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13. Quase natal


Fic: Heiresses Of Slytherin


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              Era tarde em Hogwarts e todos os alunos, ou a maioria deles, estavam em suas aulas ansiosos para o final do dia com as malas arrumadas, pois daqui três dias seria natal a data magica e especial. A neve caia branca e gelada do lado de fora, mas as paredes de dentro do castelo estavam aconchegantes como nunca; a linda decoração de natal deixava o lugar com cara de “casa” o que realmente era para todos que ali habitavam.
             – Angel, você precisa assinar, porque eu já assinei – Louise passava o pergaminho para a irmã, que estava na mesa de trás. Ela pegou e o fez, devolvendo para a irmã.
            – Então vão ficar mesmo? – Abraxas falava baixo para que o professor não os ouvisse – Será menos entediante então, nunca passei o natal em Hogwarts, mas parece ser bem menos chato agora.
            – Natal em escolas é legal, já passei muitas vezes em Beauxbatons, Louise sempre ia para casa, mas às vezes eu ficava – Angel respondia no mesmo tom de voz, ninguém queria levar bronca por falar no meio da aula.
            – Vocês se separavam? Nossa, pensei que isso não fosse possível – Abraxas falou e Angel deu um beliscão em sua nuca e o mesmo passou a mão no local reclamando;
            – Digamos que Louise gostava mais de casa do que eu – Angel deu um sorriso gelado, nunca gostara de estar em sua casa, não se dava bem com os pais, que não a compreendiam muito bem, sempre falavam que ela era ruim e fazia isto abrochar na irmã também, eram tolos; mesmo sabendo de toda a verdade sobre o que ambas passaram quando eram crianças, a maldade não era uma opção, era o destino de ambas. Angel só não entendia o porquê Louise se fingia de normal e boa, sendo que tinha uma alma tão cruel quanto à da irmã. Chegou à conclusão de que talvez a emoção fosse uma diversão para a irmã, ou uma necessidade que queria ter e não possuía. Era algo difícil de explicar, ou simplesmente muito fácil, Louise sabia fingir e Angel não achava isso necessário. Então, preferia evitar os pais.
            – Eu gosto de casa, Hogwarts é um lugar maravilhoso, mas... Sinto falta da privacidade do meu próprio lugar – Abraxas encarava seu pergaminho, parecia refletir consigo mesmo – Mas será legal não? – Sorriu amarelo.
            Assim que a aula acabou os três se dirigiram ao salão principal, Tom que até então não havia abrido a boca, Abraxas e Angel. Louise tinha ido a diretoria entregar o pergaminho assinado com a declaração de que permaneceriam na escola. Logo se juntou ao almoço, todos os seus colegas estavam animados com a ida para casa, falavam sobre e não tinham ouvidos para outra coisa; entediante.
            – Garotas – Ouviram a voz de Emily, uma sonserina da qual dividiam dormitório – Vão ficar? Mas que triste. Bom, estou partindo esta noite e queria me despedir, enfim... Divirtam-se, ou não – falou olhando estranhamente para Tom. Aquela era uma das pessoas que Tom tinha torturado primeiramente, Abraxas não conseguia falar com ela, pois tinha culpa pelo que ajudou Tom a fazer com ela, tudo apenas por pura diversão de Riddle. A garota, não se lembrava de nada, mas tinha maus pressentimentos sobre Tom e Abraxas. Era boa em adivinhação e a matéria às vezes revelava coisas obscuras para ela; porém preferia não comentar com ninguém, sentia pelas duas garotas, tão legais estarem se metendo com os dois. Coitada, mal sabia que as duas conseguiam ser pior que ambos. A garota tinha saído andando em direção ao dormitório. Deixando duas Duerres intrigadas por aquele olhar estranho da colega, mas deixaram de lado por hora. Estavam jantando quando, de repente apareceu um visco a cima da cabeça de dois grifinorios, uma menina da qual não sabiam o nome e de Carlos Brindwal, os dois, que eram namorados... Simplesmente se beijaram, até os professores fizeram carinhas fofas, oh, como era lindo o amor; para quem pode senti-lo, claro. Foi isso que Tom pensou, fechando os olhos. Pessoas e suas necessidades nojentas. Enquanto se podia ver Abraxas perdido em pensamentos, Louise pensou por um momento querer saber o que se passava na cabeça de Malfoy, enquanto Angel apenas estava intrigada com Emily ainda, teria que procurar; ou melhor fazer a irmã procurar por tal.
            – Bom, só para avisar – Abraxas quebrou o silencio – minhas meias de natal estão esperando presentes dentro delas.
            – Abraxas, você é rico, suas meias estarão com malotes de dinheiro – Angel fez careta para ele que sorriu do tipo “ah, é mesmo”. Ambos os quatro não estavam com pressa de sair do salão principal, que aos pouco foi se esvaziando; só quando Angel finalmente se cansou de comer, o que demorou muito, foram para o salão comunal; que também estava vazio.
