você está bem? Harry? Por favor? Harry? Eu.. Me perdoa..


- Gina... isso é incrível! Te perdoar? Você está me dando tudo aquilo que eu sempre quis e nunca tive. Uma família! Eu te amo ainda mais. Meu Deus! Eu vou ser pai! Eu posso ser pai? – Então sua feição de bobo se transformou em preocupado. Gina chorava e sorria e se jogou ao lado dele.


- Claro que pode Harry! E será um pai maravilhoso e sensacional! Apenas vamos ter que adiantar nossos planos. – Harry a olhava com admiração. A beijou com paixão para depois solta-la assustado.


- Oh! Sua mãe vai nos matar!


 


 


- Mas eu não sei onde eles estão Narcisa!


- Aposto que sabe Andromeda! Como pode ser tão ma? Eu só tenho Draco, apenas me resta meu filho, por favor!


Narcisa já tinha feito tudo que sabia e podia em busca de seu filho, mas não conseguira muita coisa. O que descobrira era que ele tinha saído do país atrás daquela sangue ruim e da filha mestiça deles. Tudo com ajuda de um homem morto e do maldito Potter que ela deveria ter deixado ser morto. Agora estava apelando para sua irmã.


- Não Narcisa, agora você pode ter mais que isso, se você quiser... eu que te peço por favor. – A loira abaixou a cabeça e tapou os ouvidos. Ela realmente não parecia bem.


- Não... pare.. apenas.. me de meu Draco. É so meu filhinho, meu garotinho. – Andromeda percebeu que talvez sua irmã de fato estivesse ficando com problemas mentais.


- Ciça? – Ela se aproximou cautelosa e a tocou com cuidado. Elas estavam no quarto de Andromeda, o que lhe dava uma vantagem.


- Hum? Draco? Por que o levaram de mim? Já não fizeram o bastante com meu filho? Comigo? Oh Dromeda.. os gritos.... aaaa – e então ela mesma começara gritar sem parar e a mais velha teve que a calar com um feitiço e chamar um medibruxo.


 


- A verdade é que a senhora Malfoy está sofrendo de estresse pós traumático. Se levarmos em conta tudo que ela passou nos tempos da guerra isso é comum. O interessante é que demorou para se manifestar. Ela deveria estar se controlando de alguma maneira, mas não foi mais possível. – O mesmo medibruxo que cuidara de Blás no St. Mungus fora até Hogsmead.


- Mas esse estado permanente?


- Não, acredito que não. A senhora Malfoy tem um histórico saudável e é jovem. Ela apenas precisa de repouso e tranqüilidade. O tanto quanto possível. Essas poções vão ajudar no sono. Ela realmente precisa dormir mais horas. A julgar pela aparência dela, ela não tem dormido.  


- Vou passar as recomendações aos elfos e..


- Desculpe-me senhora Tonks, mas não é recomendável que ela fique aos cuidados apenas de elfos. Se a senhora poder ficar com sua irmã será muito melhor. Bem, eu preciso ir. – Andromeda ficou muda. Sua cabeça agora que rodava. Não estava em seus planos voltar a ter contato com o que lhe sobrara de sua família, além de Ted.


 


 


Anoitecera e um frio entrava pela janela, mas ninguém parecia ter animo para se levantar e fecha-la. Elizabeth agora dormia no meio do sofá. Pedro estava quieto na poltrona enquanto Hermione o encarava aflita esperando uma resposta, um gesto, qualquer coisa.


- Por favor Pedro! – Ela por fim não agüentou mais.


- O que você quer que eu diga. Eu... ah.. bem.. tudo o que você me contou.. É loucura Hermione, me desculpe. Bruxos? Guerra entre o bem e o mal? Romeu e Julieta?


- Agora você está debochando da minha vida. – Ela se levantou cansada e foi até a porta.


- Não é isso.. eu.. é muito fantástico. – Hermione colocou as mãos na cintura.


- Acho que isso quer dizer que você espera que eu te prove o que estou falando.


- E você não acha razoável isso? – Ela o encarou por alguns segundos indecisa entre abrir a porta e manda-lo embora ou provar a história que contara.


- Ok. Eu vou provar.


Então Hermione foi até seu quarto e resgatou da caixa sua bolsinha de contas encantada. Voltou para a sala e de dentro dela tirou a penseira que ganhara de natal de Gina. Esse gesto já assustara Pedro suficientemente. Calada ela começou o feitiço da memória e foi retirando as lembranças dos fatos mais importantes que julgava necessários Pedro participar e foi colocando uma por uma dentro da bacia. O rapaz a olhava de olhos esbugalhados.


- Pronto. Agora se aproxime. Aproxime o rosto da penseira. Ande.. antes que eu me arrependa. – Apesar de receoso, ele fez isso, e logo se sentiu puxado para a vida de Hermione antes de conhece-lo.



