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10. Confissões


Fic: Minha vida com Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione POV.


O almoço de aniversário seguia a ritmo deliciosamente perfeito do ponto de vista de Hermione. Havia música, brincadeiras, calor.... Todos os seus amigos e professores mais queridos, todos os Weasleys, com exceção de Fred, ainda na enfermaria de Hogwarts e até mesmo Hagrid, que lhe trouxe uma cesta generosa com seus famosos bolinhos caseiros. Ela agradeceu fervorosamente com um abraço no seu meio-gigante favorito. Sentia tanto falta dos tempos em que ia visita-lo com Harry e Rony, na sua cabana em Hogwarts!


Encontrou-se cativada com a presença de Luna e os esforços de Gina em fazê-la sorrir. Emocionada com o carinho e dedicação da senhora Weasley em preparar e receber a todos em sua casa. Encantada com os presentes de Harry, Hagrid, Fleur, Rony, McGonagall e Neville. Agradecida a Andromeda e Harry pelas inúmeras e incríveis surpresas desde o começo desse dia. Até mesmo Seamus a surpreendeu com um cesto para gatos, para que Bichento não atormentasse as camas de Harry ou Rony no seu tempo no Largo Grimmauldi.


Por outro lado, Dean tentava convencê-la a ir com ele para uma final de campeonato de quadribol que acabou em uma animada e participativa discussão onde Hermione cedeu seu ingresso à Gina, que torcia para as Harpias. A ruiva agradeceu com um abraço digno de sua mãe. Havia tanto a comemorar agora, finalmente a vida de cada um deles estava retomando a alegria e a energia de antes do domínio de Voldemort e a felicidade parecia irradiar na Toca.


Hermione sorriu quando guardava o livro que recebeu de Percy no topo de uma pequena pilha de livros novos. O primeiro, ganhou de Flitwick, que a parabenizou, entregando um livro de encantos avançados para medibruxos, seguido pela professora Vector, que presenteou-lhe com O grimorio de São Cipriano - o bruxo. E finalmente, sua colega de Runas, Lisa Turpin, que a entregou timidamente uma cópia de “Os quatro grandes Fundadores de Hogwarts”.


O tempo estava passando rapidamente, Hermione percebeu. George finalmente agitou o final da tarde iluminando o céu da Toca com inúmeras e caleidoscópicas cores e formas de seus fogos de artificio mágico ao som dos aplausos dos seus amigos. Era a marca dos gêmeos Weasleys. No interior da Toca, McGonagall se despedia discretamente, levando Luna consigo de volta aos cuidados de Madame Pomfrey, tudo isso sob os olhares distantes e decepcionados de Ronald Weasley que tentava desajeitadamente se aproximar da loirinha.


Na sala, Andromeda conversava amigavelmente com Arthur e Molly sobre a nova posição de Kingsley e as mudanças que estava a promover no ministério da magia, ambos esperançosos de novos tempos na vida dos bruxos depois de Voldemort. Por outro lado, Seamus e Dean se divertiam colocando Comarc McLaggen em incontáveis situações comprometedoras, envolvendo diversos pratos de comidas, e Dennis obviamente, registrando com precisão fiel, cada uma delas. Percy apreciava a companhia da sua namorada Penélope enquanto a professora Vector comentava os avanços da jovem bruxa como sua ajudante em Hogwarts.


Na mesa logo ao lado, George segurava a mão de Alicia, satisfeito com seu presente à aniversariante nascida-trouxa. Não muito distante da dupla, Gina desafiava Neville a beber um copo de cerveja de pimenta fabricado na loja de piadas de Fred e George, e o pobre garoto empalideceu ao saber onde eram fabricadas as bebidas vermelhas. No jardim, Bill Weasley abraçava protetoramente sua esposa Fleur enquanto assistia os fogos colorindo o comecinho no anoitecer na Toca. Hermione sentiu o coração ficar pequenininho.


Ansiando por poder abraçar seu melhor amigo e assistir ao encerramento perfeito do dia do seu aniversário sob os fogos dos gêmeos Weasley. Onde estaria Harry? Por que desapareceu sem deixar rastros? Quais motivos teriam obrigado o moreno a desaparecer sem se quer se despedir dela? Um avalanche de dúvidas permeavam o coração da grifinória, uma necessidade desesperada de encontra-lo e descobrir o motivo da sua ausência.


No entanto, não poderia sair da Toca atrás do amigo de óculos redondos e olhos verdes, sem chamar atenção dos seus amigos. Afinal, era a sua festa de aniversário, estariam sempre a cumprimentando, conversando sobre seu futuro, a cobrindo de abraços e presentes... Não! Definitivamente, não teria como deixar seus amigos para trás e procurar sem quaisquer pistas o paradeiro de Harry Potter. Raios! O dia estava tão perfeito e agora depois de tudo, ela só conseguia pensar nele!


Sentando-se silenciosamente em uma das cadeiras do jardim, ela agradeceu aos céus por este ser um dos poucos momentos que ninguém a estava notando. Cruzando os braços, Hermione respirou fundo e baixou a cabeça buscando acalmar-se, no entanto, algo lá no fundo da sua mente alertava para o fato que cada sumiço do moreno de olhos verdes era precedido por problemas, e problemas sérios.


Oh Harry! O que estaria aprontando agora? Ela não o via desde o incidente com McLaggen. Mas, a última lembrança que a nascida-trouxa tinha do moreno, era de um sorriso disfarçado do melhor amigo após a sua tentativa de resgate bem sucedida. Então ciúmes estava descartado da sua lista mental de possibilidades. Problemas no Largo Grimmauldi? Algum chamado urgente de Shacklebolt? Estaria se sentindo mal??? Não! Em cada uma das possibilidades ele a teria procurado ou no mínimo ela teria percebido que algo estava errado só com um olhar em sua direção.


Ou talvez não! Durante todo o almoço ela mal teve tempo para ficar com ele. Ficou tão ocupada com os professores e seus colegas de Hogwarts que Harry provavelmente preferiu sair de fininho a perturbá-la no seu dia especial!!! Hermione gemeu interiormente, agora sentia-se culpada por negligenciar seu melhor amigo. Ele não merecia isso, não depois de todo o esforço para comemorar o aniversário de dezoito anos dela. Droga! Será que ela nunca iria deixar de se preocupar com ele? Praguejou mentalmente mordendo o lábio inferior com força.


Balançando a cabeça negativamente  ela obrigou-se a apreciar o mínimo do presente dos gêmeos, iluminando o céu em cores vibrantes e mágicas, em uma obra de criatividade impressionantemente interessante, quando ouviu o barulho dos fogos ficar mais alto e uma série de formas como livros, pergaminhos e penas se formarem no ar. Segurando um riso abafado ela sabia que George tinha escolhido exatamente aquelas formas por lembrarem-se da menina fanática por livros dos seus primeiros anos de escola.


Os inesquecíveis tempos de Hogwarts... Aulas, ensaios, livros, pergaminhos... Seu mundo antes de Voldemort chegar. Um suspiro nostálgico e seus olhos deixaram os fogos. Um choro fraco a chamou atenção para o carrinho de bebê ao seu lado. Teddy Lupin, agitava-se no carrinho com o rostinho pequeno completamente vermelho e os olhinhos inchados com lágrimas por todos os lados. Levantando-se rapidamente, Hermione tomou o afilhado de Harry em seus braços protetoramente embalando o menino enquanto murmurava tudo iria ficar bem.


Teddy estava nervoso, seu sono fora brutalmente interrompido pela queima de fogos o que só contribuiu para piorar o seu humor. Percebendo o choro do pequeno ficar mais alto, Hermione saiu do jardim sorrateiramente e entrou na Toca, subindo até um dos quartos no primeiro andar em busca de silêncio e paz para que o bebê Lupin tivesse a chance de adormecer novamente. Ela fora testemunha dos esforços de Andromeda em fazer Teddy dormir, sabendo muito bem que o excesso de açúcar no organismo jovem teve um papel fundamental para tanta energia.


A grifinória passou a focar todos os seus esforços no pequeno Teddy a partir de então. Precisava acalmá-lo, fazer com que se sentisse seguro novamente e pudesse dormir serenamente. O choro assustado do bebê lhe partia o coração e mais uma vez uma necessidade avassaladora de um sentimento que ainda não entendia muito bem, a obrigava a cuidar e proteger o Lupin com tudo de si.


Andando de um lado a outro do quarto de Gina, ela deitou a cabecinha de Teddy em seu ombro e apoiou o corpinho pequeno próximo a si. Com a  mão livre acariciava levemente as costas dele até o choro abrandar, ela sorriu, estava dando certo! Os soluços desapareceram e foram  substituídos por pequenos suspiros trêmulos e antes que Hermione pudesse perceber, estava cantando uma antiga canção de ninar... Uma musiquinha suave, infantil, uma canção que sua mãe cantava todas as noites para ela quando era criança.


Longos minutos mais tarde, Teddy tinha adormecido novamente em seus braços e a morena fitava o pequeno em seu colo com admiração absoluta. Por mais que tentasse, não conseguia colocá-lo de volta no carrinho de bebê. Não conseguia soltá-lo mais, não queria, simplesmente não poderia.  Aquela criança no seu colo era o maior símbolo de luz e vida que ela poderia encontrar. Fonte de esperança e de um amor imenso que nasceu em meio a uma guerra, que superou obstáculos invencíveis e invisíveis das possibilidades, do preconceito, da ameaça das trevas.


