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6. Cap. VI


Fic: Lugar Comum


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione olhava distraidamente pela janela de seu quarto.
Uma série de pesadelos envolvendo Rony, Draco e Astoria ao longo da noite, a fez levantar mais cedo naquele dia.
Ouviu um estampido de aparatação e seu coração logo se apertou. Apenas Harry, Gina e o elfo de confiança da família Malfoy podiam aparatar em sua casa. E ela tinha certeza de que a aparatação de qualquer um dos três, àquela hora, não era uma boa coisa.
Desceu rapidamente as escadas e encontrou o elfo de confiança da família Malfoy em sua sala.
-Senhora Weasley – disse a pequena criatura fazendo uma reverencia grotesca – meu senhor precisa vê-la imediatamente.
-Aconteceu algo com Astoria?
-Venha agora senhora, por favor – respondeu o pequeno elfo aflito.

Hermione e Blaise Zabini aparataram quase que mesmo instante na Mansão Malfoy. Os dois se olharam e acenaram rapidamente com a cabeça. Hermione teve a certeza de que algo grave havia acontecido à Astoria Malfoy.
-Entrem – disse o elfo que os esperava na porta da Mansão. Completou triste. – Meu senhor se encontra no quarto de minha senhora.

Blás e Hermione subiram rapidamente as escadas e abriram a porta do quarto de Astoria de súbito. No entanto, não estavam preparados para a cena que veriam logo em seguida.
-Nãããããããããõoooo – Hermione gritou chorando.
Blás deu um passo para trás. De um galho florido que brotava do teto do quarto, pendia Astoria, presa pelo pescoço, balançando lentamente. Draco se encontrava em estado de choque, ajoelhado aos pés da mulher.
Hermione pôs a mão na boca. Olhos arregalados diante de tal cena de terror.
-Tire o Draco daqui, Dra. Weasley. Vou retirar Astoria dali. – Blás falou com a voz baixa, de forma que apenas Hermione o ouvisse.
-Não – Hermione respondeu chorando, no mesmo tom de voz – preciso examiná-la.
-Ela está morta, doutora. – Blás disse ríspido – E não precisa ser medibruxo para constatar isso. Draco está em estado de choque. Tire-o daqui.
-Você está certo – respondeu Hermione limpando as lágrimas que desciam pelo seu rosto. Ajoelhou-se ao lado do loiro. –Draco... – Hermione tocou o ombro do homem. Ele pareceu não perceber. – Draco! – Hermione disse com a voz mais firme, despertando Draco de seu pior pesadelo.
-Hermione! – Draco abraçou a castanha que retribuiu o abraço – Ela se matou, Hermione! Astoria se matou! Porque ela fez isso?
-Venha Draco. – Hermione disse carinhosamente se levantando e tentando erguer o homem. – Venha comigo. – Draco se levantou e abraçou Hermione mais uma vez. Só então viu Blaise. Ia falar algo quando o amigo se manifestou.
-Vá com a doutora. Eu cuido da Astoria.
Draco nada respondeu. Já estavam à porta do quarto quando Hermione se virou.
-Precisam chamar um auror.
-Não queremos intrusos, nem especulações em uma hora como essa, Dra. Weasley. – Blás disse ríspido.
-Por isso mesmo é que deveríamos chamar um auror. As especulações sobre a morte da Astoria serão muito maiores sem a presença de um auror.
-Deixe-a chamar um auror, Blás. Tudo o que não preciso agora é de especulações sobre a minha vida. – Ele olhou sério para Hermione – Pode chamar alguém de sua confiança e que possa contar com sua discrição.
-Claro. Chamarei o Harry. Podemos contar com a discrição dele.

---
-Tome, Draco.  – Hermione ofereceu uma dose de firewhisky ao homem à sua frente.
Draco em um gole bebeu todo o conteúdo do copo.
-Ela se matou. – disse olhando sério para Hermione. – Ela falou alguma coisa com você?
-É claro que não, Draco. Você acha que, se eu ao menos desconfiasse, eu não teria pedido para você ficar a observando?
-Claro. Desculpe – Ele se levantou e se serviu de mais uma dose da bebida. - Mas porque se matar? Será que...