Grifinória. Trasgo. Neville petrificado. Pedra Filosofal. Fofo. Poções de Snape. Primeira Copa das Casas. Lingua das Cobras. Malfoy. “Sangue Ruim”. Pessoas virando pedra. Pesquisa sobre basilisco. Eu pedra. Volta para casa. Minerva e vira tempo. Muitas aulas. Ódio a Trelawney. Ron. Bicuço. Volta no tempo com Harry. Sirius. Torneio Tribuxo. Ron. Victor. Harry em risco. Victor. Fundo do lago. Labirinto. Cedric morto. Voldemort. Ferias sem Harry. Largo Grimauld. Ron. Ron. Harry magoado. Sirius. Voldemort. Dolores Umbridge. Regras. Tortura. Dumbledore expulso. Ala dos Mistérios. Profecia. Comensais. Sirius Morto. Ron. Malfoy suspeito. Monitoria. Brigas. Malfoy comensal. Segredo. Blás. Harry desconfiado. Mortes. Malfoy. Ron e Lilá. Malfoy e Malfoy. Voldemort a mostra. Malfoy. Amizade com Blás. Paixão. Dor. Tristeza. Decepção. Adeus. Apagar a memória da família. Casamento. Ministro morto. Fuga. Gravidez. Ron vai embora. Cobra. Voldemort. Dor, muita dor. Parto. Um filho morto, uma filha viva. Ron volta. Despedir da pequena. As relíquias da morte. Mansão Malfoy. Tortura. Tatuagem. Bellatrix. Dobby. Morte. Poção Polissuco. Gringots. Dragão. Castelo. Batalha. Draco. Blás. Harry morto. Neville. Harry correndo. Voldemort. Neville e Nagine. Harry e Voldemort. Paz. Conflitos.



 


-  Acho que já chega. – Ela tremia e chorava. Foi com custo que conseguiu se sentar no sofá onde sua filha ainda dormia.


- Her... – mas Pedro não tinha voz para descrever o que tinha visto. Ele se aproximou dela. – Sinto muito.


- Pois é... – Ela ainda chorava e tremia. Reviver tudo aquilo tão vivamente não a tinha feito bem. Levantou o braço para enxugar as lágrimas, mas percebeu o olhar de Pedro e parou o movimento.


- Você tem a cicatriz. – Ela olhou de volta para o braço.


- Claro.. marcada para sempre... para sempre. – Então deu vazão ao choro que deveria ter chorado quando todo aquele terror acabou e nunca teve tempo de chorar. Pedro a abraçou forte em silencio, a deixando desabafar em seu ombro, enquanto tentava entender tudo o que acabara de descobrir.


 


O toque parecia distante, mas sua consciência aos poucos ia sendo tragada de volta para realidade até que abriu os olhos embaçados. Aquele som não era comum.. afinal, se aquele barulho chegou ao seus ouvidos duas ou três vezes, fora muito.


Dera jeito de colocar um telefone em casa por causa de Hermione, mas ela mesma fizera o grande favor de sumir e nunca ligara pra ele, então, aquele aparelho nunca tocara. Quando seu cérebro processou essa informação, pulou correndo de sua cama e quase caiu nos degraus da escada rangente até chegar a sala semi escura pelo nascer do sol.


- Alô? – A voz saiu rouca pelo sono e aflição.


- Harry? Você é Harry Potter? – O coração disparado ficou mais lento e ele suspirou. Não era sua amiga do outro lado da linha... Mas, quem poderia ser?


- Sim, quem está falando, por favor? – Se sentou no braço da poltrona desiludido.


- Oh, me desculpe. Pela hora e por não me identificar, mas é que estou tão aflita e eufórica que não podia esperar mais. Sou mãe de Hermione.. eu.. realmente me desculpe... mas eu preciso falar com você. Remexendo no que ela deixou para trás eu achei uma agenda com esse numero e seu nome. Sei que vocês a estão procurando, talvez... eu.. possa ajudar. – A voz da mulher ia ficando mais fraca a cada palavra, e no fim parecia que ela estava até mesmo chorando. Harry achou tudo muito estranho, mas ficou extremamente curioso.


- Tudo bem senhora Granger. Quer me ver pessoalmente? É isso?


- Sim! Se não for pedir muito é claro. – O tom dela era sempre de desculpa, e Harry começou a se perguntar se enfim a mulher se dera conta da forma como andara tratando a filha nos últimos meses que estiveram juntas.


- Bem, podemos tomar café juntos se quiser. A senhora conhece a Starbucks que fica no Piccadilly?


- Ótimo!