Era impressionante como algo tão puro, tão perfeito, tão indescritivelmente valioso pudesse ser encontrado na forma do pequeno Teddy Lupin. Havia tanto nele, tanto por ele! Seus pais, assim como os pais de Harry, lutaram até o fim para que o mundo em que seu filho crescesse estivesse livre do mal. Para que Teddy tivesse um futuro mais justo, seguro... Uma vida verdadeiramente feliz... Uma chance de ser mais do que eles foram algum dia.


E isso eles conseguiram! Ponderou amorosamente Hermione, depositando um beijinho na testa do menino. Teddy era perfeito, lindo, saudável, cheio de vida. O nariz meio arrebitado, as bochechinhas coradas e macias, os olhinhos curiosos e suas mãozinhas gorduchas. Esperto, observava tudo e todos com tamanha precisão a mudar de aparência certas vezes se identificando com os outros. Mesmo que ela não fosse tão próxima à Remus e Tonks, ela sentia uma forte ligação com Teddy, que não conseguia explicar através de palavras.


O que era aquele sentimento? Talvez fosse a falta que sentia de seus pais que a fez se apegar tanto ao menino, o medo de ficar sozinha, a insegurança quanto ao seu futuro, a forma como estava acostumada a sempre proteger os mais indefesos? Ela não tinha uma razão ou explicação para isso. Esse sentimento existia e agora exigia tudo dela para protege-lo. Ela nunca pareceu levar muito jeito com crianças, estava sempre cercadas por livros ou por seus dois melhores amigos encrenqueiros durante anos.


Não chamava atenção por sua aparência e muitas vezes era duramente criticada por sua inteligência e sede de conhecimento. Eram poucos aqueles que se dedicavam a conhece-la verdadeiramente para perceber que, Hermione Granger, era muito mais do que uma menina fascinada por livros e estudos... Contudo, houve a guerra e Voldemort e nada mais poderia ser feito. Porém, era fato, que ela amava Teddy Lupin tanto quanto a Harry, seria capaz de fazer qualquer coisa por qualquer um deles e não poderia imaginar sua vida daqui para frente sem seu melhor amigo e seu afilhado metamorfo!


-Só queria saber onde seu padrinho está agora, Teddy!


Sussurrava Hermione se aproximando da janela do quarto de Gina e fitando o céu escurecendo lentamente enquanto algumas estrelas surgiam timidamente no horizonte. No fundo do seu coração ela desejou ver o seu moreno teimoso voando naquele mesmo céu, mas ali na Toca, perto dela, perto o suficiente para aquietar seu coração preocupado.


-Serrrá qui esstou autorrizzada a incomodarrr vocês?


Fleur batia gentilmente na porta entreaberta com um sorriso iluminado ao encontrar a aniversariante com o bebê Lupin dormindo em seu colo.


Harry POV.


ERRADO! Tudo, tudo, tudo, tudo na sua vida, quando parecia estar indo bem... DAVA ERRADO! Quando pensou que estava perto de possuir uma família, Voldemort o enganou e ele perdeu seu padrinho na batalha do ministério... quando imaginou que estava perto de enfraquecer Riddle com a ajuda de Dumbledore, o viu ser morto pela varinha do homem que até então odiava, Severus Snape... Quando achou ter desvendado todas as horcruxes, se descobriu, com horror, sendo uma delas... Quando finalmente encontrou o amor em Hermione, teve que morrer pelas mãos do seu maior inimigo e perder sua última ligação com seus pais e Sírius... através de Remus.


Sua vida desde sempre se resumia a um filme de terror sem fim. Nada que o fazia verdadeiramente feliz poderia permanecer por muito tempo que logo o maldito destino do menino-que-sobreviveu dava um jeito de arrancar de forma dolorosa aquilo que Harry mais amava. A tortuosa semana após a batalha final foi preenchida por pesadelos e lembranças vívidas de um passado que ele... sabia que jamais poderia esquecer.


Desejou fugir, desejou se esconder. Desaparecer sem deixar vestígios e afundar-se no próprio desespero e culpa enquanto deixava o mundo mágico seguir por seus próprios pés. Na realidade, após a morte de Dumbledore, Harry agarrou-se a missão deixada por seu velho diretor  como tudo o que valia a pena na sua vida, naquele momento era tudo que ele tinha, sua única certeza. Mas, Rony e Hermione estavam firmemente ao seu lado para não o deixar se perder nessa busca obsessiva e desesperada.


Depois de tudo... Ele devia muito aos Weasleys, a família de ruivos era seu maior exemplo de união, coragem e amor. Acolheram à ele como a um filho, deixando claro seu apoio e confiança a cada passo do caminho. Harry chegou a sonhar em um dia construir uma família como a de Molly e Arthur, desejava encher sua casa de filhos, de almoços agitados, de uma mesa cheia e feliz. Algo que Harry nunca teve, até então.


Quando Hermione o beijou no calor da batalha final, algo novo despertou dentro de si... Assim como depois que assistiu, na penseira, a última memória de Remus Lupin, tudo na vida do jovem e desesperado herói, mudou, e mudou drasticamente. O lobisomem, assim como a sua melhor amiga, Hermione, o tinha dado um motivo para seguir em frente. Quando Remus lhe deu a sua própria família, Hermione o trouxe de volta à esperança.


Assim que deixou a Toca, completamente transtornado, Harry foi em busca de Kingsley Shacklebolt no ministério. Aparatou diretamente em meio a rua trouxa, sem se importar se era visto ou não, entrou na cabine telefônica, rápido como um raio. Passou pelos funcionários e aurores sem se dignar a pedir permissão, no final das contas, todos abriam caminho para seu herói sem perguntas ou objeções.


Os olhares admirados em sua direção não o pararam. Muitos apontavam em sua direção, surpresos murmuravam chocados: “Aquele é Harry Potter!” ou “Nosso salvador está aqui!”. A fama que o perseguia, desta vez não o incomodou. Não foi difícil encontrar a sala do novo ministro. O sábio e experiente ex-auror já o aguardava, pacientemente, conhecendo a natureza explosiva e temperamental do menino que sobreviveu, imaginou que em algum momento viria pessoalmente cobrar ajuda para a sua melhor amiga.


-Bulgária? Disse que não poderíamos sair do Largo Grimmauldi por muito tempo e agora quer manda-la para a BULGÁRIA?


Gritava Harry enfurecido assim que o ministro fechou magicamente as portas do seu escritório e lançou um rápido encanto de silênciamento para manter a discussão entre eles em privado.


-Vamos com calma, Harry! Enquanto estiver alterado não há nada a discutir!


Aconselhava Kingsley impassível.


-CALMA? Como vou ficar calmo quando você e o resto do mundo parece querer tirar Hermione de mim?


Vociferava o moreno andando de um lado a outro da sala incapaz de controlar seu nível de exaltação.


-Acredito que estejamos em um impasse Harry! Não tenho exata certeza do que estamos discutindo agora, mas poderia, por favor me explicar a razão desse escândalo?


Exige Kingsley calmamente, no entanto sem perder a autoridade em seu tom de voz.


-Você sabe! Prometeu ajudar Hermione depois que a Grã-Bretanha estivesse mais segura! Disse que todos os recursos do Ministério da Magia estavam esgotados e que não seria seguro para ela sair do país em busca dos seus pais!


Começa Harry impaciente enquanto o ministro simplesmente ouvia a tudo taciturno.


-Eu reconheço que ela precisa de proteção adequada, eu entendi que ainda poderia não ser o momento certo, apesar de não concordar com os seus termos! Mas, entregar a segurança de Hermione e seus pais nas mãos de Viktor Krum? Não faz o menor sentido!


Diz o moreno entre dentes batendo os punhos contra a mesa furiosamente.


-Senhor Potter, você pode ter derrotado Voldemort, mas, ainda deve respeito ao ministro dentro do ministério!


Repreende Kingsley severamente.


-E ainda não encontro motivos para não aceitar a generosa oferta de ajuda do senhor Krum!  E até onde sei esta decisão não lhe cabe, mas à senhorita Granger!


Garante o ministro com firmeza, o que obrigou Harry a engolir seu protesto.


-Estamos sem recursos! É um fato concreto! Cada membro desse ministério está envolvido até o pescoço na busca e julgamento dos comensais da morte além da restauração da ordem em cada órgão e setor desabilitado no governo de Voldemort!


Começava Kingsley com seriedade e profundidade, os inúmeros pergaminhos e a forma como parecia cansado após dias a fio de trabalho, garantiram a força por trás da sua autoridade.


-Eu gostaria de seguir pessoalmente e proteger Hermione Granger até encontrar seus pais, onde quer que eles estejam, mas eu não posso! Tenho um compromisso com cada bruxo e bruxa desta comunidade mágica, e quando eu não posso assumir todas as responsabilidades sozinho, busco alianças, Viktor Krum se ofereceu para nos ajudar e devido à sua amizade com a senhorita Granger, propus que se encarregasse de sua segurança!


Explica ele com sinceridade.


-Mas... Viktor Krum? Ele... Ele não quer ajudar a Mione, ele quer a Mione! Ele quer ficar com ela! Se Hermione for com Krum, ele não vai deixá-la voltar!


Desespera-se Harry sem levar em consideração tudo o que o ministro lhe expunha. Estava cego com seus ciúmes, enfurecido com a atitude do ex-auror a qual considerou uma traição, completamente aterrorizado com a possibilidade de perder a mulher da sua vida para alguém que poderia oferecer à ela o mundo inteiro e a chance de reencontrar seus pais!


-Potter, não está pensando corretamente! Está mesmo preocupado com Hermione Granger ou está movido por mais um sentimento egoísta e infantil? Pensei que se importava com ela o suficiente para colocar a busca por seus pais como uma prioridade!


Repreende Kingsley Shacklebolt levantando-se e encarando Harry no fundo dos olhos.