            – Que sonho; a escola toda vazia – Angel se jogou no sofá e Louise se sentou do lado, com Angel colocando as pernas em cima das suas. Tom se sentou em uma poltrona e Abraxas deitou no tapete macio. Ficaram lá jogados no salão por grande parte da noite, até que Louise começou a dormir sentada no sofá e resolveram subir. Afinal, teriam muito tempo “livres” para aproveitar a escola. Logo amanheceu e não se tinha sinal de barulho e alunos andando por ai, Louise e Angel não viram a manhã, pois só acordaram às quatro da tarde, quando finalmente desceram para o salão comunal, não tinham sinal de Abraxas nem de Tom e assim foi pelo resto do dia, só os encontraram no salão principal ao jantar.
            – Onde estavam o dia todo? – Angel perguntou se sentando.
            – Caçando – Malfoy mentiu sorrindo – E vocês? – perguntou se servindo.
            – Dormindo – Louise respondeu bocejando.
            – Porque não nos chamaram? Ficamos o dia todo sem fazer nada – Angel mexeu na comida sem vontade de comê-la.
            – Desculpa, não sabia que férias em Hogwarts significavam passeios turísticos com todo o grupo de amizade – Abraxas foi irônico.
            – Porque você não morre Abraxas? – Angel revirou os olhos, não estava de bom humor; tinha dor de cabeça, pois dormiu demais.
            – Não me importo em fazer nada, é bom descansar de todas aquelas lições – Louise sorriu e Angel resmungou algo como “Descansar do que? Nunca faço lição” – Claro, se você faz algo –Louise ao menos tinha virado o rosto para ver o que Angel tinha resmungado, mas deu a resposta fazendo Angel bufar. Depois de comerem até não aguentarem mais, foram para o salão principal, Tom deu uma desculpa qualquer e logo se retirou para o dormitório, deixando Angel, Louise e Abraxas sozinhos.
            – Vamos jogar xadrez bruxo? – Angel falou pegando o jogo de uma das mesas do salão.
            – Não – Louise disse deitando no sofá – Mas observarei vocês sendo entediantes – Ajeitou algumas almofadas e Abraxas se sentou no chão junto com Angel e assim começaram, ficaram por um bom tempo.
            – Cansei de ganhar de ti Abraxas, vou ir me deitar – Angel falou se levantando, ia acordar Louise, que tinha dormido.
            – Espera – Abraxas, ainda sentado chamou Angel – Você... você também toca? – perguntou para Angel, que se sentou no sofá.
            – Toco o que? – falou.
            – Piano, vocês tinham aula juntas? – o garoto falou brincando com as peças do jogo.
            – Não, não toco. E como você sabe que ela toca? – falou olhando para a irmã, que tinha um sono sereno.
            – Eu a vi tocando – o garoto falou olhando para Louise também – Na sala precisa uma vez.
Angel parou por um tempo, pasma; vazia tanto tempo que ela mesma não ouvia a irmã tocar, desde os onze anos, aliás, desde depois daquele dia.
            – Ela, ela tocou para você? – Angel perguntou baixo, se lembrando da irmã tocando nos jantares da família e também antes de ambas dormirem, o som do piano fazia Angel cair no sono rapidamente. Não sabia se estava feliz ou triste.
            – Quando eu entrei na sala ela estava tocando – Abraxas falou tentando entender a reação de Angel – Por quê? Isto é algum problema? – perguntou confuso.
            – Não, nenhum – Angel saiu de seu transe particular e focou os olhos em Abraxas – Vou ir deitar, enquanto você acorda ela – Se levantou e saiu do salão em passos rápidos, antes iria acordar a irmã, mas agora queria se deitar sozinha. Não era de sentimentalismo, nem de emoções, ma quando se tratava da irmã, sim. Lembrava-se que uma das únicas alegrias de sua vida naquela casa era ouvir a irmã tocando e assim como todas as outras, havia perdido esta.
            – Minha ruivinha – Abraxas passou a mão no cabelo da garota e a beijou na testa, ficou a observando por um tempo e então resolveu chamá-la – Louise – segurou em seus ombros e a garota abriu os olhos, sonolenta e os fechou novamente – Vamos acorda – a garota virou e se encolheu no sofá – Eu tentei – falou se levantando e andando. Quando ia começar a subir a escada para o dormitório, parou e voltou, pegou a garota nos braços e ela se aninhou, era leve como uma pena. Subiu as escadas com ela de olhos fechados, abriu a porta do dormitório feminino com dificuldade e entrou com dificuldade – Qual é sua cama? – perguntou baixo no ouvido da garota.
            – A ter-ceira – falou mole e ele a colocou lá. Angel estava dormindo já, tinha pegado no sono rápido, mesmo com todos os pensamentos.
            – Boa noite – o garoto deu um beijo na testa da ruiva e saiu, em vez de ir para o quarto dormir foi para o lago negro, se sentou na beirada da água e ficou passando a mão, queria estar em casa, mas algo o prendia naquela escola, Louise, tinha medo de Tom fazer algo com ela ou com Angel, sabia o quanto ele era maligno e sem sentimentos; mesmo sabendo que as gêmeas não eram pessoas boas, temia por ficarem piores. Ficou por um grande tempo pelo lago, até que resolveu ir dormir.

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