 


As 8h45 Harry batia freneticamente os dedos numa mesa de madeira enquanto seu copo de chocolate quente com hortelã não chegava. Marcara com a mãe de Hermione às 9h, mas quisera chegar cedo, pra garantir uma mesa e pra poder pensar mais um pouco no que tinha sido aquela ligação no começo do dia. Porém, Jean pareceu ter a mesma idéia e acabara de apontar pela porta do café. Ela o procurou por alguns segundos com o olhar até que ele resolveu acenar para ela. Com o rosto corado e segurando uma pasta quadrada ela foi ate ele.


- Bom dia, com licença. – Ela se sentou enquanto ele se levantava. A garçonete chegara com seu chocolate.


- A senhora vai querer o que?


- Hã.. Pode ser café expresso e bolinho de limão, por favor.


- Como a senhora vai?


- Não muito bem Potter. Eu... bem.. minha filha sumiu não é? – E ela o encarou. De fato o rosto dela estava bem mais magro do que ele se lembrava. Olhos fundos ressaltando as manchas negras abaixo deles. Foi então que refletiu que jamais dera alguma noticia decente ao casal Granger. Apenas quando soubera que Hermione partira para o Brasil, mandara uma coruja com o recado. O quão indelicado ele fora. Uma coruja! Eles eram trouxas afinal, e estavam tendo tanta dificuldade em se inserir novamente naquele mundo paralelo, e ele mandara uma coruja!


- Oh senhora Granger, me perdoe.. me desculpe.. nós... eu, fui muito insensível.. nem a procuramos, nem o seu marido e..


- Não se atormente com isso Potter, afinal, nós merecemos. Eu e Jon. Tratamos Hermione da pior forma possível no momento que ela mais estava precisando. Eu sei que isso pesou muito na decisão dela de partir... Mas foi muito difícil para nós entendermos toda a história, tudo que aconteceu. Por mais que ela explicasse. Um pedaço da nossa vida se perdeu. Sendo Jean ou sendo Mônica. Entende Potter? Eu não posso mais ser Mônica, porque sempre fui Jean, mas eu fui Mônica.. eu tive uma vida.. eu... – A mulher abaixou a cabeça e enxugou os olhos. Pela primeira vez começara entender um pouco a situação dos pais de Hermione.


- Posso imaginar que tenha sido difícil...


- Complexo, pra dizer o mínimo. Porque de repente eu tive as minhas lembranças de volta. As vezes eu sonhava com essa vida sabe, mas eu achava que eram apenas sonhos. Agora eu tenho ambas as realidades. Jean e Mônica, coabitando dentro de mim. Não é fácil. E eu sinto saudades da vida que eu tinha lá também. – A garçonete voltara com os pedidos. – Obrigada.


- Tentou conversar com Hermione sobre isso? – Harry realmente estava sensibilizado.


- Bem.. acho que não... ainda não estava preparada e ela se foi. E é por isso que estou aqui. Acho que tenho uma pista de onde ela está.


- Como assim?


- Pelo que pude entender você cresceu no que eu posso chamar de “nosso” mundo não é? Então... estava na internet e achei esse site aqui. – Então Jean retirou da pasta um notebook, o ligou e acessou uma página que fez os olhos de Harry brilharem de expectativa e esperança.

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Comentários: 7

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Enviado por Mrs. Lovett em 23/06/2013

Genteeeeee!!
Narcisa ta ficando doida :OO
To chocadaaaaaaaa!
Gina gravida, imagina a peste que vai nascer, sendo filho de quem é OPAKSOPAKS'
Vai deixar os Potter de cabelo branco OKASOPKAKS'
Hermione contou tudo pro Pedrooooooo :OO
Pelo menos acho que agora ele vai entender melhor ela e tals, já ajuda..
Beijoss .

Nota: 5

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Enviado por Larii Malfoy em 03/06/2013

Wow!! Quanto tempo!! Que bom que você postou! :)

 Narcisa, ta ficando lelé da cuca?! Eu até que gosto dela...mas veremos.

Harry e Gina papais? Ta aí, legal!!

Hermione abrindo o jogo com esse Pedro? Não curti...

E pra terminar, o que a mãe da Mione mostrou pro Harry???

ai ai ai 

Nota: 5

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Enviado por ana claudia vieira em 03/01/2013

adorei as fics, aguardo o proximo capitulo ansiosa.

Nota: 5

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Enviado por Steph Granger Malfoy em 09/12/2012

Tens a minha paciência!
Adorei o comportamento de Astoria e espero que a Narcisa caia da vassoura... brinks
Muita sorte para ti organizar a vida, eu sei como é! ^^

Beijos e não esquece de nós.   

Nota: 5

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Enviado por karinepira em 28/10/2012

Fique tranquila, estaremos sempre na espera!!! bjs

Nota: 5

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Enviado por Mrs. Lovett em 19/10/2012

Esperando... 

Nota: 1

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Enviado por juliana vieira em 15/10/2012

estaremos esperando

Nota: 1

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