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17. Escravo da mentira?


Fic: Heiresses Of Slytherin


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Paris estava como sempre, linda e amorosa. Com aquele clima gelado, mas quente dentro de todas as casas de todos os felizes amantes que ali moravam, exceto para o mundo bruxo; afinal o ministro da magia tinha morrido. E lá desembarcava a aparentemente frágil e branca Angel Duerre de La Capelette, sim... Desembarcava, “Ridículo, uma bruxa não poder usar pó de flú” era o que Angel pensava no exato momento, mas Alvo Dumbledore, não a deixara usar. “Se misturar aos trouxas é a melhor forma de passar despercebida” disse ele quando anunciou que também, um auror iria acompanhar Angel pela viagem. “Patético, agora até de babá eu preciso”, resmungava mentalmente a garota. Assim que desembarcou, um carro totalmente preto apareceu na frente da estação e de lá saiu um típico motorista de alguém muito luxuoso, mas Angel o reconheceu, era apenas mais um dos empregados de sua casa, vestia um terno preto, tentando se comparar aos trouxas ao redor, assim que o auror que estava a acompanhando o viu, acenou com a cabeça para Angel e aparatou. A garota foi o caminho todo em silencio, voltar para esta cidade fazia a sentir dor; a mesma dor de sempre. Desde pequena, que nunca compartilhara com ninguém, exceto com Louise. Passou da parte mais povoada de Paris, para a mais afastada, um pequeno povoado cheio de mansões trouxas, depois de passar por ali, seguiram para um grande bosque, com uma entrada com feitiços anti-trouxas e logo depois de passar pela entrada, se podia ver a estrada longa e estreita que levava a mansão –quase que secreta- dos Duerre. Não se sentira nem um pouco nostálgica ao voltar para casa, ao contrário. Sua casa estava cheia de pessoas importantes que andavam de um lado para o outro querendo saber informações. Nada do que não fosse novidade, tumultos e bagunça era a coisa mais normal que se poderia encontrar no mundo bruxo. Ali também estava o Jornal Magia de la France, que assim que a viu a garota chegar por entre os portões saltou para cima de Angel lhe abordando de perguntas infinitas. Nada fez do que segurar forte a varinha por entre as vestes e continuar andando de queixo erguido demonstrando de que a situação não lhe afetava. Ignorando todos os outros que estavam presente. Ao entrar pelos portões de sua mansão que eram aparentemente enferrujados, caminhou silenciosamente. Hoje em Paris fazia um dia nublado e bem frio, mas ainda não caíra neve, talvez em uma semana, ou talvez amanhã, não importava. Havia três pessoas há esperando na escadaria da mansão, o subsecretario de seu pai, um aparentemente medico e o vice, agora ministro; da magia.
            – Já não era sem tempo – o subsecretario, um homem simpático; magro e que aparentava ser um rapaz muito jovem; sorriu para Angel. Ele era bom, Angel podia sentir e também era lindo, suas raízes indianas o deixaram mais atraente de que os muitos comuns bruxos do ministério. Sabia muito sobre ele, já que Louise tinha por ele um sentimento carinhoso, preferia assim dizer; mas ela sabia que ele tinha sido a primeira paixão e o primeiro beijo da irmã – Te esperamos pela manhã toda Angel – tinha a voz um pouco embargada, parecia ter bebido, mas Angel sabia que ele não tinha esses costumes, só deveria estar chorando ou não ter dormido.
            – Desculpe a demora, Elliot – Ela olhou sincera para ele e então se cumprimentaram.
            – Você já está com idade de honrar seus compromissos e não perder a hora – Foi a vez de Carlos, o novo “ministro da magia” se pronunciar. Ele já tinha um pouco de idade, mas não era um senhor nada simpático, era dono de uma arrogância sem tamanho e ignorante quanto um porco; desde criança Angel e Louise nunca gostaram dele. Louise uma vez disse para Angel, que desconfiava de que Carlos era apenas mais um comensal de Grindewald e desde então Angel nunca tirou isto da cabeça.
            – Eu estou aqui não estou? É o que importa; agora vamos aos prós e contra – Falou Angel passando em passos pesados por ele, fazendo questão de não encostar-se a Carlos e se sentou na grande mesa de mármore que havia no hall.
            – Você não prefere um banho e um almoço antes? – Elliot perguntou educado.
            – Não Elliot, o que tenho para tratar aqui, tem de ser rápido; você sabe as condições de Louise... – Angel ia começar um dialogo com Elliot, quase se esquecendo da situação, se não fosse Carlos para atrapalhar.
            – Calado Elliot, você não é empregado dos Duerre e como a senhorita Angel disse, isso tem de ser rápido – falou arrogante.
            – Perdoe-me senhor, mas sei o meu trabalho – Elliot, falou se sentando ao lado de Angel – Agora vamos ao que interessa.
            – E o senhor, quem é? – Angel perguntou para o homem, ainda em pé, do lado de Carlos.
            – Alguém para lhe representar juridicamente, já que sua mãe não esta em boas condições; mas vamos às finanças primeiras. Por favor, queira se sentar senhor Watson – falou Carlos e o homem se sentou. E assim se passaram as primeiras duas horas de Angel em seu lar
doce lar.
            Depois de um longo tempo tedioso naquela sala de reunião vendo coisas que não lhe interessavam, enxotou todos para fora de casa o mais rápido possível.