-Hermione Granger, assim como Teddy Lupin são tudo o que me restou! Ela é importante demais para mim! Os dois, são!


Defende-se Harry revoltado pela acusação do ex-auror.


-Eles são sua família Harry!


Concorda Kingsley calmamente.


-Eu não posso perde-los, não posso deixar que a leve para longe de mim!


Protesta Harry, severamente.


-Não! Permitir que ela reencontre seus pais não é perde-la! Não estou tentando leva-la para longe de ninguém, mas oferecer a ela a oportunidade de recuperar sua própria família também! Uma família de verdade, não tem medo de fazer sacrifícios em nome da felicidade daqueles que mais ama!


Corrige Shacklebolt  com firmeza. Harry não dignou-se a olhar nos olhos do ministro. As palavras do ex-auror caíram como rochas pesadas sobre seu peito. Família de verdade... Ele sabia realmente o que era isso? Um sentimento desolador de vazio o enlevou. O que deveria fazer agora? Deixar Hermione ir? Mantê-la perto de si as custas da chance de encontrar seus pais? Permitir que Krum se torne seu herói? O que seria o certo? Ele amava Hermione o suficiente para suportar o sacrifício da sua ausência? Ele conseguiria continuar sem ela?


-Eu... Eu não sei! Nunca tive uma família para entender isso!


Rebateu amargamente o moreno desaparecendo da sala do ex-auror. Harry aparatou no primeiro lugar que lhe veio à cabeça. Surpreendentemente, ele tinha retornado ao local dos seus piores pesadelos em muitos anos, o quintal da casa dos Dusleys. A fúria do jovem bruxo irradiava ondas de magia tão frenéticas que mal se deu conta de onde estava, e uma Petúnia chocada chegou ao quintal temendo um ladrão, e congelou em horror ao encarar seu sobrinho.


-H-Ha-Harry?


Desesperou-se a irmã de Lily. Com as mãos fechadas em punhos Harry evitou se aproximar ou se afastar daquela casa onde sofreu toda sua infância. Seus olhos verdes levantaram-se bruscamente em direção a sua tia antes de responder.


-Olá, Tia Petúnia!


Disse secamente o moreno, esforçando-se para controlar sua respiração descompassada e o nervosismo fazendo explodir sua magia que agitava o ar frio ao seu redor. A chuva fina começou caindo aos poucos, como pequenas agulhas frígidas contra sua pele quente.


-O-oque está fazendo aí fora?


Questiona assustada, Petúnia, temendo ser o alvo de toda a ira que parecia irradiar do garoto. Se algum vizinho o visse nesse estado ela não teria como se explicar.


-Nada!


Murmurou amargamente o grifinório, desviando o olhar de sua tia e fitando os próprios pés, com um sentimento nauseante crescendo dentro do estômago. Por que estava ali? Por que no pior momento possível ele tinha ido, ainda que inconscientemente para os Dusleys? Harry nunca tinha considerado aquele lugar como lar, aquela não era a sua casa!


-Responda, Potter, o que faz na minha casa?


Exige Petúnia, desesperada agora que a chuva piorava e o vento levava as gotas frias em sua própria direção.


-Eu não sei! Não sei por que vim parar nesse maldito lugar, ok?


Vociferou o bruxo voltando-se para sua tia enfurecido.


-Vai entrar ou vai ficar aí fora a noite toda? Os vizinhos vão começar a desconfiar de...


Começava a tia de Harry com irritação e sem uma palavra de resposta ele a seguiu para o interior da casa. Os dois permaneceram parados na cozinha por um longo e desconfortável momento de silêncio. O moreno tentando colocar seus pensamentos atordoados em ordem e Petúnia o encarando criticamente.


-Onde estão tio Valter e Dudley?


Finalmente a voz rouca de Harry rasgou o silêncio chamando atenção da sua tia.


-Valter está na casa de Marge e Dudley saiu com alguns amigos!


Responde a contragosto, cruzando os braços e estreitando os olhos ao perceber que o sobrinho encharcava sua cozinha com os pés sujos de lama. Harry esfregou os olhos por baixo dos óculos com um suspiro exasperado. O que diabos ele estava fazendo ali?


-Aconteceu alguma coisa? Porque está aqui?


Exige Petúnia severamente, sem se preocupar em medir a raiva em sua voz.


-Aconteceram muitas coisas...


Começa Harry, encostando-se contra a parede, com as mãos firmemente esfregando o rosto pálido. Ação que preocupou sua tia, na sua opinião o garoto parecia perturbado demais, assustadoramente vago e pela primeira vez, ela optou por manter o silêncio.


-Eu... Eu consegui destruir o assassino dos maus pais!


Diz o grifinório e Petúnia sente casa molécula de sangue do seu corpo congelar em terror. Seus olhos mais amplos que um par de pratos de porcelana. Ela abriu a boca sem ser capaz de emitir um único som. Ele encontrou o bruxo psicopata que assassinou Lily?


-Voldemort! Eu matei Voldemort!


Continuava o moreno finalmente a encarando com os mesmos impressionantes olhos verdes de Lily e Petúnia levou uma mão à boca em choque absoluto. O tempo pareceu parar, o ar ficou mais denso e o estômago dele deu um nó enquanto se percebeu revelando à sua odiada tia o que enfrentou até agora.


-Passei o último ano fugindo por toda Grã-Bretanha com Rony e Hermione! Sem saber se estaria vivo ou morto no dia seguinte... Arriscando meu pescoço, perdendo meus amigos... Tão desesperado como estava... Encontrei o túmulo deles... Depois de dezesseis anos encontrei o túmulo dos meus pais!


Falou Harry tão facilmente natural que Petúnia sentiu o estômago afundar dentro de si e uma onda descomunal de culpa pesar sobre seus ombros. O Túmulo de Lily, ela nunca soubera onde ficava, nunca chegou a se importar o suficiente com sua única irmã a ponto de buscar uma despedida final digna para ela.


-Godric’s Hollows, há um monumento para eles, mensagens de apoio e admiração na entrada da casa onde viviam... Meus pais foram heróis!


Completa o moreno com algumas lágrimas embaçando seus olhos e um sorriso entristecido surgindo nos lábios finos e trêmulos. Petúnia recuou um passo sentindo o coração martelar furiosamente contra o peito. O que Harry pretendia? Ela não queria falar de Lily, ela não queria lembrar do que tinha acontecido com sua irmã.


-Você sabia do terror que eles estavam enfrentando? Sabia que eles perderam a vida para me salvar?


Questiona Harry com uma pacificidade assustadora.


-Não sabia! E não faz diferença alguma! Lily morreu porque preferiu se juntar aquele bando de doidos! Foi ELA que escolheu ser como eles! Ela assinou a própria sentença de morte!


Acusou Petúnia gravemente, não deixaria um garoto arrogante com os olhos da sua irmã confundir tanto seus sentimentos.


-Bando de doidos???  Ser um bruxo não faz da minha mãe ou de qualquer outra pessoa um doido!


Vociferou Harry avançando ameaçadoramente em direção a sua tia que se encolheu aterrorizada.


-Ela não tinha escolha, que outra alternativa ela teria para controlar sua própria magia se não fosse para Hogwarts?


Rebateu o moreno arfando pesadamente diante do silêncio mortal da sua tia.


-O que esperava que ela fizesse depois de descobrir que um monstro com varinha ameaçava trouxas e nascidos-trouxa??? Ela não fez isso só para proteger seus amigos, ela enfrentou Voldemort e seus seguidores para manter pessoas ingratas e infelizes como você vivos!!!


Gritou no rosto da sua tia com determinação.


-Ela podia ter desistido, teríamos fugido, feito qualquer coisa, mas ela preferiu esconder tudo de nós e ficar lá! Com o seu povo!


Cuspia Petúnia com asco.


-Fugir só adiaria uma morte lenta e dolorosa pelas mãos daquele maníaco! Minha mãe era uma guerreira! Meu pai foi um herói! Cada uma daquelas pessoas incríveis que você e tio Valter chamavam de doidos sacrificaram suas vidas para me dar uma chance de parar Voldemort!


Protesta Harry com um misto de ira e orgulho por enfrentar sua tia e defender a memória dos seus pais e daqueles que ama.


-Isso não me interessa!


Interrompe Petúnia tentando fugir daquela discussão dolorosa com seu sobrinho.


-Sinceramente tia Petúnia, depois de tudo, depois de todos esses anos, depois de meses que eu poderia estar perdido no mundo, que eu poderia estar morto... Não interessa a você que o filho da sua única irmã está vivo? Não interessa que nos últimos dezesseis anos você permitiu que a minha existência dentro dessa casa fosse pior do que a de um animal???


Desafia Harry rasgando a própria alma por dentro, mas despejando tudo o que estava preso dentro da sua garganta, entalado dentro do peito. Petúnia resfolegou assustada.


-Deveria ser agradecido por tudo que já fiz por você garoto...


Respondia ela com indignação absoluta, mas foi brutalmente interrompida por Harry que explodiu dois abajures da sala de estar enfurecido.


-Agradecido por ser tratado com menos dignidade que um rato? Fui seu escravo tia Petúnia, um saco de pancadas para tio Valter e o alvo favorito de Dudley por anos!!!


Defende-se o moreno fora de si.


-Como conseguiu? Como consegue ser tão fria com alguém do seu próprio sangue? O que inferno eu fiz para ser tão odiado por aqueles que deveriam ser minha família?


Completou ele com raiva, finalmente colocando em palavras a pergunta que permeava a sua mente desde que se entendeu por gente.


-Você nunca entenderia garoto! Você é como Lily... Você é diferente de nós, não é normal, não é natural...