Draco foi interrompido por batidas na porta. Logo em seguida ela abriu, revelando a figura de Harry Potter seguido por Blaise Zabini.
-E então? – Hermione se apressou a perguntar.
-Sem sinal de magia das trevas pelo quarto.
-E aquele galho no quarto? A varinha dela ficava guardava com o Draco.
Harry arqueou uma sobrancelha ao ver sua amiga chamando seu antigo inimigo de escola pelo primeiro nome. O fato não passou despercebido por Hermione, que enrubesceu.
-A magia foi realizada por um elfo. Mas acredito que ele apenas tenha colocado o galho ali. Ela executou todo o resto, pelo o que pude analisar. Tome – Harry entregou dois envelopes ao homem à sua frente. – Estavam no bolso dela.
Draco ficou observando os envelopes em sua mão. Blás foi o primeiro a romper o silêncio.
-Vou até Hogwarts. Precisamos arranjar uma forma de falar com Scorpius.
-Fale com McGonagall. Ela poderá ajudar. – Draco disse sério ainda olhando para os envelopes em sua mão. Um era endereçado a si e outro para o seu filho.
Blás acenou com a cabeça e aparatou.
-Eu vou ao Ministério notificar a morte de Astoria. – Harry disse olhando para Hermione.
-Vou com você. – Hermione se apressou em dizer.
-Não, Hermione. – Draco disse ainda sério olhando para a mulher à sua frente. – Fique.
Harry olhou espantado para a amiga. Malfoy também a havia chamado pelo primeiro nome?
-Você precisa ficar agora com as memórias de sua esposa, Draco. Podemos nos falar mais tarde. – Hermione respondeu evitando olhar para o amigo.
-Eu tenho a sensação de que você precisará me explicar ou confirmar o conteúdo dessa carta. – Ele disse ainda olhando para Hermione. Hermione o olhou. Sentia uma enorme vontade de abraçar o homem à sua frente. Conteve-se. Olhou para Harry que apenas acenou a cabeça e saiu da sala.

Lentamente, Draco abriu o envelope endereçado a si. Levantou-se mais uma vez e se serviu de mais uma dose de firewhisky.
-Quer? – ele perguntou ainda sério. Hermione apenas balançou a cabeça afirmativamente.
Ele a serviu e voltou para a sua cadeira. Bebeu um gole da bebida e iniciou a leitura.

Meu amado Draco,
Estou enlouquecendo. As vozes que me acompanharam na primeira fase dessa ‘doença’ voltaram. E agora muito mais forte. Elas fazem questão de me lembrar de todos os meus pecados do passado. E não tem sido fácil para eu conviver com eles. Não acho justo depois de tudo o que lhe fiz, te dar ainda o pior de mim. Você não deve estar entendendo nada. Mas em breve entenderá o que eu digo em relação ao ‘depois de tudo o que lhe fiz’.
Não está sendo fácil escrever tudo o que eu preciso lhe dizer nesse momento. Mas não posso levar comigo esse segredo. Talvez você não o saiba, mas sempre fui apaixonada por você. E era muito difícil perceber que minha irmã não lhe dava o valor que você deveria ter. Sendo assim, arranjei uma forma para que meus pais descobrissem o seu namoro. Uma vez estando separados, pra mim foi mais fácil colocar meu plano em ação.
Eu sempre fui muito boa em poções e não foi difícil fazer uma boa poção de amor. Hoje eu me envergonho em dizer, mas naquele momento, jovem e imatura, foi a única forma que eu tive para fazer você me olhar. E durante muito tempo, até pouco tempo antes de adoecer, eu lhe dei pequenas doses de poção do amor.
Você não imagina a minha surpresa quando, ao acordar do feitiço imposto pelo seu pai, percebi que seu olhar apaixonado não mudara. Imaginei que, finalmente, eu poderia viver na certeza que o meu marido era tão apaixonado por mim quanto eu o era por ele. Mas então começaram as vozes. Elas não somente me lembravam do que eu havia feito como me alertavam para a sua forma de olhar e se relacionar com a Dra. Weasley. E me doeu perceber a cumplicidade existente entre vocês dois. Não posso conviver com isso.
Você já deu o seu melhor para mim. E ultimamente só tenho lhe dado o que há de pior de mim. Por todo amor que eu sinto por você, não posso mais lhe prender. Não posso exigir mais nada de você. Não posso continuar estragando a sua vida.
Cuide do meu menino. Também escrevi uma carta para ele e quero que a entregue quando ele estiver pronto para ler. Cuide dele, Draco. Não deixe-o se tornar o que seu pai queria que ele fosse.
Se cuide, mas sei que estará em boas mãos.
Com todo amor da minha vida,
Sempre sua,
Astoria Malfoy” .