            Louise abriu os olhos devagar antes de uma luz forte cegar seus olhos e fecha-los novamente. Sentia todo seu corpo doendo e mal podia se mexer direito, se sentia muito tonta como se todo o mundo ao redor dela estivesse girando. Por teimosia, reabriu os olhos tentando se acostumar com a luz que ofuscava. Sentiu que tinha uma pessoa de seu lado que não era sua irmã, pois era uma presença diferente e mais forte, seus olhos estavam um pouco embaçados e não conseguiu reconhecer de imediato; após alguns minutos se surpreendeu ao ver que a pessoa ao seu lado era Tom Riddle.
Ainda com muita dificuldade, abriu a boca para falar.
            – O que está fazendo aqui? – Sua voz saiu rouca, sua garganta estava seca e podia sentir o gosto metálico de sangue.
            – Nada. Satine apenas disse que queria te ver – Falou em um tom monótono. Assim que ele falou reparou em Satine enrolada no pescoço dele. Franziu o cenho, aquela cobra era anti-social demais para se apegar a outros que não sejam ela e Angel, era apenas mais uma prova do charme de Tom.
            – Onde está Angel? – Perguntou tentando se sentar na cama ao mesmo tempo em que começou a tossir e cuspir um pouco de sangue.
            – Acho que não estou autorizado a contar noticias que podem lhe prejudicar – Falou em um tom calmo.
            – Noticias que podem me prejudicar? O que me prejudicaria? – Perguntou em tom fraco tentando parecer um pouco ameaçadora – O que aconteceu, Riddle? – Na hora em que terminou de falar, a enfermeira chegou quase que correndo falando coisas rapidamente sobre ela ter que estar deitada e várias outras coisas que Louise não se preocupou em ouvir. Depois de alguns minutos ouvindo perguntas da enfermeira; enquanto fuzilava Tom, ela finalmente se foi – Fale agora Riddle – sua voz saia rouca e tinha dificuldade para fazer tal sair mais alta.
            – Ok, eu vou falar; tanto porque pouco me importa se você morra, agora ou depois e porque eu com toda certeza não iria obedecer às ordens da sua irmã – Se sentou na beirada da cama, não perdendo toda a sua postura, que sempre tinha. Louise tentou protestar sobre o que ele acabara de dizer, mas ele lançou um olhar severo para a mesma – Sua irmã foi para Paris, tratar de assuntos que envolvem seus pais e é só isso que posso te dizer. E claro você está dormindo a mais ou menos umas duas semanas – Tom falou calmo e pausadamente.
            – O que? Duas semanas? E porque Angel foi pra lá? Por que deixou você cuidando de Satine?   – Tentou falar alto, já estava se estressando com o fato de não ter voz.
            –Não é cuidando de Satine; é cuidando de você – Tom quase revirou os olhos, não suportava tantas perguntas, estava quase se arrependendo de ter feito o acordo com Angel.
            – De mim? E desde quando eu preciso que você cuide de mim? – A garota cuspiu as palavras.
            – Desde quando Grindewald tentou matar você e sua irmã mandando uma garrafa de rum, da qual você tomou e quase faleceu por envenenamento – Riddle falou em um tom indiferente. Louise abriu a boca, mas pareceu pensar antes de falar alguma coisa; fechou os olhos e ficou em silencio por algum tempo, Tom tentou; falhamente ler a mente da garota.
            – A onde está Abraxas? – Quando Louise finalmente abriu os olhos, foi isso que perguntou.
            – Boa pergunta, há algum tempo não sei dele; mas deve estar escondido por algum corredor escuro se pegando com Druella Rosier – Tom falou friamente para a garota, amou ver a decepção nos olhos dela, que a mesma tentou esconder na hora.
            – Hora de ir embora Riddle, preciso descansar, você ouviu a enfermeira – Louise tinha os dentes serrados e tossiu sangue entre a fala.
            – Trate de não morrer, não quero encrenca com sua irmã – Falou se levantando severamente e andando em passos largos e lentos de volta para o salão comunal, não tinha presa nenhuma e ficará pensando em como seria quando Louise soubesse a verdade, quase se sentiu mal por mentir, quase. Quando entrou no salão comunal viu Abraxas conversando com Cygnus Black, quando entrou ambos se calaram; Tom apenas mandou um olhar para Cygnus que se levantou na hora e saiu do local. Abraxas continuou sentado, ele estava evitando Tom há algum tempo.
            – Ela acordou – Tom se sentou, com Satine se arrumando em seu colo.
            – E o que eu tenho haver com isso? – Abraxas falou dentre os dentes.
            – Boa resposta, Malfoy – Tom falou friamente.
            – Como preferir, Riddle – Abraxas falou e se levantou severamente, mas uma força de poder enorme o segurou parado no mesmo lugar.
            – Espere – falou baixo e Abraxas finalmente olhou para ele – Você sabe que isso é o melhor a se fazer; ela estava te desconcentrando do objetivo maior; você sabe muito bem – Tom tinha os olhos severos presos nos de Abraxas.
            – E eu repito: como preferir, Riddle – Abraxas não demonstrou nenhuma emoção facial.
            – Então estamos resolvidos, Malfoy – Tom soltou o garoto, que continuou parado.
            – Só falta você se desprender delas, a meu ver é o único apegado ainda – Finalmente saiu para o quarto, deixando Tom sozinho com seus próprios pensamentos.