Acusava Petúnia fervorosamente.


-CALA A BOCA!


Exigiu Harry incapaz de ouvir mais absurdos da boca daquela mulher.


-Esse é o problema... Nunca houve uma família! Eu nunca soube realmente o que é ter uma família, não tinha ideia do que é ser parte de uma família e ser capaz de se sacrificar por ela... E a culpa é sua!


Acusou o grifinório com lágrimas frias escapando dos seus intensos olhos verdes.


-A única coisa que eu esperava tia Petúnia, todas as noites desde que era pequeno... Tudo que eu esperava de vocês... Era um pouco, mesmo que apenas um mínimo gesto... de amor! Vocês são a pior lembrança da minha vida!


Petúnia engoliu em seco, cada uma das palavras de Harry a atingiam como uma tapa em seu rosto, capaz de fazê-la se sentir o pior dos seres humanos sobre a face da terra. Contra a sua vontade, lembranças de toda a infância do seu sobrinho, humilhações, abandono, castigos e trabalho forçado... Era repugnante, vil, terrível.


-Eu acho que precisava dizer isso a você! Eu não poderia seguir em frente sem ter a certeza de que soubesse que eu não odiava você porque me maltratava tia Petúnia... Odiava o fato de nunca ter sido capaz de reconhecer que a minha mãe jamais teria feito o mesmo se estivesse no seu lugar! Ela não viraria as costas para Dudley se precisasse de ajuda!


Havia lágrimas nos olhos de Petúnia. Harry se afastava da tia, incapaz de encará-la sem sentir tamanho ódio.


-Vou sair de uma vez por todas da vidas de vocês! Não ouvirão mais nada sobre mim, dessa vez eu prometo! Vou embora e deixar para trás tudo o que eu sofri aqui para trás! A única coisa que aprendi com vocês foi ingratidão... E isso não é algo que quero levar para o meu futuro!


Harry desapareceu depois disso, deixando uma Petúnia arrasada para trás.


Hermione POV.


Fleur tinha deixado o quarto há alguns minutos, mas para a morena, mais pareciam séculos, Teddy ainda dormia pacificamente, embalado no seu colo, sua única fonte de conforto e esperança no momento, ponderou a jovem bruxa. Estava escurecendo rapidamente, seus amigos se despediam e seguiam aos poucos para suas casas. Gina lhe sorriu docemente ao encontra-la com Teddy e deixou que ela continuasse no seu pequeno mundinho de paz com o bebê Lupin.


Sobre a cama da ruivinha em questão, uma carta e um pomo de ouro repousavam esquecidos, quase intocados, a letra robusta e inconfundível de Viktor Krum, a proposta tentadora, a chave do portal, o medo, a ansiedade, a dúvida... E onde estaria Harry? Ela queria compartilhar isso com ele! Queria ouvir do seu moreno de olhos verdes que apoiaria qualquer uma das suas escolhas, que torceria por ela, ou que a queria desesperadamente consigo e que esperasse por ele, que não se arriscasse seguindo sozinha com Viktor.


Era tão confuso! Sua cabeça doía, seu coração apertava, sua mente dizia uma coisa e seu instinto dizia outra, enquanto a ausência de Harry machucava, a presença do pequeno Teddy era sua âncora na razão. Hermione se encontrava perdida em pensamentos profundos e tortuosos, Harry a teria deixado para que ela aceitasse a proposta de Krum? Será que ele não se considerava importante o suficiente na sua vida, para não fazer parte dessa escolha? Ela o amava. Ela amava Teddy. Mas... Ela amava seus pais.


Mas, a decisão de seguir atrás deles, em um momento tão delicado, tão arriscado, ao lado de um amigo com quem não se comunicava há mais de um ano e cujas intenções eram sempre claramente românticas seria a melhor opção?  Krum era um cavalheiro, mas ela mal o conhecia realmente. Ela conseguiria se focar nessa busca, sem saber como Harry, Teddy, Rony, Gina, Neville e Luna estavam se saindo por aqui? Seus amigos ainda precisavam dela, Harry precisava dela! Teddy precisava dela! Ao menos era isso que a grifinória tentava desesperadamente se convencer.


Geral POV.


-Quando vai me deixar, Mione?


A voz rouca ecoou sombriamente no quarto de Gina, fazendo o pulso de Hermione acelerar e seu coração pular uma batida no encontro dos assustados olhos castanhos com os hipnotizantes olhos verdes do bruxo que dominava seus pensamentos.


-Harry!


Murmurou sem fôlego. O moreno se encontrava ensopado dos pés à cabeça, o rosto pálido, os olhos vermelhos, os cabelos mais revoltosos do que ela jamais imaginou ser possível. Um sentimento avassalador de alívio a invadiu, lutando fervorosamente com o desejo desesperado de correr até ele, abraça-lo, enchê-lo de beijos, cobri-lo de perguntas e cuidados como somente ela poderia.


-Onde esteve? Me deixou tão preocupada!


Questiona a grifinória, com os olhos ligeiramente marejados, seguindo em sua direção, ansiosa por destruir qualquer distância entre eles. Os olhos do bruxo, rapidamente seguiram até Teddy em seu colo e suas feições relaxaram visivelmente em um semblante melancólico, distante...


-Eu estive... Estive tentando entender o que significava ser uma família de verdade, Mione!


Revela ele fracamente deixando a amiga mais preocupada ainda. O que significava isso? Quais as razões para seu atual estado? Harry não estava bem! Mordendo o lábio inferior, ela obrigou-se a questioná-lo novamente.


-O que isso quer dizer, Harry?


Arrisca Hermione novamente, sem desviar os olhos castanhos do seu melhor amigo, seu coração ainda acelerado desde o momento que o percebeu chegar. Harry, no entanto permaneceu em silêncio. Respirando fundo, ofereceu-lhe um sorriso quase forçado, desprovido de qualquer vida, antes de responder.


-Que até agora, eu não tinha ideia de como era fazer parte de uma família!


Murmura ele sombriamente, a dor por trás da sua voz, o desespero que ardia em seus olhos verdes... Tudo isso confundia, preocupava e assustava a nascida-trouxa ainda mais.


-Eu nunca... Eu nunca cheguei a entender, realmente, como fazer parte de uma família ou o que significa essa palavra!


Continuou o moreno com uma honestidade crua, abrindo seu coração para a bruxa mais especial da sua vida.


-Harry, não...


Hesitou Hermione, numa tentativa angustiada de compreender o desabafo doloroso do menino-que-venceu. Seu peito doía fortemente na certeza de que Harry precisava dela mais do que nunca, temendo desesperadamente que retornasse ao abismo que tinha se colocado logo após a batalha final.


-Eu acreditava com todas as minhas forças, que uma família, são pessoas que nunca se abandonam, que estão sempre se apoiando, cuidando um do outro... ficando lado a lado em qualquer situação independente de tudo e de todos que possam ser contrários a isso!


Interrompe Harry balançando negativamente a cabeça como se decepcionado com suas próprias e equivocadas conclusões. Hermione prendeu o ar dentro dos pulmões e mordeu novamente o lábio inferior. Onde ele queria chegar com esse discurso?


-Mas, você não estava errado!


Protesta Hermione veementemente. Falando um pouco mais alto do que desejava para não despertar Teddy, mas nervosa o bastante com o comportamento estranho do melhor amigo.


-Hermione... Família é muito mais do que isso! É muito além do que eu imaginava... Muito mais profundo do que eu jamais poderia entender!


Explica Harry dando mais um passo em direção à melhor amiga, levando uma das mãos gélidas em uma carícia carinhosa no rosto quente e macio da grifinória que fechou os olhos e suspirou pesadamente, cativada pelo gesto doce e tão simples do moreno.


-Dumbledore, Remus, Andromeda, o Senhor e a senhora Weasley e o próprio Kingsley tentou explicar um pouco sobre isso para mim e eu nunca conseguia entender completamente... Até o instante que retornei para a Toca e te encontrei com Teddy no colo...


Confessa o grifinòrio com a voz ligeiramente embargada, sua mão ainda presa na carícia suave no rosto de Hermione e sus olhos presos em suas feições perfeitas. Ele a fitava com adoração e sentiu cada músculo do seu corpo amolecer quando sua melhor amiga abriu os olhos e o encarou com um brilho amoroso nos orbes castanhos.


-Foi nesse momento que eu percebi... que eu percebi o quanto eu amo vocês dois!


Declara o moreno com sinceridade, ligando sua testa úmida à dela e fechando os olhos no contato da sua pele fria contra o calor de Hermione. Merlin bastava tocá-la e o resto do mundo parecia girar do jeito certo.


-Eu não posso abrir mão de qualquer um de vocês, não quero perder Teddy como também não suportaria perder você, Mione! Vocês são a melhor coisa que já aconteceu na minha vida e... e eu seria capaz de tudo por vocês!


Continua Harry sentindo a respiração ganhar um ritmo mais acelerado e o coração apertar a cada segundo que avançava em seu discurso. Ele estava reunindo toda sua coragem, todas as suas forças para o momento em que a confessaria...


-Oh, Harry! Você não vai perder nenhum de nós, eu prometo!


Emocionava-se Hermione, sentindo os olhos lacrimejarem com as palavras do grifinório, levantando o rosto apenas o suficiente para que seus lábios roçarem-se levemente. O que Harry não demorou a corresponder e aprofundar o beijo apaixonadamente, mergulhando a mão que acariciava seu rosto, nos cachos cor de chocolate até segurar sua nuca enquanto suas línguas desafiavam-se em um duelo possessivo, urgente e sensual.