Draco pôs o copo ruidosamente em cima da mesa ao terminar a leitura de sua carta. Esfregou o seu rosto com força com as duas mãos.
-Você sabia disso? – Ele olhou para a Hermione que se assustou. Uma máscara de ódio cobria o rosto dele.
-Nã- Não conheço o conteúdo dessa carta, Draco. Harry entregou diretamente a você.
-Se soubesse o quanto fica patética quando se finge de burra, você nunca o faria. – Ele respondeu baixo, perigoso.
-Eu não estou aqui para ouvir seus insultos, Draco.
-Não mude de assunto, Hermione! Você sabia que Astoria me enfeitiçava? – Ele perguntou ainda sério. Levantou-se e foi até o bar se servir de mais uma dose de bebida.
-Sabia. – Hermione respondeu firme. Draco parou de se servir e olhou com ódio para a mulher à sua frente. Hermione prosseguiu. – Mas não podia lhe falar. Faz parte da ética medibruxa.
-Que se foda a ética medibruxa, Weasley! – Draco aumentou o tom de voz. Hermione o olhou séria – Você não tinha o direito de mentir para mim.
-Eu não menti para você. – Hermione falou no mesmo tom se levantando – Eu não podia contar algo sobre a minha paciente que ela não tinha me autorizado, Malfoy!
-Eu vivi uma vida de mentiras!!!- Draco gritou jogando a garrafa de firewhisky longe. – Eu vivi uma vida de mentira por quase 20 anos!
Hermione se aproximou do homem.
-Draco – Ela falou baixo, colocando sua mão no peito dele. O homem à sua frente, que  respirava com dificuldade, a olhou em seus olhos. Hermione estremeceu.  Uma violenta tempestade se formava nos olhos de Draco e Hermione se perguntou porque nunca havia notado os diversos tons dos olhos do homem à sua frente.
-Como ela pôde fazer isso comigo? – embora ele falasse baixo, seu tom não deixava de ser perigoso.- como eu pude não  notar que ela me enfeitiçava?
Sem saber porque o fazia, as mãos de Hermione passearam carinhosamente pelo rosto dele. Ele fechou os olhos inebriado pelo cheiro que desprendia da pele dela. Pêssego com pergaminho, ele pôde notar. Hermione também fechou os olhos. Os corações dos dois batiam descompassadamente. O dele em fúria pelas recentes descobertas. O dela sufocava na incerteza do porvir.
Ela o abraçou e ele retribuiu o abraço. Olharam-se nos olhos.
A porta foi aberta em um estrondo.
Um rapaz de olhos cinzas os olhava com nojo e ódio.
-Poderia ao menos enterrar a minha mãe antes de se atracar com essa sangue ruim.
Hermione soltou um grito, com um feitiço mudo, Draco estuporou o filho.
-Você enlouqueceu? -Horrorizada, a medibruxa correu até o rapaz e com um feitiço o reanimou.
-Tire suas mãos sujas de mim, sua...
-Cale a boca, Scorpius – o rapaz olhou para o seu pai e, pela primeira vez, teve medo.
Com as mãos tremulas, Hermione  examinou o rapaz.
-Pronto. –ela disse se levantando. – Não há sequelas. – Abriu a bolsa – Caso sinta alguma dor, tome essa poção. – Hermione entregou um frasco vermelho na mão do rapaz loiro que aceitou de mal grado. – Vou embora, Malfoy.- disse séria.- Se precisar da minha ajuda, pode enviar uma coruja para o meu consultório. –ela disse olhando de Draco para Scorpius com pesar e saindo da sala em seguida.
-Hermione, espera – Draco foi atrás dela e lhe segurou pelos braços, firme. Ela o olhou ressentida. –Me desculpe, eu...
-Não é a mim que você deve desculpas, Draco. – ela disse impaciente, cortando-o. Ela andou. Virou de súbito. – Quer um conselho?
Ele apenas a observou.
-Vá ficar com seu filho – ela indicou o aposento onde Scorpius estava – ele precisa de você.
-Eu com quinze anos já fazia muita coisa sozinho, Hermione. – Ele disse seco.
Era dela, apenas dela que ele precisava naquele momento. Ele tinha a sensação que somente ela, mas ninguém, conseguiria aliviar aquela dor que ele sentia no peito.
-E você quer que seu filho trilhe os mesmos caminhos que você trilhou?- Ele não soube responder e ela prosseguiu. –Preciso ir, Draco. 