            “- Como assim simplesmente não quer mais fazer isto Malfoy? Perdeu a noção de com quem esta lidando? – Riddle estava nervoso, mas como sempre, não perdia a postura; olhava ameaçadoramente para Abraxas.
            – Já chega Tom, eu não quero mais isso – Abraxas estava sentado no sofá, parecendo confortável a dar a noticia.
            – Tolo, é disso que você não passa, de um tolo. É por causa de Louise, não é? Esta se deixando envolver por uma mentira – Tom continuava de pé, olhando para a lareira.
            – Como você sabe que uma mentira? – Abraxas revirou os olhos.
            – Quando eu não sei de algo? Não adianta tentar ser alguém melhor, por alguém que você nem sabe quem é, elas nasceram nisso Malfoy... São envolvidas por mentiras e maldade, está no sangue delas, a situação é diferente agora, estamos lidando com gente que sabe demais – Falou calmamente – Entende agora? Não seja um tolo Malfoy, elas não são amáveis.
            – Parece que você sabe de algo que eu não sei – Abraxas levantou o olhar, curioso.
            – Eu sei de muito mais do que aparenta Malfoy, mas; já que ela te motivou a ser alguém melhor, deveria ter pelo menos lhe contado algo não acha? Mas, você escolhe Abraxas; você pode ser escravo da mentira ou da maldade – Tom olhou para Abraxas.
            – A maldade sempre fora minha aliada, não? – Abraxas sorriu e se levantou; tinha a tristeza nos olhos, mas Tom poderá ler em sua mente; tinha convencido, ou apenas enganado o amigo. ”

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