Hermione foi a primeira a se afastar do beijo, com o rosto fortemente corado, os lábios inchados e vermelhos e os olhos astutos procurando através do par esmeralda por trás dos inconfundíveis óculos redondos, algum sinal de dúvida ou temor. Sem perceber, abraçou mais forte, Teddy em seu colo oferecendo um pequeno sorriso ao melhor amigo.


Harry, respirava pesadamente quando se separou de Hermione, Sua mão direita caindo hesitante dos seus cachos deliciosamente macios e aventurando-se até a curva delicada da cintura de sua melhor amiga. Merlin, como seria capaz de suportar seus dias sem ela? Sem aquele sorriso que dedicava tão somente à ele?


-Eu desejo de todo meu coração que seja verdade, Mione! Mas, as coisas mudam....


Sussurra ele fechando os olhos com força para não se deixar fraquejar. Seguiria em frente sem aqueles olhos inteligentes e desafiadores? Ou sem sua voz exigente e segura, sem ser capaz de tocar sua pele e sentir com seus lábios o calor e os arrepios que provocava com suas carícias sobre ela? Seria ele forte o suficiente para tolerar o vazio que sua ausência lhe traria? Os cuidados, os abraços, as noites de conversa em frente à lareira...


-Harry o que está acontecendo? Porque está agindo assim... Como se fosse uma despedida? Está me assustando!


Seu peito contraiu dolorosamente com as palavras dela. Inconscientemente ele apertou sua cintura com força. Hermione era sua. Ninguém poderia roubá-la, ninguém poderia tocá-la como ele, seus lábios, seus suspiros, seu olhar apaixonado... Pertenciam unicamente à ele. E não seria Viktor Krum, Neville Longbottom, Comarc McLaggen ou qualquer outro, que tomaria seu coração. Porque Harry já havia se apossado dele.


-Harry?


Insistia a grifinória com aflição.


-Harry, por favor! Me diz o que está acontecendo, está desistindo de Teddy? Está desistindo de nós???


Desespera-se Hermione numa tentativa de interpretar as palavras do melhor amigo, mas ainda assustada com a forma melancólica que Harry estava agindo. Instintivamente, ela  abraçou o pequeno Lupin com mais força, recusando-se a acreditar que o moreno abandonaria Teddy depois de tudo o que estavam fazendo por ele... Mas, o que diabos se passava na cabeça do seu melhor amigo?


-Não! Nunca desistiria de você ou Teddy!


Garante o Potter com um grunhido quase selvagem. Teddy e Hermione eram dele, os pertencia. Porém, mais uma vez as palavras de Kingsley ecoavam em sua mente. Por mais que odiasse admitir, estava agindo como um completo egoísta pensando em como ele ficaria sem ela, quando não poderia imaginar a dor de Hermione, sem saber onde ou como reencontrar seus pais... Ela merecia a chance de encontra-los, mesmo que isso a obrigasse a deixar a Grá-Bretanha para trás... Mesmo que isso significasse deixá-lo também.


-Eu não conseguiria dar mais nenhum passo sem você do meu lado, depois da batalha final cada esperança que nasceu dentro de mim tinha um pouco, ou tudo de você, Hermione! Se hoje estou de pé, é porque quando estava pronto para abrir mão da minha existência, encontrei em você um motivo para me apegar a uma vida que só trouxe o pior para mim!


Confessa Harry emocionado. O pomo de ouro sobre a cama e a carte de Krum também à vista... Ela já sabia... Ela o abandonaria e ele não poderia se quer culpa-la por isso, talvez fizesse o mesmo em seu lugar. Eram seus pais, sua família em primeiro lugar. Não poderia pedir mais ainda de Hermione, a nascida-trouxa tinha aberto mão de coisas demais por ele, entregou um ano inteiro da sua vida para livrá-lo da morte... Deixá-la partir seria o mínimo que poderia fazer por ela.


-Eu te amo, Hermione! Eu te amo com todas as minhas forças, com tudo de mim! Com cada parte do que eu sou, do que eu já fui e do que um dia eu poderia ser! Eu me sacrificaria por você sem pensar duas vezes, enfrentaria Voldemort novamente, daria minha própria vida para salvar a sua por que eu amo você, Mione!


Declara o grifinório com desespero e paixão. O turbilhão angustiado de sentimentos, o temor, a saudade, a ânsia e o amor.


-E se eu consigo te amar tanto assim, é porque em algum momento eu encontrei em você o que Remus chamou de “maior tesouro”... Porque é você... Sempre foi! Com você... Hermione, eu entendo o que é fazer parte de uma família que eu não quero perder!


Continuava ele diante do olhar incrédulo de Hermione. Ele estava colocando tudo em jogo, seus sentimentos, seus mais profundos medos, seu maior desejo. Ele não poderia deixa-la partir antes de saber que ele a amava, e muito mais que isso, que ele a queria verdadeiramente do lado dele, que ficaria perdido sem ela, mas que a amava o bastante para colocar a felicidade dela acima de seu próprio sofrimento.


Até quando ele teria que perder para a vida parar de arrancar dele o que tanto amava? Se ao menos tivesse uma chance, uma única chance de convencê-la a ficar. Ele arriscaria tudo, enfrentaria tudo, sairia por conta própria em busca de pistas dos seus pais, a presentearia com as flores mais bonitas da face da terra, a confessaria que a ama sob a luz das estrelas, as margens do Lago Negro, ou na torre de um castelo...


Mas, aqui e agora, o presente acontecia de forma completamente oposta ao que planejou. Não era fácil, mas nunca lhe pareceu tão desconcertante e errado dizer que a ama, encharcado pela chuva, com os sapatos cobertos por lama, em um quarto simples na Toca enquanto ela se preparava para seguir com outro bruxo para muito longe dele, para muito além do seu alcance, em busca de seus pais, em busca de uma família que ele não fazia parte.


A dor em seu peito só aumentava de tamanho. Hermione merecia mais do que ele tinha a oferecer para ela.


-Eu te amo! Mesmo sabendo que eu não te mereço, esse sentimento louco que faz meu coração bater mais forte quanto você está por perto só pode ser amor!


Repetiu ele com amor transbordando em cada palavra. A garota estava impressionada demais para conseguir formular qualquer frase coerente desde o segundo que ele disse “Eu te amo”. Tudo que ela ouviu e sentiu a atravessou na velocidade de um relâmpago, com a força de uma tempestade de descargas elétricas fatais, enervando um a um os seus sentidos, derrubando suas mais complexas e embaralhadas dúvidas, esmagando imperiosamente todas as suas inseguranças, despertando seu âmago e a fazendo mergulhar em uma onda de sentimentos incrivelmente intensa e poderosa.


Aquelas três palavras explodiram como os fogos de artifícios dos gêmeos Weasley, dentro do seu coração. A surpresa mais bela, as sensações mais calorosas e perturbadoras que ela poderia imaginar. Seu coração acelerou a um ritmo quase antinatural. Hermione ofegou sentindo a boca ficar seca, seus olhos vidrados na imagem de um nervoso e desesperado melhor amigo. Ele estava abrindo seu coração para ela com tamanha entrega e necessidade que nunca chegou a conhecer através dos expressivos olhos verdes.


Ela não poderia se mover, a certeza que se desse o menor passo suas pernas não teriam força para suportar seu peso e a levariam ao chão. Teddy em seus braços era a única certeza de que ela não iria se deixar cair. Bem ali, na sua frente, o bruxo a quem ela entregou seu coração e toda sua vida, estava repetindo que a ama.


Ele a ama!  Harry James Potter, seu melhor amigo desde os onze anos de idade, o menino que despertava sentimentos mais emocionantes e incríveis no coração da nascida-trouxa desde seu segundo ano em Hogwarts, acabava de confessar seus sentimentos e o desejo de gritar, de sorrir, de chorar e pular em seus braços para silenciá-lo com um beijo apaixonado, tornava-se desenfreador.


-Eu não conseguiria olhar para mim mesmo no espelho, sabendo que você partiu sem saber o que eu sinto por você, Hermione!


Conclui Harry arfando dolorosamente, depois de expor para ela todos os seus sentimentos e receber o mais duro silêncio. Seu peito se contraiu e o frio finalmente encontrou seu corpo. O peso das vestes molhadas, os músculos enrijecidos, a dor lacerante em sua cabeça, as unhas quase perfurando a pele calejada das suas mãos firmemente fechadas em punhos como se esperando um golpe inimigo que nunca chegou.


Porque ela não falava nada? Aquele silêncio entre eles tornava-se sufocante. Ela mal se mexia, se não estivesse tão próximo à Hermione, teria duvidado que ela estivesse respirando de verdade. Os dentes perfeitos segurando o lábio inferior, tão rubro quando o rosto dela, os olhos castanhos tão quentes e amáveis, encontravam-se nublados com lágrimas e algo de misterioso e desconhecido para o grifinório.


Harry POV.


Como se sentindo a tensão à sua volta, Teddy agarrou-se ainda mais à Hermione, puxando a alça do seu vestido e enterrando o rostinho pequeno em seu colo, seus cabelos mudando de um castanho claro para os mesmos cabelos negros e revoltos do seu padrinho Harry. O garoto teria gargalhado sorrido orgulhosamente em outro momento, ao perceber que mesmo dormindo, bastava ouvir sua voz e Teddy o reconheceria de imediato... Mas, agora ele ansiava pelo reconhecimento de outra pessoa... Hermione Granger.


-Eu... eu sinto muito!


Murmura Harry se afastando de Hermione e Teddy, como se aceitando aquele silêncio como sinal absoluto de rejeição. Talvez não fosse a hora certa, talvez tivesse perdido sua chance. Pelo visto ter deixado a Toca, fora a pior das suas decisões... mais uma para a coleção de escolhas desastrosas do menino-que-sobreviveu.