---



3 meses depois



Hermione sorveu mais um gole de sua xícara de chá. Sorriu. Às vezes até gostava dos privilégios de ser uma “lenda de guerra” e pesquisadora sênior do St. Mungus. Isso lhe possibilitava semanas trabalhando em seu consultório particular e desde a morte de Astoria havia ido poucas vezes no hospital.
A mulher olhou para a poção que trabalhava no momento. Era a poção que estava preparando para Astoria e agora ela estava morta.
Batidas na porta interromperam o pensamento de Hermione. Ela imediatamente pegou a varinha, poucas pessoas sabiam a localização de seu escritório.Foi até a porta e observou pelo olho mágico.
Seu coração parou uma batida ao vê-lo ali.
-Eu sei que você está do outro lado, Hermione. Eu posso abrir a porta do meu jeito, se você quiser.
Ela abriu a porta e encostou a cabeça no umbral.
-Malfoy...- ela começou a dizer mas foi interrompida. Ele a empurrou para dentro do consultório. Uma mão foi na cintura e a outra em sua nuca, pressionando-a de forma firme.
-Nunca.mais.me.deixe.sem.notícias.suas- Ele falou enquanto beijava Hermione voluptuosamente.
Hermione o empurrou delicadamente, afastando-o de si.
-Você está confundindo as coisas, Malfoy.
-Malfoy? – Ele perguntou com raiva – Desde quando eu me tornei Malfoy para você, Hermione?
-Você nunca deveria ter deixado de ser Malfoy para mim – ela disse baixo – Você está confundindo as coisas.
-Quem está confundindo as coisas é você, Hermione. - Ele respondeu sério, olhando em seus olhos.
-Do que você está falando? – ela perguntou desconcertada
-Astoria - Draco respondeu de forma simples - Você era medibruxa da Astoria. Não minha. Astoria agora está morta. Não tem nenhum maldito problema de ética. Você e seus malditos princípios, Hermione.

Ele rompeu a distância que os separava e a beijou mais uma vez. Mesmo inicialmente se entregando ao beijo, Hermione o afastou mais uma vez de si.
-Você está sofrendo de estresse, de, de carência pós trauma, Draco. Sim. Você está confundindo as coisas.- ela disse nervosa.
-Caralho,  Hermione - ele passou as mãos pelos cabelos loiros - eu vivi durante anos uma vida de mentiras. Eu quero viver algo de verdade com você. Viver o que eu sinto de verdade. Não sensações através de poções ou feitiços.
-E o que você sente por mim, Draco? - Hermione perguntou em um fio de voz.
-Desejo – ele respondeu beijando seu pescoço - Te desejo, Hermione. Por enquanto isso basta. O resto vem como consequência.

N.A: Ohhhhhhh não....essa autora está surtando.
Primeiro, fica séculos sem postar...e depois pára nessa parte!!!



Oi xuxus, voltei! Me desculpem mesmo a demora. Minha vida tem sido um redemoinho, um carrossel de emoções.
Eu vou continuar com aquele prazo de 20 dias para a produção do capítulo. Até poruqe tenho planos de começar publicar Revendo Conceitos 2.
Espero que tenham gostado desse capítulo.
Peço que comentem, para eu saber se essa fic ainda tem leitores.
Beijos

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Comentários: 6

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Luana G. Malfoy em 21/04/2014

Eu me apaixonei tanto por esse capítulo!! Suas descrições a respeito da morte de Astoria, os galhos que brotavam do teto... como um elfo aceitou ajudá-la com esse plano? eu não sei como você conseguiu bolar essa cena.  O pânico que se seguiu na Mansão Malfoy, o desespero de Draco...
Para mim a parte em que Draco lê a carta da esposa da uma sensação de conclusão para a vida de mentiras a qual ele tinha de viver (20 anos é muito tempo)... eu realmente não imagino uma carta mais reveladora e precisa do que esta.  Você conseguiu expor os sentimentos de Astoria, sua culpa, arrependimento...
Quando Hermione é obrigada a admitir que tinha conhecimento dos feitiços e poções de Astoria para manter o sonserino falsamente apaixonado por ela e a explosão de Draco são momentos em que eu pendava "ferrou mesmo para o seu lado Hermione", mas havia a questão da ética médica... Hermione jamais trairia a confiança de Astoria, mesmo que isso significasse mais uma mentir para Draco, apesar de que isso seria mais uma omissão...
Eu fiquei bem surpresa com a reação de Draco ao comentário do filho em relação ao sangue de Hermione, eu esperava que ele a defendesse, mas estuporar o próprio filho... ele mereceu na minha opinião, porém ele estava abalado com a morte da mãe e ver o pai abraçado a outra certamente não ajudou... realmente espero que ele mude a forma como ele vê Hermione.
A cena do beijo que eu aguardava!!!  As palavras de Draco " nunca.mais.me.deixe.sem.noticias.suas" e " te desejo, Hermione. Por enquanto isso basta.  O resto vem como consequência" foram completamente impactantes!!! Eu estou com muuuita vontade de ler o próximo capítulo :) 
eu não gostaria de ver essa fic concluída tão cedo... Há tanta coisa que eu de ler ^^