No entanto, Harry não chegou a dar um único passo para a porta, quando uma mão alcançou seu casaco molhado e o puxou ferozmente contra si. Hermione prendia a mão esquerda na camisa do moreno, com tanta força que ele podia sentir os dedos delicados e mornos roçando contra os músculos do seu peito exigindo sua presença ali, com ela.


Hermione não o deixou, se quer superar o choque do seu gesto, antes de qualquer questionamento ou protesto, ela ousou ainda mais e arrebatou seus lábios com os dela com urgência e paixão. Suas línguas se encontraram com uma calorosa dança desesperada, movidas por um sentimento avassalador de desejo e amor na sua forma mais pura e instintiva. Ela gemia em sua boca e ele explorava cada centímetro daqueles lábios perfeitos, saboreando o gosto doce e viciante da sua língua contra a sua.


Os dois morenos se entregaram de corpo e alma naquele beijo. O calor de seus lábios contra os dele, as mãos do bruxo percorrendo ansiosamente a cintura fina até sua nuca onde enganchou possessivamente seus dedos nos cachos castanhos apoiando sua nuca para aprofundar ainda mais o beijo. Seus corpos colavam-se um ao outro, apesar do grifinório preservar uma distância segura da melhor amiga, semiconsciente da presença de Teddy ainda no colo de Hermione.


Harry quebrou o beijo, afastando o rosto apenas o bastante para seus olhos encontrarem os dela. Ela estremeceu ao sentir sua pele quente em contato com as roupas úmidas do moreno. Era como se um choque elétrico acordasse todos os seus sentidos, queimando, ardendo, atraindo ela em direção à ele. Era tão certo e tão incrível, muito mais intenso quando lembrava que ele confessou seus sentimentos.


Seu coração acelerou a níveis extremos quando percebeu todo o amor presente nos orbes castanhos mais fascinantes da face da terra. Não havia dúvidas ou inseguranças no rosto corado da nascida-trouxa, ela ofegava, com os lábios entreabertos e roçando provocantemente seu nariz ao dele, despertando sensações indescritíveis no corpo do grifinório.


Mas, nada o teria preparado para a sensação que o invadiu quando encontrou o sorriso mais divinamente lindo nos lábios da sua Hermione. Ela o presenteava com aquele sorriso que pertencia somente à ele. Os olhos dela duelavam entre lágrimas de felicidade e surpresa absoluta. Ela nunca lhe pareceu mais esplêndida do que naquela noite.


 -Eu esperei tanto por isso, Harry!


Confessa a grifinória sem conseguir conter as lágrimas emocionadas que escapavam dos seus olhos, o coração pulsando agressivamente contra o peito, ela suspirou perdendo-se no interior dos olhos esmeraldas do seu melhor amigo. Sua mão largando suavemente a camisa molhada e acariciando ternamente o rosto do moreno que fechou os olhos inclinando o rosto, apreciando o carinho da bruxa nascida-trouxa.


-Eu te amo, Harry! Te amo, te amo, te amo!


Diz a grifinória entre beijos castos nos lábios do melhor amigo que mantinha-se de olhos fechados e um sorriso bobo no rosto. Não resistindo, eliminou o espaço entre eles com um beijo lento, carinhoso, profundo e cheio de amor. Sentindo o toque macio de seus lábios sobre os dela, como se tocasse a pétala da mais delicada flor, ao poucos, arriscou mergulhar sua língua entre os lábios carnudos provocando, marcando, provando mais dela.


Ele estava no céu, nada nem ninguém mais no mundo importava além da bruxa em seus braços com seu afilhado no colo. Ela o amava! Merlin, era pura exaltação! Hermione disse que o amava e esperava por sua declaração há muito tempo. A sua Hermione disse que o amava e repetiu isso quatro maravilhosas e inesquecíveis vezes naquela noite, entre montes de beijos calorosos e apaixonados.


Os dois só se separaram quando os protestos furiosos do pequeno Lupin se fez ouvir. O metamorfo, choramingava empurrando o padrinho “gelado” de perto de si, buscando nos braços seguros da nascida-trouxa a confortável afabilidade que o permitiu adormecer. Harry riu bagunçando suavemente os cabelos escuros do afilhado que parecia exigir a atenção da grifinória para si.


-Acho que Teddy não quer dividir você!


Brincou Harry com um sorriso imenso para sua melhor amiga, que devolveu o sorriso com os olhos brilhando de felicidade.


-Estou presa com dois meninos ciumentos!


Responde Hermione beijando a cabeça de Teddy ternamente antes de colocá-lo no carrinho com cuidado para não acordar o bebê novamente. Enquanto isso, Harry assistia a grifinória e seu afilhado com deslumbramento absoluto, sentindo o coração inflar em admiração e orgulho, ao encontrar as duas pessoas que mais ama na vida ao seu lado.


Hermione parecia compartilhar uma ligação especial com o pequeno Teddy, assim como ele sentiu, na primeira vez que seus olhos encontraram o filho de Remus e Tonks na tarde chuvosa do funeral em Hogwarts. Era certo, ele não imaginava ninguém além dela para confiar seu pequeno metamorfo de olhos fechados.


Havia tanta esperança, tanta felicidade dentro de si que o moreno imaginou que poderia explodir de alegria. Ele teria se aproximado dela, se seus olhos não o traíssem, chamando atenção para um pergaminho sobre a cama. Harry congelou novamente, sentindo o peito doer quando um golpe de realidade o arrancou do momento de tranquilidade e contentamento.


A carta de Krum, o pedido de Shacklebolt, os pais de Hermione... Ela iria deixa-lo, independente dos seus sentimentos, ela iria embora!


-Harry?


Chamava-o Hermione o fitando com preocupação. Ela estava frente à ele, acenando com uma mão sobre seus olhos. A quanto tempo ele estava assim?


-Você ainda vai me deixar?


Murmura ele tristemente sem encará-la nos olhos, sua atenção estava cem por cento na carta de Viktor e o maldito pomo que sabia ser uma chave do portal para o castelo do jogador de quadribol na Bulgária.


Hermione surpreendeu-se com a pergunta de Harry. De tudo que ela esperava discutir com ele, até mesmo entre beijos apaixonados, a última coisa que imaginou seu melhor amigo perguntar, seria sua partida para a Bulgária.


-Deixar você?


Os olhos castanhos seguiam os dele em direção à carta e a chave do portal na cama de Gina com angustia.


-Você sabia não é? Foi por isso que desapareceu, você sabia e imaginou que eu iria deixar você e Teddy sozinhos sem nem mesmo discutir isso? Acreditou mesmo que eu ativaria essa chave do portal sem pensar duas vezes?


Concluiu a grifinória desesperadamente, completamente dividida, entre a raiva e a surpresa daquela descoberta. Harry não protestou ou se defendeu, simplesmente a olhou nos olhos severamente. Havia determinação no fundo dos seus olhos, havia revolta, carinho, mágoa e amor. Hermione ofegou.


-Não é tão simples!


Garante o moreno seriamente.


-Como não? Você me abandonou no meio da minha festa de aniversário, me deixou pensando mil coisas que poderiam ter acontecido a você e depois de horas me aparece aqui nesse estado, falando um monte de coisas sem sentido!


Acusa a grifinória fervorosamente, seu rosto à centímetros do dele.


-Acha que foi fácil para mim aceitar que existe outro bruxo muito melhor do que eu, oferecendo todos os recursos para encontrar seus pais enquanto te leva para uma longa estadia na Bulgária? A única coisa que passou na minha cabeça era que você estaria longe de mim e eu acabei perdendo a cabeça!


Defende-se Harry alterando a voz, os olhos verdes faiscando perigosamente.


-Será que em algum momento parou para pensar em conversar comigo e esclarecer tudo?


Rebate Hermione indignada com o comportamento imprudente e infantil do seu melhor amigo.


-Falar com você e ouvir que vai com o Krum em busca dos seus pais na Austrália?


Protesta Harry tomado pelo ciúmes novamente.


-Eu nunca faria isso! Eu prometi que não abandonaria você ou Teddy, não depois de tudo que já enfrentamos juntos!


Garantiu a nascida-trouxa sentindo o coração afundar dentro do peito, ela o amava tanto, como ele tinha coragem de pensar que ela o deixaria para trás sem pensar duas vezes?


-Eu não quero que você vá, ok? Mas, são os seus pais, é o seu futuro e sua família também! Se quiser ir... Se escolher o Krum... Desculpe... Se escolher a ajuda do Krum, eu... Eu vou sentir muito a sua falta, eu se quer posso imaginar isso acontecendo!


Confessa Harry a puxando pelos ombros firmemente até que não houvesse mais nenhum espaço entre eles.


-Você quer que eu fique Harry?


Pergunta ela com seus olhos presos nos dele.


-Hermione não seria certo te obrigar a ficar!


Pondera, Harry, mas ela insiste.


-Você quer que eu fique?


Seus lábios formigavam, desejando desesperadamente os dela.


-Mais do que qualquer coisa nessa vida, eu quero que você fique, eu preciso que você fique comigo ou sou capaz de enlouquecer!


Revela o moreno roubando um beijo feroz da grifinória. Tão perdidos no beijo, nenhum deles ouviu as repreensões de Andromeda espantado meia dúzia de Weasley da porta do quarto de Ginny, que estavam espiando e ouvindo toda a discussão do casal de morenos com os olhos marejados de emoção.


-Hermione Granger?


Chamou uma voz grave e eloquente, ao lado da senhora Tonks. Instantaneamente, Rony, Gina, George, Bill e Fleur congelaram estupefatos. Molly estreitou os olhos em direção à sua prole, expulsando-os do caminho.


-Abram espaço para o senhor Krum! Ele tem algo muito importante a tratar com nossa aniversariante!


Alerta Molly enquanto Gina e Fleur trocaram olhares preocupados. O que fariam agora? Harry e Hermione tinham acabado de fazer as pazes! Merlin, essa seria uma looooooonga noite!


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WOW, capítulo novinhoo em folha eeeeeeeeeeeee postado numa segunda-feira \o/\o/\o/ É gente, milagres acontecem mesmooo ;D Muahuhauhauhauahuahuahauh brinks... Mas, nesse fim de semana, meu irmãozinho foi super fofuxoo me emprestando o computador de madrugada e de manhã bem cedinho para ir atualizando o capítulo e Tá Dã!!!! Eis-me aqui!!! Sei que num tá lá essas coisas e cheio de errinhos básicos de digitação, mas como sempre digo, meus fins de semana são movimentados e esse foi literalmente cruel... T_T cheiosde surpresas boas e algumas ruins também que deixaram essa autora de fic mega Harmony meio (1000000000000000000%) down!!! Maaaaaaaaaaaaaaas, momentinhos EMOS não dão certo comigo U_ú e por isso resolvi mudar completamente o roteiro do capítulo de hoje!!! Espero de coração que gostem XP


A Mione sentindo falta do Harry enquanto alguns casais na Toca curtiam a queima de fogos do seu aniversário mal esperava que Fleur fosse levar o presente de Viktor tão cedo... Já o Harry surpreendendo até mesmo a mim com o desenvolvimento do capítulo!!! Yes, culpa de um certo Saito-sama U_U quem mandou encher minha cabecinha malignamente crazy de ideias e possibilidades insanas hein???? Muauahuahuahuauahuahuauahuaha Se é que alguém teria alguma dúvida de que ele iria atrás do ministro para cobrar explicações!!!! Mas, aí Shacklebolt coloca o rapaz contra a parede!


Para abrir com chave de ouro ninja......... O super mega hiper Coveiro-sensei-samaaaaaaaaaaaaaa (segue a setaaaaa ------> que agora eu quero VEGAAAAAAS!!! hauhauhauhauahuhauahuahau) Que me deixou muuuuuuuuuuuuuuitos coments por toda parte da fic (*-------------* Owwwwwwwwwwnnnnnn) e por isso estou correndo como maluka que sou para postar nessa segunda-feira!!!! (uffa) Será que agora o pobrezinho do Harry consegue subir no seu conceito??? Muahuahuahuahuahuahua Eu sei, eu sei, meio que tava ganhando o Oscar da lerdisse máxima, mas depois do ultimato do ministro nem mesmo Voldemort iria impedir o Harry de se declarar para a Mione!!! (aleluiaaaaaa) hauhauhauhauhaua só tive um pouquinho de pena dele por que estava planejando uma surpresa mega especial para ela, mas fica para a próxima ;D (spoiler mode on) E sim, a história do Krum é fatão sérioooo! Ele não esqueceu a Mione e agora o Harry tá segurando os ciúmes como um louco!!! Huahuahauhauhauhauahuahau A pulseira da Fleur será útil mais na frente assim como a poção de McGonagall e o livro que Vector deu à ela... Isso tudo ainda envolvendo a participação da nossa Rita Skeeter \o/ poxa eu tô falando demais T_T Sorry, de agora em diante minha boca/teclado é um túmulo de mortos vivos que só fala Cérebroooooooo!!! Brinks! A Mione está começando a desenvolver sentimentos mais fortes pelo pequeno Lupin, sentimentos que ela ainda não entende direito, mas que a faz querer proteger o afilhado de Harry com tudo de si. E respondendo a sua outra pergunta... só o futuro dirá como vai ficar a relação dela com Teddy, especialmente depois que Andromeda se mudar com o neto para o Largo Grimmauldi!!! Nussa resposta de comente super grandão hauhauhauhauhauahuahua e sério Coveiro-sensei, se estivesse esperando mais alguns longos minutinhos acompanharia o capítulo postado em tempo real ;P hauhauhauhauhauah mas, nossas vidinhas estão mega corridas e eu entendo que num dá pra ficar de olho na F&B o dia todo ( por mais viciante que seja ficar olhando os comentários super DIVO divinos dos leitores *-*) PS: espalhar a campanha por toda F&B num seria sinistro... seria nível Voldemort de pressão psicológica, eu reconheço, mas naum sinistro!!! U_U oras!!! Huahuahuahuahuaha brinks de novo! Tomara que o capítulo tenha alcançado suas expectativas!!!!


 


DIVA divina Venatrixxxxxxxxxxx-samaaaa meninaaaaa!!!! Uia até rimou, huahuahuahauhauhauhauhauha XD Estava esperando pelo seu comente mocinha *-* os coments da fic não estariam completos e maravilindamente incríveis sem você!!! (animação mode on) hauhauhauhauhauhauha Yes, o quarto mágico da Andromeda foi uma ideia mega absurda que surgiu assim do nada enquanto assistia a um filme (ou seriado, nem lembro mais) que mostrava o casal principal do século passado (bemmmm passado mesmo com direito aquelas roupas compridas e cheia de babados e talz u.u) dividindo o quarto dessa forma, com uma porta entre eles... e sabendo que os dois nunca iriam assumir um lado mais “avançado” do seu relacionamento tão facilmente assim a senhora Tonks resolveu dar o seu próprio empurrãozinho ;D hauhauhauhauahuahua Aiaiaia Yukito eu achei que iria ficar terrível, num faz ideia de como fiquei aliviada que tenha curtido!!! \o/ (aleluia) hauhauhauhauhauhauha Bem, pensando nesse gelo aí, resolvi explorar um pouquinho as possibilidades e literalmente forçar o Harry a revelar seus sentimentos antes que fosse tarde demais!!! Mas a comparação do Harry com um filho de Poseidon me fez gargalhar horrores aqui (quase cai da cama com o pc do meu irmão, magina só, meu irmãozinhu neném me matava hauhauhauahuahuahuahuahuahua) Oks... concordo plenamente que os homens são lerdos e idiotas a nível expert quando querem u.u #FATO! Mas vamos dar um credito pro coitado, ele queria fazer algo inesquecível pra Mione, mas na verdade percebeu da pior forma como estava sendo egoísta com os sentimentos da Mione! @.@ E não tenha pressa para comentar, saber que está acompanhando a fic já uma grande honra para mim XD Estou com o coracisco na mão para descobrir o que achou desse capítulo de hoje!!! Comentaaaaaaa!!!


Ahaaaaaaaaaahh finalmente cheguei ao Saito-samaaaaaaaaaa Trelawney!!!! Hauhauhauahuahuahuahuaha brincadeirinhaaa (foge dos avadas mortais) Oks, parey!!! Mas, foi TuDoW a sua lista de possibilidades!!!! XD A resposta para a fuga do Harry da Toca, finalmente onlineeeee (roendo as unhas mode on) e você quaaaaaaaaaase acertou todas as possibilidades *-* (a parte do Krum está quase acontecendo hauhauhauhauhauhauha) Maaaas, nadinhaaaaaa supera a sua terceira opção!! Doce sapatinhos cor de rosa de Merlin!!! Fiquei passadah lendo a parte do “O Harry está saindo da toca e se lembrar dos conselhos da Sra. Tonks e do Bill e voltar até onde a Mione está conversando como o Neville agarra-la pela cintura e dar-lhe um beijo de tirar o folego e dizer a todos que ela é só dele e pedi-la em namoro” UAU, agora eu fiquei sem ar!!! Na boa sua mente é brilhante, estava quase fazendo isso mesmo, mas nossos morenos tinham que confessar seus sentimentos em um momento mais privado... e ainda vão ter que resolver muitas coisinhas antes de tornar a relação deles totalmente pública (spoiler mode on/foge da chuva de avadas) T_T só queeeeeeeeeee sempre podemos contar com a intromissão de uma certa repórter animaga que está louca para retornar ao Profeta Diário né??? \o/ hauhauhauhauhauahua a esperança é a última que morre!!! Pleaseeeeee num guarde suas divagações, elas dão ideias (como diria o Coveiro-sensei) sinistras *---------------------------* e eu ADOROOOOOOOOO!!!! Heyyyy Saito-sama num é coisa de velho!!! Nussa só eu acho isso??? >.< É uma referência de respeito e acredito que seus coments são honestos o suficiente para merecerem o mais alto nível de respeito ;D hauhauhauhauhauhauah mas tipow se isso incomodar é só dizer na boa, fico brincando muito, mas não quero deixar ninguém desconfortável oks?? =)  Uhuuulllllll continuaa campanhaaa Segue a seta Coveiro-senseiiiiiii ------------------> Estamos quase em Vegas *-*


E fechando com chave de ourooooooooooo cor de rosaaaaaa \o/ (isso existe??? O.o) Lauraaaaaaaaaaaaaaaaaas-samaaaaaaa!!!! (reverência mode on) hauhauhauhauhauhauhauahua Owwwwwwwwwnnnn estava lendo e relendo seu comente bilhares de vezes @.@ Aiaiaiai Yukitooo fico tão feliz que tenha curtido o capítulo anterior, por que como eu já tinha dito nos capítulos anteriores, morro de medo de transformar essa fic em algo chato e tremendamente previsível, por essa razão que tenho me esforçado para colocar um monte de surpresinhas no meio dessa nova e bem maluquinha família que o Harry formou.  Afinal, teremos uma Black, um Lupin, um Potter e a nascida-trouxa mais brilhante da sua geração num mesmo lugar o que significa = confusão na certa!!!! Hauahuahuahuahuahuahauha OMG você gostou da cena do quarto??? A Mione parecendo que ia matar o tadinho do Harry que também foi pego de surpresa pela senhora Tonks ;D hauhauhauhauhauha Awwwwwwnnn o presente do Rony já estava planejado há um tempinho atrás, eu só precisava de um momentinho especial para colocar ele na fic *-* sabe minha mente malignamente louca tava planejando esse mico super fofo do nosso ruivo para ele se desculpar com a Mione do jeito certo U_U hauhauhauahuahuahuahau E o Neville... (olha para os lados antes de escrever em top secret) Vai mexer muito com Hermione daqui para frente e talvez o Harry não curta muito isso >.< (foge dos avadas) hauhauhauhauhauha pelase num me mate!!! Isso ainda está em um projeto, pode ser mudado a qualquer momentinho!!! Comarc pediu para apanhar e o Harry não perdeu tempo em salvar a Mione das garras daquele chato hauhauhauhauhaua (tedinho) hauhauhauhaua mas nosso moreno de olhos verdes está bem possessivo ultimamente para deixar o malandro levar a Mione para um encontro assim na cara de pau!!! A carta do Krum para a Mione finalmente foi explicada, mas o que achou da decisão dela hein??? Será que o Harry vai aceitar que o búlgaro continue ajudando ela mesmo assim? Aiaiaiai Yukitooo comenta maisss!!!