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por TAIANA TAVEIRA SILVA em 12/04/2014

Ai que saudadee. O capitulo está incrivel, foi bom voltar a ter aquela sensação de borboletas no estomago a cada linha que eu lia. Uma pena que Astória tenha falecido mas se isso não acontecesse como o romance dos dois iria acontecer né? Dei um riso de felicidade quando o Draco foi ao consultorio da Hermione e arrancou um beijo dela, diga-se de passagem esse homem ta cada dia melhor. Amei, só posso dizer que já estou ansiosa pro próximo capítulo e feliz por você estar de volta e eu nem precisei reler os capítulos anteriores lembrava muito bem onde tinha parado e a ansiedade que eu fiquei para saber o que tinha acontecido. 


 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por M R C em 11/04/2014

tive que fazer que nem a Landa e reler alguns capítulos pra trás.

Mas valeu, valeu cada linha, pq essa história é lindíssima.

amei o capitulo novo!

apesar da triste morte de astoria, ver que agoraos dois podem finalmente ficar juntos, é bom demais.

e que venha o capitulo do DESEJO de Draco =] hahahahahahaha

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Landa MS em 09/04/2014

Por causa da demora tive que reler a fic, pra lembrar o conteúdo. Mas confesso que foi um imenso prazer fazer isso. E depois me deparar com um cap inédito foi melhor ainda. A fic com certeza tem leitores, mas fique aguardando porque o feb está em transformação e talvez por isso não receba os comentários desejados imediatamente. Mas tenho certeza de que quando tudo voltar ao normal a fic vai transbordar comentários. Amei, Amei, Amei..

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por gisalefay em 09/04/2014

Aguardando o proximo, Esse cap. me animou e acabou rápido demais :‘(

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Vênnice em 09/04/2014

Maris!


O que dizer?

Vamos lá:

 

1.       De um galho florido que brotava do teto do quarto, pendia Astoria, presa pelo pescoço, balançando lentamente. Draco se encontrava em estado de choque, ajoelhado aos pés da mulher. – Que descrição perfeita! Fiquei tensa ao imaginar a cena. Como ela conseguiu que um elfo fizesse isso por ela? Fiquei chocada.

 

2.       Harry arqueou uma sobrancelha ao ver sua amiga chamando seu antigo inimigo de escola pelo primeiro nome. O fato não passou despercebido por Hermione, que enrubesceu. – Adoro quando o corpo fala, quando as palavras não ditas aparecem em pequenos detalhes como o nome... suspirando...

 

3.       Draco pôs o copo ruidosamente em cima da mesa ao terminar a leitura de sua carta. Esfregou o seu rosto com força com as duas mãos.

-Você sabia disso? – Ele olhou para a Hermione que se assustou. Uma máscara de ódio cobria o rosto dele. – Você sabe o quanto eu amo Draco Malfoy assim explosivo, impulsivo e com essa máscara de ódio o envolvendo... perfeito!

 

4.       Os corações dos dois batiam descompassadamente. O dele em fúria pelas recentes descobertas. O dela sufocava na incerteza do porvir. – Tão Dramione, ele fúria, ela incerteza...

 

5.       Era delaapenas dela que ele precisava naquele momento. Ele tinha a sensação que somente ela, mas ninguém, conseguiria aliviar aquela dor que ele sentia no peito. ­– Não sei se vc fez de propósito, mesmo que não tenha feito (rs) eu amo repedir palavras assim em minhas fics e vc faz isso tão bem, amo, amo, amo...

 

6.       Ela abriu a porta e encostou a cabeça no umbral.

-Malfoy...- ela começou a dizer mas foi interrompida. Ele a empurrou para dentro do consultório. Uma mão foi na cintura e a outra em sua nuca, pressionando-a de forma firme.

-Nunca.mais.me.deixe.sem.notícias.suas- Ele falou enquanto beijava Hermione voluptuosamente. – Se você enlouqueceu escrevendo este capítulo. Imagine a pessoa aqui lendo... surtei... mais, mais e mais...sempre...rs

 

O melhor de tudo é saber que esta fic está sendo escrita para mim! Bjs e obrigada pelo carinho!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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