A todos os outros que ainda não comentaram, espero que gostem do capítulo e sintam-se livres para deixar sua opinião na fic!!!


Beijinhuux mágicos!!!!


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Comentários: 7

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Enviado por Nety_Potter em 17/07/2013

Meu Deus eu saio de ferias por alguns dias e quando volto tem um monte de capitulos para a minha felicidade! Nem sei por onde começa os capitulos estão incriveis, acho que a Rita ira aprontar muito sera que ela vai usar o ciumes do Harry? O passeio no parque foi incrivel, a sra. Tonks fazer um quarto magico para eles awwwnt, os presentes do Harry foram incriveis, o Rony pintado de laranja kkkkk ri muito nessa parte! Agora o Neville por um instante eu pensei que ele fosse se declarar para  a Mione, mas Ufa! ainda bem que não....
O desabafo do Harry foi legal a tia dele merecia isso, para quem sabe assim virar gente de verdade, mas percebi que ela necessitava desse empurãozinho... acho que isso ainda não acabaou, sera que ela vai procura-lo?
O Viktor sexy Krum sera que ele ira aprontar algo? 
Aguardo ansiosamente, os proximos capitulos e pfv! Não me lance avadas and crucios porque so deu para ler agora mesmo :)
P.S Fiquei sabendo que ta rolando uma campanha e quero participar! COVEIRO SEGUE A SETA -----------------------------> QUEREMOS  VEEEEEEEEEEEEEGASSSS

Nota: 1

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Enviado por Venatrix em 17/07/2013

OMG! Esse capitulo da espetacular/maravilho/esplendido/Magnifico não tenho adjetivos que expresssem com perfeição o que eu achei desse capitulo! Sinceramente gosto de ver que a acada capitulo você se supera e me supreende uma maneira que.... eu não tenho palavras, e poucas pessoas conseguem me supreender como vc que parece que pegou o gosto pela coisa!
Foi tudo perfeito! O desabafo do harry! Incrivel ele falou tudo aquilo que todos nos queriamos dizer....
Ai que declaração linda, meio estranha mais ainda sim linda.
Agora o Vitor aparecer! Meu Deus isso ira pegar fogo! a Mione vai suar a camisa tendo dois garotos ciumentos para brigar por ela com um certo búlgaro. Tenho certeza que o Viktor vai tentar algo e o Harry Vai ser obrigado a mostrar o porque de ter sido ele a destruir o tio voldy, mas ai não sei por que se ele fizer isso a Mione não vai gostar a menos que Krum tenho feito algo ruim para ela, agora onde o viktor vai ficar? por que tenho certeza que ele não vai ir embora tão rapido, algo me diz que será na lago grimmauld....
Agoar a devolta a tia do Harry, acho que a petunia vai tentar uma aproximação com o moreno, para pedir perdão pois isso é o minimo, e depois de tudo o que o harry falou é obvio que ela acordou.
Eai no proximo capitulo ja se torna oficial o Namoro?
Por favor não me deixe morrer de anciedade!

COVEIRO-SENSEI QUEREMOS VEEEEEEEEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAASSS

Nota: 1

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Enviado por Talisman José da Silva Moraes em 17/07/2013

Tá muito boa essa fic! Caramba! Que final espetacular!!!

Nota: 5

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Enviado por Laauras em 16/07/2013

OMG! Meu coração tá a mil aki, capítulo totalmente intenso e vibrante, eu nem imaginei que acabaria o Harry se declarando desse jeito, foi a declaração de amor mais pura e verdadeira que eu já vi escrita. Com certeza foi o melhor capítulo já escrito na fic! Tô muito empolgada pra saber o que vai acontecer com esse dois e essa nova proposta! E o Teddy como sempre marcando presença! kkkk
Bjão, esperando que vc posta rapidinho como uma Firebolt! 

Nota: 5

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Enviado por Saito em 16/07/2013

LOL, Meu Deus! esse capitulo foi incrivel, ainda bem que não usou a terceira opção eu juro que do seu modo Ficou 100000000 vezes mais emocionante.
Meu Deus² eu não sei nem como descrever o que eu achei desse capitulo esta definitivamente é a minha fic favorita (Não que eu pensasse diferente antes, mas vou aproveitar a onda do Harry e meu declarar um pouquinho).
Serio, menina o Harry falar umas poucas e boas para a tia dele foi incrivel, mas eu tenho certeza de que isso não acabou ai... a petunia ficou muito abalada e se ela não tentar procuarar o Harry tenho certeza de que ira encontra-lo em um dos muitos passeios dos morenos(seria incrivel ela ver o quanto ele esta feliz com o Teddy e a mione e tambem pedir perdão por tudo)
A declaração mais linda que ja vi! se um dia eu gostar de alguem... ta tenho uma inspiração de como fazer uma bela declaração.
A Mione e esse estinto maternal dela fazer um suor masculo aparecer em meus olhos...
Os Waesleys ouvirem a discussão e declaração Incrivel.
Agora o Krum aparecer Isso Foi Uma Jogada de Mestre!!!
Estou mais do que ansioso.... então seja boazinha :) agora com relação a Vaca... quer dizer a Rita, tenho certeza de que ela vai ferrar com a vida dos morenos, mais ainda estou aguardando (Gostei do Spoler kkkk)
Agora o negocio do Saito-sama, eu gosto falei aquilo só para encher o saco...

COVEIRO-SENSEI NÃO ESQUECI DE VOCÊ NÃO! SEGUE A SETA --------------------------> QUEREMOS VEGAAAAS  

Nota: 1

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Enviado por Nathytx em 16/07/2013

Concordo com o Coveiro.. ta de+ a fic.. eu espero ansiosa hà dias... pfvr.. Ñ DEMORA A POSTAR O PRÓXIMO.. É TORTUOSO FICAR ESPERANDO =/ ESPERANDO ANSIOSÍSSIMA.. BJS

Nota: 5

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Enviado por Coveiro em 16/07/2013

Finalmente o Harry se declarou... mas ainda sim continuo achando ele meio tapado... será que ainda não deu pra ele perceber q a Mione nunca o abandonaria... Afinal, estamos falando da Mione, ela não ficaria trocando varios beijos apaixonados com seu melhor amigo se não sentisse algo mais.

Impressão minha ou os morenos foram pegos no flagra no meio de um beijo bastante apaixonado...

Estou louco pra ver como vai se desenrolar essa confusão com o Krum... Estou muito curioso para o proximo capitulo.

Algo me diz que a pulseira, o livro e a poção podem ter duas possibilidades:
  O pequeno Teddy pode ter herdado muita coisa de Remo e Mione vai encontrar "a cura".
  OU vai servir para restaurar a memoria de seus pais...
E ai cheguei perto?

A declaração do Harry foi legal apesar de meio louca. Só falta agora ele entender que a Mione quer dizer sim pra ele. Quando ele entender isso, ai sim ele pode vir a deixar de ser lerdo.

O Harry desabafando todos os anos de sofrimento nos Dursley foi o que mais me impressionou. Achei que ele iria explodir a casa.

Kingsley é realmente um chato... se o problema é a Gra-Bretanha, por que o Harry não pode acompanhar a Mione até a Australia?

O Bill tentou deixar o Harry bravo? se foi conseguiu...

Quando sai o proximo capitulo, estou muito ansioso para ver esse embate do Harry com o Krum. E o q a Mione vai decidir?

O Teddy pelo visto já adotou a Mione como mãe. Ciumento o menino... duvido que fosse apenas frio pelo Harry estar molhado. Andromeda se mudando para a mansão Black e Mione ficando em duvida com seus sentimentos por Teddy quer dizer que ela fica?

Aguardo ansioso pelo proximo capitulo... e espero que ele sai tão rapido quanto esse... odeio ficar esperando pela att dessa fic.

Sobre Vegas, como disse ainda demora mais tres capitulos... e só faltam 11 pro final da Fic. Ainda não consegui escrever nada, nem em Revelações com Espaghetti, nem da minha songfic. E olha que ela tem que sair logo, pq o final é o mais importante. A novidade é que a Ingrid D. irá betar minhas fics de agora em diante, então o portugues vai melhorar...

POSTA MAIS LOGO >> BEM RAPIDO >>> MUITO RAPIDO...

   

Nota: 5

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